A parábola de um país

Furto de um polvo e um champô custa 260 euros ao Estado

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6 respostas a A parábola de um país

  1. CRISTIANO RIBEIRO diz:

    Isaltino Morais, perante esta notícia, terá afirmado: “Não há pachorra para esta concorrência desleal. Quem nasce pindérico, não deveria retirar o protagonismo de quem faz pela vida.”
    Duarte Lima manifestou mais uma vez a sua inocência: “Nunca chegaria a esses níveis de deliquência. Polvo não gosto e champô não preciso”. Armando Vara, afirmou assertivamente: “Ainda se fossem uns robalinhos!”. Já Cavaco Silva, pesaroso, anteviu o futuro próximo, uma luta desigual entre as necessidades e a vigilância obcessiva dos seguranças das grandes superfícies.

  2. Aspirante a Rebuçado diz:

    Ironia das ironias – isto passou-se no tal «sítio» onde os impostos são pagos na Holanda. Sentiram-se roubados? (e a maioria dos portugueses, pá?!) É fodido, não é?

  3. O Rural diz:

    Na véspera de se sentar na cadeira elétrica, nos EUA, o médico do condenado mandou fazer uma limpeza à cárie dentária do condenado, a pedido deste.

    Quem não pode não se estabelece.

  4. imbondeiro diz:

    Sabe-se agora que o perigoso meliante foi condenado e terá de pagar duzentos e muitos euros de multa. Penso que deveria ter sido condenado a prisão perpétua… por estupidez. Então o homem é tão burro que não entende que, neste fabuloso país, podemos ( alegadamente, sempre alegadamente…) tomar um avião para irmos aviar uma velhinha ao Brasil, levar a fragorosa falência criminosa um banco, roubar quanto nos aprouver em contratos directos manhosos com o nosso Estado, corromper e ser corrompido com largueza, mas nunca, mas mesmo nunca, tocar no polvo e no champô! Isso, ó homem sandeu entre os sandeus, é crime hediondo e gerador de perturbação no pacífico povo português, que leva, sem apelo, a condenação tão célere e fulminante como o raio. Bem feito, seu criminoso empedernido! E, ainda por cima, néscio.

  5. Caxineiro diz:

    A justiça da nossa justiça segue o princípio do utilizador-pagador; se o rapaz for esperto e meter uns recursozitos e adiamentos, como a Beleza ou o Isaltino, ainda se safa, Senão,…o Juiz não tem culpa que ele seja um teso, não é?…A Justiça tambem não, até está vendada e tudo….
    Com a privatização da justiça(deve ser o próximo passo) estes casos talvez venham a ser julgados pelo presidente da junta que seguramente irá querer cobrar algum ao Jerónimo pras obras da igreja e tal. Aí, tendo que pagar, talvez o justiceiro não se queixe tanto

    A nossa justiça é uma comédia, uma triste comédia

  6. Luis Almeida diz:

    Surreal! Justiça de classe…

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