O DILEMA DO MACEDO: DEMITIR OU DEMITIR-SE! Direcção Nacional da PSP reage em entrevista às provas apresentadas na rede, relativas à violência policial e à existência de agentes provocadores na manifestação.

A Direcção Nacional da PSP, confrontada com os factos e as provas, viu-se obrigada a comentar a existência de agentes provocadores e a prática de violência policial, na manifestação da Greve Geral, no dia 24 de Novembro.

Ficamos a saber que o nosso dinheiro é gasto numa polícia que assume que os trambolhos denunciados “são elementos policiais pertencentes à estrutura de investigação criminal” e que, como dá à estampa o JN, o “Comando da PSP admite polícias à civil agredidos pelo Corpo de Intervenção”, ou seja, que “polícias à civil lutaram contra polícias fardados”.

O disparate, no entanto, não se fica por aqui. Na mesma linha em que se afirma que compete à PSP garantir “que o exercício do direito de manifestação por parte dos cidadãos faz-se de forma livre”, diz-se também que a PSP tenta proibir o acesso à manifestação a “elementos estranhos às organizações que as promovem”. Para o actual governo, o conceito de manifestação é de tal ordem rebuscado, que se pode concluir que para eles elas já estão ilegalizadas. Como está bom de ver, para qualquer manifestação ser livre, é condição essencial que se constitua na forma de um chamado aberto “a elementos estranhos às organizações que as promovem”.

Num assomo de lucidez, porém, fica o essencial do que deve ser dito ao trambolho que abusou da autoridade e da violência e aos que instigaram os manifestantes: “Não faz sentido por isso falar-se em Agentes provocadores ou infiltrados, pois esses conceitos não existem na PSP, sendo que tais acções não são enquadráveis na lei.” Assim deveria ter sido e os responsáveis pelos factos devem responder em tribunal. Dos agentes envolvidos ao Guedes da Silva, do José Manuel Anes ao Miguel Macedo. Os violentos são só eles, por enquanto.

1. Confirma que os dois indivíduos vestidos à civil que surgem na primeira e fotografia publicada são agentes da PSP?

“Os dois cidadãos que surgem identificados na primeira fotografia são elementos policiais pertencentes à estrutura de investigação criminal da PSP, os quais estão integrados no policiamento que foi desencadeado por ocasião das manifestações sociais de 24NOV11. A sua missão neste tipo de contexto será o de garantir que o exercício do direito de manifestação por parte dos cidadãos faz-se de forma livre, sem quaisquer perturbações de elementos estranhos às organizações que as promovem, impedindo o cometimento de ilícitos criminais, preservando a segurança de todos os intervenientes. A fotografia surge no contexto da necessidade de reposição da ordem pública por parte do Corpo de Intervenção da PSP, no qual os próprios elementos policiais acabam por ser alvos da intervenção dos seus colegas, situação esta que é frequente (ex: policiamentos de futebol). Para uma melhor percepção dos factos, é preciso que se diga que o avanço do Corpo de Intervenção faz-se em linha, incidindo sobre todos os que se encontram no seu raio de acção, sendo por isso normal que, perante a não identificação exterior dos elementos policiais, estes fossem também sujeitos às medidas de polícia desencadeadas.”

2. Confirma que os dois indivíduos supra-referidos surgem também nas restantes fotos, em manobras de detenções de manifestantes, e com especial destaque numa dessas fotografias, agarrando um detido e encaminhando-o para uma carrinha, aparentemente, da PSP?

“A PSP confirma que estes elementos foram utilizados para as acções mencionadas, pois identificaram um dos autores dos distúrbios que foram provocados, procedendo por isso à sua detenção pela prática de crimes tipificados pela lei penal.”

