
Este ajuste directo realizado pelo Banco de Portugal para a compra de, passo a citar, “Equipamento para golfe” no valor de 5.115,70€ e noticiado no i é inacreditável.
Vamos ver se aparece uma justificação.
P.S. – Entretanto parece que esta notícia já circulava aqui.




a notícia não é do jornal i. é do http://madespesapublica.blogspot.com/2012/01/nao-compre-o-i-de-hoje.html ;
maradona, por acaso, soube pelo i. Mas vou rectificar.
Justificação? Arranja-se sempre uma, por exemplo:
A justificação para o “ajuste directo” é o montante, cerca de 5000 euros, não justificar concurso público.
Só tenho pena que este caso, e outros semelhantes, não mobilize os movimentos cívicos para organizar uma resposta eficaz que passe, por exemplo, pela instauração de um processo em tribunal (não deverá ser difícil a um bom grupo de advogados encontrar uma forma de dar início ao processo).
Prefere-se o mediatismo inconsequente das petições online, das assembleias abertas, acampadas, …
Só para dar um exemplo, no caso do trabalho encomendado a João Pedroso, até a (ex-)ministra da educação vai ter de responder em tribunal. Por isso repito: por que é que não se constitui uma equipa de advogados (financiados pelos diversos movimentos cívicos e contribuições anónimas que conseguissem angariar) que se dedique a analisar este casos de “má despesa” e a instaurar processos em tribunal até que os responsáveis por esse tipo de despesa aprendam? Sempre era mais produtivo e eficaz, repito, que acampadas e afins.
Anónimo, se seguir este link (http://5dias.net/tag/parque-escolar/) verá um processo de má despesa pública que parece um buraco negro. Todas as fiscalizações que se aproximam, desaparecem.
Não se trata de fiscalizações “oficiais” internas mas de processos em tribunal patrocinados por associações cívicas.
No fundo a minha proposta é: organizar uma equipa de advogados financiados por doações recolhidas em permanência via Internet (com publicação na Internet das respectivas despesas) que se dedique a analisar potenciais casos de “má despesa” pública e, sempre que juridicamente possível, a instaurar processos aos seus responsáveis. No fundo, não seria muito diferente do espírito da Auditoria Cidadã à Dívida (já agora, o que é feito desta?) mas, ao contrário desta, com efeitos práticos visíveis: processos em tribunal!
Apesar de tudo, como sugere o processo João Pedroso, os tribunais ainda vão funcionando, quanto mais não seja para tornar ainda mais visíveis os casos de “má despesa”.
Fónix, meu! Vives em Marte!?!?!?!
Então pedófilos e corruptos condenados andam à solta e tu vens com cenas do “bora lá fazer a queixinha ao tribunal”…?
És um tangas! a Tua obcessão pelo suposto “contraponto” às “acampadas” revela bem que o teu objectivo é desviar a luta de classes para as cócegas judiciais.
Totalmente de acordo!
O problema é que o pessoal prefere sempre ficar na zona segura.
Abrir processos significa entrar em zona tumultuosa.
A grande maioria das pessoas nos movimentos cívicos e em geral preferem não levar as coisas tão a frente.
Desculpem mas… o que é um carrinho de golfe de 5.000€ no meio do vasto (vastíssimo) património do Banco de Portugal? Oh meus amigos…
Se o Pingo Doce leva a tribunal “clientes” que roubaram um champô e um polvo (se não me engano) porque não responder na mesma moeda e levar a tribunal os responsáveis pelo Banco de Portugal por desvio de fundos para a compra de um carrinho de golfe?
Porque a “Justiça” é a teia de vingança dos ricos contra os pobres e oprimidos.
Cada banco uma bomba!
SE calhar o julgamento do polvo é que vai levar à prisão de um “perigoso” semabrigo. Ganda justiça.
Milhares de euros gastos num processo de 25.
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=2273917&page=1
É a ponta por onde se puxa.
