Depois de ler os comentários assim como a carta aberta, creio que a maior parte fazem afirmações verdadeiras, os que não as fazem também são verdadeiros no seu aspecto formal e conteúdo, quero dizer, que devido à sua barriga, carteira, aspirações (aqui entenda-se as vontades que se têm de ter ou ser à custa do trabalho dos outros, por “conquista”, “direitos adquiridos”, “direitos de qualquer outra razão”, ou ainda outra qualquer outra forma de termos o que queremos, tal como ser o governo a dar emprego a todos os professores públicos, camarários, presidentes de junta e acólitos, enfermeiros, médicos, policias, tropas, cantoneiros, empresas de consultoria, empresas de obras -públicas, é claro-, ferroviários, carriários, transtejários, etc…). Por aqui já se vê qual é o tamanho do grupo do grupos dos que precisam que os outros (em primeiro do governo).
Eu também não gostaria de emigrar, mas faz-me “espécie” ver tanta gente que se acha merecedor de uma vida melhor, só porque sim. Porque se tirou um curso (eu também tirei), porque se falam línguas (eu também falo quatro), porque se é jovem, porque se é velho, porque qualquer coisa que se seja. ao quero continuar a estender esta lista a outros grupos que se incluem no politicamente correcto e do qual não posso seguramente emitir opinião, pois incorro no prémio de ser excomungado pelos bem pensantes do nosso tempo.
Não tenho soluções para nada, mas gostaria que os problemas fossem bem explicados para que se entendessem as coisas e não haver estes graus de liberdade que permitem que todas as opiniões dentro das novas correntes ideológicas (politicamente correcto) sejam consideradas aceites e justificadas por nada, só porque sim.
Depois de ler os comentários assim como a carta aberta, creio que a maior parte fazem afirmações verdadeiras, os que não as fazem também são verdadeiros no seu aspecto formal e conteúdo, quero dizer, que devido à sua barriga, carteira, aspirações (aqui entenda-se as vontades que se têm de ter ou ser à custa do trabalho dos outros, por “conquista”, “direitos adquiridos”, “direitos de qualquer outra razão”, ou ainda outra qualquer outra forma de termos o que queremos, tal como ser o governo a dar emprego a todos os professores públicos, camarários, presidentes de junta e acólitos, enfermeiros, médicos, policias, tropas, cantoneiros, empresas de consultoria, empresas de obras -públicas, é claro-, ferroviários, carriários, transtejários, etc…). Por aqui já se vê qual é o tamanho do grupo do grupos dos que precisam que os outros (em primeiro do governo).
Eu também não gostaria de emigrar, mas faz-me “espécie” ver tanta gente que se acha merecedor de uma vida melhor, só porque sim. Porque se tirou um curso (eu também tirei), porque se falam línguas (eu também falo quatro), porque se é jovem, porque se é velho, porque qualquer coisa que se seja. ao quero continuar a estender esta lista a outros grupos que se incluem no politicamente correcto e do qual não posso seguramente emitir opinião, pois incorro no prémio de ser excomungado pelos bem pensantes do nosso tempo.
Não tenho soluções para nada, mas gostaria que os problemas fossem bem explicados para que se entendessem as coisas e não haver estes graus de liberdade que permitem que todas as opiniões dentro das novas correntes ideológicas (politicamente correcto) sejam consideradas aceites e justificadas por nada, só porque sim.