Do Afganistão ao Irão, da Palestina ao Iraque, hoje e sempre na trincheira da resistência, num combate ombro a ombro contra o imperialismo.

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Entretanto. via Spectrum, nos EUA…

Ronald Reagan baptizou-os: “combatentes da liberdade”. Antes, Jimmy Carter, Robert Gates, Harold Brown, Zbigniew Brzezinski, Ronald Spiers, Zia-ul-Haq, entre outros mercenários, abriram caminho à criação dos Taliban, antes mesmo da ameaça soviética. A Helena Matos devia beber da frontalidade de Chris Taggart, presidente executivo da UNOCAL, o mais claro dos filhos da puta a justificar o seu apoio aos rebeldes islâmicos: “Se os Talibãs levam à estabilidade e reconhecimento internacional, então é positivo.” Quando o quadro geopolítico mudou, os EUA e os seus lacaios viraram o bico ao prego e passaram os Talibãs para o campo do inimigo. Já o objectivo, o saque de recursos, permaneceu inabalável. No Afeganistão, na Palestina e no Iraque, Bush e Obama germinaram os Vietnames da contemporaneidade e se tudo correr bem as coisas vão pelo menos acabar da mesma maneira, com o regresso das tropas a casa. Será o melhor salvo-conduto para toda da humanidade, sobretudo para os norte-americanos. É que não há pior fundamentalismo do que o terrorismo financeiro e ninguém o supera em matéria de carnificina. Contra ele, todas as unidades tácticas são tão urgentes como necessárias, nos quatro cantos do mundo, e dizem os livros de história que a resposta dos povos é proporcional à violência que lhes está a ser imposta.

Off Topic I: Simpática Ana Barbara Pedrosa, diga aí ao Adriano Campos, que eu não sei what/who the fuck is, que Israel não tem “populações civis” uma vez que é o enclave militar que ocupa a Palestina. Já agora, faça chegar ao Figueiredo, esse que conseguiu ter menos votos que o Ruptura FER nas eleições para a AAC, que assim não vai subir na cadeia alimentar do aparatchik. Antes das despedidas, dizer também que o Adeus Lenine está lindo. Para quem acusa a vizinhança de privilegiar o ataque ao BE e de secundarizar a luta contra a direita, pode tirar grandes conclusões sobre a vossa bad trip.

Off Topic II: Espero que ser visado pelo João Gonçalves não signifique o mesmo que ser visado pela velha senhora. Se estivesse debaixo da tutela do Miguel Macedo começava a ficar preocupado.

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64 Responses to Do Afganistão ao Irão, da Palestina ao Iraque, hoje e sempre na trincheira da resistência, num combate ombro a ombro contra o imperialismo.

  1. Ana Bárbara Pedrosa diz:

    Simpático, exótico e adorável Renato,

    Dava jeito que pusesses (com s, segunda pessoa do singular, é escusada tanta mariquice formal) os parágrafos off topic que me são dirigidos em lugares em que fosse certo que os veria. Fica o pedido para a próxima.

    Quanto ao Adriano, eu, que ainda não fui contratada pelos CTT, acho mais prático que lhe envies um email ou deixes um comentário no AL.

    Em relação ao Fabian, que não tem qualquer intento em subir na cadeia alimentar, devo dizer que bem sei que o rapaz é uma brasa, mas esse fetiche começa a tornar-se preocupante.

    Já agora, parece que na minha terra, quando se diz um “diga aí” ou um “faça chegar”, se acrescenta um “se faz favor” e, posteriormente, um “obrigad@”. Enfim, as boas maneiras nunca fizeram mal a ninguém, o que inclui trotskistas que perderam tempo na deseducada tarefa entrista.

    • Renato Teixeira diz:

      Antes de mais desculpe não perder a “mariquice”, mas é uma questão de afeição às causas fracturantes e de ainda não termos tido o prazer de um primeiro encontro. Lamentável. A querida e agradável Ana Barbara Pedrosa, faça então o favor de me desculpar a indelicadeza, ao qual junto já um faz favor e um muito obrigado. Gosto sempre que me rectifiquem o trato, desgastado pelos anos empenhados no entrismo, especialmente quando ele vem de alguém que quase se ouve gemer quando me caracteriza. Adoro essa do “exótico”, confesso e fico à espera que o repita muitas vezes.