E oiFoi busca-lo a um blogue …LOL
Antes de nada, há que ver que golfe é um desporto que identifica na sua essência a sociedade portuguesa e assim sendo este foi um excelente investimento cultural.
Depois e caso não saibam este é um projecto pioneiro encabeçado pelo Banco de portugal e a EDP conjuntamente com outras empresas menores, para dinamizar os transportes eléctricos de uso privado que farão com que o país dependa apenas, e apenas de si, usando energias renováveis.
Para terminar, e vendo a quantia investida num plano tão ambicioso como este, até sai mui barato, uma pechincha.
Não vale a pena criticar!
Se o estado se apropriasse de todos os carros de luxo, e isto pode ser relativo, e os vendesse para investir em transportes públicos, limpava um fosso existencial na cabeça de uma maioria de portugueses e o ar que respiramos agradecia porque os que respiram nem se dão conta.
Abraços!
Há muitos filhos da puta que se habituaram a tratar a coisa publica com a sua coutada privada. Fazem-no sem qualquer pingo de vergonha porque se habituaram á impunidade. As leis têm tantos buracos que é facilimo contorná-la recorrendo a falhas processuais; nem sequer estão preocupados em arranjar provas de que nao existe crime; para o criminoso de colarinho branco português, verdeiro filho da puta entre os filhos da puta-mor, a defesa em tribunal passa por explorar os buracos da lei para escaparem á prisão. Veja-se o caso do Isltº.. Para este malfeitor e para o seu advogado não interessa provar que o gajo nao cometeu qq crime mas interessa é aproveitar apenas as falhas que a lei lhe concede para, embora tacitamente admitir os crimes de que é acusado, escapar ás grades. Escusado será dizer que esses filhos da puta têm dinheiro suficiente para pagar a advogados que cobram fartos honorários e cujos procedimentos vão protelando sucessivamente as decisoes dos tribunais até atingirmos aquela pérola do nosso sistema legal e que é a prescrição do crime. Ou para falar num caso mais paradigmatico, não posso deixar de estabelecer um paralelo entre o caso Madoff nos USA e o caso BPN em Portugal. No primeiro caso, passado um ano, o assunto tinha sido arrumado pelas autoridades judiciais norte-americanas; no caso BPN ainda ninguém foi julgado ao fim de seis ou sete anos e entretanto o contribuinte já desempochou 5 mil milhoes para pagar a falencia do banco. Filhos da puta!
Se aqueles que roubam pacotes de leite ou de bolachas nos supermercados tivessem dinheiro para advogados assim, estaria garantida a falencia das grandes superficies.
Mas não é apenas de Isltº’s que vive a vergonha do nosso sistema legal. Há outros tratantes acoitados em outras organizaçoes desde o PS até ao CDS (estou a lembrar-me de Prts e de V*r*) que vivem perfeitamente com a vergonha de verem sobre si recairem suspeitas de corrupção.
A impressao que cada vez mais fica é de que as leis sao feitas para livrarem a água do capote áqueles a quem o poder está destinada e que o têm partilhado ao longo dos anos.
De certeza que há uma justificação perfeitamente legal para o equipamento de golfe.
Pode ser imoral, mas é legal. Esta é outra actividade em que os tugas são bons; a unica condição necessaria é a falta de vergonha. É vê-los clamar a sua inocência e acenar com a lei que dizem respeitar.
Como ensina Cavaco, o homem mais virtuoso da nação.
Ai Portugal, Portugal….
K
A dona do FMI ainda rompia meias solas com cardas e tudo.
Tiago, sente-se bem?
Ajuste directo, € 5.000, qual é o problema?
Ensandeceram?
Já viram isso? As pessoas julgam sem saber…aliás, o Banco de Portugal nem dinheiro do Estado recebe, é independente. O Governo está a se aproveitar da situação para mudar o “foco”.
http://www.bportugal.pt/pt-PT/OBancoeoEurosistema/ComunicadoseNotasdeInformacao/Paginas/combp20120127.aspx
http://blog.ebserver.org/opinioes/anti-banco-de-portugal
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