Shimon Peres e Barack Obama, dois Nobel da paz ao serviço da guerra, dois heróis da esquerda democrática a fazer o jogo da direita fascista. Vá, para o Irão e em força resolver a crise da dívida soberana. O Vietname, o Iraque, o Afeganistão, a Líbia e a Palestina, depois disto, vão passar a ser histórias de crianças.
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Cada vez estamos mais em crer que esta crise, (para além das razões de destruição de valor sobre o excedente de capital financeiro acumulado), foi provocada!
Visa colocar milhões de pessoas numa situação de carência extrema, a partir da qual será possivel obter quase tudo delas. Se houver uma guerra, as pessoas irão a correr oferecer-se para combater pelos mais diversos motivos, todos eles visando os valores de conservação, pelos valores nacionais, pela defesa do ocidente, pelo patriotismo da puta que pariu os generais que temos a mais. Alistar-se representa uma refeição por dia, come-se uma terça parte e leva-se as outras duas para os filhos em casa.
E não se está aqui a inventar nada: foi dito pela Naomi Klein na “Doutrina de Choque”, é preciso destruir bens alheios sem qualquer espécie de escrúpulos para que a retoma capitalista, que salvaguardará a propriedade dos ricos, ponha a máquina a funcionar de novo.
Existem precedentes históricos e não estão muito longe no tempo. Foi isto que se passou entre a grande depressão (1929) e o inicio da 2ª GGuerra (1939, fora os anos prévios de preparação com o investimento no fabrico de armamento). Chamaram-lhe depois no pós-guerra “o milagre Keynesiano”; mas de facto o que ocorreu foi um “keynesianismo militar” uma vez que a máquina de guerra norte-americana não foi desmantelada depois da vitória e ocupação da Europa e é essa máquina que sustenta todo o edificio de exploração dos outros povos
Raciocínio demasiado sofisticado para a minha revolucionária cabeça. Se calhar trata-se mas é de resolver a crise do FCP, pelos mesmos tortuosos e elaborados raciocínos do articulista.
A mim parece-me que o problema entre Israel e o Irão tem mais a ver com o facto de o Irão não fazer segredo das suas intenções de completar a solução final do problema judaico, desta vez com umas coisinhas mais potentes que Zyclon.
Ah, e com o facto de os sacanas dos judeus não parecerem, desta vez, dispostos a colaborar, numa inadmissível fuga à sua missão histórica de bodes expiatórios dos problemas dos outros.
Esperto mesmo é um país, perdão, um enclave militar nuclear, atacar outro país, este sim um país, por alegadamente estar a terminar o seu processo de armamento nuclear.
A sua lógica parece-me algo pífia.
Se o camarada tiver uma arma na mão e se vir de repente num beco, rodeado de facínoras que detestam Renatos, passam a vida a jurar que querem acabar com os Renatos, e estão a correr para uma pistola que está no chão, o que fará logicamente o camarada Renato?
Deita-se de barriga para o ar?
A sua lógica não me parece pífia.Parece sim o apoio boçal a terroristas.
De estado.Mas terroristas.
Governantes.Mas terroristas.
Pode assim revoltucionário por-se de barriga para o ar.
Não pega.
Mesmo que ande pelos cantos a chamar “camarada” para aqui,”camarada” para ali.
Já que o revolucionário é tão rápido a alcunhar os iranianos de facínoras depreendo que já visitou o país e comprovou isso in loco, certo? É que se o fez, gostaria que me dissesse onde os encontrou porque do tempo que passei no país só tenho a dizer bem do seu povo.
Agora, se o amigo revolucionário gosta de confundir o povo com o seu governo, talvez devesse pensar em mudar o nome porque isso não é de todo uma atitude revolucionária mas sim reaccionária
«Enquanto o mundo continuar a ignorar as armas atómicas de Israel não pode dar-se ao luxo de dizer o mínimo que seja ao Irão»
Mordechai Vanunu,
cidadão israelita que denunciou Israel como uma potência nuclear
“Raciocínio demasiado sofisticado para a minha revolucionária cabeça”
Está certo.Na ausência de qualquer revolucionária cabeça,o raciocínio terá que ser por demais sofisticado.
Quanto ao facto dos “judeus não estarem dispostos a colaborar, numa inadmissível fuga à sua missão histórica de bodes expiatórios dos problemas dos outros.”…
Dois comentários breves:
O primeiro para assinalar o aparecimento da palavra “judeu” como sinónimo de governo israelita…Há dias este revoltucionário berrava e tentava vender-nos mais alguma coisa da sua filosofia sionista.Agora tenta que os judeus sejam identificados com os terroristas que governam Israel.(não terá vergonha de ser assim?)
