Israelocausto Palestiniano

Nos anos trinta e quarenta, ao longo do III Reich, Hitler redefiniu a barbárie. Nada anterior lhe faz sombra, nem mesmo nos tempos sombrios da escravatura. A aliança entre o apartheid racial e o apartheid social foi na verdade uma inovação que não encontra paralelo nem nas cruzadas sobre os árabes, nem no colonialismo africano. Lamentavelmente, muitos lhes tentaram seguir os passos. Há pouco mais que cinquenta anos, Rosa Parks desafiava o apartheid norte-americano e com Martin Luther King sentavam-se nos autocarros destinados aos brancos. Ao longo da segunda metade do século, a África do Sul viveu sob um regime político aceite pela ordem mundial com base nos mesmos preconceitos. Com mais ou menos expressão e mesmo em contraste com as limpezas associadas a questões políticas, ninguém se aproximou mais da Alemanha Nazi do que o enclave racista de Israel. A ironia histórica é hedionda. As principais vítimas do holocausto estão prontas para superar o mestre. Quem manda no IV Reich é Washington, mas o seu exército de reserva está estacionado entre os lamentos do muro de Jerusalém e o colonato de Tel Aviv. Aos palestinianos resta-lhes olhar para o que fez a resistência e despachar o mais rapidamente possível o regime sionista para o cemitério onde jazem as maiores bestas que a humanidade pariu e para onde a Europa anti-fascista enviou cada um dos carrascos que atormentaram o século XX. O pesadelo ainda não acabou.

“Um pouco à semelhança dos eventos ocorridos durante a luta pelos direitos civis nos EUA, nos anos 60, activistas palestinianos tentaram frequentar um autocarro apenas para judeus. Adivinhem o que aconteceu.”
Reportagem da Press TV, via Tiago Silva, dos Sentidos Distintos.
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172 respostas a Israelocausto Palestiniano

  1. Sérgio Pinto diz:

    Renato,

    Os crimes perpetrados pelo governo de Israel devem merecer condenação sem reserva. Mas dizer que é o país que mais se aproximou da Alemanha nazi é um excesso sem cabimento – nem é preciso ir muito longe, basta olhar para o Sudão, desde há vários anos, ou para o Ruanda em 1994. Felizmente, o mundo, apesar da enorme complacência com Israel, ainda vai estando mais atento ao que se passa na Palestina do que em diversos outros lugares – e, como dizes, a barbárie nazi não tem paralelo.

    • Renato Teixeira diz:

      Não devia, nessa sua análise, deixar de olhar para o calandário. O israelocausto já ultrapassou todas as barreiras, inclusivé a geracional.

      • Sérgio Pinto diz:

        Renato,

        A banalização/menorização do que de mais bárbaro houve na história moderna europeia (e mundial) não me parece muito aconselhável. O facto de o governo israelita cometer rotineiramente crimes de guerra e a inaceitável imposição de condições de vida extremamente difíceis a um povo sob ocupação deve ser denunciada e combatida, sim – mas isso não implica a hiperbolização do que efectivamente acontece nem a menorização de outros episódios. Portanto, Renato, é evidente que não “foram ultrapassadas todas as barreiras” – e admitir isto em nada diminui a justeza (e a força) da oposição a um governo execrável de direita/extrema-direita, bem pelo contrário.

  2. Pedro Lérias diz:

    Quem escreve isto só pode ser profundamente ignorante. Há coisas com que não se brinca.

    A população palestiniana, apesar do Israelocausto, nunca parou de crescer. Diga-se o que se disser, há muitos mais palestinianos hoje do que havia quando Israel foi criada.

    Quer comparar isso com a aniquilação de mais de 90% dos judeus europeus durante o Holocausto?

    Você é um imbecil.

    • Renato Teixeira diz:

      A população palestiniana é a que enfrenta a mais longa ditadura da história moderna. Quer-me parecer que dificilmente haverá maior imbecilidade que esta.

    • De diz:

      “A Imbecibilidade”
      Entre setecentos a novecentos mil palestinianos do que se tornou o território de Israel, isto é, a esmagadora maioria da sua população autóctone, encontraram-se na situação de refugiados. Uns fugiram de suas casas aterrorizados ao aproximarem-se as forças judaicas. O pânico que se abateu sobre a população palestiniana foi criado em boa parte pelos massacres cometidos pelas forças judaicas em vários pontos do país. O mais conhecido é o de Der Yassin, que era então uma aldeia na vizinhança de Jerusalém. As suas terras estão hoje ocupadas por Giveat Chaul, um bairro da cidade. A 9 de Abril de 1948, um comando do Irgun e do Stern entrou em Der Yassin e massacrou mais de cem pessoas, homens, mulheres e crianças. A notícia desse massacre provocou a fuga de cerca de 100.000 pessoas da região de Jerusalém. Outros palestinianos foram expulsos à força. Entre os vários casos conhecidos, os de maiores proporções tiveram lugar em Lida (a actual cidade de Lod) e Ramlé. Uma escaramuça com tropas árabes ocorrida no dia 12 de Julho de 1948 serviu de pretexto ao exército de Israel para uma violenta repressão que custou a vida a 250 pessoas, algumas das quais eram prisioneiros desarmados, assim como para a expulsão de cerca de 70.000 pessoas, algumas das quais já eram refugiadas. A ordem de expulsão foi dada pelo próprio Primeiro-Ministro, David ben Gurion. Os seus executores foram Igal Alon e Isaac Rabin. A Galileia foi a região do território de Israel onde ficaram mais palestinianos. As zonas de maior densidade populacional palestiniana ficaram sob administração militar até 8 de Dezembro de 1966.
      A 11 de Dezembro de 1948 a ONU aprovou a resolução 194 que reconhece aos refugiados palestinianos o direito de regressarem aos seus lares ou de serem indemnizados, se assim o preferirem. Apesar de o preâmbulo da resolução que o admitiu na ONU mencionar explicitamente a aplicação desta resolução, Israel recusou-se e continua a recusar-se a aplicá-la. Apressando-se a arrasar as aldeias palestinianas que tinham sido esvaziadas dos seus habitantes (o número habitualmente avançado é de cerca de 500 localidades) e distribuindo as suas terras aos imigrantes judeus, Israel tornou impossível o regresso de uma boa parte dos refugiados aos seus lares. A esmagadora maioria dos refugiados amontoou-se em acampamentos na Faixa de Gaza, na Cisjordânia, na Jordânia, na Síria e no Líbano. No dia 1 de Maio de 1950 a ONU criou a UNRWA, a agência internacional que se ocupa deles.
      Israel recusa-se a aplicar a Resolução 194. Aprovada pela Assembleia Geral da ONU a 11 de Dezembro de 1948 e reafirmada todos os anos, essa resolução reconhece aos refugiados o direito de regressarem aos seus lares ou de serem indemnizados, se assim o preferirem. Israel nega-se até a reconhecer a sua responsabilidade moral e legal pela existência dos refugiados. Durante décadas «legitimou» essa recusa dizendo que os palestinianos abandonaram as suas casas por ordem dos países/exércitos árabes, que lhes teriam prometido o regresso dentro de pouco tempo. Ora, os estudos dos chamados «novos historiadores» israelenses da última década confirmaram o que os historiadores palestinianos sempre disseram e os bons conhecedores da questão sabiam há muito, para não falar das vítimas: Essa versão da origem do problema dos refugiados palestinianos é uma invenção da propaganda israelense. Por isso, Israel funda agora abertamente a recusa do regresso dos refugiados no que é, e sempre foi, a verdadeira razão: O regresso dos refugiados mudaria a composição étnica de Israel, que se «arriscaria» a deixar de ser um estado maioritariamente judaico. Ora, foi precisamente para evitar esse «perigo» que Israel expulsou muitos dos refugiados de suas casas.

      Os refugiados palestinianos são, de facto, muito numerosos. A 30 de Junho de 1999, a UNRWA recenseava 3.600.000. Não entram nesse número os que se tornaram refugiados em 1967 (mais de 50.000) e os seus descendentes. Sabe-se que existem mais umas centenas de milhar de palestinianos que foram deslocados e não constam nas listas da UNRWA”

      «São necessárias acções cruéis e poderosas. Se conhecermos a família devemos golpeá-la sem piedade, mulheres e filhos incluídos. De outro modo, a reacção será insuficiente. Não é necessário distinguir entre culpados e inocentes»
      Ben Gurion,
      fundador do Estado de Israel, sobre a questão árabe

      • De diz:

        Todo o texto,com excepção da citação de Ben Gurion, é retirado de
        “A PALESTINA
        Dados históricos para a compreensão da situação actual e algumas reflexões”
        Comissão Justiça e Paz – CNIR/FNIRF !!!

  3. Ricardo Guerra diz:

    Mas que grande visionário, ó Renatinho! Impedimento de frequentar autocarros, câmaras de gás e crematórios, é que está tudo relacionado. Só te esqueceste de referir também as deportações em massa de nações inteiras pelos soviéticos, os gulags, ou ainda os campos de concentração da Coreia do Norte. Pormenores.

    • De diz:

      Sinceramente não sei quanta pachorra será precisa para aturar estas coisas que usam diminutivos para visarem os seus interlocutores.

      Saliente-se que este Ricardo Guerra verifica que há uma conexão entre o apartheid israelita,as câmaras de gás e os crematórios,como se de facto,como se diz no texto do Renato,houvesse um aprendizado entre as vítimas do holocausto e os seus torcionários nazis
      ( e já agora que título excelente este…”Israelocausto Palestiniano”)

      Quanto à necessidade de se convocarem os gulags e a Coreia do Norte,sublinho,sem com isto amnistiar à partida ninguém, o facto relevante que já nem há coragem para defender o indefensável.Há que recorrer ao “património histórico”do século passado para tentar esconder a vergonha e o opróbrio.
      “O pesadelo ainda não acabou”….
      …e ele(s) sabe(m)-(n)o

  4. Esta tasca tem mais informação multimédia, para quem estiver interessado: http://chroniquespalestine.blogspot.com/

  5. ansomilo diz:

    Não serão todos os israelitas que usam a barbárie contra os Palestinianos, tal bestialidade é protagonizada pelos governos facistas, cujo exército, polícia e mossad executam as mais crueis atrocidades e tem como protector, quiçá mentor, o seu amigo americano que hipócrita e cobardemente vem protelando uma solução que não quer seja resolvida nunca.

  6. Pedro Lérias diz:

    Afinal o imbecil não é só um.

    Vocês querem verdadeiramente comparar as atrocidades cometidas contra os palestinianos (100 mortos aqui, 250 ali, milhões de refugiados) com as atrocidades cometidas pelos nazis à população judaica (milhões de mortos, 90% da população)?

    O sofrimento da população palestiniana é real mas não tem NADA a ver com o holocausto.

    N-A-D-A.

    Opinões como a vossa tornam impossível lutar por um futuro justo para os palestinianos. São infantis e estupidificantes.

    • Renato Teixeira diz:

      “100 aqui, 250 ali”. Você é uma besta.

      • An Lage diz:

        E não é só a quantidade. O nazismo matou os judeus deliberadamente por serem judeus com o fim de exterminá-los, sem qualquer objectivo económico ou militar. Na Palestina não existe nenhuma campanha que vise exterminar os palestinianos. Com esquerdistas assim não precisamos de extrema-direita.

        • Renato Teixeira diz:

          Nem isto: “O nazismo matou os judeus deliberadamente por serem judeus com o fim de exterminá-los, sem qualquer objectivo económico ou militar” nem isto “Na Palestina não existe nenhuma campanha que vise exterminar os palestinianos” tem um pingo de verdade.

  7. Pedro Lérias diz:

    Se vocês chamam Israelocausto Palestiniano à situação actual, o que chamariam se de facto Israel tivesse morto de forma sistemática toda a poplulação palestiniana?

    Se em vez de milhares de mortos e um população crescente, houvessem milhões de mortos e nenhuma população? Porque a população judaica da maior parte dos países europeus simplesmente desapareceu em 99%.

    Ou seja, para vocês o estado actual ou Israel matar 3 milhões de palestinianos seria a mesma coisa? Porque se Israel já tem fama, mais vale ter o proveito. É isso que querem?

    • Renato Teixeira diz:

      Porque a partir de certos números, métodos moral e principios, a barbárie é a mesma.

    • De diz:

      Há algo de repugnante neste palavreado todo.
      De propósito citei fontes independentes.
      Ao que parece os números e os dados não são entusiasmantes para este personagem.
      Quer mais “sumo”?

      Pausa apenas para me lembrar das bombas de fósforo utilizadas pelo estado-pária de Israel
      para me lembrar dos assassinatos cometidos em nome do estado, em território estrangeiro,ameaçando directamente pessoas de países aliados e fazendo honra aos métodos assassinos da gestapo
      para me recordar os assassínios em águas internacionais cometidos pela vontade da escória

      basta

  8. An Lage diz:

    Sem comentários… esta gente perdeu toda a decência.

  9. De forma a evitar a polarização da discussão: se por “holocausto” (eu prefiro usar o termo “genocídio”, pois “holocausto” implica um sacrifício no sentido religioso da coisa e escuso entrar por terreno tão pantanoso) definirmos toda uma máquina industrial montada para o extermínio, da qual o corolário simbólico máximo é o campo de Auschwitz, então, não, não existe um “holocausto” em Israel. Agora, existe, um genocídio, mesmo que não haja uma industria especializada no extermínio de civis, como havia na Alemanha nazi.