      Quanto ao resto nada a acrescentar, apenas o reparo de lhe dizer que essa parvoíce das arrobas não chegou a terra nenhuma, nem mesmo à de Magos.

      Um beijinho e um xi coração do seu trotsko preferido.

      • Ana Bárbara Pedrosa diz:

        À de Magos não sei, mas garanto que chegou a este belo vale nortenho e que muito me apraz. Enfim, culpa minha, preguiça minha, que acho que o tradicional “o/a” dá demasiado trabalho. Tod@s temos defeitos, não é? Se umas são preguiçosas, outros ficam ufanos com a crença de que o exotismo de que padecem é suficiente para suplantar o Hugo Ferreira no meu ranking de trotskistas preferidos.

        Beijinhos e abraços

  2. (Sur)Realmente! Tanta tempo a sermos acusados de priviliegiar o combate ao BE, preterindo o combate com a direita, e um gajo abre o Adeus Lenine (fui lá agora, a conselho do Renato) e Cristo!! Que diatribe! Que nefanda destilação de ódio! Parece que a prioridade dos antigos Enver Hoxhistas, actuais pós-leninistas e futuros chuchialistas, passou a ser o combate a 200 militantes que, não posso deixar de notar, são “insignificantes” face à estrondosa implantação social do BE! Sim senhor, nada de novo no canal do carreirismo mais desavergonhado e abjecto. Continuem, rapazes e raparigas, continuem a pôr-se em bicos de pés, beijem os glúteos correctos e chegarão ao topo!

  3. João diz:

    Esta faz parte das louçanetes, qualquer dia está na comissão política…

    • Renato Teixeira diz:

      Percebe-se bem. Sobretudo pelo requinte.

    • Lá trabalhar para isso, trabalham eles. E com que lealdade e afinco! O Adeus Lenine tornou-se (ou sempre foi?) uma espécie de Einsatzgruppen ao serviço da direção do BE.

      • Augusto diz:

        Tal como o Cinco Dias , é desde há muito uma tribuna contra o BE, interessante é a atitude dos grandes revolucionarios Raquel Teixeira Gil, e o Renato Varela Gil, ao CENSURAREM tudo o que contradiz as suas doutas opiniões.

        Um bom exemplo de revolucionarios, com TERROR ao contraditório.

  4. Pedro Bergano diz:

    Ena, ena… a azia que por ali vai!!!

    ah, ah, ah, ah! Afirmarem que o bloco está quase a chegar aos 10.000 militantes é de morte! Vai na volta até (ainda) entro nessas contas. Mil vezes prefiro as diatribes esquerdistas do Ruptura/FER do que o oportunismo mais descarado do bloco:

    a) coligação PS/BE para a CM Lisboa
    b) coligação PS/BE para as presidenciais
    c) Apoio à intervenção do FMI na Grécia
    d) apoio à intervenção da NATO na Líbia

    E depois aquela coisa de chamarem “parasitas” ou “esquizofrénicos” às pessoas dá mesmo vontade de lhes chegar a roupa ao pelo, cambada de fdp. Quanto ao resto, Renato… eles têm imensos sonhos húmidos contigo. Desculpa, mas um destes dias vais ter de enfrentar essa verdade de frente, “olhos nos olhos” – como dizia o chefe da quadrilha.

  5. a anarca diz:

    “Sempre na trincheira da resistência”
    Bravo Renato 🙂

  6. Augusto diz:

    Os amigos do Gil tomaram conta do Cinco Dias, seria interessante saber o que pensam disso os militantes do PCP.

    Mas o que é caricato, são as alianças que estes novissimos REVOLUCIONARIOS, apregoam.

    Do Afeganistão ao Irão, do Iraque á Palestina, já agora vá lá mais um esforço, sejam generosos, e incluam a Birmânia, a Siria, a Coreia do Norte, o Congo do Kabila, a Angola do Eduardo dos Santos.

