A ideia de fazer as quatro entrevistas foi uma espécie de xeque-mate à chegada? Um modo de dizer que era capaz de mobilizar quatro dos homens mais poderosos do país e intervir na cena política portuguesa?
Foi. Foi intencional. (…)
A ideia de fazer as quatro entrevistas foi uma espécie de xeque-mate à chegada? Um modo de dizer que era capaz de mobilizar quatro dos homens mais poderosos do país e intervir na cena política portuguesa?
Foi. Foi intencional. (…)
“Independente jornalismo”.
(Compare-se a entrevista desta “senhora” a Arménio Carlos)
Um verdadeiro nojo
Pois!…
pqp, sabujice…
e até parece que tem orgulho nisso
Só num país destes um jornalista tem à vontade para fazer estas declarações sem que uma onda de revolta seja gerada na opinião pública. Que país de carneiros, f*da-se somos lixados por todos os lados e mesmo assim nem sequer na fila do matadouro berramos mais alto.
e ainda falta isto:
”
Contacta os assessores de imprensa? Não pega no telefone para falar directamente com Fernando Ulrich?
Com alguns, trato directamente. Com o Fernando Ulrich falo directamente; talvez por ter sido jornalista, há um tipo de relação diferente. Mas não falo directamente com o Ricardo Salgado, passo sempre pelo Paulo Padrão [assessor]. As respostas surgiram logo no dia seguinte. Só mais tarde vim a perceber que aproveitaram o meu convite para acertar uma posição conjunta de forma a fazer um ultimato a José Sócrates. Acabei por, com aquelas entrevistas, fazer parte de uma narrativa que foi meticulosamente preparada pelos banqueiros.
“
Reajam amigos:
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