    Advirto, desde já, que me recuso a entrar em contas de mercearia macabras, mas tem havido uma política sistemática, desde 1948, de agressão planeada sobre o povo palestiniano, com o simples intuito de o expulsar da sua terra, de forma a permitir a ocupação israelita. Nesse processo de agressão, foram aplicadas várias metodologias, entre as quais o massacre de populações inteiras, o que, a longo prazo, nos permite definir o que se passa na Palestina como um genocídio, mais ou menos premeditado, depende das circunstâncias. Também não gosto de traçar uma linha de continuidade absoluta entre o nazismo e o sionismo, mas o facto de não haver uma indústria do genocídio em Israel, como havia na Alemanha, não nos permite fechar os olhos à existência de um massacre continuado na Palestina, ao longo de mais de 60 anos.

    Ademais, que o nacional-socialismo e o sionismo nasceram no mesmo berço ideológico etno-nacionalista, disso não há dúvida. Há inúmeros estudos sobre isso, é uma questão de pesquisar um pouco sobre o assunto, em vez de nos insultarmos e repetirmos inúmeros lugares-comuns sobre o tema.

  10. An Lage diz:

    Outra coisa, Press TV, órgão de propaganda da República Islâmica do Irão.

  11. Então, esta reportagem, bem como todos os outros vídeos e testemunhos que andam a circular pela net são montagens feitas sob os auspícios do Irão, correcto? Aliás, eu e o Renato estamos na lista de assalariados do Ahmadinejad, não? Opá, haja paciência…

  12. Pedro Lérias diz:

    A repressão do povo palestiniano tem equivalência, infelizmente, em muitas ocupações. Na China há vários processos semelhantes, em África, nas Américas. No Cáucaso.

    É uma repressão real, sujada por opiniões como as destas criaturas ignóbeis (só falta o Vidal vir justificar este post de génese anti-semita de quem se pressionado bem pressionado até acha que os judeus tiveram o que mereciam, é ou não é?).

    O que se passa nos territórios ocupados é trágico, mas vocês conseguem tornar tudo uma anedota.

    O que se passa na Palestina não é genocídio. É terrível, mas não é genocídio.

    Infelizmente vocês estão se pouco borrifando para se o problema alguma vez se resolve. Apenas querem marcar ‘pontos’.

    Anti-semitismo é o elefante dentro da loja de cristais. Vocês gostavam é que os palestinianos conseguissem varrer todos aqueles judeus de nariz torto para o mar morto de uma vez, era ou não era? Digam lá se não era?

    Paz, vocês não querem paz, vocês querem ter razão.

    • Renato Teixeira diz:

      O que é que sendo terrível não é um genocídio? Assassinato em massa? Colonialismo? Diga-nos lá o que é que se passa então na Palestina.

    • De diz:

      “A origem do sionismo, a origem do Estado de Israel. O sionismo tem sido apresentado como o legado moral do holocausto, das vítimas do holocausto. O movimento sionista tem como que se “alimentado” da mortandade coletiva dos 6 milhões de vítimas da exterminação nazista na Europa. Esta é uma terrível e selvagem ironia. A verdade é bem o oposto disso. A liderança sionista colaborou com os piores perseguidores dos judeus durante o século XIX e o século XX, incluindo os nazistas.
      Quando alguém tenta explicar isso para as pessoas, elas geralmente ficam chocadas, e perguntam: o que poderia motivar tal colaboração? Os judeus foram perseguidos e oprimidos por séculos na Europa e, como todo povo oprimido, foram empurrados, impelidos a desafiar o establishment, o statu quo. Os judeus eram críticos, eram dissidentes. Eles foram impelidos a questionar a ordem que os perseguia. Então, o melhor das mentes da inteligência judia foi impelido para movimentos que lutavam por mudanças sociais, ameaçando os governos estabelecidos. Os sionistas exploraram esse fato a ponto de dizer para vários governos reacionários que o movimento sionista iria ajudá-los a remover esses judeus de seus países. O movimento sionista fez o mesmo apelo ao Kaiser na Alemanha, obtendo dele dinheiro e armas. Eles se reivindicavam como a melhor garantia dos interesses imperialistas no Oriente Médio, inclusive para os fascistas e os nazistas.
      Como se deu essa colaboração dos sionistas com os nazistas? Em 1941, o partido político de Itzhak Shamir (conhecido hoje como Likud) concluiu um pacto militar com o 3º Reich alemão. O acordo consistia em lutar ao lado dos nazistas e fundar um Estado autoritário colonial, sob a direção do 3º Reich. Outro aspecto da colaboração entre os sionistas e governos e Estados perseguidores dos judeus é o fato de o movimento sionista ter lutado ativamente para mudar as leis de imigração nos EUA, na Inglaterra e em outros países, tornando mais difícil a emigração de judeus perseguidos na Europa para esses países. Os sionistas sabiam que, podendo, os judeus perseguidos na Europa tentariam emigrar para os EUA, para a Grã- Bretanha, para o Canadá. Eles não eram sionistas, não tinham interesse em emigrar para uma terra remota como a Palestina. Em 1944, o movimento sionista refez um novo acordo com Adolf Eichmann. David Ben Gurion, do movimento sionista, mandou um enviado, de nome Rudolph Kastner, para se encontrar com Eichmann na Hungria e concluir um acordo pelo qual os sionistas concordaram em manter silêncio sobre os planos de exterminação de 800 mil judeus húngaros e mesmo evitar resistências, em troca de ter 600 líderes sionistas libertados do controle nazista e enviados para a Palestina. Portanto, o mito de que o sionismo e o Estado de Israel são o legado moral do holocausto tem um particular aspecto irônico, porque o que o movimento sionista fez quando os judeus na Europa tinham a sua existência ameaçada foi fazer acordos, e colaborar com os nazis”

      Quem o diz,sem papas na língua é Ralph Schoenman.Este foi diretor-executivo da Fundação pela Paz Bertrand Russell, papel através do qual conduziu negociações com inúmeros chefes de Estado. Com o seu trabalho assegurou a libertação de prisioneiros políticos em muitos países e fundou o Tribunal Internacional dos Crimes de Guerra dos Estados Unidos na Indochina, organização da qual foi secretário-geral. Fundou o Comitê dos 100, que organizou a desobediência civil massiva contra as armas nucleares e as bases americanas na Grã-Bretanha. Foi também fundador e diretor da Campanha de Solidariedade ao Vietnã e diretor do Comitê “Quem Matou Kennedy?” Tem sido líder do Comitê por Liberdade Artística e Intelectual no Irã e co-diretor do Comitê em Defesa dos Povos Palestino e Libanês e do Movimento de Solidariedade de Trabalhadores e Artistas Americanos. Atualmente é diretor executivo da Campanha Palestina, que clama pelo fim de toda ajuda a Israel e por uma Palestina laica e democrática.

    • De diz:

      “Vocês não querem paz? Vocês querem ter razão?”

      Mas desde quando é que este Lérias se permite tirar conclusões deste teor?
      Mas este Lérias está a brincar ou está convencido que pode dizer todas as barbaridades que quiser sem se lhe atirar à cara as enormidades do que diz?
      Mas desde quando é que é admissível tirar conclusões deste calibre,esquecendo que a razão é uma arma tão forte que ela própria é que serve de farol para a luta pela paz e pela dignidade humana e dos povos?
      E que a paz só se funda precisamente no respeito por todos e na igualdade das nações e dos seus habitantes?
      Mas com que direito Lérias parte para as “citadas conclusões” esquecendo o que está em discussão?
      Mas quem autorizou Lérias a partir do pressuposto que se queria que os tais de “nariz torto” fossem expulsos até ao mar?
      Mas que termos mais “racistas” estes.”Nariz torto”?Pensará que assim consegue os seus objectivos ínvios?
      Mas quem questionou o direito à existência do estado de Israel?
      Questionou-se isso sim a barbárie do estado-pária de Israel,o silenciamento cúmplice e mantido ao longo de dezenas de anos por parte dos poderes ocidentais instituídos,a propaganda sionista que se espalha como fogo nos media,a compra de consciências e de vontades por parte do lobby sionista.
      E a tentativa de genocídio do povo palestiniano

      Lérias pode perfilhar as ideias que quiser e ser seu arauto desde que respeite algumas limitações que aqui não vale a pena mencionar,já que não é o caso vertente.Não pode é colocar na boca de outros,o que estes não disseram.Porque aí temos o caldo entornado
      E não vale a pena ir por aí

  13. De diz:

    Vamos a factos?

    A limpeza étnica da Palestina:
    http://video.google.com/videoplay?docid=7393572071611328722&hl=pt-BR
    segundo um historiador israelita, professor with the College of Social Sciences and International Studies at the University of Exeter in the UK, director of the university’s European Centre for Palestine Studies, co-director of the Exeter Centre for Ethno-Political Studies

  14. Bem, não sei se me incluo no “vocês” das lérias do Pedro, mas já vi que não dá para ter uma discussão calma e ponderada. De qualquer forma, permitam-me dizer que não me podia ralar menos acerca da categorização que o Lérias dá à situação na Palestina. Importa-me muito mais a resolução da mesma.

  15. Oliveira diz:

    “Um pouco à semelhança dos eventos ocorridos durante a luta pelos direitos civis nos EUA, nos anos 60, activistas palestinianos tentaram frequentar um autocarro apenas para judeus. Adivinhem o que aconteceu.”
    É mentira e o próprio vídeo o demonstra.
    Seja como for, não há autocarros de serviço público em Israel segregados e muito menos em função da religião.

    • Renato Teixeira diz:

      O video demontra?!?

    • De diz:

      “A propaganda sionista, desde o início da formação do Estado de Israel, tem insistido em caracterizar Israel como um Estado democrático no estilo ocidental, cercado por países árabes feudais, atrasados e autoritários. Apresentam então Israel como um bastião dos direitos democráticos no Oriente Médio. Nada poderia estar mais longe da verdade.
      Entre a divisão da Palestina e a formação do Estado de Israel, num período de seis meses, brigadas armadas israelenses ocuparam 75% da terra palestina e expulsaram mais de 800 mil palestinos, de um total de 950 mil. Eles os expulsaram através de sucessivos massacres. Várias cidades foram arrasadas, forçando assim a população palestina a refugiar-se nos países vizinhos, em campos de concentração e de refugiados. Naquele tempo, no período da formação do Estado de Israel, havia 475 cidades e vilas palestinas, que caíram sob o controle israelita. Dessas 475 cidades e vilas, 385 foram simplesmente arrasadas, deixadas em escombros, no chão, apagadas do mapa. Nas 90 cidades e vilas remanescentes, os judeus confiscaram toda a terra, sem nenhuma indenização. Hoje, o Estado de Israel e seus organismos governamentais, tais como o da Organização da Terra, controlam cerca de 95% da terra palestina.
      Pela legislação existente em Israel, é necessário provar, por critérios religiosos ortodoxos judeus, a ascendência judaica por linhagem materna até a quarta geração, para poder possuir terra, trabalhar na terra ou mesmo sublocar terra. Como eu digo sempre, nas palestras em que apresento meus pontos de vista, em qualquer país do mundo (seja Brasil, EUA, onde for), se fosse necessário preencher requisitos parecidos com esses, ninguém duvidaria do caráter racista de tal Estado; seria notória a existência de um regime fascista.
      A Suprema Corte em Israel tem ratificado que Israel é o Estado do povo judeu e que, para participar da vida política israelense, organizar um partido político, por exemplo, ou ter uma organização política, ou mesmo um clube público, é necessário afirmar que se aceita o caráter exclusivamente judeu do Estado de Israel. É um Estado colonial racista, no qual os direitos são limitados à população colonizadora, na base de critérios raciais.” Ralph Schoenman

      • Oliveira diz:

        Ralph Schoenman?
        Este Ralph Schoenman??
        http://www.kenrahn.com/jfk/the_critics/Russell/Private_memorandum_of_Russell.html
        Ou este Ralph Schoenman??
        http://www.wernercohn.com/ralph_schoenman.html
        Ele há imbecis manipuladores em todo o lado e depois há De(stes)…
        Só uma pequena achega para uma das inverdades (aldrabices) papagueadas acima: http://bpiw.net/fr/information-regional/guides-de-investisseur/details-du-guide/default.aspx?country=97&guide=08659a0e-c2ce-4698-b0aa-e4f0846ed767
        Claro que há idiotas para acreditar em tudo e fechar os olhos às realidades, pelo que não vejo que o mínimo de pesquisa sirva para limpar as teias de aranha de peralvilhos De(stes), que macaqueiam textos de outros como se fossem argumentos escritos na pedra, sem se darem ao trabalho de verificar o mínimo de rigor, o mínimo de adesão à realidade.
        Enfim, o Reino dos Céus é dos simples…
        Renato: veja o vídeo e verá que o autocarro não é reservado a pessoas de uma confissão religiosa, como escreveu. Por distração ou por manipulação?

        • De diz:

          Oliveira exorbita.E avança para o quê?
          Insulto?Ou algo mais?

          Sabe-se que quando não se gosta da mensagem alguns atiram sobre o mensageiro.Ora aqui o mensageiro é duplo.É o próprio Ralph Schoenman e sou eu, que o trago aqui.