O segundo para dizer que os dirigentes israelitas estão de facto apostados na inadmissível perpetuação da sua missão histórica de tentativa de genocídio de um povo,o palestiniano.
Aprenderam com os nazis?
Agora querem propagar a guerra e a morte.
Fedem pois claro
Caro, já lhe expliquei ( mas você parece não ter compreendido), que Israel é um estado judeu. É a terra dos judeus e estes não são apenas religiosos.
Tal como Portugal é a terra dos portugueses, dos lusos. Sim, vivem cá outras pessoas, mas é a terra dos portugueses.
Ah, e se os dirigentes israelitas estivesse interessados no genocídio dos árabes da palestina, não teriam qualquer dificuldade técnica em concretizá-lo. Têm meios para isso mas, como deve ter reparado, há agora largos milhões de árabes mais do que havia há 60 anos.
O que prova que a sua alegação é falsa.
Mas veja, um estado como o israelita, que tem hoje um poder militar superior ( nem sempre foi assim), em guerras e represálias matou em 6o anos, menos árabes da palestina do que por exemplo a Jordânia num único mês.
Tem de reconhecer que é um fracasso, para um “estado apostado na tentativa de genocídio do povo palestiniano”
Se fosse ao contrário, isto é, se os judeus fossem os mais fracos, o camarada sabe muito bem que o problema judaico já estava solucionado.
P.S. A propósito, sabia que foi a Checoeslováquia, então um país comunista, que mais ajudou Israel e defender-se do ataque de 7 exércitos muçulmanos, em 1948?
Tentativa de genocídio de um povo:
Dificuldade técnica não teriam.Mas perderiam o seu aliado de peso que tem que manter uma certa reserva em apoiar de caras um genocídio mais visível.
Tentativa de genocídio não é da minha cabeça.
Está escrito e re-escrito.
Estado de israel como um estado de judeus?
Isso é para o “caro”.
Para mim é um estado-pária.E há muitos judeus que o não são.
O problema judeu estaria resolvido de fossem o elo mais fraco?
Os judeus aprenderam com os nazis alguns dos seus métodos.É um facto
Extrapolar que outros fariam o mesmo …
Mas vejamos uma citação :”«São necessárias acções cruéis e poderosas. Se conhecermos a família devemos golpeá-la sem piedade, mulheres e filhos incluídos. De outro modo, a reacção será insuficiente. Não é necessário distinguir entre culpados e inocentes»
David Ben Gurion,
fundador do Estado de Israel, sobre a questão árabe
Fede(m)
“Para mim é um estado-pária”
Está bem acompanhado, meu caro. Os seus companheiros de estrada são os neonazis, os aiatolas e a esquerda folclórica.
O que prova que um tolo encontra sempre um tolo ainda maior, que lhe bate palmas.
Quanto à sua citação, vem de Ilan Pappé, um esquerdista radical, conhecido por várias falsificações da história e por um ódio a si mesmo que ombreia com o dos radicais de esquerda que aqui se passeiam e que, patentemente, odeiam a sociedade a que pertencem.
Mas já que está com citações falsas duvidosas, eu deixo-lhe aqui algumas verdadeiras:
Os sionistas e os seus protectores são as pessoas mais odiadas da humanidade e esse ódio está a aumentar diariamente. Quanto piores os seus crimes, mais depressa cairão.
(13Jul2006)
Este regime não pode logicamente continuar a viver. Abram as portas da Europa e deixem os judeus voltar
(24Abr2006)
O regime sionista é uma injustiça e pela sua natureza, uma ameaça permanente. Goste-se ou não, está a caminho da aniquilação. É uma arvore podre que será eliminada por uma tempestade
(14Abr2006, Teerão, Conferência de apoio à intifada)
O regime sionista deve ser varrido do mapa.Os conflitos na terra ocupada são parte de uma guerra maior. O resultado de centenas de anos de guerra, será definido no solo palestiniano
(26Out2005, Conferencia “Um mundo sem sionismo”)
E estas, logo após a aprovação pela ONU da partilha da Palestina, para saber do que se está a falar:
-1º ministro sírio: Ergam-se e eliminem o flagelo sionista.
