Oiço na TSF uma certa senhora com voz de Zita Seabra, trocar o seu testemunho sobre o Zeca Afonso por uns momentos a perorar contra quem, diz a senhora, quis que a música de Zeca Afonso fosse mais “panfletária”. No dia dos 25 anos da sua morte dedico-lhe – à senhora que não me apetece nomear – estas estrofes do Zeca com o desejo indisfarçável que caia do cadeirão da História e deixe de viver de consumir o cadáver de quem fez da sua arte um instrumento de luta ao serviço do povo.




Em cheio!
Zeca sempre!
Boa, Tiago! Vou partilhar no FB.
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