3. Confirma que houve, na dita manifestação, agentes da PSP “infiltrados” ou “provocadores”?

Não houve na dita manifestação elementos da PSP infiltrados ou provocadores. Conforme já foi dito na questão n.º 1, os elementos policiais à civil utilizados pertencem à estrutura de investigação criminal da Instituição. A PSP é uma polícia integral, que agrupa diversas valências entre as quais a investigação criminal, sendo que todas elas são utilizadas nos mais diversos policiamentos que diariamente executamos, com o objectivo e único propósito de promover a segurança dos cidadãos nas mais variadas áreas, desde o trânsito até à manutenção da ordem e tranquilidade públicas. Não faz sentido por isso falar-se em Agentes provocadores ou infiltrados, pois esses conceitos não existem na PSP, sendo que tais acções não são enquadráveis na lei, nem traduzem sequer benefícios para a nossa acção, a qual será sempre firme, mas ao mesmo tempo apaziguadora e mediadora de conflitos. O nosso objectivo neste contexto será sempre garantir o livre exercício dos direitos dos cidadãos.

Entrevista conduzida por Nélson Morais, no JN de 1 de Dezembro de 2011.

Via DCP

Recapitulemos as postas, as provas e as questões que os acontecimentos levantam:

Mais um gatinho orelhudo

Podem apagar o vídeo, proteger o trambolho e salvaguardar o extremista Miguel Macedo. Podem dizer que o alemão é anarquista, que a manifestação foi violenta ou que estava em causa a segurança nacional face a um homem que não ofereceu resistência. A memória não se apaga tão facilmente e a sede de justiça não se mata sem justiça. [actualizado]

NOVA FOTOGRAFIA DO AGENTE INFILTRADO E DA CARGA POLICIAL – Miguel Macedo, expulse o trambolho violento da polícia e demita o extremista mentiroso do Governo! [actualizado]

MAIS PROVOCADORES INFILTRADOS DESMASCARADOS: “Casal” de polícias à paisana: o de casaco azul e o de casaco castanho. Estão os dois em todas as fotos. Guedes da Silva, director da PSP, junta-se ao Ministro Miguel Macedo no rol de mentiras. A porta da rua é a serventia da casa: RUA!

Polícia inventa perigoso alemão com mandado de captura da Interpol

MACEDOFINGER 007 – O meliante mentiroso ao serviço da brutalidade policial, do ataque à greve, da frau Merkel e do herr FMI.

Infiltrados e Provocadores: Prenúncio do Fascismo

Mais imagens dos agentes e da acção “ponderada, sensata e competente” dos capangas do Miguel Macedo [com links para o que foi publicado noutros blogues]

Será que é legítimo o governo usar o meu dinheiro, dos meus impostos, do meu trabalho, para ter policias à paisana, disfarçados, nas manifestações pacíficas e democráticas a incitar à violência e a tentar provocar a violência? E a espancar manifestantes?

Marinho Pinto, João Palma, António Filipe e Fernanda Câncio exigem explicações. O Bastonário da Ordem dos Advogados é quem coloca as coisas de forma mais clara. Enquanto não houver consequências podemos pensar “se não foram outros agentes da PSP que lançaram cocktails molotov para as repartições de finanças”.

 

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23 Respostas a O DILEMA DO MACEDO: DEMITIR OU DEMITIR-SE! Direcção Nacional da PSP reage em entrevista às provas apresentadas na rede, relativas à violência policial e à existência de agentes provocadores na manifestação.

  1. corsário da neve diz:

    boa malha… por acaso hoje num golpe de premonição comprei o JN e fiquei muito agradado pela entrevista e a ruminar nas consequências que poderiam ter as respostas do chefe da PSP. Não cheguei a conclusões… a ver vamos como diria o cego.

  2. Luís Campos diz:

    Na fotografia das escadarias, o individuo que está caído nas mesmas, também é um agente infiltrado, é o agente que está em cima do detido de camisola ás riscas, dá para ver pelos ténis da NIKE. Vejam a biqueira dos ténis e a cor do casaco do individuo que está caído, e comparem com o das fotos em que está um agente, em cima do detido com camisola ás riscas.