          Sejamos claros.Imbecil manipulador ou idiota são “roupagens” a que não adiro.Nem a de peralvilho.
          Portanto para que Oliveira fique sossegado mais o seu papaguear em prol das suas particulares colecções de “impropérios”….relembremos que o idiota imbecil travestido de manipulador qual peralvilho tosco é provavelmente o próprio Oliveira.
          Serve para início e fim da discussão?
          Engoliu o seu próprio papaguear?

          Posto isto entendo que as palavras de Ralph Schoenman incomodem este Oliveira.Para as refutar vai chamar para o debate …Bertrand Russell,que entrou em polémica e em choque com Ralph Schoenman em finais dos anos 60 do século passado.
          O que resta daqui?
          Que após a polémica com Russell e a sua zanga com este,aquele deixará de ter razão quando critica e forma directa o estado..eu repito…o estado-pária de Israel e o seu carácter racista?
          Ora bem.Não colhe.Polémicas e zangas há muitas.E Russell não tem ainda as suas teses como se fossem argumentos escritos na pedra…
          serviu para o que pretende ocultar “macaqueios” alheios?

          Mas Oliveira vai mais longe.Oliveira tem depois a lata de citar um pulha..eu torno a repetir..um pulha chamado Werner Conh.Quem é este pulha?
          Só um fulano que servindo fielmente o sionismo e os seus verdugos expele baba e ódio por tudo o que critique o sionismo e o estado-pária de Israel.O pequeno fascistóide trabalha há muito ao serviço dos seus mestres e vai tão longe na sua rábula que acusa Noam Chomsky de ser …neo-nazi.O fundamentalismo em prol do sionismo dá nisto…
          Os estercos são desta ordem.Que Oliveira os vá buscar é um problema dele.Mas a sua denúncia é uma questão de higiene.

          A ele,que parece que não é simples embora ambicione o reino dos Céus,resta-lhe vestir o tal palavreado com que mimoseia outros.
          Outra adjectivação para este Oliveira será inútil,por modesta e eufemística

          • Oliveira diz:

            O Cohn não serve, é fascista.
            O Schoenman, cujas manipulações e inverdades já foram apontadas pelo seu próprio patrono, para além de outros, já escreve na pedra.
            De(stes) idiotas úteis, infelizmente, ainda há muitos.

        • De diz:

          Ainda sobre a posse da terra em Israel e tentando utilizar só fontes tidas por independentes.
          Que tal a própria Wikipedia?
          (deixemos o Guia de Propriedades” para o que tem como mister a defesa da propriedade e as negociatas de compra e venda):
          “93% de toda a terra dentro da demarcação da Linha Verde não é propriedade privada e é gerenciada como um bem público pelo Governo de Israel..[23] Aproximadamente 80% do total de terra do país é pertencente ao Governo Israelita, e entre 11 e 14% é de propriedade privada do Fundo Nacional Judaico (FNJ), 13% de acordo com o Há’aretz)..[24][25] Sob a Lei de Status da Agência Judaica de 1952 e a convenção de 1954 entre o Estado de Israel e a Agência Judaica, a tarefa da administração das terras do estado foi entregue ao FNJ, que expõe isso expressamente em seu website: “o Fundo Nacional Judaico é o mantenedor das terras de Israel, em favor de seus donos — o povo judeu espalhado pelo mundo” [26] Em 1960, o Knesset adotou a medida denominada “Lei Básica: Terras de Israel”, que formalizou esse acordo. Ao propor a lei no Knesset, o Ministro das Relações Religiosas Zerah Warhaftig explicou como o nome indica a propriedade judaica da terra: “Nós demos a essa lei o nome ‘Lei Básica: Terras de Israel’ (…) Nós queremos deixar claro que a terra de Israel pertence ao povo de Israel. O termo ‘povo de Israel’ é um conceito muito mais abrangente do que ‘pessoas residentes em Sião’, porque o povo de Israel vive espalhado por todo o mundo”. Pela lei de Israel, tanto as terras administradas pelo Estado quanto as terras administradas pelo FNJ não podem ser vendidas, e são arrendadas sob a administração do Estado.
          Chris McGreal diz que como um resultado do controle governamental sobre a terra em Israel, a vasta maioria das terras em Israel não está disponível para não-judeus”

          Basta pesquisar e encontra-se para aí os mais bárbaros dislates sobre a “terra prometida”.
          A questão foi e é tão chocante para o presente que os sionistas foram obrigados a tentar dourar a pílula.
          Alguns sionistas nos serviços de propaganda dizem que na prática as coisas não são “tão assim”.
          Na prática….?Curioso.Na prática ainda são piores do que o que está plasmado na lei de israel fruto do fundamentalismo religioso.
          Vamos então ouvir o que se passa in loco

          • Oliveira diz:

            Claro que a Wikipedia é muito melhor!
            Só riso!…

          • De diz:

            Riso?
            É isso mesmo

            Entre a Wikipedia e Schoenman esboça-se o “riso ” de Oliveira.
            Oliveira?
            Não reparou que há muitas outras fontes?
            Oliveira?
            Não reparou que esse seu riso mais parece um esgar algo forçado e patético?

          • Oliveira diz:

            Sim, é bem melhor encontrar os argumentos no Wikipedia, fiáveis como a carta do Mandela para o Friedman, né Dezinho…
            Bolse lá mais umas falsidades e insultes, ande, homem, anda muito caladinho…

          • De diz:

            Né Oliveira
            Bolse lá mais.

          • Oliveira diz:

            LOLOLOLOLOL
            Já não quer falar da carta do Mandel para o Friedman, já não se põe de pé, em sentido para a ler??
            Que asno charlatão…

          • De diz:

            “Asno charlatão”

            Isto vindo de um sionista que ama o sionismo e que celebra as mortes causadas pelo sionismo?

            “You must stop the massacres. They are obscene. I have an officer in the camp counting the bodies. You ought to be ashamed. The situation is rotten and terrible. They are killing children. You are in absolute control of the area, and therefore responsible for the area.”
            (Morris Draper, September 1982)

          • Oliveira diz:

            LOLOLOLOLOLOLOLOLOL
            Mais um tiro no pé… continue com essas citações Dezinho…
            Que ignorante, senhores…
            LOLOLOLOLOLOLOLOLOL

          • De diz:

            Eu sei que não gosta.
            Mas elas são exemplares para percebermos o quão odiento é o sionismo.
            E a “qualidade” dos borra-botas que os apoiam
            (mas por favor,acalme-se com essas manifestações …histéricas?)

            “”My opinion of Christian Zionists? They’re scum, but don’t tell them that. We need all the useful idiots we can get right now.” ~ Bibi Netanyahu”

          • Oliveira diz:

            Sim, não lhe bastam as botas borradas com as duas citações falsas do Mandela e do Hechter e agora vem-se enfiar até ao pescoço com a do Netanyahu…
            Que coisinha ridícula!
            Tanto ódio que distila, para o cegar ao ponto de não ver a figurinha ridícula que faz, com o copy paste de citações falsas que colhe nos sites anti-semitas favoritos…
            Get a life!

          • De diz:

            Adeus nazi sionista
            sorry
            mais uma vez desmascarado

          • Oliveira diz:

            É verdade, mais uma vez desmascarado o aldrabão que anda a passar citações falsas como verdadeiras, né, Dezinho?
            Sorry, De, a verdade acima de tudo e os aldrabões como o De devem ser sempre desmascarados!
            🙂

          • De diz:

            O slogan vazio.
            Ou a vacuidade do vácuo argumentativo

  16. De diz:

    Temos portanto denunciado o carácter terrorista do estado-pária de Israel.
    Temos denunciado o carácter racista do mesmo estado…

    Este Oliveira traz ao debate um”Guia do Investidor” como prova da sua negação dos factos?
    O Guia do investidor é de facto o ideal.
    Há coisas assim..não se enxergam

    Vamos então citar um estudo sério,não relacionado com a venda e compra de propriedades ou dos seus guias para atrair investimentos.
    http://www.vho.org/aaargh/fran/livres10/Palest.port.pdf
    A questão da Palestina e a fundação de Israel…

    Um estudo independente.Que demonstra a “qualidade” dos crimes cometidos pelos sionistas,as cumplicidades com os criminosos,o dinheiro e os lobbies empenhados na propaganda e na mistificação de toda a questão israelo-palestiniana…e que o faz duma forma terrível pela realidade do exposto
    A este estudo voltaremos.

    • Oliveira diz:

      O guia do investidor, não motivado politicamente não serv, uma dissertação de mestrado já traz a voz doirada da verdade!
      Está a gozar?!
      Como é que este imbecil se consegue ver ao espelho?!

      • De diz:

        Um sionista malcriado não deixa de ser.
        Nem sionista.
        Nem malcriado
        Valeu?

        O guia do investidor é uma boa coisa.
        Principalmente para os que andam por aí a mercadejar
        Mortes,assassínios e coisas afins
        como os governantes do estado de Israel

        Imbecil?
        Oh Oliveira,por favor um pouco mais de auto-estima

        • Oliveira diz:

          Este já se esqueceu da tese de mestrado que tenta impingir… ou tenta que se esqueça.

          • De diz:

            Não,não me esqueci.
            Pelo contrário.
            Aos dados de várias fontes, este Oliveira faz o que faz.Insulta e comenta para o lado.
            As fontes estão aí.Para desespero de Oliveira.
            Vão desde a Wikipedia até historiadores respeitados.Desde organizações católicas até teses de mestrado.Desde fontes palestinianas até historiadores judeus.
            Sorry Oliveira

          • Oliveira diz:

            LOL
            As fontes estão aí, como a carta do Mandela para o Friedman que o Dezinho tenta inpimgir.
            Fostes internacionais e apoliticas não servem, teses de mestrado e cartas falsas já servem!
            Este Dezinho já só consegue zurrar falsidades no seu desespero em tentar dizer qualquer coisinha, só que, como rebola no esterco do ódio, cega-se.

          • De diz:

            Oliveira,sorry
            Os argumentos estão expostos
            E são de tal monta
            que os sionistas de serviço não conseguem mesmo
            Sorry Oliveira

            Vá então zurrar para onde deve
            Para os braços dos seus amigos,entre o esterco onde eles costumam estar
            Está bem assim Oliveira?
            Compreende assim o seu linguajar?

          • Oliveira diz:

            Atão não estão expostos os argumentos! Claro que se falava das fontes, mas agora muda para os argumentos… quais não diz, evidentemente!
            Mais vale continuar a refocilar no anti-semitismo, a remeter para as cartas falsas, que é onde se sente bem, Dezinho.
            Aldrabãozeco…

          • De diz:

            Percebo a sua incomodidade
            É a de alguém que olha para os seus mestres e repara que eles não passam de monstros fascistas, com simpatias pro-nazis
            Mas compreendendo tal,nem o absolvo nem deixo de dizer que o sionismo é a continuação do nazismo hitleriano

            “the honour of Jews throughout the world demands the renunciation of political Zionism”
            (Sir Isaac Isaacs, 1946)

          • Oliveira diz:

            Aidna bem que percebe a incomodidade que se sente diante do fedor de aldrabões que não se coibem de propagar cartas falsa do Mandela para o Friedmam como se fossem verdadeiras, incentivando o seu destinatário a ler de pé e em respeito!…
            Tadinho do Dezinho nazi… já lhe faltam argumentos e insultos…
            Sorry, Dezinho, mas a verdade acima de tudo!

          • De diz:

            Está perturbado?
            Desmascarado como um pequeno sionista?
            Sionista que como se sabe tem ligações sinistras com os nazis?
            Vai mudando de nick à medida que vai sendo desmascarado

            ““One of the finest things ever done by the mob was the Crucifixion of Christ. Intellectually it was a splendid gesture. But trust the mob to bungle the job. If I’d had charge of executing Christ, I’d have handled it differently. You see, what I’d have done was had him shipped to Rome and fed him to the lions. They could never have made a savior out of mincemeat!”~ Rabbi Ben Hecht

          • Oliveira diz:

            Mudando de nick??
            Este De está doido varrido!
            Mais uma demonstração do anti-semitismo básico, agora a chamar de assassinos de Cristo aos judeus…
            Que belíssimo argumento de anti-sionismo!
            LOLOLOLOLOLOLOLOLOL
            Como os aldrabões se deixam desmascarar tão facilmente!
            Veio ao de cima o que incomoda esta coisa nojenta, revela-se o ódio aos judeus, com a citação de um suposto religioso.
            Chato é que o desespero dos pulhas leva-os à aldrabice, à charlatanice, à má-fé.
            É que a citação é, uma vez mais falsa!
            Nem o Ben Hechter era rabino, nem ele teve qualquer citação semelhante.
            Este Ben Hechter foi um dos melhores argumentistas de Hollywood, com o Scarface, E tudo o vento levou, O motim na Bounty ou o Some Like it Hot, um dos grande filmes dos anos 50, com a M. Monroe. Entre outros livros escreveu um livro satírico, A Jew in love, onde uma das personagens, um anti-comunista, revela o que teria feito a Jesus e o que faria, se pudesse, aos socialistas:
            http://books.google.pt/books?hl=pt-PT&id=bf4EAQAAIAAJ&q=121#search_anchor, página 121.

