Vamos voltar a politizar o Jamor!

43 anos depois a Académica está de regresso ao Jamor. Depois de ter ajudado a corroer a ditadura, com as bancadas transformadas numa manifestação contra o regime, está na hora de voltar a levar a política ao Estádio Nacional. Faz a tua faixa, escreve a tua reivindicação, expressa o teu descontentamento. Lá nos encontramos que desta vez é para ganhar!

Contra a ditadura do dinheiro como contra o Ultramar.

Contra o Passos Coelho como contra o Salazar.

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20 respostas a Vamos voltar a politizar o Jamor!

  1. Rui Campos diz:

    Seria interessante usar o futebol como forma de alertar para os problemas do país já que milhões de pessoas tanto gostam da”bola” ao menos que usem a cabeça para variar um bocado em vez de comerem tudo o que lhes metem à frente e ainda agradecer.

  2. CausasPerdidas diz:

    Ainda hoje se falou disso na assembleia diária à volta da “bica” da hora do almoço, da malta académica aproveitar o palco para fazer chinfrim. Os mais pessimistas disseram que o pessoal que hoje defende a cor da briosa nos relvados já é pouco académico, e que o mais provável será acabar tudo numa valente sardinhada. A maioria, porém, estava de acordo numa coisa: que a porra do mercado é assim, nem estudantes na académica nem portugueses no Benfica… Promissora foi a percentagem dos que achavam que a sardinhada é um meio não o fim.

  3. V Cabral diz:

    Se o Tótò do presidente, for vaiado com muita genica, por adeptos dos dois finalistas … a unidade merece felicitações, e o futebol fica de parabéns ! Espero para ver !!!

  4. JgMenos diz:

    A Revolução está ao virar da esquina!
    Mais duas bicas e vai tudo raso!

  5. von diz:

    E com um 3-0 para o SCP.

  6. Frederico diz:

    Era o Marcelo na altura Renato!
    Achas que a AAC tem estofo para fazer alguma coisa de interessante?

    • Renato Teixeira diz:

      Acho que não é preciso esperar pela AAC, mas seria interessante que eles não usassem só a tradição para o que não tem interesse nenhum. A ver…

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  8. Zebedeu Flautista diz:

    Maldita democracia parlamentar liberal sempre a reprimir as vanguardas esclarecidas manipulando e enganando o Povo. Boa sorte 🙂

  9. diz:

    CONTRA O JERÓNIMO COMO CONTRA SALAZAR!!

  10. diz:

    E esta ainda MAIS:

    CONTRA O LOUÇÃ COMO CONTRA O SALAZAR!!!

  11. V Cabral diz:

    O Zézito é um bom rapazito, tal qual como eu, não gosta do salazar que morreu, mas certamente gosta dos mangericos que proliferam nos que apoiam as Tróias” e eu odeio-os !
    Evolui zezito !!

  12. Alguém sabe o preço dos bilhetes?
    Não acreditei quando mo disseram, mas comparar os dois momentos é capcioso.
    Pior que isso, gostaria de saber a inclinação clubistica de quem está a organizar isto.
    Não me admiraria, se fossem, lampionagem ou bimbos ressabiados.
    A Briosa merece muito mais do que isto.

    • Renato Teixeira diz:

      É de briosos, descanse. Mas reveja lá a sua política de unidade.

    • Zuruspa diz:

      Ainda näo entendeu que desta vez há uma grande vantagem, uma vez que o Glorioso näo vai estar presente? Mais apoio para a Briosa, homem!

      A diferença é que em 1969 a AAC dava a cara na luta contra o regime, e o povo solidarizou-se com eles, e até o dEusébio pediu desculpas pelos golos (mas afinal ele era profissional). Qual é hoje em dia a posiçäo da AAC? Dos estudantes?
      Lembramos o escarcéu que foi quando “certo partido” resolveu politizar momentaneamente a Escadaria Monumental (mas quando é para anunciar festa, na boa)…

      Devemos politizar o Jamor näo porque a Briosa lá vai, mas porque a situaçäo é grave! Há que politizar, até, todos os jogos do campeonato!

  13. Pingback: Os “grandes” que paguem a crise, os “pequenos” que encham a praça! | cinco dias

  14. TeresaF diz:

    vivi essa época, em que tudo era aproveitado para mostrarmos o noso descontentamento: Jamor, cidade universitária, greve de estudantes aquartelados na cantina: foi difícil, levámos bastonadas, fomos presos, mas a nossa voz contou.
    Contribuimos para o 25 de Abril, vivomo-nos lires e felizes como ‘uma gaivota voava, voava , asas de vento, coração de mar”.

    Fizemo-lo, fá-lo-emos de novo!
    Porque” ..E se esse poder um dia
    o quiser roubar alguém
    não fica na burguesia
    volta à barriga da mãe!
    Volta à barriga da terra
    que em boa hora o pariu
    agora ninguém mais cerra
    as portas que Abril abriu!”

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