«As 500 maiores empresas do país, segundo a lista publicada pela «Exame», mais que duplicaram os lucros em 2010, face a 2009. (…) No seu conjunto, as 500 companhias registaram lucros de 12,2 mil milhões de euros, um aumento de 130,2%, em grande parte impulsionado pela venda da Vivo pela PT. «Mas, mesmo sem considerar esta operação, a expansão dos lucros conjuntos das 500 M&M atingiu 27,8%, dando um pontapé na crise», escreve a «Exame».
O grupo vendeu também mais 13,7% em 2010, revela o estudo «500 M&M», na sua 22ª edição. Este aglomerado de empresas, que representa 71,7% do Produto Interno Bruto (PIB), facturou 124 mil milhões de euros no ano em causa. No ano de 2009, o grupo representava «apenas» 64,7% da riqueza produzida no país.»
Retirado daqui.





Devíamos deixar de pensar que eles lixam o povo porque “são uma cambada de incompetentes” . A destruírem as conquistas do 25 de Abril foram competentíssimos ( até na forma gradual como o fizeram… )! Não, quando obedece a um plano pré-delineado não é incompetência. Acontece é que NÃO GOVERNAM PARA NÓS ( nem mesmo para os seus eleitores… ). A competência não existe pairando no ar acima das classes. Competente para quem e contra quem? É esta a pergunta que temos de fazer…
http://conquistasdarevolucao.blogspot.com/
Absolutamente de acordo! A direita governa para servir os interesses do grande capital e nada mais. Não por acaso a troika PSD/CDS/PS se articula com a troika BCE/CE/FMI para prosseguirem políticas em favor do grande capital nacional e estrangeiro.
Já cá faltava este post!
Pena é que esses lucros tenham sido obtidos no estrangeiro.
Era bom que fossem cá. Era sinal que o mercado português tinha força.
Mas não. Analisando as empresas que constituem a maior parte deste valor (pelo o que é dito no site, o que normalmente só acerta quando nos dá jeito) vemos que as mesmas têm a maior parte da sua actividade fora de Portugal. Mais ainda. Se analisarmos os resultados das empresas vemos igualmente que a actividade e os lucros em Portugal desceram.
É sinal dos tempos…
Sinal dos tempos?
Mais uma vez
Marx tinha razão
Será que tinha?
Ó Fidel, diz lá outra vez que o nosso amigo não ouviu à primeira
Há dias este personagem,Samuel B., inquiria-me com aquele tom de mestre incontinente a raiar o risível:
“Acha que Marx tinha razão? Mas de onde é que tirou essa ideia? Consegue dar-me um exemplo? Diga um por favor!”
Depois foi obrigado a fazer a mesma cena…
…é uma pena.
Repare na portentosa fotografia de Marx aqui neste post
e se possível …
Caro De, há quem nunca aprenda, ou não o queira…
abraço!
Que o capital se concentra…grande novidade!!!
Que se quer ver remunerado…horrível!!!
Que procura ‘dar um pontapé na crise’…é o que lhe compete fazer!!!
E então… temos como alternativa…puffff!
Se se dedicassem a gerir o capitalismo em vez de lutarem pelo mesmo capitalismo mas não mão dos camaradas da pseudo vanguarda revolucionária que, à parte uns sonhadores, só se imaginam mordomos de um qualquer plano quinquenal!!!
E o capital remunera-se como? Não me diga que acredita nas balelas do dinheiro que gera dinheiro por si só… O capital concentra-se à custa da exploração dos trabalhadores.
E o capital remunera-se como????
Então não sabe?