            Uma vez mais desmascarado, pequeno anti-semita…

            E o Renato, que acha que os sionistas têm dificuldade de reconhecer a palavra pulha, como caracteriza um comentário como o do De, uma vez mais a publicar atoardas anti-semitas, falsidades como a da carta do Mandela para o Friedman e uma citação inexistente de um rabino inexistente?

          • De diz:

            Adeus nazi-sionista.
            Mais uma vez desmascarado
            Sorry

          • Oliveira diz:

            É verdade, mais uma vez desmascarado o aldrabão que anda a passar citações falsas como verdadeiras, né, Dezinho?
            Sorry, De, a verdade acima de tudo e os aldrabões como o De devem ser sempre desmascarados!
            Já desistiu das citações falsas?
            Esta casa fica arejada, sem o seu fedor.

          • De diz:

            Fedor?
            É isso mesmo.No dia em que se sabe da colaboração estreita entre os descendentes dos nazis e o estado-pária de Israel

  17. De diz:

    Existem numerosas leis de apartheid dentro de Israel:

    A Lei do Retorno concede a todo o judeu o direito automático de imigrar para Israel e receber a cidadania; esta porém é negada a qualquer refugiado palestiniano expulso da sua própria terra.

    – Lei da Propiedade Ausente (qualquer palestiniano que não se encontre em sua casa, pode perder o direito a essa habitação).

    – Lei de Desenvolvimento da Autoridade (estratagema legal para proteger Israel de ser acusado de ter confiscado as terras palestinianas abandonadas e tudo o que estivesse nelas).

    – Lei do Fundo Nacional Judeu (JNF); Lei da Aquisição de Terras (Validação de actos e compensações)

    – Pacto entre o Governo de Israel e a Executiva sionista (também conhecida como Executiva da Agência Judaica para a Terra de Israel) – Acordo agrícola (Restrição agrícola do uso de terras e recursos de água aos palestinianos).

    – E muitas outras: A entrega de terras palestinianas à Agência Judaica para as Terras de Israel (a qual impede a compra de terras a árabes-israelitas e facilita a aquisição aos judeus estrangeiros); Lei da Prescrição; Leis Básicas: Terras de Israel; Lei de Terras de Israel; Lei da Administração de Terras de Israel; Pacto entre o Governo de Israel e o Fundo Nacional Judaico

    É só conferir.

    • Oliveira diz:

      (D)Este gajo sabe lá o que foi o apartheid para andar a vomitar coisas dessas!
      Ò tolinho, viveu na África do Sul para saber o que é o apartheid? Onde os negros, aí sim, não podiam apanhar os mesmos transportes que os brancos, onde não podiam frequentar os mesmos restaurantes ou cafés?
      Já visitou Israel para comparar? Já viu os árabes que fazem parte da administração pública, do Supremo Tribunal, do governo, os parlamentares eleitos?
      (D)estes idiotas úteis que papagueiam o que outros escrevem, macaqueando supostos ídolos, que escrevem sobre o que não conhecem, revolucionários de sofá, já estou cheio!
      Eduque-se!

      • Renato Teixeira diz:

        Está enganado Oliveira. Entre outras discriminações está o direito à propriedade, tão caro ao capitalismo mas que em Israel tem clausula de salvaguarda.

        • Oliveira diz:

          Estou engano em quê, Renato? Que o apartheid sul-africano não se compara com a situação israelita?
          Que chamar apartheid à situação israelita é insultar os combatentes sul-africanos, os palestinianos, os israelitas, para além de uma visão distorcida da realidade?
          Israel não é perfeito mas não tem uma sociedade semelhante ou sequer parecida com o apartheid.

          • Renato Teixeira diz:

            As vitimas dos diferentes apartheids são solidárias umas com as outras. Assim como que que alimentaram e alimentam esses regimes. Israel é o apartheid mais desenvolvido e financiado da história e isso é evidente para todos os que não capitulem ao negacionismo.

          • Oliveira diz:

            Negacionismo, Renato? Quem nega a existência de Israel?

          • Renato Teixeira diz:

            Que nega o holocausto de Israel sobre a Palestina.

          • Oliveira diz:

            Acima já lhe explicaram como a utilização do termo holocausto é desadequada no caso israelo-palestiniano.
            Na realidade, holocausto é o desejo do Hamas e de outros menos vocais nos seus objectivos.

          • De diz:

            “Acima já lhe expliquei?”
            Deixe-se disso e desses paternalismos professorais que apenas escondem uma coisa
            A negação do holocausto israelita sobre os palestinianos
            e a sua cumplicidade com o projecto genocida em curso

          • Oliveira diz:

            Anda mesmo cegueta o peralvilho!
            Ou será que não sabe a diferença entre a primeira pessoa do singular e a terceira pessoa do plural?
            Quer fazer mais uma manipulação abjecta como com a carta do Mandela para o Friedman, a tal que nunca existiu…
            Sorry, De, a verdade acima de tudo.
            Vá ler os livros da primeira classe e aprenda a diferença entre “explicaram” e “expliquei” e, no meio, get a life…

          • De diz:

            Lololol

            Eu vou repetir:
            “Acima já lhe explicaram”
            “Deixe-se disso e desses paternalismos professorais que apenas escondem uma coisa
            A negação do holocausto israelita sobre os palestinianos
            e a sua cumplicidade com o projecto genocida em curso

            Serve assim para desmascarar “uma manipulação abjecta”?

            Ahahahha
            Sorry Oliveira.
            Vossemecê está fora de si
            Ahahah
            A manipulação abjecta
            ahahhaha

          • Oliveira diz:

            LOLOLOLOLOLOLOLOL
            Com dificuldade mas lá aprendeu a ler… esta manipulaçãozita abjecta não surtiu efeito, mais uma vez…
            Esconder??
            Não escondo nada, ao contrário do Dezinho. A negação do suposto holocausto palestiniano e do genocídio é bem clara.
            Nem ando por aqui a inventar cartas do Mandela ao Friedman…
            Sorry, pequeno anti-semita, mas a verdade acima de tudo!
            Valeu?

          • De diz:

            Oliveira ainda bem que aí está.
            Vossemecê é um bom exemplo da forma de actuar de um pequenino…
            Fico contente que tenha descido a sua histeria de”manipulação abjecta” para “manipulaçãozinha abjecta”

            Mais um pormenor.Não quer um lenço para verter as lágrimas próprias d eum sionista quando fala na carta a Friedman?

            Lol.
            Ainda bem que podemos ir avançando no meio dos seus esgares

            (Os seus amigos um dia serão condenados.Sob a acusação de tentativa de genocídio de um povo
            Isso deixa-o irritado e fica assim nessa triste figura?)

            “There is a huge gap between us (Jews) and our enemies �not just in ability but in morality, culture, sanctity of life, and conscience. They are our neighbors here, but it seems as if at a distance of a few hundred meters away, there are people who do not belong to our continent, to our world, but actually belong to a different galaxy.” Israeli president Moshe Katsav. The Jerusalem Post, May 10, 2001

          • Oliveira diz:

            Esta coisa anti-semita anda tal forma desesperada com falta de argumentos e insultos que já se repete…

          • De diz:

            Oito dias depois…
            Oito dias depois Oliveira repara que

            …eu me repito
            ele precisa de maquilhagem

            (os sionistas anti-semitas serão todos assim?)
            Bravo Oliveira

          • Oliveira diz:

            eheheheheheheheheheheheheheheheh
            Esta pequeno anti-semita agora está armado ao mestre-escolar: oito dias, oito dias! choraminga o anti-semita, limpando o o muco que lhe sai da penca…
            É mesmo uma fonte de divertimento, esta coisa…

          • De diz:

            Adeus nazi-sionista
            Mais uma vez desmascarado
            sorry

          • Oliveira diz:

            Adeus, charlatão desmascarado, boa viagem para o o seu covil.
            Vai arranjar mais citações falsas?

          • De diz:

            Covil?
            Algo de desesperado sobra disto

      • De diz:

        Oliveira,qual gajo que vomita tolices feito tolinho com saudades da África do Sul.
        Um idiota útil que papagueia o que outros escrevem, macaqueando supostos ídolos, que escrevem sobre o que não conhecem, reacionários de sofá, já estou cheio!

        Reconhece o estilo Oliveira?
        É o seu
        Um pouco abaixo do qualificável não acha?

        O que foi dito sobre Israel aí está,com documentação e tudo.
        As fontes estão à vista.O que temos em troca é um patético Oliveira em fase de…
        Sorry Oliveira não vou seguir o seu praguejar serôdio.

        Eduque-se…ah falta somente o ponto de exclamação!

        • Oliveira diz:

          Este gajo é mesmo limitado… continue a copiar, homem, que já não deve poder mais…

          • De diz:

            Oliveira nem se enxerga.
            Nem sequer repara no que escreve e no que diz.
            Oliveira não se reconhece nos”vómitos” que debita?
            Ou Oliveira não gosta apenas de ser citado quando posto a nu,a ele e mais o seu linguajar peculiar?

          • Oliveira diz:

            O De nem consegue entender os textos mais básicos…lololol
            Continue a copiar os outros, mesmo que seja a mim, menino!
            Irra que é obtuso!

          • De diz:

            O texto básico serão os textos religiosos que os sionistas se servem para alimentar os seus mitos de “povo eleito”?

          • De diz:

            Básicos os textos…
            Tal como Oliveira?

          • Oliveira diz:

            ehehehehehe… a obtusidade mantém-se… é que já não consegue ler… só mesmo cartas inexistentes…

          • De diz:

            Ahahaha
            Não yem mais nada a dizer?
            As cartas inexistentes…as cartas inexistentes
            ahahahha
            Carta(S)?

            “Meantime among those who still deny Zionist power in US foreign policy, one only has to read the accounts of the AIPAC conference in Washington in May 2004. At a time when Israel was killing children in the streets of Rafah and destroying hundreds of homes under the horrified eyes of the entire civilized world, when an indignant UN Security Council finally rose to its feet and unanimously condemned Israel, US Congressional leaders and the two major Presidential candidates pledged unconditional support to Israel, evoking the bloodthirsty cheers of investment brokers, dentists, doctors, lawyers – the cream of the cream of American Jewish society. “The cause of Israel is the cause of America” rings out from the mouth of every candidate as the Israelis bulldoze homes and snipers shoot small girls on their way to buy candy. Its almost as if Sharon wanted to demonstrate the power of the Zionists in the US, timing the vile destruction of Rafah to coincide with the AIPAC convention and the disgusting appearance of the spineless American politicians supporting ongoing crimes against humanity. Not one voice was raised in even meek protest. To those who claim that the Zionist are just one of a number of “influential lobbies” – try explaining the unconditional support for Israel’s genocide of the Palestinian people by the most powerful politicians in the US.
            It is almost a perverse pleasure to watch Sharon smear the muck and gore of Rafah on the groveling faces of US politicians – they deserve each other. But for those of us who support a democratic anti-imperialist foreign policy this is one of the most humiliating moments in US history.”
            (James Petras, 25 May 2004)

            Oliveira também merece os seus amigos

          • Oliveira diz:

            Hmmm… e não é bom ter amigos desses?
            Que inveja que se sente sair desses posts…
            Queria que se deixasse de falar das falsidades que anda por aqui a propagar?
            LOLOL
            Ná… não me parece.
            A carta do Madela para o Friedman é bem a demonstração do tão baixo que um tipinho como o De consegue descer, da pulhice que consegue bolsar, do ódio racista que vomita por aqui.
            Sorry, De, mas a verdade acima de tudo! Não foi você que disse isto mesmo?
            A verdade acima de tudo?
            Concordo, daí desmascará-lo… como charlatão que é!

          • De diz:

            Continuando a mostrar a qualidade dos “amigos” de Oliveira”
            …logo indirectamente de Oliveira himself
            E com algum gozo ,confesso,vê-lo atolado na carta

            ( um copo de água para ver se lhe passa a má disposição?)

            There is a huge gap between us (Jews) and our enemies not just in ability but in morality, culture, sanctity of life, and conscience. They are our neighbors here, but it seems as if at a distance of a few hundred meters away, there are people who do not belong to our continent, to our world, but actually belong to a different galaxy.” Israeli president Moshe Katsav. The Jerusalem Post, May 10, 2001

          • Oliveira diz:

            Uma boa descrição da realidade vivida naquela zona.
            Obrigado, Dezinho por mais uma demonstração da diferença de Israel!
            LOLOLOLOLOLOL
            Que cretino adorável!

          • De diz:

            Eu sei
            Daí o racismo xenóbofo do Oliveira
            (ena,tantos pleonasmos)

            quem sai aos seus…

            (cretino adorável?
            Oh oliveira,tanta baba raivosa.Acalme-se por favor.Isso são modos?)

          • Oliveira diz:

            Ena! Isto tem servido para o Dezinho ir ao dicionário!
            Argumentos é que… népia!
            LOLOL

          • De diz:

            Adeus Nazi-sionista
            Sorry
            mais uma vez desmascarado

          • Oliveira diz:

            Adeus, sim, de rabinho entre as pernas, desmascarado que foi o charlatão, aquele que propaga citações falsas, com a má-fé que é própria dos pulhas sem carácter, baixa o De ao seu buraco.
            Sorry, De, mas a verdade acima de tudo!