-Rei da Arábia Saudita: Que importa perdermos 10 milhões de pessoas se eliminarmos os judeus? Vale a pena.
-Xeque Al-Banah (o teólogo onde bebe Bin Laden), chefe da Irmandade Muçulmana: Os árabes devem aniquilar os judeus. Encheremos o mar com os seus corpos.
-Haj Husseini, mufti de Jerusalem e tio de Arafat: Matem os judeus. Matem-nos a todos!
-Secretário-Geral Liga Arabe: Esta guerra será de extermínio e de massacres….
E ainda estas
-“Desde 1948 os líderes árabes usaram, o povo palestiniano parar fins políticos”
(Rei Hussein, da Jordânia, 1996)
-“Abu Mazen acusa os estados árabes de serem a causa do problema dos refugiados palestinianos….o antigo director da UNRWA… Ralph Galloway, declarou em 1958 que os estados árabes não querem resolver o problema dos refugiados. Querem mantê-lo como ferida aberta”
(Wall Street Journal, 5Jun2003)
E, se por acaso ainda não o fez, pode consultar a Carta do Hamas e, já agora, o Corão, para ver que Maomé diz dos judeus o que não diz do toucinho.
Boa gente com quem os tontos como você tanto têm em comum.
A minha avó bem dizia: diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
As 4 primeiras citações são de Amadinejad.
Galo revoltucionário
A sua citação duvidosa é mesmo real
Os sionistas bem tentam esconder o pulha que foi este Gurion que são.Debalde
Galo.
O estado-pária de Israel é o que é.
Aprendeu os métodos com os nazis,seus verdugos e carrascos
Agora comportam-se como aqueles.
De extrema-direita.Tendo ao seu lado neo-nazis e fundamentalistas religiosos.Extremistas vários.
E os fundamentalistas americanos para lhes baterem palmas .Dando-lhes dinheiro,munições e armando-lhes o braço de corja infecta
Quanto às citações do presidente iraniano…
“Os sionistas e os seus protectores são as pessoas mais odiadas da humanidade e esse ódio está a aumentar diariamente. Quanto piores os seus crimes, mais depressa cairão.”
Verdadeiro.O sionismo é um dos piores males do mundo.Ameaça a própria paz mundial
“Este regime não pode logicamente continuar a viver. Abram as portas da Europa e deixem os judeus voltar”
(24Abr2006)
Correcto.Um regime que asfixia e oprime todo um povo tem que desaparecer
“O regime sionista é uma injustiça e pela sua natureza, uma ameaça permanente. Goste-se ou não, está a caminho da aniquilação. É uma arvore podre que será eliminada por uma tempestade
(14Abr2006, Teerão, Conferência de apoio à intifada)
O regime sionista deve ser varrido do mapa.Os conflitos na terra ocupada são parte de uma guerra maior. O resultado de centenas de anos de guerra, será definido no solo palestiniano
(26Out2005, Conferencia “Um mundo sem sionismo”)”
Correcto.Ambas as citações.Um regime brutal que tenta o genocídio de um povo está condenado
Claro que este revoltucionário quererá identificar os judeus com Israel.Não passa
Claro que este revoltucionário quererá identificar o sionismo com o semitismo.Não passa
Israel tem direito à sua existência.Deixando de lado o sionismo.E a sua política criminosa e sem perdão
Mais frases?
-1º ministro sírio: Ergam-se e eliminem o flagelo sionista.
Um flagelo a eliminar de facto
-”Rei da Arábia Saudita: Que importa perdermos 10 milhões de pessoas se eliminarmos os judeus? Vale a pena…”Este é aliado dos EUA…e comparsa dos sionistas.A frase não colhe ou melhor, demonstra que quem é anti-semita são os aliados dos EUA
(ehehehe)
-Xeque Al-Banah (o teólogo onde bebe Bin Laden), chefe da Irmandade Muçulmana: Os árabes devem aniquilar os judeus. Encheremos o mar com os seus corpos”…não colhe.Aliado dos EUA,depois seu inimigo Laden foi aqui convocado.Bin Laden podia esclarecer tal frasedo seu “mentor” mas foi eliminado por se tratar de uma testemunha incómoda.Eliminado pelos que o criaram,entenda-se
“-Haj Husseini, mufti de Jerusalem e tio de Arafat: Matem os judeus. Matem-nos a todos!”…quem?
Não concordo.