    Os inimigos dos meus inimigos, meus amigos são, nunca foi um principio defendido por revolucionários, era e é, uma das máximas do IMPERIALISMO.

    Mas admiração porquê, num dia, os ” revolucionários” escrevem sobre uma classe trabalhadora, que certamente inclui o Americo Amorim , pois ele diz que tambem é um trabalhador.

    No dia seguinte temos os talibãs , os guardas revolucionarios do Irão, a Al qaeda do Iraque,e os sectores mais radicais do islamismo palestino, como grandes aliados do Teixeira, da Raquel do Gil, e amigos.

    Para onde vos conduz a cegueira sectaria.

    • Renato Teixeira diz:

      Você farta-se de falar no Gil. Não será erro ortográfico e queria falar na Gui? Essa sim tem clube de fans aqui pela tasca. E detractores convictos também. Desabafe homem. O que o deixa atravessado?

    • Gentleman diz:

      Esse é precisamente uma das grandes contradições da Esquerda radical moderna. Proudhon, Marx, Bakunine, Rosa Luxemburgo, deverão estar todos a dar voltas nos túmulos ao saberem como os seus descendentes ideológicos tacitamente se têm vindo a pôr de braço dado com regimes e sectores cujas práticas e valores estão em pólos diametralmente opostos aos que a Esquerda tradicionalmente defendeu. Para o descrédito absoluto da Esquerda radical só lhes falta mesmo gritarem Allah akbar!

      • O que a esquerda tradicionalmente defendeu foi a oposição ao imperialismo. A grande contradição da esquerda pacifista é recusar-se a assumir uma posição de resistência quando as direcções que as populações oprimidas elegem não vão de encontro ao seu próprio programa.

      • Carlos Carapeto diz:

        “Gentleman says:”

        Não tem que se preocupar com as desavenças no seio da esquerda.

        E o que percebe dos classicos da esquerda ou das esquerdas para meter o bedelho em assuntos que não conhece patavina? Já leu alguma obra dos nomes que refere? Por o que acaba de escrever não sabe distinguir entre Anarquismo e Marxismo.

        Julga que existe alguma diferença no plano teórico e prático dos meios e das formas em conduzir a luta de classes entre as várias tendências de esquerda de hoje ou de há um século?

        Se é assim que pensa, está a fazer uma triste figura. Passa a ser compreensivel a razão da churrilhada de asneiras com que nos costuma brindar.
        Deixe de ler apenas Montefiore, Davies, Furet, Courtois. Diversifique as fontes de informação, esforce-se por conhecer outras opiniões, só assim consegue livrar-se dos pesadelos ideologicos que o perseguem.

        • Gentleman diz:

          «E o que percebe dos classicos da esquerda ou das esquerdas para meter o bedelho em assuntos que não conhece patavina? Já leu alguma obra dos nomes que refere? Por o que acaba de escrever não sabe distinguir entre Anarquismo e Marxismo.»

          Muito mais do que imagina, seu abjecto social-fascista.
          A mistura foi intencional, ainda que os respectivos militantes não se misturem e os marxistas já se tenham encarregue de matar anarquistas em abundância.

    • Oliveira diz:

      Diz o Augusto: Os inimigos dos meus inimigos, meus amigos são, nunca foi um principio defendido por revolucionários, era e é, uma das máximas do IMPERIALISMO.
      Não conhece Mao ou Staline.

    • Carlos Carapeto diz:

      #Augusto says:#

      Retire a Birmânia da lista, porque passou a fazer parte dos países amigos. A senhora Clinton encarregou-se disso e até já foi visitar o novo amigo, ofereceu-lhe uma generosa ajuda económica.

  7. Gentleman diz:

    «Já o objectivo, o saque de recursos, permaneceu inabalável. »

    Que recursos há para sacar no Afeganistão? (e não “Afganistão”, já agora).

