Sempre que entro para almoçar ele já lá está. Sempre que saio, ele para lá fica. Fala alto, come muito e não olha ao preço como a maioria. Hoje passei fora de horas e lá estava ele ao balcão. Dizia com orgulho que amanhã irá trabalhar.
Sempre que entro para almoçar ele já lá está. Sempre que saio, ele para lá fica. Fala alto, come muito e não olha ao preço como a maioria. Hoje passei fora de horas e lá estava ele ao balcão. Dizia com orgulho que amanhã irá trabalhar.
Morte ao cabrão fura-greves!
Morte?
O tipo em questão é um escroque, mas não deixa de ser curioso que o que este comentário frisa é o facto de ser um fura-greves e não a total ausência de carácter…
O problema,ou melhor a ausência do problema reside aqui.
Fura-greves está de acordo com a total ausência de carácter.
São sinónimos e andam a par.Em muitas das situações concretas
Tiago,
Não é desta massa que se fazem os Relvas, Gaspares, Duartes Limas e afins???
Falam falam e…bolinir nicles.
Abraços
Caro Tiago:
Reproduziu em 3 linhas a boçalidade feita conivência.
Não sei se o sujeito em causa é obeso nem tal me interesssa.Mas adivinho-o rotundo e “gorduroso”.
E a “arrotar” em alemão
Um Grande Dia para amanhã
Referir-se-ia ao trabalho dos maxilares?
O Burguês
A gravata de fibra como corda
amarrada á camisa mal suada
um estômago senil que só engorda
arrotando riqueza acumulada
Uma espécie de polvo com açorda
de comida cem vezes mastigada
de cadeira de braços baixa e gorda
de cómoda com perna torneada
Um baú de tolice. Uma chatice
com sorriso passado a purpurina
e olhos de pargo olhando de revés.
Para dizer quem é basta o que disse
é uma besta humana que rumina
é um filho da puta é um burguês.
José Carlos Ary Dos Santos
( Retratos à la minuta )
Ora, o homem deve ser a cloaca de Lisboa.
eu também trabalho… infelizmente não tenho outra hipótese.
Eh pá, não será esse o trabalho dele?
meu deus!! que lugar comum. e se fosse magro, trabalhador, simpático, educado e culto, mudava alguma coisa? é preciso continuar a repetir preconceitos e apelar ao instinto e não ao pensamento? Afinal onde está o problema? E se fosse igualzinho e fizesse greve? porque também os há. são estes tiques de certa esquerda que me irritam e afastam,
O pior é que: “lá que os há,há”!
Que fazer então?
Mudar a realidade para o Luís não se afastar?
Ou o Luís deve começar a pensar pela sua própria cabecinha,ver o que está certo ou errado e fazer opções um pouco mais fundamentadas que não nestes estados de alma?