Desde o início do ano as empresas europeias cotadas em bolsa já despediram quase 33 mil pessoas, mais do dobro que em igual período do ano passado.
Desde o início do ano as empresas europeias cotadas em bolsa já despediram quase 33 mil pessoas, mais do dobro que em igual período do ano passado.
Raquel
Triste sem dúvida, mas invés de criticares o despedimento da malta deverias criticar quem os contratou.
Também acho. Porque as empresas até podem funcionar sem trabalhadores, nem clientes! Ui és cá um visionário!
Manu, não entendo nada! Então quem contratou e quem despede não são os mesmos?
No mundo encantado do neoliberalismo, claro que näo!
Despedindo pessoas diminuem-se os custos, e aumenta-se o valor das acçöes.
Capitalismo no seu melhor!
Então melhor ainda será despadir as pessoas todas… então aí o valor das acções seria maximizado, não era?
Mas tens dúvidas?
Porque é que achas que as acçöes sobem após cada despedimento colectivo? Apercebi-me disso ao ler o livro da Naomi Klein.
E de facto, pelo Mundo todo, as acçöes já subiram acima dos níveis de Setembro de 2008, quando despoletou a cryse. E daí para a frente o PIB desceu, o desemprego grassou, a cryse das dívidas… e as acçöes por aí acima. É paradoxo, mas é real.
Mais maquiavélico ainda, Zuruspa. Já se despede para FAZER SUBIR as acções!
“Capitalism: a love story! Michael Moore ).
Pois, esse é o corolário da “coisa”. Eu näo invento nada!
33 mil novos desempregados e nenhum “da burguesia”: é preciso pontaria.