Tobin, Robin, Jobim.

A conversa começou nos anos 80 e era a panaceia da esquerda democrática. Trinta anos depois é Sarkozy quem a aplica. À imagem da renegociação da dívida, onde primeiro os reformistas pedem e depois a reacção aplica, a única coisa que vai mudar é a propaganda. O roubo persiste. Não está na hora de fazer a luta toda?

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

3 respostas a Tobin, Robin, Jobim.

  1. Luis Almeida diz:

    É muito bem!

Os comentários estão fechados.