    Os EUA não criaram os talibãs. Nos anos 80 eles nem sequer sabiam quem era o Bin Laden. Apoiaram os mujahideen, grupo heterogéneo dentro do qual os talibãs viriam a nascer. Pode dizer-se que os talibãs foram indirectamente apoiados pelos EUA. Mas não é sensato ir mais longe no maniqueísmo.

    • Renato Teixeira diz:

      Há e muitos. É ler quem os anda a sacar.

    • Carlos Carapeto diz:

      Indiretamente apoiados? Se há coisa a que se possa chamar alarvidade esta é a primeira. Foram totalmente apoiados em tudo quanto necessitavam.

      Os Talbãs foram gerados, paridos e amamentados por os Americanos. Houve um tempo que se dizia que haviam mais agentes da CIA em Quetara que em Langley.

    • De diz:

      Num outro texto — um artigo analítico assinado por Dilip Hiro, intitulado “O custo da ‘vitória’ afegã” The Nation revive as circunstâncias da aliança que acabaria envolvendo Washington e Bin Laden. O cenário é o Afeganistão; a época, a última fase da Guerra Fria. Em 1979, um golpe militar havia levado ao poder grupos ligados à União Soviética (URSS). Anticomunista fervoroso, Zbigniew Brzezinsky, assessor de Segurança Nacional do então presidente Jimmy Carter, vislumbra uma oportunidade de passar da defesa ao ataque. Não quer apenas reinstalar em Kabul um governo aliado ao Ocidente. Pretende disseminar, entre as populações muçulmanas da URSS, um tipo de pensamento religioso capaz de incitá-las ao máximo contra o governo de Moscou. The Nation frisa: havia alternativas, mesmo para os que, como o assessor de Segurança Nacional, estavam empenhados em promover a Guerra Fria. Exitiam no Afeganistão “diversos grupos seculares e nacionalistas opostos aos soviéticos”. Ao invés de apoiá-los, no entanto, a Casa Branca parte para o que julga ser uma cartada genial. Impulsiona as organizações afegãs mais fundamentalistas, reunidas, desde 1983, na Aliança Islâmica do Mujahedin Afegão (IAAM, em inglês).

    • De diz:

      Os instrutores valorizam ao máximo a guerra santa (Jihad) contra Moscou. A Casa Branca quer matar dois coelhos com uma só paulada. A suposta defesa do islamismo contra os ateus soviéticos serve para consolidar, no Paquistão, o poder de Zia ul-Haq, fiel aliado do Ocidente. O terceiro elo da coalizão é a Arábia Saudita, onde outro governo pró-americano, embora muito rico, necessita de reforço ideológico. Ao longo de alguns anos, os príncipes sauditas serão convidados a “doar” 20 bilhões de dólares para a cruzada da IAAM. Através da CIA, os Estados Unidos comparecerão com mais US$ 20 bi. Os rios de dinheiro verde servirão para recrutar e formar guerrilheiros fanatizados e armá-los até os dentes. Fazem parte de seu arsenal mísseis anti-helicópteros que serão decisivos para enfrentar e vencer tanto o governo pró-URSS quanto as próprias tropas soviéticas, que, em favor de seu aliado, ocuparam o país em 1979.

    • De diz:

      É esse clima de extremismo e intolerância suscitado por Washington que atrairá o saudita Osama bin Laden ao Afeganistão. No início dos anos 80, quando chegou ao país, ele era apenas o jovem herdeiro milionário de uma família de empresários do ramo da construção. Estava fascinado pela jihad patrocinada pelos EUA. Foi o primeiro saudita a aderir a ela, e levou consigo, ao longo do tempo, pelo menos 4 mil compatriotas. Tornou-se líder dos “voluntários” no Afeganistão. Aproximou-se dos dirigentes do IAAM, que, graças ao apoio recebido da Casa Branca, constituiriam anos depois o governo Taliban. Construiu abrigos reforçados para depósito de armas, participou de ações guerrilheiras. Jamais lhe faltou apoio moral do Ocidente. O repórter Robert Fisk relata: “Estava no Afeganistão em 1980, quando Laden chegou. Ainda tenho minhas notas de reportagem daqueles dias. Elas recordam que os guerilheiros mujahedin queimavam escolas e cortavam as gargantas das professoras, porque o governo tinha decidido formar classes mistas, com meninos e meninas. O Times de Londres os chamava de ‘lutadores da liberdade’. Mais tarde, quando os mujahedins derrubaram (com um míssil inglês Blowpipe) um avião civil afegão com tripulação e 49 passageiros, o mesmo jornal os chamou de ‘rebeldes’. Estranhamente, a palavra ‘terroristas’ nunca foi usada para qualificá-los”