          • De diz:

            O argumentário escondido trás do nada.
            Um sionista a fazer o trabalho um pouco sujo

  18. De diz:

    Sorry Oliveira.O Cohn não serve mesmo .Foi desmascarado como sendo um pequeno a soldo de Israel.
    Vejamos o último parágrafo de uma carta de Noam Chomsky:
    “That Cohn is a pathological liar is demonstrated by the very examples that he selects. Knowing nothing about him, and caring less, I am in no position to comment further on what may lie behind this odd and pathetic behavior.”
    Sabemos hoje o que estava por detrás dos ditos de Cohn

    Quanto a Schoenman..eu percebo o ódio que lhe têm.
    Alguém que desmascara os sionistas da forma superior como ele o fez…é alguém que merece o respeito e a gratidão dos que procuram identificar os criminosos onde eles estão.
    Mais uma vez sorry Oliveira.
    Schoenman deu uma entrevista em 1989, de onde eu tirei alguns nacos.Os sionistas bem o tentaram calar.De todas as formas,recorrendo ao insulto e aos gritos histéricos como é hábito.Fazem lembrar o Oliveira sabia?
    Mas deixou-nos um livro precioso.Eu vou nomeá-lo para quem estiver interessado:
    “HISTORIA OCULTA DO SIONISMO” de Ralph Schoenman
    Dizia eu que este autor escreveu esta obra creio que em 1989.
    Alguns defensores dos sionistas vieram depois dizer que a realidade tinha mudado desde os tempos de Ralph Schoenman… tentaram aligeirar a pílula.
    Mudaram?
    Vamos ver algumas citações de alguém com responsabilidades no governo do estado-pária de Israel:
    “Nossos soldados estão fazendo bem o trabalho em Gaza, mas a solução não é a invasão, a solução é como a que os Estados Unidos usaram com Japão, em Hiroshima e Nagasaki”.

    “Se fosse por mim, chamaria a Autoridade Palestina para dizer-lhes que todos os seus centros de negócio em Ramala serão bombardeados amanhã às dez”.

    “Quando existe contradição entre valores democráticos e valores judaicos, os valores judaicos e sionistas são mais importantes”.

    “Pedir desculpas por o assalto à frota? Eles é que devem desculpar-se. Não haverá desculpas, pelo contrário, as estamos esperando de Ankara”.

    Qume assim fala?
    Avigdor Lieberman.
    E quem é este pulha?
    Lieberman first entered the Knesset in 1999, and has since served in numerous roles in the government, including as Minister of National Infrastructure, Minister of Transportation, Minister of Strategic Affairs, Deputy Prime Minister, and Foreign Affairs Minister.
    Fonte do seu curriculum?
    Wikipedia
    Serve,não serve?

    O que não serve é o cheiro que emana de tudo isto.

  19. Oliveira diz:

    O Chomsky? Aquele que é desmascarado pelo Cohn?
    Cheira? Lave-se, que isso passa.
    Wikipedia? Está bem para ignorantes amadores DEstes.

    • De diz:

      Eu volto a repetir.Fontes várias.Desde a Wikipedia a historiadores reputados.Desde palestinianos a historiadores judeus.Desde teses de mestrado a ministros israelitas
      Ao coitado do Oliveira,qual boçal defensor do sionismo resta o quê?
      O pequeno insulto … e o dislate perante Chomsky.
      Lol.
      Os dados estão aí.Os impropérios de Oliveira também.Cohn é um sionista reconhecido pelo trabalho e faz o seu trabalho.Oliveira corre por gosto ou partilha algum dos “méritos” de Cohn?

      Oliveira,ainda não reparou que o cheiro pestilento vem do sionismo que defende?

    • De diz:

      Ah…o silêncio comprometedor perante os comentários do seu querido ministro israelita..
      Prefere as “ignorâncias” amadoras.Ou o Cohn.Ou banhar-se em água fétida

      • Oliveira diz:

        Imensas fontes! Não consegue é citar uma! e as que não lhe agradam não servem!
        A não ser daquelas da carta do Mandela ao Friedmam, LOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL
        Que Dezinho tão ridículo!
        Que credibilidade tão abaixo de zero!

        • De diz:

          Hmm
          Mas porque tanto histerismo?
          Porque não se acalma?
          Porque tanto nervosismo bacoco e pueril?
          A verdade incomoda-o assim tanto?
          Vamos lá Oliveira respire fundo

          ( e deixe lá as lol em maiúsculas e repetidos.Parece uma beata histérica a rir alarvemente …
          e soando a riso amarelo)

          • Oliveira diz:

            Ah, porque o Dezinho faz rir até à histeria qualquer um que leia as suas aldrabices rasteiras, como a da carta do Mandela para o Friedman, a tal que o De aldrabou e colocou como se fosse verdadeira1
            Né, Dezinho?
            Sorry, De, a verdade acima de tudo.
            Desmascarem-se os aldrabões!
            Valeu?

          • De diz:

            Ahahaha
            Como classificar a repetição feita estribilho sobre a carta(já não são cartas?)

            Desmascarem-se os sionistas mais a sua política neo-nazi:
            “”I consider the comparison between the Nazi atrocities and the Israeli crimes, despite the many differences, not only historically justified, but mainly politically necessary. As this is one of the important tools to prevent Israel from misusing the Nazi Judeocide as a free license to kill, to abuse, to dispossess and to expel the Palestinians. This is one of the means to show that Israel has no moral right and actually never had to induce guilt feelings for example in Europe. Guilt feelings among non-Jews, that are the result of the long history of persecutions suffered by the Jews and that Israel and its affiliates know perfectly how to play upon and manipulate them.”
            (Shraga Elam, 4 August 2004)

          • De diz:

            Shraga Elam é um jornalista israelita anti-sionista

            Sorry Oliveira

          • De diz:

            Confessa que fica histérico?

            Eu sei
            Pode dizer que a histeria lhe provoca riso,como se observa por vezes entre os que (e vou citar Oliveira) se entretêm com “sonhos molhados”

            Um histérico é isso mesmo.
            Oliveira sorry
            não tem mais nada a dizer em sua defesa?

            “Palestine is not the original home of the Jews. It was acquired by them after a ruthless conquest, and they have never occupied the whole of it, which they now openly demand. They have no more valid claim to Palestine than the descendants of the ancient Romans have to this country. The Romans occupied Britain as long as the Israelites occupied Palestine, and they left behind them in this country far more valuable and useful work. If we are going to admit claims based on conquest thousands of years ago, the whole world will have to be turned upside down.”
            (Lord Sydenham, 21 June 1922)

          • Oliveira diz:

            UAU!
            O Dezinho encontrou uma prova da democracia israelita que possibilita a existência de vozes dissidentes no seu seio, mesmo que sejam de um soldado que matou árabes em três guerras!
            Obrigado Dezinho, que bom demonstrar a qualidade da sociedade israelita em comparação com as dos seus vizinhos!
            LOLOLOLOLOLOLOLOL
            Qualquer dia, a continuar assim, o Dezinho ainda se junta aos sionistas…
            LOLOLOLOLOLOLOL
            Olhe que na senda das falsidades, das cartas inventasdas em que você é especialista, costuma sair-se melhor…
            Já a interpretação de textos e dos argumentos é que nem por isso… o neuróniozito lá deve andar aos saltos de excitação e, pimba! desfalece num ejaculatio praecox intelectual…

            eheheheheheheheheheh

            Sorry, Dezinho, a verdade acima de tudo!

          • De diz:

            Eu sei que é incómodo para um sionista mostrar que há muitos israelitas que estão contra estes pulhas que dominam o estado-pária de Israel.

            Daí o ódio boçal,inteiro,nojento aos novos historiadores que de forma decidida mostram como Ilan Pappe que a história contada e reproduzida pelos sionistas não passa de propaganda Goebeliana.
            Daí os urros levantados contra este e outros historiadores.
            Daí as ameaças de morte por parte dos fundamentalistas sionistas.

            Mas a verdade é uma coisa tramada.
            E esta nem os oliveiras deste mundo a conseguem calar.
            Sorry oliveira ( salazarento ?)
            Faleça aí com o ejaculatio praecox intelectual de alguém já que parece que gosta disso
            Eu continuarei serenamente a denunciar os pulhas assassinos:

            “Key to the establishment of Israel was getting the undesirables to leave Palestine. This meant the British, colonial rulers of the territory, as well as the indigenous Palestinian population. To deal with the British, right-wing Zionist militant groups like the Irgun and the Lehi (better known as the Stern Gang) engaged in a vicious terror campaign against the colonial rulers. Letter bombings, car bombings, hostage taking (with captives sometimes abused), and assassinations were all carried out with the goal of forcing the British to quit Palestine. Lord Moyne, the British Secretary of State, was murdered by the Stern Gang in Cairo in 1944. At the time, the Stern Gang was under the command of Yitzhak Shamir, who would one day become the Prime Minister of Israel. But the most horrific act of Jewish terrorism against British rule occurred on July 22, 1946 when an Irgun leader and another future Israeli Prime Minister, Menachem Begin, masterminded and carried out the bombing of the King David Hotel in Jerusalem, an attack that killed 91 people and wounded 46 more.

          • De diz:

            The terrorism worked. By 1948, the British had withdrawn from Palestine. All that stood between the Zionists and the realization of their dream of an independent homeland were a million or so Palestinians living on land the Jews called Israel. “Among ourselves it must be clear that there is no room for both people in this country,” said Joseph Weitz, director of the Jewish National Land Fund in 1940, “and there is no way besides trasferring the Arabs from here to neighboring countries, to transfer them all; except maybe for Bethlehem, Nazareth and Old Jerusalem, we must not leave a single village, a single tribe.”

          • Oliveira diz:

            Eheheheheheheheh
            É a diferença entre quem sabe fazer as coisas e quem não sabe!
            O Begin foi um terrorista, combatente pela liberdade e pela independência e chegou a 1º ministro.
            Outros… não!
            Então culpe-se o Begin, pelo seu sucesso!
            Típico de racistas frustados.
            Esqueceu-se de dizer que o Begin telefonou 25 minutos antes da bomba explodir, avisando que tal iria acontecer e que os britânicos não acreditaram e… lixaram-se!
            Ou melhor, não se esqueceu, preferiu não dizer, continuando com a veia manipulatória e mentirosa que caracteriza esta coisa que para aqui prefere ser apelidada de Dezinho.
            LOL
            Sorry, De, mas a verdade acima de tudo!
            E, só por curiosidade, não curou de saber o que queriam fazer os árabes palestinianos aos seus concidadãos de outras religiões, como os judeus?
            Ná, isso não interessa!…
            Só rir, mesmo…

          • De diz:

            Um sionista é um sionista

            Mas este seu comentário é paradigmático não só do que é um racista

            “Então culpe-se o Begin, pelo seu sucesso!”
            “É a diferença entre quem sabe fazer as coisas e quem não sabe!”

            Oliveira mostra-se agora como proto-nazi?
            (Hitler também ao que parece soube fazer bem as coisas …para as milhões de vítimas,entre as quais judeus)
            Esta apologia do mérito em função das mortes…é própria de pulhas …e de fascistas
            Sorry pela frontalidade
            Mas este comentário foi longe de mais

            (ah,estes 25 minutos que o ídolo desta coisa chamada “oliveira”permitiu às vítimas do extremismo sionista)
            Um nojo

          • Oliveira diz:

            É verdade: um sionista é um sionista e um pulha anti-semita é um pulha anti-semita.
            Eu sou sionista e sei ler.
            🙂

          • Renato Teixeira diz:

            Pulha é palavra que um sionista tem inclusive dificuldade em reconhecer. Ta bem oh Oliveira.

          • Oliveira diz:

            Deixe lá, os sionistas estão habituados a dificuldades, oh Teixeira.

          • De diz:

            Sionista só,não
            Um nazi-sionista

          • Oliveira diz:

            Com um argumento destes, qualquer oponente fica calado… não se discute com loucos…

          • De diz:

            Os loucos também não eram do agrado de Hitler.
            Mandava-os eliminar.
            Também os sionistas cometem a mesma pecha?
            E atribuem o título de louco a quem lhes denuncia os crimes

  20. De diz:

    Mas este Oliveira,agente objectivo do abjecto sionismo esquece-se de uma coisa.Que contra os factos, os impropérios são nada.E que a manipulação pode ser serenamente desmascarada.
    Não gosta das “fontes” indicadas este Oliveira?

    Será que ele sabe quem é Nelson Mandela?
    Numa carta escrita a Thomas Friedman (não confundir com Morgan) em Março de 2001 escrevia este catedrático do apartheid:
    “Perhaps it is strange for you to observe the situation in Palestine or more specifically, the structure of political and cultural relationships between Palestinians and Israelis, as an apartheid system…
    Thomas, if you follow the polls in Israel for the last 30 or 40 years, you clearly find a vulgar racism that includes a third of the population who openly declare themselves to be racist. This racism is of the nature of “I hate Arabs” and “I wish Arabs would be dead”. If you also follow the judicial system in Israel you will see there is discrimination against
    Palestinians, and if you further consider the 1967 occupied territories you will find there are already two judicial systems in operation that represent two different approaches to human life: one for Palestinian life and the other for Jewish life. Additionally there are two different approaches to property and to land. Palestinian property is not recognised as private property because it can be confiscated.
    As to the Israeli occupation of the West Bank and Gaza, there is an additional factor. The so-called “Palestinian autonomous areas” are bantustans. These are restricted entities within the power structure of the Israeli apartheid system
    The Palestinian state cannot be the by-product of the Jewish state, just in order to keep the Jewish purity of Israel. Israel’s racial discrimination is daily life of most Palestinians. Since Israel is a Jewish state, Israeli Jews are able to accrue special rights which non-Jews cannot do. Palestinian Arabs have no place in a “Jewish” state.
    Apartheid is a crime against humanity. Israel has deprived millions of Palestinians of their liberty and property. It has perpetuated a system of gross racial discrimination and inequality. It has systematically incarcerated and tortured thousands of Palestinians, contrary to the rules of international law. It has, in particular, waged a war against a civilian population, in particular children.”

