OLHA QUE GRANDE MEDALHA [o assunto do dia, pelos vistos]: entre uma lei que me permite reformar aos 40 anos (servindo o TC ” com uma folha A4 “, por exemplo), de um lado, e a Maçonaria ou Opus Dei de outro, eu escolheria sempre o primeiro lado ou termo

Sim, é esse o meu ponto de vista. Qual é o problema??

(NOTA: Uso aqui a imagem de um dos artistas que mais considero no século XX, para chamar a atenção para o que me parece ser uma imitação barata, de imagem, que não de “qualidades”. Aliás, sobre Warhol, já aqui deixei isto. E, no fundo no fundo, o que eu quero é que releiam Warhol, sempre, e deixem a outra senhora em paz!)
Este artigo foi publicado em cinco dias and tagged , , . Bookmark the permalink.

9 Responses to OLHA QUE GRANDE MEDALHA [o assunto do dia, pelos vistos]: entre uma lei que me permite reformar aos 40 anos (servindo o TC ” com uma folha A4 “, por exemplo), de um lado, e a Maçonaria ou Opus Dei de outro, eu escolheria sempre o primeiro lado ou termo

  1. tric diz:

    com o dinheiro dos Alemães eu até em metade de uma folha A4 !!! as nossas elites como não conseguem salvar Portugal e metem-se a fazer exercicios ficcionários de como salvar o mundo…palhaçada total !!! reforma aos 40 anos lol temos uma reformada na Presidência da Assembleia da Republica…de 40 anos!!! Assembleia da Republica da treta e da mama…

    • Carlos Vidal diz:

      É que a senhora acha que é fácil encontrar uma folha A4 !!
      Eu estou à secretária, trabalhando, procuro uma folha A4 e nada !!
      Não encontro… Porra !!
      Vou ter que ir ali ao grande oriente….

  2. Motherfucker diz:

    É só para avisar que o fantasma de Valerie Solanas voltará, para re-assassinar o já falecido cadáver de Andy Wardólares. Paz à sua alma.

    • Carlos Vidal diz:

      Gosto dessa ideia e desse termo, “War-dólares”.
      De facto Warhol era não propriamente (ainda não estou certo) um “entrista”, mas era um insider subtil, ambivalente. Um católico (vinha-lhe daí a famosa ambivalência) que via o vazio à sua volta como poucos mais viram.
      Tento explicar isso no texto para que remete este post.

  3. Pingback: Nem de quatro quanto mais de A4 |

  4. a anarca diz:

    Estive na capela 🙂
    Não ia munida com cash
    mas fiquei com vontade de ler o livro…
    A assistência era digna de um Caravaggio
    Muito Obrigada

    • Carlos Vidal diz:

      Ainda bem que foi à Capela da FBAUL. Ouvir os meus colegas Vitor Serrão e António Bracinha Vieira.
      Quanto ao livro, podia ter falado comigo, que tudo se resolveria no local.
      Abraço anticapitalista.
      CV

      • De diz:

        Pois eu infelizmente não tive esse privilégio,já que o horário laboral mo impediu.
        E tive sinceramente pena.
        Gosto de pintura e muito.
        Com o meu pai aprendi esse gosto e lembro-me de passear pelo Louvre com 11 anos,quando …. Lembro-me de ter lido uma obra que me impressionou, a Paleta e o Mundo do Mário Dionísio.

        Tenho procurado manter tal gosto.Também o “visível,o invisível,o visual”…(o “invisual” é-me sobremaneira mais difícil)
        Aprendo também consigo caro Prof.
        Mas aí não faço comentários.A palavra é para quem sabe o que diz e como o diz
        (este post é apenas a excepção,levado pelas palavras de “a anarca”)

        Um Obrigado também e também pelos seus trabalhos

        • Carlos Vidal diz:

          “A Paleta e o Mundo” é um grande livro. Ainda bem que a obra de Mário Dionísio está a ser reeditada.

          Um abraço, meu caro De, com fraternidade política em tempo de luta que se quer dura.
          CV

Os comentários estão fechados.