Via José Manuel
O que se passou na Bélgica tem raízes profundas. Nas greves da General Motors, nos anos 30, como bem identificou um leitor e se pode ver no vídeo acima, mas em muitos outros momentos da história, o patronato, os governos fascistas e as mais recentes cruzadas imperialistas, têm recorrido à contratação de mercenários para vencer uma guerra para a qual não encontram quem a faça de boa vontade. No Iraque e no Afeganistão os terroristas de Bush e de Obama, na Palestina, no Líbano, na Síria ou na Jordânia os colonos de Israel, os milicianos marroquinos de Franco na guerra civil espanhola ou o exército do apartheid sul africano em Angola, são alguns dos exemplos que me assaltam a memória.
Há quem veja nesta denúncia um ataque aos que preferem continuar em silêncio, não percebendo que a única defesa possível é o combate tão frontal como feroz aos que para impor a austeridade estão dispostos a resgatar todos os métodos e todos os regimes que a luta dos trabalhadores tratou de enviar para o museu de antiguidades.





“Justiça” alemã interdita greves de trabalhadores no aeroporto de Frankfurt -a decisão segue-se a um pedido da companhia aérea Lufthansa e da empresa gestora do aeroporto, a Fraport- será que vão contratar mercenários para impor a decisão?
Pelos vistos eles estão dispostos a fazer tudo o que precisarem.
Podem fazer greve de zelo…