Este fim de semana vi estes tipos ao vivo, num bar de jazz. Depois de entrar no metro, nos cafés, nas bancas dos jornais, nos hospitais, nas lojas e não conseguir frequentar um único local público sem o omnipotente lixo televisivo e musical, lembrei-me, ainda durante o concerto, de um poema do Guimarães Rosa que diz «Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura…»





Sou português mas, a música com que mais identifico na Península Ibérica é,sem dúvida,o Flamenco! 10E100 em relação ao fado.
Eis uma tentativa de transformar Flamenco Jazz Company em lixo musical.
“O meio é a mensagem” .
Concordo em absoluto quanto ao lixo, mas este só é omnipotente porque é omnipresente, senão não seria assim. Quanto a ser omnisciente, aí não tem qualquer hipótese porque a blogosfera, por exemplo, desmascara-o.
Não há dúvida: o flamenco é muito “jazzístico”…