Afinal…

Acusamos o Primeiro-Ministro e o Governo de conduzirem uma política económica subjugada pela prioridade absoluta da moeda única que se traduz numa política de regressão social, de aumento do desemprego e na eliminação de direitos duramente conquistados pelos trabalhadores ao longo de muitas dezenas de anos.

Carlos Carvalhas, 19 de Março de 1997

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4 respostas a Afinal…

  1. Camarro diz:

    Muito oportuno este post! Vale a pena ler, na íntegra, a intervenção de CC na AR. Está lá tudo! E depois são os comunistas que são os profetas da desgraça, que estão sempre contra tudo, etc. O que se previa em 1997 é aquilo que nós vivemos hoje!

  2. Miguel diz:

    Psiuuuu não revelar a coerência do PCP porque isso é perigoso e depois lá têm que enviar a treta de que têm uma cassete.

  3. JgMenos diz:

    ‘…política económica subjugada pela prioridade absoluta da moeda única…’
    Traduzindo: a prioridade é por a comida na mesa!

  4. De diz:

    Em 1997.
    Repita-se…em 1997:
    “A moeda única vai entregar a condução da política monetária e cambial, da política fiscal e da política económica ao Banco Central Europeu, omnipotente e intocável, em cujas decisões executivas dominadas pelo eixo franco-alemão, Portugal não participa….
    A moeda única é um projecto ao serviço de um directório de grande potências e de consolidação do poder de grandes transnacionais na guerra com as transnacionais e as economias americanas e asiáticas, por uma nova divisão internacional do trabalho e pela partilha dos mercados mundiais.
    A moeda única é um projecto político que conduzirá a choques e a pressões a favor da construção de uma Europa federal, ao congelamento de salários, à liquidação de direitos, ao desmantelamento da segurança social e à desresponsabilização crescente das funções sociais do Estado…”
    Em 1997

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