«Associação de Médicos de Saúde Pública teme pelos idosos e receia que a subida das taxas moderadoras e o agravamento económico das famílias sejam as razões deste excesso de mortalidade»
Via Leonor Areal
«Associação de Médicos de Saúde Pública teme pelos idosos e receia que a subida das taxas moderadoras e o agravamento económico das famílias sejam as razões deste excesso de mortalidade»
Via Leonor Areal
De certo modo é óbvio que assim seja. Quando se subtraem centenas de milhoes de euros ao orçamento da saúde pode concuir-se facilemnte que tal corte terá repercussões sobre o bem estar fisico e psiicologico das pessoas, em particular dos grupos de risco (idosos e crianças, para alem de doentes crónicos) .
Até agora, para Portugal atingir, em termos de saúde, o desempenho que teve, foi preciso determinado orçamento; se se subtrairem 500 milhoes de euros a esse orçamento é liquido que haverá áreas que se vão ressentir da falta de dinheiro; esta por sua vez irá repercutir sobre as pessoas que, dadas as suas condiçoes de saude mais débeis, mais beneficiavam dum orçamento decente.
Subitamente as taxas passaram para o dobro e algumas até mesmo mais. Com ceteza que há pessoas que ou passarão a ir menos ao médico ou deixam mesmo de ir. Não é sem riscos que estas coisas se fazem.
A conversa do ministro de que se gastavam centenas de milhões em desperdicios não passa duma cortina de fumo para proceder aos cortes e encobrir os efeitos maléficos que aqueles vão ter na saúde dos doentes.
K
A primeira versão da Constituição saída do 25 de Abril de 1974 ( cito sempre o ano… ) que criou o SNS, dizia-o ” geral, universal e gratuito”. Numa das revisões seguintes, o PS ( com a direita) , devido à correlação de forças, conseguiu acrescentar um simples advérbio de modo, “tendencialmente”, antes do “gratuito”. Esse pequeno truque permitiu que passassem a ser cobradas taxas, ditas “moderadoras” que, antes, eram anti-constitucionais. Sempre o PS, tal como é mais visível agora, a desbravar caminhos à direita e a favor dos seus verdadeiros amos, o grande capital…
Já se sabia que o capitalismo é amoral e criminoso. Agora é cada vez mais aparente que também é genocida…
Gratuito quer dizer que alguém paga!
Os pais da constituição esqueceram-se de cativar verbas da pesada herança.
Está um pouco difícil encontrar quem pague.
Os grandes grupos económicos, bancos, latifundiários e outros exploradores têm-se mostrado renitentes em dissolverem-se em senhas para o SNS, e o resto do pessoal ou não tem dinheiro ou resiste o mais que pode.
Os credores dizem não dar mais para esse peditório.
Situação tendencialmente crítica!
eSTÁS A balbucinar as dádivas ou os almoços grátis aos banksters?Fora daqui!
Não, está a ser apenas ele próprio, estúpido e ignorante. Apenas isso pode justificar tanta barbaridade junta.
Se o dinheiro roubado do orçamento de estado para entregar ao BPN tivesse sido incluído no orçamento da saúde talvez tivesse resolvido o problema da saúde em Portugal por muito tempo, e seria possível proporcionar tratamento gratuito aos que sofrem de falta de sinapses.
Se…é condicional que referido ao passado, significa condição inexistente!
O presente é que nos governa.
Digo eu…na minha ignorância e natural estupidez!
isto é apenas a ponta do iceberg. Está em curso uma Solução Global para Portugal que visa apressar à cova 500 mil velhinhos em apenas 3 anos. Com poupança de milhares de milhões em reformas, pensões e tratamentos médicos. Está a vista de todos. Fechos de centros de saúde, taxas moderadoras, fim do pagamento de transportes, fim da medicação dada nas urgencias, filas de espera a duplicar a cada 3 meses, 120 mil operações adiadas em meio ano, urgencias com 6 a 18 horas de espera levam a quê? Abram os olhos, povo! http://www.facebook.com/joaotilly
Quando o presidente do banco central europeu anuncia a morte do “modelo” social europeu devemos resistir por todos os meios na defesa dos direitos sociais contra o desmantelamento do estado social de direito, segundo uma pauta comum cuja aplicação só depende da resistência que opusermos: recusando p.e. fazer da saúde uma coutada da caça ao lucro…