Eu explico: Você vai ao seu banco (vai-me desculpar a indelicadeza…) e diz: Quero x€ para investir numa fabrica, escritorio, loja, etc. E respondem-lhe: OK, mas voce além de me pagar o capital em prestações, vai pagar-me também um juro por eu estar a colocar-lhe o dinheiro (do zé, do manel, do De, do João, no acionista, etc) à sua responsabilidade. É que isto de emprestar a desconhecidos tem um risco. você, todo contente, pega no dinheiro e investe. Esse investimento, para além de servir para comprar maquinas, secretarias, balcão, etc, vai gastar em salários ( acalme-se homem pq aqui ninguém é explorado). E depois de fazer o seu negócio, pega no dinheiro e vai deposita-lo no seu banco, seja para pagar mais salarios no futuro, seja para amealhar um pe de meia, seja para ter disponivel. E recebe juros desse deposito. Esse dinheiro voltará a ser emprestado a outro João, Zé, De, manel, etc para investir noutro negocio. E assim sucessivamente. Enquanto isto se passa, o explorad… ops o assalariado pega no seu salario e vai ao seu banco e paga as suas contas, a prestação da casa de que o banco é hipotecário porque lhe emprestou o dinheiro, a prestação do carro, o emprestimo da bimby, etc. Para além disso, o assalariado, pega em parte desse montante e investe numa conta poupança para a educação do seu filho, porque quer que ele vá estudar para coimbra, ou ir para o erasmus, etc. Esse dinheiro irá servir para ou João, manel, De, Zé que também querem dinherio para investir num outro negocio… E assim se faz a multiplicação e a remuneração do capital.
Não tem de quê…
«Quero x€ para investir numa fabrica, escritorio, loja, etc»
Vc acha mesmo que o dinheiro para o crédito surge do ar? Pelos vistos, é vc e os seus amigos dos bancos… O dinheiro é a materialização de mercadorias produzidas pel(a exploração d)o trabalho a montante. Ver na foz do rio a nascente costuma dar bosta, como as crises financeiras têm demonstrado.
(Esta resposta é lapidar!!!)
Ahahahah
“Não tem mesmo de quê”
Um mimo.A ignorância ou a tentativa para.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Vocês só me fazem rir…
Vai uma visita a um Gulag?????
Eu sei
Quando falta a argumentação surge à mistura algum histerismo
Isso passa (ou não)
Aqui há dias um toleirão dizia do alto do tamanho dos seus sapatos que, quando ouvia um dirigente sindical ser entrevistado se apressava a mudar de canal.Não estava disposto a ouvir a cassete?Curiosamente esse mesmo toleirão apressava-se a comentar a entrevista que não ouvira
Tal toleirão era nem mais nem menos que este Samuel B.
Saiu pela direita baixa na altura.
Mantém os mesmos hábitos o tal ( acrescentado agora deste riso boçal e a esboçar o patético)
Sobre a exploração ‘saíu’ mais abaixo.
Demorei a responder porque tenho andado afanosamente à procura de quem me queira explorar…por um preço, óbviamente!
Citemos João Frazão:
“O que estes números põem a nu, é a concentração da riqueza nas mãos de cada vez menos. É a alienação para o capital estrangeiro duma parte significativa da riqueza nacional: 42,4% destas 500 empresas são detidas por capital estrangeiro”
Mas João Frazão chama a atenção para 2 outros factos:
“O primeiro resulta da Continental Mabor, fábrica de pneus situada em Famalicão, ter sido considerada a melhor do ranking. Ora a Mabor consegue este feito no ano em que os seus trabalhadores conseguiram impedir, com a sua luta e unidade, a tentativa da administração de cortar o salário dos trabalhadores de fim-de-semana em cerca de 300€ por mês. Não é pois a luta dos trabalhadores que cria dificuldades às empresas e ao seu desenvolvimento!
O segundo decorre de, no sector Têxtil e do Vestuário, a maior e a melhor empresa serem, respectivamente, a Zara Portugal e a Bershka Portugal. Eis o mais acabado exemplo de como se amassa fortunas. Estas são as empresas que na sua ligação com centenas de pequenas unidades que para elas trabalham a feitio, esmagam os preços, os prazos de entrega, aplicam multas por incumprimentos de que são elas mesmo, muitas vezes, responsáveis.E nesta relação de autêntica predação, todos os dias há confecções que não resistem, há trabalhadores que acordam sem emprego, há fome e miséria a crescer. ”
Rematando,o mesmo autor :”Talvez devesse sair daqui a pergunta de Almeida Garrett, reformulada – quantos pobres é preciso para fazer uma grande empresa?”
E que tal uma visitinha à Autoeuropa… ficava-lhe bem.
Qual visitinha qual carapuça.
(Uma das correntes históricas que sustentam a classe dominante, a «liberal/conservadora»tem destas coisas.