    Uma vergonha de facto.O estado-pária de israel,pária também pelo que diz Mandela.
    Mas há muito mais a dizer.
    Fede e Oliveira não reconhece sequer o cheiro que emana dos criminosos que defende.
    Há adjectivos para qualificar tal

    • Oliveira diz:

      LOLOLOL
      Boa demonstração do chiqueiro da ignorância em que De se rebola.
      Ou será apenas pura e estulta má-fé?
      O Dezinho quer fazer passar por boa uma carta que toda a gente sabe que foi fabricada por Arjan El Fassed, que imediatamente esclareceu que era o autor.
      Esclarecimento que não chegou ao neurónio saltitante de anti-semitismo do Dezinho, babado que estava na excitação de ter encontrado um tão poderoso aliado…
      Ponha-se de pé e leia com respeito, né, DEzinho?
      LOLOLOLOLOLOLOLOL
      Que cretino ridículo!
      Se a credibilidade já era zero, agora, então, está num estado de permafrost…

      • De diz:

        Cretino ? Babado?Chiqeiro?
        Oh Oliveira poupe-nos aos seus estados de alma
        Já sei o que os seus adjectivos escondem
        o ressabiamento de um sionista bastas vezes denunciado
        ( e outras coisas mais)

        A carta de Mandela que não é de Mandela:
        On 27 March 2001, after reading Friedman’s ‘mock memo’ I wrote a letter entitled Mandela’s first memo to Thomas Friedman to the op-ed editor of The New York Times and I posted the memo on the Thomas Friedman Discussion Board of the New York Times, hoping that Thomas Friedman would read it and that the New York Times would publish it. However, after two days, I came to the conclusion that the New York Times would not dare publishing this piece and I sent it on March 30, 2001 to Media Monitors, “a Platform for Serious Media Contributors”, an online daily, which regularly published my contributions.

        Soon, however, I found the ‘mock memo’ I wrote and which clearly indicated that I wrote it, on various listservers and websites. For example, I found my ‘mock memo’ on the website of Houston Peace and Justice Center, Progressive Activism in Austin, TX, and listservers such as soc.culture and Indymedia and in different languages, for example German (in which it was claimed that the author is from South Africa) or Spanish. Later, I even found it on the website of the Palestinian Authority’s Ministry of Information. Again, without mentioning the original author.

        The main purpose of the Mandela-memo was to respond in a satirical way to Thomas Friedman using the exact same style and even phrases he uses in his columns. Obviously, the ‘mock memo’ had been forwarded to several e-mail lists containing the memo, which originally included the title “Mandela’s First Memo to Thomas Friedman” and a byline “by Arjan El Fassed”, but eventually was forwarded without my name and sometimes without title.

        A carta que toda a gente sabe que é falsa..

        O motivo da disseminação da carta está parcialmente explicado na justificação do seu autor
        Mas tal não permite ao Oliveira tentar obliterar todas as acusações feitas aos sionistas…responsáveis pelo sofrimentos e sangue de milhões de inocentes.
        As provas são tão grandes que os sionistas são hoje olhados como os discípulos dilectos dos nazis.Por cada vez mais povos.

        Sorry Oliveira é assim mesmo.

        Factos sobre o tema:
        In 2002 South African Archbishop and Nobel Peace Prize winner Desmond Tutu made the analogy in The Guardian and The Nation. Other South African anti-apartheid activists who were struck by the similarities were Farid Esack, Ronnie Kasrils, Winnie Madikizela-Mandela, Allister Sparks, Arun Ghandhi, Dennis Goldberg and Breyten Breytenbach.*
        Former Italian prime minister Massimo D’Alema told the Israeli press in 2003 that in a visit to Rome, Ariel Sharon had “explained at length that the Bantustan model was the most appropriate solution to the conflict” between Israel and the Palestinians.*
        Current Israeli Prime Minister Ehud Olmert noticed the similarity in 2003: “We are approaching the point where more and more Palestinians will say: ‘There is no place for two states between the Jordan and the sea. All we want is the right to vote.’ The day they get it, we will lose everything.”
        And warning that Israel could not remain both a Jewish state and a democracy if it held all the territories, Olmert said: “I shudder to think that liberal Jewish organisations that shouldered the burden of struggle against apartheid in SA will lead the struggle against us.
        http://electronicintifada.net/content/no-fake-analogy/9624

        O poderoso aliado?
        Mais factos objectivos
        What Nelson Mandela indeed has said:
        “It is completely wrong that the United States must be the mediator in this conflict. Everybody knows the United States is a friend of Israel.”

        “As far as we are concerned what is being done to the Palestinians is a matter of grave concern. We are the friends of Yasser Arafat. We are the friends of the Palestinians. We support their struggle” (Reuters, 1 June 2001, Mandela, speaking at a news conference after talks with French Prime Minister Lionel Jospin).

        “Israel should withdraw from the areas which it won from the Arabs — the Golan Heights, south Lebanon and the West Bank — that is the price of peace” (Dispatch, 20 October 1999)

        “Our men and women with vision choose peace rather than confrontation, except in cases where we cannot get, where we cannot proceed, where we cannot move forward. Then, if the only alternative is violence, we will use violence” (Associated Press , 20 October 1999)

        “The histories of our two peoples, Palestinian and South African, correspond in such painful and poignant ways, that I intensely feel myself being at home amongst compatriots” (Associated Press , 20 October 1999)

        “The long-standing fraternal bonds between our two liberation movements are now translating into the relations between two governments” (Associated Press, 20 October 1999)
        Address by President Nelson Mandela at the International Day of Solidarity with the Palestinian People, Pretoria, 4 December 1997
        http://arjansweblog.blogspirit.com/mandela_memo/

        Um poderoso aliado de facto
        Nelson Mandela
        Sorry Oliveira
        Mas “coisas” que tentam escamotear,esconder,maquilhar crimes hediondos não passarão.
        Sejam ou não oliveiras (salazarenta sou não)

        O

        • Oliveira diz:

          LOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL
          As mentiras que passa como a carta que o De tentou vender como verdadeira é que não passaram, não passam e não passarão.
          Um belo de um charlatão como você é também não passará!
          Admita que mentiu, menino, que andou a engaanr as pessoas.
          Ou não, porque para o caso é igual: aldrabões, desonestos intelectuais, sempre o serão.
          Sorry, De, a verdade acima de tudo.
          Valeu?

          • De diz:

            Eu sei
            Está fora de si
            Não gostou?
            Paciência

            Ah,este silêncio ensurdecedor sobre as acusações que se fazem aos sionistas

            “”Such practices are possible because Israel has two systems of laws, both equally in force. One comprises various “emergency regulations” which are hardly ever applied against the Jews, and the other relatively liberal laws applied whenever the Jews are concerned.”
            (Israel Shahak, July 1995)

          • Oliveira diz:

            Ui… que acusações!… Das tais leis que são aplicadas por polícias, advogados, procuradores e juízes de etnia árabe a par de judeus?
            LOLOLOLOLOLOLOLOL
            Que coisinha ignorante tão patética!
            Vá, Dezinho, vá lá ler um poucochinho mais, deixe a wikipedia e leia aquelas coisas feitas de matéria vegetal, livros, sabe?…
            Sorry, De, a verdade acima de tudo!
            Valeu?
            (É verdade já encontrou mais cartas do Mandela para o Friedman???)
            LOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL

          • De diz:

            O riso histérico mantém-se
            Que pode fazer mais Oliveira?

            Há israelitas que estão contra este estado de coisas.Contra os crimes dos governantes do estado-pária de Israel e da sua trupe de criminosos.Algo que estamos cansados de repetir

            Esculca – O Comité Público contra a Tortura en Israel – Médicos polos Dereitos Humanos publicou o pasado mes de Outubro (2011)o seu último Relatório periódico: Ocultar a prova. Abandonar a vítima. A implicación dos profesionais da medicina na tortura e malos tratos en Israel .

            A partir de numerosos testemuños e probas –entre outras, as denuncias por tortura presentadas polo propio Comité desde 2007- o Relatorio mostra a complicidade activa e pasiva da maioria destes profesionais na prática da tortura, en aberta contradición coas súas obrigas éticas e legais e e cos deberes morais derivados da súa condición de médicos.

            O Relatório presenta probas que respaldan a sospeita de que moitos médicos israelitas ignoran as queixas dos seus pacientes, permiten aos interrogadores da Axéncia de Seguranza estatal usar a tortura, aproban o uso de métodos de interrogatorio prohibidos con detidos indefensos, ocultan información para garantir a impunidade dos torturadores.

            Denunciar tais práticas e identificar os criminosos.
            Médicos envolvidos directamente em crimes,fazendo lembrar outros médicos que colaboraram com os nazis.?

            Há mais.

            Identificar quem são os criminosos e os seus cúmplices é uma tarefa

          • Oliveira diz:

            Oh sim, há mais, muito mais alarvidades falsas anti-semitas para procurar e encontrar na internet, sobretudo num site conhecido pela sua probidade e fidelidade à verdade como diarioliberdade.org…
            LOLOLOL
            Essa coisinha anti-semita pode procurar antes aqui: http://www.stoptorture.org.il/en, para perceber a sociedade democrática e aberta fundada e mantida pelos judeus, sionistas e outros, que permite que, num Estado rodeado de inimigos, existam organizações como esta, que vigiam e denunciam abusos cometidos pelas forças de segurança e militares, sem que seja perseguidos, exilados ou mortos por tal facto, como acontece com os vizinhos de Israel.
            Sorry, Dezinho, mas a verdade acima de tudo!
            LOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL
            Mais uns tiritos nos pés…
            Continue assim, a promover Israel, que faz muito bem!

            LOLOLOL

          • De diz:

            Oliveira perante os factos,reconsidera
            Qual criminoso volta
            Precisa de “limpar” a sua imagem
            Está atrasado e perante o vácuo da sua argumentação,abandona os Lol e tenta recuperar o tempo perdido

            Mais uma vez Oliveira
            Anti-semita é vossemecê.
            Eu sou anti-sionista
            E vossemecê já abraçou a causa do dito
            Basta ler

            Vamos a assuntos sérios:
            (a sociedade aberta diz este?)

            Oliveira vá lá ler e fique a saber que referi que há muitos judeus que não são sionistas
            Que lutam contra os pulhas seus amigos
            Que lutam contra os governantes israelitas

            Alguns até são historiadores.Como o Pappe.Que o deixa a à beira de um ataque de nervos
            Sorry “oliveira”
            Tudo escrito
            Basta ler
            Já não chegam os seus patéticos Lol ou os seus insultos a chamar-me anti-semita
            Nem o seu estribilho de “tiros nos pés”
            Sorry

          • De diz:

            Vamos então continuar a “promover”( o “oliveira” gosta deste termo…é curioso)Israel

            http://mariafro.com.br/wordpress/2010/06/05/a-democracia-no-parlamento-israelense/

            O vídeo foi retirado…o braço longo dos chacais…

            Mas pode-se ver aqui

          • Oliveira diz:

            Um vídeo fantástico, bem demonstrativo da sociedade democrática israelita, da diversidade de opiniões e da força das suas instituições.
            Muito obrigado Dezinho pela permanete promoção de Israel.
            Consulte alguns vídeos sobre actuações semelhantes nos parlamentos britânicos, norte-americanos, japoneses, brasileiros ou sul-coreanos. Estão espalhados na net e verá que até aprenderá algo…
            eheheheheheheheheheheheheheh
            Este De é uma mestre no debate…

          • De diz:

            Então não é mesmo uma sociedade democrática?
            🙂

      • De diz:

        Já agora vejamos onde se inspira o sionista de serviço quando tenta identificar anti-semita com os críticos à política estado-pária de Israel:

        “Today there is no separation [between an anti-Semitism that should be condemned and a legitimate criticism toward Israel’s policies]. We are talking about collective anti-Semitism.”
        (Ariel (Arik) Sharon, 24 November 2003)

        Com o nazi-fascista do Sharon
        Estão bem um para o outro

        • Oliveira diz:

          Obrigado, De, é uma grande simpatia da sua parte reconhecer isso.
          eheheheheheheheheheheheh
          Continue lá com a carta do Mandela que sai-se melhor…

        • De diz:

          Gosta do Sharon eu sei
          Foi a pensar mesmo em vossemecê que me lembrei disso:

          “Tell me, do the evil men of this world have a bad time? They hunt and catch whatever they feel like eating. They don’t suffer from indigestion and are not punished by Heaven. I want Israel to join that club. Maybe the world will then at last begin to fear us instead of feeling sorry. Maybe they will start to tremble, to fear our madness instead of admiring our nobility. Let them tremble; let them call us a mad state. Let them understand that we are a savage country, dangerous to our surroundings, not normal, that we might go wild, that we might start World War Three just like that, or that we might one day go crazy and burn all the oil fields in the Middle East. Even if you’ll prove to me that the present war is a dirty immoral war, I don’t care. We shall start another war, kill and destroy more and more. And do you know why it is all worth it? Because it seems that this war has made us more unpopular among the civilized world.We’ll hear no more of that nonsense about the unique Jewish morality. No more talk about a unique people being a light upon the nations. No more uniqueness and no more sweetness and light. Good riddance.” –Former Israeli Prime Minister Ariel Sharon

    • Oliveira diz:

      A abjecção imunda ao seu melhor estilo, não é, De?
      Como deve cheirar mal na cloaca onde vive e vomita as falsidades em que é desmascarado tão facilmente!