      Há muito mais.
      Maniqueísmo?
      Há um nome muito melhor para designar o que Gentleman anda a fazer

    • De diz:

      “Que recursos há para sacar no Afeganistão”?

      Deve ser brincadeira
      “Afeganistão tem riqueza de um bilião em minérios”
      http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1593491&seccao=%C1sia

      Mas as coisas são bem mais complexas
      “Como disse Blake Hounshell, editor-chefe da revista Foreign Policy, o Serviço Geológico dos EUA já havia publicado em 2007, na Internet, um inventário global dos recursos minerais nos petrolíferos do Afeganistão, como também fez a British Geological Survey (BGS). Grande parte de seu trabalho se baseou nas explorações e investigações empreendidas pela União Soviética durante sua ocupação do Afeganistão nos anos oitenta.”
      http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=3949:estados-unidos-da-o-golpe-as-riquezas-do-afeganistao&catid=70:reportagens&Itemid=90

      (que recursos há para sacar…algo a ver com o tráfico de drogas ou com o seu consumo?)

  8. Gentleman diz:

    «É que não há pior fundamentalismo do que o terrorismo financeiro e ninguém o supera em matéria de carnificina.»

    Que afirmação mais disparatada.
    Não houve doutrina política que mais mortes tenha causado no séc. XX do que o marxismo.

    • Renato Teixeira diz:

      Eu falava em mais do que o seculo XX. Como nesse houve muito pouco de marxismo acho que o Gentleman tem um problema estrutural de contabilidade. Já pensou em pedir, só para si, uma intervençao da troika?

      • Gentleman diz:

        Houve pouco de marxismo no séc. XX??
        Como não me parece que o Renato seja um ignorante, resta concluir que seja apenas um purista dos que afirma que afinal «aquilo que governou 1.5 mil milhões de seres humanos não foi marxismo». Enfim, um pouco como aqueles intermináveis debates entre muçulmanos sobre o que vem ou não no Corão, e sobre quem são os verdadeiros islâmicos.

        • Gentleman diz:

          Peço desculpa pela interpretação apressada da resposta do Renato que se referia a outros séculos.

          Já agora, o Renato sabia que foram usados mais seres humanos para trabalho escravo no Gulag do que africanos escravos foram transportados entre África e as Américas em 4 séculos?

        • Renato Teixeira diz:

          Um gajo que diz que o estalinismo não é marxista é purista, bien sur…

          • Oliveira diz:

            Curioso: o estalinismo não é marxista?

          • Renato Teixeira diz:

            Evidentemente, não.

          • Oliveira diz:

            Bom, essa evidência terá escapado ao próprio Estaline e seus seguidores de então e de agora.
            Também não deixa de ser curioso verificar que ninguém por aqui salta a terreiro em defesa do marxismo estalinista.

          • Renato Teixeira diz:

            Não sei o que é o “marxismo estalinista”.

          • Carlos Carapeto diz:

            “Oliveira says:
            Curioso: o estalinismo não é marxista?”

            E Bush foi democrata?

            Admita-se que Estaline foi Marxista. E porque se rejeita que Truman foi um criminoso?

            É de estranhar também o seu silêncio, assim como daqueles que partilham as suas convições sobre o relatório Zemskov.

            A mentira tem as pernas curtas? E há quem não esteja aqui para defender a verdade.

            Estaline foi o que foi. Fruto de uma época e de condições politicas temporais.

            Não basta alegar que Estaline foi tenebroso, um monstro , ditador. Tem que se provar que foi e as razões que levaram a isso.