Esconde o seu papel e responsabilidade na crise do sistema capitalista e tenta apresentar-se com esse sorriso néscio de virgem imaculada como se tivesse descoberto a pólvora).
Auto-Europa significa o quê?
Ouçamos os trabalhadores comunistas da auto-europa:
“Nesta luta de classes com meios tão desiguais, a célula conseguiu criar condições para ir à luta e até ganhar batalhas: quando a maioria da Comissão de Trabalhadores assinou um pré-acordo com a Administração para implementar o banco de horas e a redução do valor das horas extras, os trabalhadores por voto directo e secreto rejeitaram-no, seguindo-se plenários que reafirmaram essa posição.
Esta rejeição só foi possível pelo papel que a célula e os seus militantes desempenharam.
Foi enorme a pressão e chantagem exercida sobre os trabalhadores e seus familiares com ameaças de lay-off, da deslocalização da empresa, e muitas mais.
Hoje olhando para trás o que brilha é a coragem e a dignidade com que os trabalhadores se bateram na defesa dos seus direitos.
Nós, comunistas, jamais esqueceremos quando num plenário com cerca de 1500 trabalhadores dois trabalhadores intervêm com o boletim da célula do Partido nas mãos.
Que bela página os trabalhadores escreveram na história da empresa.
Hoje podemos afirmar que na Autoeuropa não existe nenhum acordo a retirar direitos, que não existe banco de horas…”
http://www.omilitante.pcp.pt/pt/316/Organizacao/667/Autoeuropa—Experi%C3%AAncias-de-uma-c%C3%A9lula-de-empresa-*.htm
Luta de classes…
Vá antes a um Gulag!!!!
Esses sim, eram um paraiso para vós
E ele a dar-lhe
Uma fuga para a frente …ou para o paraíso por que pugna o coitado?
(É uma pena de facto
Esse estalar do verniz quando um neoliberal é posto perante os factos)
Ó Fidel,
Diz lá outra vez que o nosso amigo é uma beca duro de ouvido!
Essa dos factos assenta-lhe bem…
Pena é, que não os aceite a todos. Só aos que lhe convém.
Isto sim, é fuga… O resto é a mesma lenga lenga do costume.
E já agora, presumo que concordou com a pequenissima análise que fiz da entrevista.
Como lhe disse, não consegui ver mais. Por isso apenas deu aquele comentário.
Talvez no próximo zaping…
Mais uma vez a fuga.(Em estilo lenga-lenga).
Fuga por fuga prefiro as de Bach
Quanto ao seu presumir,presume mal
(Mas acho que isso é próprio dos presumidos.)
Sorry
Lol
Um neoliberal a arrastar penosamente o “aprendido” na escolinha… neoliberal
(e ainda por cima com este mau perder típico dos pedantes primários)
O habitual
Deixe-me dizer-lhe que de mau perder o meu caro DE dá-me dez de avanço…
Ou ainda não percebeu em que mundo vive… hahahahahahaha…
Tenho pena é que o ridiculo não pague impostos. Estavamos safos à vossa conta!!!
PS: Ainda estou à espera desse exemplo.
Lastimo Samuel B.
Não costumo utilizar argumentação do género…Dez a zero.Isso fica para outros.
Certo?
A ignorância das coisas pode ser ultrapassada pelo estudo destas.
A pedantice já é mais difícil de aturar.
Quando à ignorância se junta a pedantice as coisas ficam mais feias.
Os factos aí estão.
(embora se torne cada vez mais óbvio que não se trata apenas de uma questão de ignorância.mas de outra coisa mais funda)
Mas deixemo-nos de conversa mole.
Sabe que o primeiro-ministro numa daquelas demonstrações de pulhice próprias de um neoliberal, servo e amante dos mercados, andou por aí a fazer acusações de pieguice.
Pois aqui está um bom post sobre o tema.Que convoca à luta necessária bem como apela à consciência social
http://sempunhosderenda.blogspot.com/2012/02/piegas-de-todo-o-pais-unamo-nos-para.html
Exemplar
Gabo-lhe a paciência caro De. E obrigado pela menção ao post do Sem punhos de renda. Abraço
Meus caros, está tudo maluco ou quê? Então os senhores julgam-se que têm paciência? Já olharam à volta? Já viram a vossa expressão no país? Paciencia temos nós!!!!