    Mais um que foi caçado!!!

  3. subcarvalho diz:

    “Para o actual governo, o conceito de manifestação é de tal ordem rebuscado, que se pode concluir que para eles elas já estão ilegalizadas. Como está bom de ver, para qualquer manifestação ser livre, é condição essencial que se constitua na forma de um chamado aberto “a elementos estranhos às organizações que as promovem”.
    Renato, não é só a PSP que tem esta ideia. Os cães de guarda da CGTP fazem afirmações semelhantes, como é possível verificar nesta tasca, nos comentários às postas sobre a manif anti-NATO de há um ano…não será por acaso que ambos se dão tão bem!

  4. Sim senhor. Já agora, a PSP podia pedir o cartão de sindicalizado da CGTP em todas estas manifestações, posto que quem o não tem é um “elemento estranho à organização”, ou não? A sério, estes gajos arranjam cada subterfúgio para esvaziar uma lei supostamente democrática… O bom disto é que aposto que terão mais cuidado da próxima vez. E nós estaremos mais atentos.

  5. Vítor Vieira diz:

    Não deixa de ser interessante que a reportagem do JN só tenha aparecido na versão impressa.

  6. Camarro diz:

    Aqui fica mais um vídeo do ataque à manifestação da PAME em Outubro. A Grécia está um ano à nossa frente. Máxima atenção!

  7. Parabéns Renato, na linha da frente no desmascarar da inventona que estava a ser construída. Fomos amplificando o serviço público no vermelhos.net.
    Afinal eram mesmo infiltrados, mas bonzinhos
    Carvalho da Silva e Miguel Portas: eu investigo, tu investigas…

    • Renato Teixeira diz:

      João o processo é colectivo e o mérito é sobretudo dos que se estão a chegar à frente com provas concretas. Agora é manter a pressão para que haja consequências. Abraço.

  8. Se o senhor humorista da actividade circense em chefe da PSP ainda viesse dizer que não havia agentes provocadores, havendo apenas infiltrados, ainda podia ser que alguns acreditassem (embora eu não me inclua nesse numero), agora está mais do que visto que andavam lá ” agentes” infiltrados. Por conseguinte, se andavam infiltrados, teriam que ser provocadores, de outra maneira não andavam lá na fila da frente da barricada a encarar os outros bófias, não acha senhor humorista da actividade circense em chefe da PSP.

    Deixo-vos aqui um pequeno excerto do ultimo artigo do americano James Petras.

    “Comparing Fascist and Technocratic Dictatorships”

    “The earlier fascist and military dictatorships have much in common with the current technocratic despots regarding the capitalist interests they defend and the social classes they oppress. But there are important differences which disguise the continuities.

    The military junta in Greece and Mussolini in Italy seized power by force and violence, outlawed all opposition parties, press trade unions and closed the elected parliament. The current “technocratic” dictatorship is handed power by the political elites of the oligarchical democracy – a ‘peaceful’ transition at least in its initial phase. In contrast to the earlier dictatorships the current despotic regimes retain the hollowed out and emasculated electoral facades, as rubber stamp entities to provide a kind of “pseudo-legitimacy”, which beguiles the financial press but fools few public citizens.

    From the very first day of technocratic rule the key slogans of the organized movements in Italy was, “No to a government of bankers”; while in Greece the slogan that greeted the puppet pragmatist Papdemos was “European Union, IMF, Get Out”.

    The earlier dictatorships began as full blown police states, arresting pro-democracy movement activists and trade unionists before pursuing their pro-capitalist policies. The current technocrats first launch their vicious all-out assault on living and working conditions, with parliamentary assent and then in the face of sustained and determined resistance by the “parliaments of the street”, proceed to escalate police state repression by degree … practicing incremental police state rule.”