  21. De diz:

    Oliveira?
    Vamos repetir em voz alta?
    Veja lá se se reconhece…

    “A abjecção imunda ao seu melhor estilo, não é, Oliveira?
    Como deve cheirar mal na cloaca onde vive e vomita as falsidades em que é desmascarado tão facilmente!”

    Oliveira
    Não quererá agora soltar um dos seus histéricos Lol com que nos costuma brindar?

    Calma Oliveira.(ou será mais …paciência Oliveira?)
    Está assim tão fora de si?

    O seu retrato já está muito completo
    mais as suas “cloacas e os seus criminosos de estimação”

  22. De diz:

    Vejamos então alguns dos motivos pelos quais Oliveira tem tal linguajar
    aprendido directamente com os seus mestres

    É verdadeiramente notável a semelhança no ódio entre um e os outros

    Os exemplos do ódio sebento do Oliveira estão por aí
    (não interessa o seu replicar,falam por si)

    EXAMPLES OF HATE SPEECH BY ISRAEL AGAINST PALESTINE

    “There is a huge gap between us (Jews) and our enemies not just in ability but in morality, culture, sanctity of life, and conscience. They are our neighbors here, but it seems as if at a distance of a few hundred meters away, there are people who do not belong to our continent, to our world, but actually belong to a different galaxy.” Israeli president Moshe Katsav. The Jerusalem Post, May 10, 2001

    “The Palestinians are like crocodiles, the more you give them meat, they want more”…. Ehud Barak, Prime Minister of Israel at the time – August 28, 2000. Reported in the Jerusalem Post August 30, 2000

    “The Palestinians” would be crushed like grasshoppers … heads smashed against the boulders and walls.” ” Isreali Prime Minister (at the time) in a speech to Jewish settlers New York Times April 1, 1988

    “When we have settled the land, all the Arabs will be able to do about it will be to scurry around like drugged cockroaches in a bottle.” Raphael Eitan, Chief of Staff of the Israeli Defence Forces, New York Times, 14 April 1983.

    ” “We must do everything to ensure they [the Palestinian refugees] never do return” David Ben-Gurion, in his diary, 18 July 1948, quoted in Michael Bar Zohar’s Ben-Gurion: the Armed Prophet, Prentice-Hall, 1967, p. 157.

    ” “We must use terror, assassination, intimidation, land confiscation, and the cutting of all social services to rid the Galilee of its Arab population.” Israel Koenig, “The Koenig Memorandum”

    “Jewish villages were built in the place of Arab villages. You do not even know the names of these Arab villages, and I do not blame you because geography books no longer exist. Not only do the books not exist, the Arab villages are not there either. Nahlal arose in the place of Mahlul; Kibbutz Gvat in the place of Jibta; Kibbutz Sarid in the place of Huneifis; and Kefar Yehushua in the place of Tal al-Shuman. There is not a single place built in this country that did not have a former Arab population.” Moshe Dayan, address to the Technion, Haifa, reported in Haaretz, April 4, 1969.

    “”It is the duty of Israeli leaders to explain to public opinion, clearly and courageously, a certain number of facts that are forgotten with time. The first of these is that there is no Zionism,colonialization or Jewish State without the eviction of the Arabs and the expropriation of their lands.” Yoram Bar Porath, Yediot Aahronot, of 14 July 1972.

    “We Jews, we are the destroyers and will remain the destroyers. Nothing you can do will meet our demands and needs. We will forever destroy because we want a world of our own.” (You Gentiles, by Maurice Samuels, p. 155).

    “Our race is the Master Race. We are divine gods on this planet. We are as different from the inferior races as they are from insects. In fact, compared to our race, other races are beasts and animals, cattle at best. Other races are considered as human excrement. Our destiny is to rule over the inferior races. Our earthly kingdom will be ruled by our leader with a rod of iron. The masses will lick our feet and serve us as our slaves.” – Israeli prime Minister Menachem Begin in a speech to the Knesset [Israeli Parliament] quoted by Amnon Kapeliouk, “Begin and the Beasts,” New Statesman, June 25, 1982

    Esta última é sobretudo exemplar porque demonstrativa de onde Oliveira vai beber os seus ensinamentos…e o seu linguajar
    “Excremental”…de facto

  23. Oliveira diz:

    LOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL
    E continua com as citações excrementais, iguais às das cartas do Mandela…
    Mas quem acredita em alguém que mantém como verdadeira, uma carta que toda a gente sabe que é mentira?
    Alguém que não admite ter aldrabado?
    Alguém que é movido apenas pelo ódio?
    Coitadinho de DEsdenhado…

    LOLOLOLOLOLOL

    Vamos continue com os insultos e as aldrabices, é só mesmo aquilo que lhe permite levantar-se de manhã, a pulhice anti-semita.

    • De diz:

      Desmascarado,irritado,fora de si,completamente posto em causa mais à sua política pro-sionista
      o que faz Oliveira ?
      Agarra-se à carta
      e feita dama de duvidosa reputação põe-se histericamente a rir

      Mas o pobre pulha de serviço não desmente nenhuma das afirmações citadas
      Todas datadas,assinadas,identificadas

      (Sorry Oliveira
      mas quem apoia pulhas também o é)

      • Oliveira diz:

        eheheheheheheheh… “Agarra-se à carta” qual carta?
        A que o De publicou por duas vezes como se fosse verdadeira e não era, como toda a gente sabe e o próprio autor disse logo que euma uma mock letter do Mandela para o Thomas Friedman?
        Essa carta?
        Essa carta que o desmascara como aldrabãozeco ignorante que é?
        eheheheheheheheheheheheh
        Sorry, De, a verdade acima de tudo e, não, não me esqueço da carta e do efeito que tem na sua inexistente credibilidade… nem vou deixar que alguém aqui se esqueça!…
        Não são os pulhas anti-semitas, os charlatães babados de ódio racista que encontram citações nos sites de ódio anti-semita que abundam na internet, que vão ter respostas a citações falsas, descontextualizadas e sem autor.
        Sorry, pequenina coisinha anti-semita, mas a verdade acima de tudo!
        Valeu?
        LOLOLOLOLOLOL

      • De diz:

        ” pulhas anti-semitas, os charlatães babados de ódio racista”
        Eis o retrato do Oliveira

        Oliveira que tenta apagar o incómodo que tem de se ver perante testemunhos pesados
        Oliveira que tem sobre si frases inteiras de criminosos sionistas
        E que tem que fazer tudo mas tudo para o esconder

        Eis o que diz Oliveira:
        “não, não me esqueço da carta e do efeito que tem na sua inexistente credibilidade… nem vou deixar que alguém aqui se esqueça!…”
        O ponto de exclamação seguido de reticências.
        E os berros esquisitos,esboçando maneirismos curiosos,tentando reduzir a questão ao pequeno curral onde habita o doutor em sionismo
        Doutor zinho?
        Isso mesmo

        Quem apoia torcionários não será cúmplice destes?
        Quem tenta com os seus berros histéricos tapar os gritos das vítimas da sanha assassina dos criminosos do estado-pária de Israel não é também cúmplice dos crimes?

        O que dirão os colegas de coisas como Oliveira se soubessem o que este é e como se comporta?Sentir-se-iam confortáveis perante o espectáculo de um “oliveira” e do seu linguajar?
        Sobretudo senti-lo-iam perante as suas manifestações de alegria boçal perante alguns dos crimes israelitas?
        Do seu “amor” perante Sharon?
        E o que diriam quem se submete aos caprichos profissionais deste”oliveira”?

        É altura de chamar o nome aos bois:
        Sobre o anti-semitismo dos sionistas já muito se escreveu.Dos seus métodos também.Daí que Oliveira se apegue ao termo anti-semita para tentar esconder o óbvio

        Por exemplo isto:
        Lenni Brenner é judeu e foi conhecido militante a favor dos direitos civis dos negros norte-americanos, na década de 1960. No livro abaixo, “51 documentos: a colaboração sionista com os nazis”, ele dá exemplos de alguns daqueles factos que os sionistas gostariam de varrer pra debaixo do tapete.
        >
        > [http://www.amazon.com/51-Documents-Zionist-Collaboration-Nazis/dp/1569802351]
        >
        > The Nazi era is the most discussed period in history, yet most Jews and other Americans are unaware of the interaction between Zionism and Hitler and Mussolini. The reason is simple and stark: the Zionist record is dishonorable. This book brings to light, through the use of actual historic documents, the disservice that the Zionists did to Jews before and during the Holocaust. Some of these documents were published in English decades ago, but are only now seeing the light of day. Others are being translated into English for the first time. Included are documents from Propaganda Minister Goebbels’ newspaper, Der Angriff, detailing an SS-man’s visit to Palestine as the Zionists’ guest. Readers will also learn about Adolf Eichmann’s account of his personal dealings with the Hungarian Zionist Rezsö Kasztner, who was later assassinated in Israel as a Nazi collaborator who betrayed 400,000 Hungarian Jews. Also revealed is pro-Zionist propaganda put out by the Nazis, such as a medal for getting Jews to Palestine and a Nazi board game where the object is to move Jews to Palestine. The documents contained in this book were selected with due care so that a rounded picture of history emerges. The author concludes that Zionism betrayed the Jews; and the evidence that led him to that conclusion is contained in this book. This book shows that the consequences of Zionism demand exposure.

        A medalha pode-se ver aqui
        http://www.google.pt/imgres?q=medal+nazi+sionista&hl=en&biw=1280&bih=699&gbv=2&tbm=isch&tbnid=sXxW8iowmPVUSM:&imgrefurl=http://br.groups.yahoo.com/group/Acropolis_/message/112947&docid=DE0Nm5Icfu_sJM&itg=1&imgurl=http://brianakira.files.wordpress.com/2009/09/zionazi-medal.jpg&w=299&h=143&ei=j7riTqrnKsuS8gPWzJz4Aw&zoom=1&iact=rc&dur=260&sig=106553251269384578540&page=1&tbnh=91&tbnw=191&start=0&ndsp=15&ved=1t:429,r:0,s:0&tx=112&ty=42

        • Oliveira diz:

          LOLOLOLOLOLOL
          Anda mesmo desesperadinho de argumentos, esta coisa, este pulha anti-semita
          É o mesmo que defender que o marxismo é mau porque o Pol Pot se dizia marxista!
          ehehehehehehehehe…
          Tiritos nos pés…
          Sorry, Dezinho, mas a verdade acima de tudo!
          Continua a procurar algo para denegrir os judeus, que até agora não tem tido sucesso…
          Experimento procurar pelos lados da Mein Kampf, você que tem um qualquer fetiche pelos nazis.

        • De diz:

          Ah
          Volta ao local do crime.
          “Oliveira” precisa de dar retoques na sua imagem?.
          Percebe-se

          Os textos estão escritos.
          E a apologia do sionismo também.
          Basta ter a paciência de ler
          Urge assim dar os retoques…próprios das velhas damas que procuram a virtude na maquilhagem pesada
          “Oliveira” precisa de corrigir o tiro?
          Disso e de muito mais

          Oh “oliveira”
          Tenta mas não consegue.
          De mim
          nem uma palavra contra os judeus.Todas contra os sionistas.

          Agora vá lá experimentar procurar para os lados do Mein Kampf.Por aqui esse lixo não entra

          • Oliveira diz:

            Retoques? Para quê? Para demonstrar como sou sionista?
            Mas tem dúvidas?? É claro que sou!
            Este Dezinho tem mesmo dificuldades de interpretação de textos…
            Sorry, De, mas a verdade acima de tudo!
            E os nazis estão sempre na sua língua, por isso o Mein Kampf deve ser o seu livro de cabeceira…

          • Renato Teixeira diz:

            Dos sionistas também. Até os generais usam em Gaza os mesmos manuais que os nazis usaram em Varsóvia. http://wakeupfromyourslumber.com/node/9405

          • De diz:

            Oliveira says:
            16 de Dezembro de 2011 at 0:03

            “Experimento procurar pelos lados da Mein Kampf”
            Oliveira lá sabe os livros que usa.
            Como os generais sionistas

          • Oliveira diz:

            “In order to prepare properly for the next campaign, one of the Israeli officers in the territories said not long ago, it’s justified and in fact essential to learn from every possible source. If the mission will be to seize a densely populated refugee camp, or take over the casbah in Nablus, and if the commander’s obligation is to try to execute the mission without casualties on either side, then he must first analyze and internalize the lessons of earlier battles – even, however shocking it may sound, even how the German army fought in the Warsaw ghetto.