O que eu tenho pena é que o meu caro DE que gosta tanto de chamar nomes aos que têm a ousadia de discordar, rotulando-os de neoliberais e outras coisas, não sabe como cai no ridículo. Pois desconhece que, tirando os da sua “espécie” todos são neoliberais. O que faz com que o meu caro DE seja uma espécie em vias de extinção, representando muito pouco da sociedade portuguesa (e ainda bem, na minha opinião). O meu caro DE, que passa a vida a citar os outros, é incapaz de desenvolver um raciocínio que seja sem que envolva a palavra neoliberal. Isto é que é uma boa forma de fugir!! De resto, o que se aproveita é o vocabulário rico embora de pender ofensivo e/ou depreciativo, o que demonstra também a sua postura perante os que discordam.
Para além disso é hipócrita, pois eleva-se do seu esplendor declamando maravilhas da sua luta e do seu sistema sem que, e perante o meu desafio, consiga demonstrar as suas vantagens para uma sociedade que viva num mundo e europa globalizado. Se é míope ou cego, só ele saberá mas desconfio que pelo menos tem uma visão seletiva para o que eu escrevo, pois é incapaz de numerar um só exemplo de uma sociedade, país, nação, republica, o que seja, que tenha conseguido vencer neste mundo. Terá vergonha? Pois bem, eu acredito que sim. Pois o único país que tem conseguido vencer e desenvolver-se neste mundo real (e não o da fantasia de marx, lenine, stalin e outros) tem-no feito precisamente à custa daqueles que o meu caro DE diz que protege e luta. É o cúmulo da ironia. Mais acrescento, que o meu caro DE, que se ofende por me dar dez a zero ou porque poderia pagar os impostos todos deste país, não consegue dar resposta aos promete lutar por. O que consegue é empurrar com a barriga os seus problemas e esperar que o próximo feche a porta. Ou pensa que é com mais benefícios e/ou direitos que se enriquece? Isso é no seu mundo de fantasia. Vide o que está acontecer na Grécia. Não, não é pela alemanha ou os mercados. Foi por um continuado e repetido aumento de benefícios sem que isso tivesse transposição para a produtividade levando a que o país ficasse insustentável. Sem dinheiro para pagar os seus trabalhadores. Porque gasta muito mas muito mais do que consegue produzir. Dirá que isso é culpa dos neoliberais. Eu digo-lhe, a culpa foi de quem negociou isto sem passar nas suas consequências futuras. Que o próximo feche a porta, percebe? Não tente disfarçar o seu mal estar por estar a ler isto tudo e não conseguir rebater estes argumentos com exemplos. Não consegue porque não existem.
Já agora e para exercício mental de reflexão. Leia um discurso do Louça, do gajo da CGTP ou do jeronimo e substitua as palavras neoliberal, senhores do capital, belmiros, mercados financeiros, amorim, etc, por negros, judeus, emigrantes e afins e verá como são semelhantes esses discursos com os de certas personagens da nossa história contemporânea mais negra.
A raça é uma categoria ideológica, a classe é uma categoria social e histórica. A raça significa pegar num predicado biológico ou cultural e daí retirar determinados comportamentos (violência, crime, etc.) para depois, vistas as coisas de um ponto de vista biologizante, “extirpá-las”. As classes têm a ver com o modo de produção e distribuição do excedente económico e de que modo uma classe se apropria do que outra produz. Isto não tem uma base moral (apesar de ter uma consequência moral – causa e efeito nao são a mesma coisa) mas objectiva. São coisas completamente distintas.
Sobre o resto nem comento, basta-me ouvir as asneiradas do Vitor Gaspar, Coelho, Seguro todos os dias a ver se mantêm esta sociedade imunda. sobre o assunto
http://5dias.net/2012/01/23/alguns-breves-apontamentos-sobre-a-crise-a-divida-e-o-estado-ao-servico-do-grande-capital/
Patético,lol
Paciência tem o “caro” diz, enquanto refere que os neoliberais somos todos nós ( ou todos vós)
Ah esse medo,esse pânico pelo facto do neoliberalismo ser pegado de caras como o deve ser. E claramente denunciado.Sem quaisquer hesitações ou tibiezas.