    Caso queiram ler o artigo completo, aqui está
    http://petras.lahaine.org/?p=1881

  9. #AntiSecPT diz:

    Boas, sou um anónimo (não sou dos Anonymous) mas não pude deixar de responder a esta notícia. Participei nos ataques DDOS ontem no IRC com os LulzSecPortugal em que eramos mais de 100 e mandámos abaixo uns bancos como protesto contra o Orçamento de Estado. Infelizmente não posso ir a manifestações como estas porque… prontos. Deviamos promover mais esta acção de vigiarmos as manifestações deste modo, identificando os ‘Agent Provocateurs’, pois foi preciso o dia 24 ‘ter acontecido’ para entender porque é que os Activistas portugueses não se unem. É devido a agentes provocadores enviados pela policia que as Assembleias Populares, Manifestações Pacíficas e mesmo outras pequenas concentrações dispersam.

    Somos um povo pacífico, mais unidos do que pensamos. É uma honra apoiar os Activistas, irei estar deste lado a investigar os CHEFES que dão as ordens aos nossos irmãos policias para nos agredir. Obrigado pelas fotos e obrigado por estarem onde é preciso.. ao lado do povo. Nós iremos estar ao vosso lado quando a altura certa chegar.. nao tenham dúvidas disso. Um dia seremos 99% a sair à rua pacíficamente.. quem sabe, dando o exemplo de uma revolução pacífica (novamente).

    Somos #AntiSecPT
    Somos Legião, Somos os 99%

    Esperem-nos

    • Renato Teixeira diz:

      Parabéns pelo inicio da actividade, independentemente do meu maior ou menor acordo ao tratamento a dar aos dados “colectivizados”. Gostava igualmente de vos agradecer o facto de nos andarem a traduzir os ip´s dos provocadores aqui da tasca, que a cobro do anonimato nos ameaçam quase diariamente. Gostaria de aproveitar o contacto para vos sugerir que tomem contacto com o movimento. Seja o 15O, sejam as organizações que com ele têm colaborado. Podemos não vir a estar sempre de acordo mas estou certo que haverá um chão comum a traçar.

      Essa do mas prontos não vou a manifestações não vale. Como reconhece há mais a fazer do que simplesmente marchar, e não tem que ir identificado.

      Cumps.

    • MaisUMcidadão diz:

      LINDO!!!!

  10. anónimo diz:

    pois é meus amigos pensavam k isto só se passava na américa latina, no médio oriente china etc…aki esta provado que as forcas actuam em todo o lado e onde os interesses forem maiores mais intencificado… tinha-mos falta de outro ernesto (che guevara), de outro fidel( nao sou comunista, e se houver interesse pela história tambem ficam a saber que fidel nao era comunista só queria liberdade para o seu povo, teve de se aliar a uniao sovietica para conseguir ter forca para enfrentar os USA pois cuba nao tinha recursos para isso) eles sim desmascaravam os poderes ocultos que se infiltram entre nós para nos dividir e criar discórdias entre nós pois eles sabem que nós todos unidos nao podem deter-nos…fico triste pois por traz de uma farda, por traz de um distintivo policial existe um ser humano e nao sei como se dao a essa figura de incendiar-nos pois eles um dia tb vao sentir na pele e espero que seja mesmo como dizem ” we do not forgive, we do not forget” eu nao esqueco e essas atitudes dificilmente se perdoam pode ser que um dia os filhos dessa gente tb precise ai pode ser que eles dem valor a liberdade e a justica….deviam estar uma semana a pao e agua…ou só a água!!! parece cruel mas e o que eles fazem que esta bem explicito em imagens e fotos nao é cruel??? estou mesmo revoltado com a merda do meu país que se diz livre…ditadura capitalista é o que é…

  11. meus amigos, estes são os que vão receber formação na escola das Américas. são os futuros torturadores. vamos ser mansos até isso acontecer? ou vamos defender-mo-nos. lembram-se da teoria da legitima defesa preventiva?

