Ouvido nos Restauradores: “Hoje foi a primeira vez que o meu neto veio a Lisboa”

A manifestação de ontem não se esgota no facto de ter lotado o Terreiro do Paço.
A manifestação de ontem deu a conhecer um novo líder da CGTP-IN tremendamente combativo e de discurso escorreito, apesar dos violentos ataques de que tem sido alvo e, mais importante que qualquer liderança, um povo – de todos os cantos do país, de todas as gerações, votante em diferentes partidos – unido com e pela CGTP-IN. A luta continua.

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12 Responses to Ouvido nos Restauradores: “Hoje foi a primeira vez que o meu neto veio a Lisboa”

  1. JgMenos says:

    Cada um vê o que quer!
    As imagens, mais essa do ‘neto’, dão uma ideia errada da média etária; a adesão da terceira idade a uma passeata é bem mais expressiva.
    Grande manifestação! Só falta que daí venha alguma coisa útil!

    • Tiago Mota Saraiva says:

      JgMenos, compare com a média etária das pessoas activas deste país (trabalhadores e pensionistas). Não há dados, ninguém os terá… A olho, não me parece que a representação geracional da manifestação se afastasse muito da do país.
      Participei no 12 de Março com um extenso grupo de jovens arquitectos. Posso dizer que uma parte dos que conhecia, já emigrou.

    • Antónimo says:

      e porque não há-de a terceira idade ir à manif? o dn noticiava que se têm endividado para pagar a comida dos filhos de meia-idade que ainda têm a morar com eles.

    • Luis Almeida says:

      Cá estão os espectadores ( por natureza) de tudo – da vida, das lutas… – a tentar esfriar os ânimos dos que, desde há muitos anos, são sempre ( e por natureza ) participantes!
      Se não fossem os participantes “eles” já tinham arrasado todas as Conquistas do 25 de Abril de 1974 ( friso sempre o ano… ) há que tempos. Sem a resistência do povo teriam sido como um “bulldozer”!
      Só há uma coisa pior do que eles cagarem-nos em cima. É nós passarmos a gostar disso!
      As pessoas com verticalidade, se tiverem que morrer morrem a espernear! Não ficam a ver os outros…

  2. dizque says:

    O neto saiu da sua zona de conforto!

  3. Dora says:

    Veja-se a reacção a esta manifestação.

    Entre a indiferença e o gozo.

    No entanto, o que fica é o medo. O medo real dos poderosos (bem mais inteligente e mais contido) e o medo de muitos que transportam esse medo nos ombros, tornando-o seu, sem saber bem porquê). O de quem agora faz contas por m2 ao Terreiro do Paço e às pessoas mais idosas.

  4. Dora says:

    Estive a ler comentários sobre esta manifestação.

    E ainda me consigo espantar.

    Tando ódio, tanto rancor.

    Fica-se com a impressão que, se pudessem, corriam com toda aquela gente que se manifestava à catanada, à facada, à pedrada….

    Confesso que sou de extremos. Prefiro quem se manifesta e prefiro os poderosos. Sabemos o que querem e quais as suas armas.

    Com esta massa disforme ignorante, mal formada, que comenta como comenta e nos termos em que comenta não tenho qualquer complacência.

    São como a anedota: não f**** nem saiem de cima.

  5. Margarida Fernandes says:

    O JgMenos esteve lá? Se esteve não prima pela honestidade intelectual. Eu estive e vi muitos jovens. Só no autocarro que me transportou de Évora até Lisboa uma boa parte dos ocupantes eram jovens e todos os outros eram trabalhadores no activo. Mas mesmo que fossem reformados, não são gente? Não têm o direito a defender os seus direitos, todos os dias espezinhados? Bem podem esperar sentados que a CGTP definha. Eu estive no Congresso da CGTP e, para além da combatividade, da unidade e da clareza de posições o que mais me impressionou foi a juventude e qualidade dos jovens quadros sindicais. Roam-se….!
    Margarida

  6. Luis Almeida says:

    “Ditto”!

  7. José Fadigas says:

    Nem 50 mil …

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