          • Renato Teixeira diz:

            Nem Bush é democrata, nem Estaline foi marxista.

    • Carlos Carapeto diz:

      “Gentleman says:
      Não houve doutrina política que mais mortes tenha causado no séc. XX do que o marxismo.”

      Ah ah ……………! Precisam-se números .

      Esta faz lembrar a “senhora” que dizia para a filha. Chama-lhe p…….. antes que ela te chame a ti.

  9. Soube, de fonte segura, que esta caixa de comentários providenciou ao Adeus Lenine a maior audiência de sempre. Depois ainda chamam a malta de sectária! 😛

  10. De diz:

    Vejo,por puro acaso,esta notícia:
    Amina bent Abdelhalim Nassar foi condenda por bruxaria e decapitada, na província de Jawf, no Norte da Arábia Saudita, hoje, dia 12 de Dezembro de 2012.
    http://anticolonial21.blogspot.com/2011/12/uma-democracia-apoiada-e-sustentada.html
    O autor onde a fui buscar (José Freitas) explicita:
    “A NATO apoia e sustenta a DITADURA MEDIEVAL da Arábia Saudita.
    Nesta DITADURA MEDIEVAL, apoiada por Obama, Hillary Clinton, Sarkozy e Cameron, uma mulher foi julgada, condenada e decapitada, acusada de bruxaria.”

    Eu junto a estas palavras umas outras tantas:
    Alguém viu a nossa imprensa ou os nossos atentos e vigilantes defensores da democracia made in usa (ou made in sabe-se lá onde) divulgar a notícia,comentá-la ou indignar-se?

    Repugnante!

    • Renato Teixeira diz:

      Onde andam as feministas quando mais precisamos delas?

    • Carlos Carapeto diz:

      Poucas palavras descrevem o terror déspota vigente no reino Saudita, sem que os ilustres defensores da democracia e dos direitos humanos movam uma palha em defesa das vitimas desse campo concentrionário do século XXI.

      Basta dizer que não existe constituição, parlamento, poder local ou coisas parecidas, os tribunais regem-se por as leis islamicas. Uma cópia perfeita do sistema medieval.

      Decapitam pessoas na praça publica em rituais macabros, cortam membro, chicoteiam homens e mulheres em recintos que nada diferem dos circos Romanos.

      Às mulheres são-lhe negados todos os direitos. Ainda recentemente houve um escandalo que ultrapassou fronteiras , de um octógenário que comprou uma criança de doze anos para casar. Outro caso também de uma mulher apanhada a conduzir um carro. Foi vergastada em publico e condenada a uma pena de prisão.

      Mas isso nada preocupa nem incomoda os imbecis de direita, que só sabem histoiricizar aldrabices contra o Marxismo.

      Por isso mesmo é que não merecem o meu respeito.

  11. Filipe diz:

    Nem sei se rio, ou se choro, perante tanta ignorância. Israel não tem civis? Ou seja, é legítimo abater judeus como coelhos, é isso? Sim senhor, que evoluído que este senhor é. Claro que se esquece que sempre existiram judeus na Palestina, embora minoritários face aos cristãos e aos árabes. Também se esquece que, se é verdade que um milhão de palestinianos foram expulsos do seu país, também outro milhão de judeus foi expulso dos estados muçulmanos desde 1948. Mas o que é isso senão um pormenor? Aliás, o que é a Humanidade senão um mero pormenor? O que é a História senão um mero pormenor ou um conjunto de factos que se distorcem consoante nos convém? Já agora, decrete que todos os que não partilham da sua cartilha rançosa não são considerados “civis” e que, como tal, são alvos legítimos para a sua luta “não institucional”. Agora a sério: o seu lugar é na prisão, porque incitar ao ódio e à violência é crime. Tenho pena de si.

    • Renato Teixeira diz:

      Israelitas pá, israelitas. Semitas, são todos, embora graças a Israel, cada vez menos.

    • De diz:

      De Brecht também:

      “Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso.”

      Question:
      é ignorância apenas…ou já entra nos dotes do criminoso?

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