A twilight zone não oficial de José Pacheco Pereira (IV)

Sim, é possível. Mas ainda assim, e apesar de alargar o espectro dos mimos a que já tinha habituado o 5dias, “quer pela qualidade de escrita e análise, quer pela independência e autonomia”, o que afirma será alvo de toda uma biografia twilight zone não oficial.

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20 Responses to A twilight zone não oficial de José Pacheco Pereira (IV)

  1. Luis Almeida says:

    Muito interessante, Renato. Você acrescentou novas razões às que eu já tinha contra o Pacheco Pereira ( não sabia, por exemplo, que o pedido de adesão ao PCP lhe foi recusado… ).

  2. cromañionnnnnnnnxzwmasamanhsfalamosbbmelhorquandoeurtivrerassismassimmasdepoisahisteoguhytiriaeouterzsquandoifubbo!!!!!!!! says:

    Renato, ja faz algum tempo que nao tenho contacto convosco nem postas para mandar neste momento e outras idas talvez fossem descabidas… ou nao. mas digo-te que neste e noutros monentos passados referentes a este personagem de completo lirismo academico(e nao so), estas a descer ao nivel academico/punhetas …pseudo/intectuais e apesar do esforço de redicularizaçao com a estas mencoes. ha reflexoes e questoes muito mais pertinentes e fracturantes que estas merdas acessorias a respeito deste (inergume personagem).tenho dito.

  3. A versão que ele teria sido convidado para o PCP, é colocada no livro de memórias da Zita Seabra. Obra que tem muitas imprecisões, alterações, efabulações e outros truques. O próprio nega. Não vi o filme que colocaste. Mas acho estimável o trabalho do Pacheco Pereira, mesmo não concordando nada com ele.
    Fica aqui o link da entrevista: http://www1.ionline.pt/conteudo/134127-pacheco-pereira-reuni-muitas-vezes-com-um-capuz-enfiado-na-cabeca

    • Renato Teixeira says:

      Qual a parte do seu trabalho que é estimável? O JPP vira casacas? O JPP cronista medíocre? O JPP académico do comunismo que combate?

      O vídeo acima apenas o ataca pela direita, o que se até se compreende dada a origem do ataque. Também ai chegado, à direita, toma o PSD como uma maravilha inestimável e digna de defesa canina, apenas e só quando os seus estão no poleiro. Quando são outros, porventura até menos cavaquistas e é a vez dele ficar na prateleira, o PSD passa a ser a razão de todos os males, não obstante não mudar uma vírgula nas políticas que leva a cabo.

      Ao contrário de ti e de uma parte da esquerda que respeito, não nutro um pingo de simpatia pelo figurão e sobretudo o seu percurso político faz dele uma caricatura do que mais danificou a imagem da política enquanto exercício de cidadania. Em suma, sintetiza, em grande medida, tudo o que me causa repulsa e boa parte do que divorcia cada vez mais pessoas de uma actividade que não devia estar na falência técnica em que se encontra.

  4. Daniela Pamplona says:

    Gosto muito aos 8minutos: ‘o PSD não era o PCP, e Cavaco não era Cunhal!”
    Ainda bem! Chiça!

    E mais tarde também é muito bom:
    (aos 12H30M) entre os seus seguidores destacaram-se dois jovens de talento indescutível: Helena Lopes da Costa e António Preto (…) os dois nomes ficariam mais tarde conhecidos do grande publico por alegado envolvimento em casos de corrupção.

    Maravilha de homem de ideias, e honesto, e leal e desinteressado, que se aproxima da maçonaria para subir no partido, e que escreve uma bibliografia por vingança.
    Ainda bem que puseste isto aqui, fiquei com uma imagem bem mais correta do Pacheco Pereira!
    Uma pessoa ouve esta bibliografia, ficamos com uma bela imagem deste homem que apenas sabe criticar, que nunca fez nada na vida e é um baldrocas. Nasceu no Porto, presidente da distrital de Lisboa, deputado por Aveiro e candidato por Santarém! Tachista oportunista? Naaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  5. Pingback: A bailarina |

  6. Aires da Costa says:

    Qual o interesse desta biografia nos tempos que correm?
    Porquê tanto trabalho para atacar a credibilidade deste senhor, precisamente na altura em que a sua inflência é menor? Será que o autor não teve tempo quando se dizia que ele era “o estratega” de Manuel Ferreira Leite?

    Tudo isto me cheira a um “frete” ao Senhor dos Passos.

  7. Rocha says:

    Quem é este senhor? Não o conheço…
    E uma biografia da gata da minha vizinha não merecia mais visitas no youtube?

  8. António Paço says:

    Até há pouco tempo achei que essas histórias de ‘campanhas negras’ contra este ou aquele personagem eram tall stories, parlapatices para fugir ao silêncio em conversas de bar já muito pela noite dentro. Ingenuidade minha, claro. O Portugal de hoje está povoado de um gado ainda mais patético que certos personagens que nos livros do Eça vagueavam Chiado acima e abaixo, produzindo e reproduzindo inanidades. É gado que não merece o pasto, mas isso é coisa que não lhe vai faltando.
    Goste-se ou não se goste do Pacheco Pereira (eu não gosto), ele já fez coisas que não estão ao alcance destes escarradores profissionais (a biografia do Cunhal).
    Renato, deixa lá para o 31 da Armada a propaganda rasteira contra o Pacheco Pereira (como diria um dos meus filhos, esta até rima).

  9. Pascoal says:

    E o banco de jardim?
    Esqueceram-se do banco.

  10. Pingback: A twilight zone não oficial de José Pacheco Pereira (VII, VIII, IX, X) | cinco dias

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