O Engº Agostinho Lopes foi educadissimo com o artista. O que esse ministro anda a (não) fazer é criminoso. E os outros também. Isto é um assalto aos portugueses. Se me fosse permitido dizer algo mais, eu diria e o artista seria mesmo obrigado a ouvir das boas.
O ‘povo em luta’ parece-se cada vez mais com a luta os dependentes do Estado ou de empresas públicas.
Para o outro povo cresce a sensação de estarem a pagar as mordomias dos dependentes do Estado, a começar nos políticos e seus derivados.
A revolta é todavia justificada: O patrão Estado comprou carros a mais, passeou demais, distribuiu demais, e levou a ‘empresa’ à falência! Fora com o Estado!
JgMenos continua o seu mister de neoliberal em acção a favor dos pulhas do costume.
Pulhas do costume a quem Menos serve,tentando que nos esqueçamos que foram esses pulhas que nos conduziram ( e conduzem) à presente situação.
Os neoliberais aparecem assim a atirar sobre os “dependentes do estado ou das empresas públicas”…os das “mordomias”,prosseguem no seu linguajar peculiar
A raiva e o rancor deste Menos consubstancia-se também naquele “povo em luta” com que o neoliberal da ordem (a cheirar ao par Friedman/Pinochet?) nos brinda.
E na tal “empresa” levada à falência,por ter distribuído demais,segundo o mesmo Menos.
O que se verificou nos últimos 30 anos foi uma política de classe servida para servir os interesses da classe dominante.Exactamente da mesma classe de Menos.Com os resultados à vista,em que domina o aumento do desemprego,da fome, da miséria.Dizem também os números, que o fosso entre os que mais têm e os que menos têm, aumentou ainda mais.E que o número dos que são empurrados para condições cada vez mais precárias não cessa de aumentar.
(A tal dita distribuição do bolo, referida pelo neoliberal em acção, parece que se restringiu aos amigos do costume…e onde pontificam, como não podia deixar de ser, os de uma das correntes que sustenta a classe dominante..exactamente a liberal/conservadora).
Alguns dos responsáveis pela presente situação são os mesmos que continuam agora a doutrinar-nos com as suas grotescas e sombrias equiparações entre Estado e Empresa.E que continuam aboletados no cadeirão do poder,como o comprova o quotidiano deste governo de pulhas
O discurso dos rapazes fede.
Grande vídeo! Grande acção de propaganda! Parabéns aos autores. Rumo à maior manifestação das últimas três décadas.
Assino por baixo.
O Engº Agostinho Lopes foi educadissimo com o artista. O que esse ministro anda a (não) fazer é criminoso. E os outros também. Isto é um assalto aos portugueses. Se me fosse permitido dizer algo mais, eu diria e o artista seria mesmo obrigado a ouvir das boas.
O ‘povo em luta’ parece-se cada vez mais com a luta os dependentes do Estado ou de empresas públicas.
Para o outro povo cresce a sensação de estarem a pagar as mordomias dos dependentes do Estado, a começar nos políticos e seus derivados.
A revolta é todavia justificada: O patrão Estado comprou carros a mais, passeou demais, distribuiu demais, e levou a ‘empresa’ à falência! Fora com o Estado!
JgMenos continua o seu mister de neoliberal em acção a favor dos pulhas do costume.
Pulhas do costume a quem Menos serve,tentando que nos esqueçamos que foram esses pulhas que nos conduziram ( e conduzem) à presente situação.
Os neoliberais aparecem assim a atirar sobre os “dependentes do estado ou das empresas públicas”…os das “mordomias”,prosseguem no seu linguajar peculiar
A raiva e o rancor deste Menos consubstancia-se também naquele “povo em luta” com que o neoliberal da ordem (a cheirar ao par Friedman/Pinochet?) nos brinda.
E na tal “empresa” levada à falência,por ter distribuído demais,segundo o mesmo Menos.
O que se verificou nos últimos 30 anos foi uma política de classe servida para servir os interesses da classe dominante.Exactamente da mesma classe de Menos.Com os resultados à vista,em que domina o aumento do desemprego,da fome, da miséria.Dizem também os números, que o fosso entre os que mais têm e os que menos têm, aumentou ainda mais.E que o número dos que são empurrados para condições cada vez mais precárias não cessa de aumentar.
(A tal dita distribuição do bolo, referida pelo neoliberal em acção, parece que se restringiu aos amigos do costume…e onde pontificam, como não podia deixar de ser, os de uma das correntes que sustenta a classe dominante..exactamente a liberal/conservadora).
Alguns dos responsáveis pela presente situação são os mesmos que continuam agora a doutrinar-nos com as suas grotescas e sombrias equiparações entre Estado e Empresa.E que continuam aboletados no cadeirão do poder,como o comprova o quotidiano deste governo de pulhas
O discurso dos rapazes fede.
Querem mais