DEPOSTO PELA HISTÓRIA – Onde anda a Carbonária quando mais se precisa dela?

“Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um chefe de Estado eleito pela história.”

“Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses partidários presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una e não exclua. Um Chefe de Estado que esteja ao serviço da Nação e que não se sirva dela. (…) não aceitamos que uma chefia de Estado se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher um futuro possível e digno. A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos príncipios. Da nossa verdade. Acreditamos que o Senhor D. Duarte de Bragança – único e legítimo pretendente ao trono português – poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa.”

No museu de Arte Antiga, claro.

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12 respostas a DEPOSTO PELA HISTÓRIA – Onde anda a Carbonária quando mais se precisa dela?

  1. Zebedeu Flautista diz:

    Eu sou republicano mas atendendo a miséria que tem sido estes 100 anos de republica começo a equacionar a hipótese de aderir a causa monárquica à experiência por 100 anos. Se também não melhorar que venham então os amanhãs que cantam do comité central.

    • Zuruspa diz:

      Visto que antes da miséria de 100 anos de República houve a miséria dos 100 anos de Monarquia constitucional e antes mais uns 700 de miserável Monarquia absoluta, por essa ordem de ideias näo é necessário voltar atrás, passemos desde logo aos amanhäs que cantam…

  2. xatoo diz:

    a Carbonária foi uma extensão da Maçonaria. Longe já iam os tempos em que os Maçons se gabavam de ter redigido a “declaração dos direitos de homem e do cidadão”, na óptica da burguesia, claro. Modificada, actualizada e ampliada, actualmente é a seita que mora em Belém e tem o clown da “presidência da república” involucrado

  3. Caxineiro diz:

    Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses económicos presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una um bom rabo D Tereza a uma boa língua D Urraca e não exclua nenhuma possibilidade. Um bom Chefe que esteja ao serviço do povo e que não se sirva dele. (…) não aceitamos que uma boa posta do meio se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher uma espécie de qualidade superior com futuro possível e digno. A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos príncipios. Da nossa verdade. Acreditamos que o Rei do Bacalhau – único e legítimo pretendente ao prato do português – poderá dignificar a chefia numa boa tainada portuguesa

    Visite S.M. o “Rei do Bacalhau”
    Caxinas/Poça da Barca

  4. Luis Almeida diz:

    “Onde anda a Carbonária quando mais se precisa dela? Mutatis mutandis ( perdoem o latinismo… ) pode-se dizer o mesmo do MRPP. Tão activo no tempo do Vasco Gonçalves a lutar contra o “social-fascismo”, onde estão agora, que seriam tão úteis para engrossar a luta contra o bando de crime organizado que nos governa?
    Quanto aos maoistas do PCP-ML ( UDP) e os trotskistas não se pode dizer que tenham abandonado. Mas estão muito mais civilizados. Agora estão no Bloco…
    ( e esta não é uma opinião teórica: andei à porrada com “militantes” seus, nos idos de 1974/75…)

    • igr diz:

      PCP (m-l) e UDP nada tinham a ver um com o outro. No máximo pode estabelecer-se uma certa relação entre a UDP e o PC (r).

      Onde andam as FP-25?

  5. Aspirante a Rebuçado diz:

    É chamar o Heduíno Gomes para vir ajudar a malta.

  6. patrícia diz:

    …há pelo menos um ano que me pergunto, e aos maçons que (sem orgulho nenhum) conheço, a mesmíssima coisa…

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