Há um Zeca de que falamos hoje e que lembramos com saudade. Há uma Coimbra que ele cantou como poucos. Há uma música “tradicional” que ele revolucionou. Há um momento histórico e político vivido com a intensidade da urgência da utopia. Há uma toada coimbrã que nos acompanha como a melancolia de um espaço de crescimento e vivência pessoal… Há uma balada de outono…
Nota: a ver este destaque no esquerda.net
(também aqui)



