12 de março 1 ano depois: faz Democracia. A Democracia é e será aquilo que fizermos dela. Sejamos então todxs e todas a Democracia que queremos ser.

A 12 de Março de 2012, pedimos que cada pessoa escreva as suas ideias para melhorar o país numa folha, num cartaz, num pano branco…Coloquem nas janelas, nas varandas, nos locais de trabalho, nas escolas, nos carros, nas peças de roupa, nos emails, nos blogues, murais de facebook, twitter e em todas as redes sociais. Mostremos uxns aos outrxs que não estamos sozinhxs. Juntemo-nos, falemos, organizemos: façamos acontecer! A Democracia somos nós.

O M12M agradece a todas as pessoas que tornaram este dia e este vídeo possível. A Democracia é e será aquilo que fizermos dela. Sejamos então todxs e todas a Democracia que queremos ser.

(evento: https://www.facebook.com/events/317065008350158/)

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2 respostas a 12 de março 1 ano depois: faz Democracia. A Democracia é e será aquilo que fizermos dela. Sejamos então todxs e todas a Democracia que queremos ser.

  1. Avivar as chamas do inferno, pôr um rabo ao diabo e fazer vários consertos aos condenados

    É hoje mais lúcido que nunca que a democracia representativa nunca representou, melhor, nunca representou quem devia representar porque na realidade representa, representa os que têm poder, os mais fortes conforme manda a visão Darwiniana, e se pensarmos bem é “normal” e faz sentido pois quem tem um bolo á sua disposição, um numero indeterminado de escravos ignorantes e servis e a função de distribuir as fatias, obviamente ficará com as maiores para si ou para aqueles que lhe são “queridos”.
    A democracia representativa, ao contrário do que se pensa ser, a ditadura da maioria, é na realidade a ditadura da minoria pois os eleitos são sempre gestores dos interesses dos mais fortes, independentemente da propaganda e da demagogia, na prática e de facto tudo se passa ao redor do favorecimento das classes dominantes.

    A ilusão é pressupor que os eleitos terão como função maior, observar, cuidar e servir os interesses das massas que lhes atribuíram essa responsabilidade ou melhor, esse privilégio, que o desígnio que origina a despesa pública ou seja a aplicação dos recursos financeiros confiscados ao suor e à iniciativa dos indivíduos, sob o argumento do bem comum, é depois devolvido á sociedade na criação de estruturas que irão facilitar, melhorar e suprimir as necessidades “do povo”.
    A realidade é que a criação das estruturas de desenvolvimento não é um fim em si mesmo mas antes um meio de atingir um outro objectivo escondido com o rabo de fora, o de criar e alimentar uma elite poderosa, dependente do estado, do confisco do nosso suor e dinamismo para enriquecer e ganhar poder.

    As massas, o povo ou como prefiro a sociedade precisa ser consertada, recuperar, talvez seja melhor o termo adquirir, a capacidade de decisão, passar para a sua voz a função de decisão e deixar para os representantes a execução em conformidade com a vontade expressa.
    A democracia directa é um caminho a palmilhar para seguir em frente rumo à liberdade, à soberania civil e à responsabilidade colectiva.
    Esta estória de poder atribuir as culpas aos que lá colocamos já não serve, se culpas houver que sejam nossas, e de certeza que muito mais rapidamente acabarão as desculpas e os erros servirão para aprender e fazer melhor, ao contrário de hoje em que os erros não melhoram o caminho, ao invés servem para que não encontremos outra estrada.

  2. coeh diz:

    estes tipos agora no poder não são diferentes dos anteriores com algumas subtilezas ideologicas liberais mais vincadas, a treta é a mesma,
    Não preveem nada a tempo e mandam fazem obras inuteis para consolar o seu ego. (alqueva ainda não foi rentabilizada porquê?)
    O grupo Pestana (hoteis) já tem um sistema de purificação de água do mar temendo secas prolongadas portanto estão garantidos enquento a nós cidadãos comuns basta um segundo ano de seca e aqui pelos algarves teremos na certa água racionada, legumes e produtos alimentares em geral carissímos e diminuição da qualidade de vida.
    Os recursos do nosso planeta são limitados e mal geridos podem levar a um retrocesso civilizacional que só pode ser travado com uma revolta dos cidadãos conscientes da necessidade de uma viragem.

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