O resto é paleio para boi dormir.Acompanhado do meu claro espanto pela mais uma vez manifesta incapacidade de Samuel B. compreender o que lê
Olhe lá,a referência ao 10 a zero tem a ver com a sua menção aos “10 de avanço”.Uma tola (mais uma) proclamação sua a que respondi com “Não costumo utilizar argumentação do género…Dez a zero.Isso fica para outros”
Percebeu agora?)
Registo também a referência ao “gajo da CGTP” bem demonstrativo do preconceito de classe típico dos peralvilhos da sua classe,lol.
E finalmente sossego-o porque não se me oferece qualquer mal estar por estar a ler a sua prece aos mercados.
Já o ouvimos da parte dos pulhas que nos governam.Que curiosamente são os mesmos que nos conduziram a esta situação.
Sorry mais uma vez.
João, mas dá que pensar não dá. As semalhanças até arrepiam… E por concordar comigo saindo para frente, digo-lhe também o seguinte: o meu propósito não colocar as coisas ao mesmo nível. É demonstrar que o discurso é igual! O vocabulário é igual! Apenas muda o seu destinatário. E isso é que arrepia.
Onde é que eu concordo consigo? Vc só está aqui para provocar e nao para debater seriamente, portanto para a próxima já sabe, escusa de vir à tasca porque não se serve mais vinho. Passar bem
Não,não é isso que arrepia.O que arrepia é a ignorância e o despudor com que se fala das coisas sem qualquer rigor e com a maior leviandade.O que se por um lado permite perceber aré onde vai a vacuidade do discurso de um exemplar típico, por outro permite ver a falta de escrúpulos da parte de quem age assim.
Quanto ao” propósito”, este já se percebeu.
Não percebo o engulho àcerca da exploração do trabalho, do mesmo modo que há a exploração do mar, do ar, da terra; ou duma invenção, ou duma ideia.
É todavia evidente que em algum momento alguém deixou de consumir o resultado dessa exploração e poupou. E surgiu a exploração da poupança, que tem um custo como qualquer exploração.
E depois surgiu a usura e a sua contraparte mística que condenou o juro e declarou que eramos todos irmãos. E os místicos constituiram-se em Igreja, e apascentaram um rebanho de irmãos, que lhes dava a poupança para que interviessem junto de Deus e os levassem ao Céu.
E aos místicos seguiram-se os comunas que declararam sermos todos camaradas.
E os da ideia dos camaradas constituiram-se em vanguarda proletária, fundaram um Estado, apropriaram-se da poupança por confisco, e guiaram um rebanho de camaradas, que lhes confiava a poupança para que os conduzissem a um Amanhã que cantava.
E quer os místicos quer os comunas guardaram para si a liberdade, prometendo um futuro melhor.
E quer os místicos quer os comunas viveram felizes até que ninguém acreditou num filme que levava a miséria ao povo.
E então a maioria declarou-se livre para se entender directamente com Deus, bem como para decidir o que fazer com o seu trabalho e a sua poupança, e formaram um Estado onde põem e tiram os líderes, a quem exigem que os defenda da usura e de outros abusos, e lhes garantam sempre a liberdade de escolha.
Espantoso como se consegue gastar falanges e não falar sobre NADA do que escrevi…
Caro João:
Espantoso de facto.
Sobra muito pouca coisa a não ser uma evidência.As coisas estão tão más para os defensores do capital que, só utilizando uma linguagem de pastilha elástica com misturas adequadas de sermão de pastor evangelista americano à Tea Party, conseguem apresentar a “receita”
Ámen portanto.
Ou talvez seja melhor ” Requiescant in Pace” (se é possível os disparates o poderem fazer)
Abraço
Não creio que as coisas estejam assim tão más para os defensores do capital, se tomarmos a burguesia e não os seguidores brutos e robóticos. Repara que eles continuam a fabricar e formatar pessoas como alguns dos comentadores que aqui vêm. A burguesia ainda detém a iniciativa ideológica. Que a luta – a começar pela manif de sábado – impulsione a mudança política necessária.
Abraço!
Tens razão,eu sei.Mas o chão já lhes esteve mais seguro.
Até Sábado.
Abraço!