            The officer indeed succeeded in shocking others, not least because he is not alone in taking this approach. Many of his comrades agree that in order to save Israelis now, it is right to make use of knowledge that originated in that terrible war, whose victims were their kin. The Warsaw ghetto serves them only as an extreme example, not linked to the strategic dialogue that the defense establishments of Israel and Germany will hold next month. ”

            Também está contaminado, Renato, ao ponto de não entender a diferença entre estudar tácticas militares e ideologias políticas?
            Fez serviço militar ou, de alguma forma, estudou história militar? Constatará que os melhores militares, ou, pelo menos, os com mais sucesso, são aqueles que aprenderam com as suas próprias derrotas.
            Combater numa zona densamente povoada é dos exercícios militares mais difíceis de planear e executar, como Stroop em Varsóvia e Paulus em Estalinegrado aprenderam, este último até à derrota.
            Tácticas militares de cerco a cidades não estão no Mein Kampf e foram estudadas e copiadas por muitos exércitos, alguns com sucesso, como Zhukov em Berlim e Konev em Budapeste (1956) ou, mais recentemente, Kvashnin em Grozny (2000).
            Os israelitas também estudaram as tácticas militares alemãs? E então? Que tem isso a ver com o Mein Kampf?
            E, sobretudo, que tem isso a ver com o anti-semita aldrabão do De, o qual, para atingir os seus fins, não se coíbe de disseminar falsos argumentos de autoridade, como a carta de Mandela para o Thomas Friedman?

          • De diz:

            Sorry nazi-sionista
            Olhe que assim os seus amigos começam a recusar-se sequer comer na mesma mesa que vossemecê.
            Não é bom ser comensal de tal pulha
            Mais uma vez….
            desmascarado

          • De diz:

            Quanto às tácticas dos seus amigos nazis…

            Que triste ver um pulha sionista defender o genocídio de um povo

            Terá armamento escondido em casa este pulha nazi-sionista?
            (Quer um lenço para limpar a peçonha da sua ideologia mascarada em manobras militares?
            Ou para lavar as lágrimas que expele de raiva?)

          • Oliveira diz:

            O armamento está aqui, bem visível, são as palavras que desmascaram os pulhas anti-semitas, aqueles que no desespero dos argumentos, insultam e propagam citações falsas, com a má-fé própria dos pequenos jdanovs, dos que aspiram ao céu goebbiliano, dos invejosos dos eichmanns.
            Sorry, pequeno pulha anti-semita, os charlatões devem ser desmascarados, abertas as janelas para limpar o fedor que por aqui exalam.
            Uma questão sanitária, enfim.

  24. De diz:

    É natural que as citações e os documentos não tenham resposta
    É natural que estes passem por ser “falsos”, “descontextualizados” e “sem autor”
    É natural que a fuga para os lol ,agora mais discretos já que eram por demais patéticos, seja o remédio
    Ou que o refúgio na choraminguice birrenta em torno da carta ( desapareceu o plural?Lol)
    seja a solução

    Já que estamos no tema,eis um relato de um medico(um dos que honra a profissão e se recusa a ser um sionista ao serviço do crime organizado):
    Por que Sharon é um criminoso de guerra
    Relato de uma testemunha ocular do massacre de 1982 em Sabra e Shatila
    Pelo Dr. Ben Alofs
    http://terrornapalestina.home.sapo.pt/Materias/porquesharon.htm

    Um relato impressionante
    Lembre-se que este Oliveira defendeu este criminoso horrendo de nome Ariel Sharon

    • Oliveira diz:

      E a manipulação e a mentira continua, com a invenção de suposta defesa do Ariel Sharon.
      Típico de quem publica cartas falsas como se fossem verdadeiras, como esta coisa do De faz.

      • De diz:

        Ah
        O ladrão volta sempre ao local do crime
        A necessidade de maquilhar a pulhice feita obriga o “oliveira” a tentar maquilhar a figura.
        Alguns dias mais tarde

        Basta ler

        Enretanto

        • Oliveira diz:

          LOL
          Exactamente: ei-lo que regressa, o excelso maquilhador de cartas falsas que apresenta como verdadeiras!
          Tem razão: basta ler!
          LOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL
          De says:
          23 de Novembro de 2011 at 10:01

          Mas este Oliveira,agente objectivo do abjecto sionismo esquece-se de uma coisa.Que contra os factos, os impropérios são nada.E que a manipulação pode ser serenamente desmascarada.
          Não gosta das “fontes” indicadas este Oliveira?

          Será que ele sabe quem é Nelson Mandela?
          Numa carta escrita a Thomas Friedman (não confundir com Morgan) em Março de 2001 escrevia este catedrático do apartheid:
          “Perhaps it is strange for you to observe the situation in Palestine or more specifically, the structure of political and cultural relationships between Palestinians and Israelis, as an apartheid system…
          Thomas, if you follow the polls in Israel for the last 30 or 40 years, you clearly find a vulgar racism that includes a third of the population who openly declare themselves to be racist. This racism is of the nature of “I hate Arabs” and “I wish Arabs would be dead”. If you also follow the judicial system in Israel you will see there is discrimination against
          Palestinians, and if you further consider the 1967 occupied territories you will find there are already two judicial systems in operation that represent two different approaches to human life: one for Palestinian life and the other for Jewish life. Additionally there are two different approaches to property and to land. Palestinian property is not recognised as private property because it can be confiscated.
          As to the Israeli occupation of the West Bank and Gaza, there is an additional factor. The so-called “Palestinian autonomous areas” are bantustans. These are restricted entities within the power structure of the Israeli apartheid system
          The Palestinian state cannot be the by-product of the Jewish state, just in order to keep the Jewish purity of Israel. Israel’s racial discrimination is daily life of most Palestinians. Since Israel is a Jewish state, Israeli Jews are able to accrue special rights which non-Jews cannot do. Palestinian Arabs have no place in a “Jewish” state.
          Apartheid is a crime against humanity. Israel has deprived millions of Palestinians of their liberty and property. It has perpetuated a system of gross racial discrimination and inequality. It has systematically incarcerated and tortured thousands of Palestinians, contrary to the rules of international law. It has, in particular, waged a war against a civilian population, in particular children.”

          Uma vergonha de facto.O estado-pária de israel,pária também pelo que diz Mandela.
          Mas há muito mais a dizer.
          Fede e Oliveira não reconhece sequer o cheiro que emana dos criminosos que defende.
          Há adjectivos para qualificar tal

          LOLOLOLOLOL

          • De diz:

            Eu percebo que não lhe reste mais nada.
            O sô tôr está fora.
            O que se passa?

            Os textos estão todos aí.Aí e aqui
            http://5dias.net/2010/10/01/crimes-cometidos-no-ataque-de-israel-a-flotilha-da-liberdade-conheca-o-relatorio/

            A falta de argumentação pesa sobre Oliveira?
            Pesa isso e mesmo mais
            Quem quiser comprovar o que digo ou o que disse pode fazê-lo facilmente.
            Quem quiser verificar como Oliveira presto se apressou presto a tentar corrigir presto o tiro também o pode
            (…mas o tiro já tinha saído.)

            Um sionista é um sionista
            E não tenho qualquer prazer em dizer tal

          • Oliveira diz:

            Mas preciso de mais alguma coisa para demonstar a vacuidade do De?
            Para demonstrar a falsidade dessa coisa?
            De como o pulha é charlatão ao ponto de não reconhecer as falsidades que propaga?
            Um sionista é um sionista e um anto-semita aldrabão é um anti-semita aldrabão.
            Eu sou sionista.

          • Oliveira diz:

            O sô tôr??? Que é que esta coisa quer?

          • De diz:

            Sorry nazi-sionista
            Desmascarado
            mais uma vez

          • Oliveira diz:

            Sim, é verdade, mais uma vez desmascarado o aldrabão que anda a passar citações falsas como verdadeiras, né, Dezinho?
            Sorry, De, a verdade acima de tudo e os aldrabões como o De devem ser sempre desmascarados!

    • Oliveira diz:

      E porque deveria o exército israelita intervir em assuntos que não eram os seus, já agora?…
      Não era suposto que deixasse os libaneses dirimirem as suas questões entre eles?
      Agora já concorda com o direito de intervenção humanitária?
      Que hipócrita!
      Sorry, De, mas a verdade acima de tudo!
      ehehehehehehe
      Sempre tiros nos pés…

  25. De diz:

    Oliveira arrependeu-se do silêncio e agora posto a nu volta para?
    Retocar a imagem de sionista miserável que deu?

    Oliveira,sorry
    O artigo citado é de um médico holandês
    (não confundir portanto)
    e começa assim:
    Sou um médico holandês, vivendo atualmente no norte do País de Gales. No verão de 1982 eu trabalhava como enfermeiro em Beirute Ocidental que, à época, estava sob sítio do exército israelense.
    O negociador americano Philip Habib tinha intermediado um acordo mediante o qual o exército israelense abster-se-ia de ocupar Beirute Ocidental, depois que os fedayeens (combatentes palestinos) palestinos tivessem partido. Um segundo aspecto fundamental do acordo era que os EUA garantiriam a segurança da população civil palestina remanescente. A evacuação, supervisionada por uma força de manutenção de paz internacional, seguiu tranqüila e foi completada em 1º de setembro. Muito antes de 26 de setembro, a data que tinha sido acordada, a força de manutenção de paz internacional partiu entre 10 e 13 de setembro. No dia 3 de setembro, aconteceu a primeira violação do acordo Habib, quando as forças israelenses ocuparam Bir Hassan, na área suburbana ao sul de Beirute. Antes disso, Sharon havia afirmado que queria as forças de manutenção de paz fora de Beirute.

    Até na manhã do Sábado, 18 de setembro, quando fomos retirados dos acampamentos, vimos novos grupos de falangistas entrarem nos acampamentos sob supervisão israelense. Cerca de 20 minutos depois que havíamos passado por grandes grupos de mulheres, crianças e idosos na estrada principal de Sabra, ouvimos uma orgia de fogo de metralhadoras. Swee, um médica ortopedista, disse-me que uma mãe palestina tinha tentado dar-lhe sua filhinha, como se adivinhasse o que estava prestes a acontecer. A criança foi arrebatada das mãos de Swee e devolvida à sua mãe. No Domingo, 19 de setembro, voltei a Sabra e Shatila junto com dois jornalistas, um dinamarquês e um holandês. O exército libanês havia cercado o acampamento e tentado manter fora os jornalistas. Encontramos uma entrada. Todos nós ficamos profundamente chocados com a extensão da destruição e selvageria dos assassinatos. Os israelenses tinham ordenado aos milicianos para deixarem os acampamentos em algum momento do Sábado. Estes últimos tinham conseguido provocar mais uma terrível destruição e matança depois que fomos retirados dos acampamentos na manhã do Sábado. A Defesa Civil Libanesa tinha dado início ao recolhimento dos corpos que não tinha sido enterrados pelas escavadeiras. Nunca saberemos quantas pessoas foram exatamente trucidadas durante aqueles terríveis dias 16, 17 e 18 de setembro de 1982. 1.500 talvez? 2.000? Ou até mais?

    e a páginas tantas diz o seguinte:
    “Quando alguém põe uma serpente venenosa no berço de um bebê e o bebê morre, a responsabilidade recai diretamente sobre a pessoa que pôs a serpente no berço. Portanto, os comandantes israelenses Eitan, Dori e Yaron são diretamente responsáveis. Mas acima de todos, Ariel Sharon. Ele era o chefe. Poderia ter impedido essa tragédia. Mas ele queria expulsar os palestinos de Beirute para a Jordânia, que era “o estado palestino”, de acordo com Sharon. Deir Yassin revisitado. “Animais bípedes”, foi como Begin chamou os palestinos em 1982. Eitan falava sobre “baratas numa garrafa”. Essa desumanização dos palestinos foi e ainda é a causa do frio desprezo do exército israelense pela vida dos palestinos.”

    Basta ler o horror que se desprende de tal relato
    (e basta ler que esta resposta do “oliveira” e eu vou citar:”E porque deveria o exército israelita intervir em assuntos que não eram os seus, já agora?…
    Não era suposto que deixasse os libaneses dirimirem as suas questões entre eles?”
    diz muito sobre este personagem.Diz violentamente muito sobre este personagem
    Ah esta hipocrisia tão típica de…
    Ah esta cumplicidade com os massacres tão característica de…

  26. Oliveira diz:

    de…
    de…
    já lhe faltam imagens… coitadinho do Dezinho…
    Hipocrisia tem quem não concorda com algumas intervenções e exige a quem diz não dever existir que intervenha em guerra que não é sua…
    LOLOLOLOLOL
    Irritadinho que ele anda e já sem argumentos e insultos…

    • De diz:

      Sorry
      mais uma vez desmascarado
      Vá fazer exercícios militares com os nazi-sionistas que defende

      • Oliveira diz:

        É verdade, mais uma vez desmascarado o aldrabão que anda a passar citações falsas como verdadeiras, né, Dezinho?
        Sorry, De, a verdade acima de tudo e os aldrabões como o De devem ser sempre desmascarados!

        • De diz:

          Oliveira apareceu dois dias mais tarde.Para marcar o território?
          Engana-se.Ainda não estamos no território reivindicado pelo estado-pária de Israel.
          Sorry

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