  12. SLB diz:

    Mas o que é que se conclui da imagem? Consegue-se perceber pela imagem se o agente à civil está a provocar ou a segurar um agente do corpo de intervenção mais exaltado? É que se vamoa pela primeira hipótese então também havia “agentes provocadores” fardados e com capacete. É que o agente fardado da direita também está virado para o agente que está com o bastão no ar, a segurar-lhe no braço.
    Parar uma imagem e tirar ilações é tão patético como aquela que foi feita um dia a Obama a olhar supostamente para o rabo de uma senhora. Quando colocaram a imagem a andar viu-se o disparate da coisa.

    Depois há que fazer a destrinça entre agentes de investigação e agentes provocadores. Há bons livros sobre o assunto.
    Pode haver agentes “infiltrados” com a função de estudar a manifestação – para optimizar e direccionar os meios – e controlar pequenos grupos de criminosos disfarçados nos manifestantes, que estão ali com o intuito de iniciar tumultos? Pode. Obviamente que pode. Todas as polícias modernas e civilizadas o fazem. Isso evita eventuais cargas policiais desnecessárias. É preferível deter os criminosos que estão lá no meio que depois ter de se terminar bruscamente com a manifestação por forma impedir tumultos generalizados (que afinal de contas eram o desejo de muitos que agora criticam a polícia).

    Continue Renato. Não desista.

    • Caxineiro diz:

      Concordo consigo em quase tudo, mas esqueceu-se de uma outra verdade
      Tambem há infiltrados a mando do poder em muitas manifs cuja função é provocar incidentes que justifiquem a repressão policial. Para quê?—Para tentar desmobilizar as pessoas das inevitáveis próximas manifs que se avizinham. É muito mais fácil reprimir a violencia do que “aguentar” com uma possível onda cada vez maior de manifestantes (tambem há livros sobre estes métodos)

      A polícia sai muito mal do retrato se não assumir o que de fato se passou, porque uma certeza temos: o que realmente aconteceu não é aquilo que a polícia pretende passar como verdade. Toda a gente já viu isso
      Esta coisa de ter medo da polícia já não funciona muito bem : ou tenho respeito ou desprezo

  13. ACAB diz:

    O que esses manifestantes passaram uma vez passamos nós todos os fins de semana em cada estádio que vamos, os mesmos que aparecem nas fotos são as tais pessoas chamadas de “suppoters” e que tanta boa gente os defende, por uma vez passaram o que nós passamos constantemente, a diferença é que num caso a policia é prevaricadora é isto e aquilo no outro são uns heróis que só cumprem o seu dever…
    Em casa sem tesão … Na rua e nos estádios com o bastão !!!

    • Renato Teixeira diz:

      Lá chegará o tempo de ter manifestações todas as semanas mas olhe que o “uma vez” começa a ser redutor.

  14. Zé pela Liberdade diz:

    Pois bem, a democracia representativa é isto. Os nossos “queridos representantes” defendem o sistema da opressão, exploração e domínio de todas as formas possíveis, mesmo as mais violentas e cruéis. E não lhes faltam os esbirros de serviço. Pode-se falar de quase tudo, mas não se pode levar á prática quase nada, se meter em causa o sistema do salariato ou o sacrossanto estado e as suas tentaculares instituições.
    Não esquecer que a liberdade só se defende com mais liberdade, nunca com arame farpado, bófias ou cacetadas.
    Estas manifs. podem ser uma aprendizagem, assim queiramos.

  15. Pingback: AUSÊNCIA DE DÚVIDA PLAUSÍVEL! Provas cabais sobre a violência policial, os infiltrados e os PROVOCADORES, que já actuam no movimento, pelo menos, desde o dia 15 de Outubro. Com estas imagens, agora é Passos Coelho que tem a palavra. Demite ou demite

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