(Já agora,o ser tio de …não lhe outorga nenhum mérito.Mas os méritos de quem anda a vender o sionismo são assim)
“-Secretário-Geral Liga Arabe: Esta guerra será de extermínio e de massacres….”…a história prova-o
“-“Desde 1948 os líderes árabes usaram, o povo palestiniano parar fins políticos”
(Rei Hussein, da Jordânia, 1996)
-“Abu Mazen acusa os estados árabes de serem a causa do problema dos refugiados palestinianos….o antigo director da UNRWA… Ralph Galloway, declarou em 1958 que os estados árabes não querem resolver o problema dos refugiados. Querem mantê-lo como ferida aberta”…
Concordo.
Os árabes traíram muitas vezes a causa palestiniana…o que não iliba nem a culpa nem a responsabilidade dos israelitas governamentais
Quanto aos comentários sobre religiões essa não passa nem a replico.Xenófobos devem ir para o raio que o parta.De apologistas do criminoso nazi,de extrema-direita e também de uma qualquer religião estamos nós fartos
A citação do comentário de Ben Gurion:
Qual Pappé qual carapuça.
Mente. E sem qualquer pudor
“In his Independence War Diary, under the entry for January 1, 1948, Ben-Gurion wrote: “…Blowing up a house is not enough. What is necessary is cruel and strong reactions. We need precision in time, place and casualties. …[we must] strike mercilessly, women and children included. Otherwise, the reaction is inefficient. At the place of action there is no need to distinguish between guilty and innocent.”
“O Estado de Israel nasceu, de facto, a partir de uma limpeza étnica. Em 1948, centenas de milhar de pessoas foram expulsas à força das suas casas e das suas terras na Palestina durante uma das mais tenebrosas operações terroristas da história humana. Os campos de concentração onde tantos judeus foram massacrados tinham sido encerrados apenas três anos antes. Centenas de vilas e aldeias da Palestina desapareceram do mapa e nos seus territórios surgiram povoações agora habitadas por judeus chegados de todo o mundo para um novo país chamado Israel. O massacre de Deir Iassin, aldeia nos arredores de Jerusalém, ficou como um símbolo dessa vaga de terror, tal como o de Sabra e Chatila em 1982, o de Jenin mais recentemente, e agora o de Gaza.
Uma nova grande vaga de refugiados foi obrigada a partir da Palestina em 1967 na sequência da chamada Guerra dos Seis Dias, através da qual Israel ocupou Jerusalém Oriental, a Cisjordânia e Gaza. O povo palestiniano ficou então distribuído pelo interior de Israel (onde os que ali permanecem são cidadãos de segunda), pelos territórios ocupados ou bloqueados (como é o caso de Gaza) e pelos numerosos campos de refugiados distribuídos pelo mundo árabe.
Em alguns desses campos situados no Líbano, na Jordânia ou nos territórios ocupados a história regista terríveis massacres cometidos por militares israelitas ou aliados seus em situações de completa impunidade perante civis indefesos, a maioria dos quais crianças ou mulheres.
Apesar de existirem períodos de grandes vagas de refugiados, a fuga de palestinianos da Palestina foi permanente durante as últimas seis décadas. Circunstâncias várias e convergentes provocaram e provocam essa emigração forçada: a confiscação constante de terras árabes por motivos administrativos, quase sempre arbitrários; a proibição imposta a famílias árabes de construírem ou reconstruírem as suas habitações; a permanente implantação de colonatos nos territórios ocupados, violando as Convenções de Genebra e outras normas internacionais elementares, além de imporem a anexação gradual de terras como facto consumado; a criação de dificuldades à vida quotidiana dos palestinianos, desde a multiplicação de postos militares de controlo à construção de estradas proibidas a palestinianos e que, na prática, isolam as suas comunidades umas das outras.
A par do bloqueio a Gaza, a construção do chamado muro de separação na Cisjordânia é um dos mais recentes artifícios para inviabilizar o Estado palestiniano. Através dessa vergonhosa e humilhante barreira física, que reforça o isolamento dos palestinianos entre si e que as autoridades israelitas apresentam como traçado da futura fronteira, o Estado de Israel está a consumar a anexação de 40 por cento da Cisjordânia, uma percentagem que é muito mais elevada quando se lhe soma a área ocupada pelos colonatos.
Não é difícil fazer o apuramento dos resultados deste conjunto de acções ininterruptas de Israel sobre os palestinianos, a sua vida e as suas terras. As chacinas regulares assumem a forma de genocídio sistemático. Na invasão de Gaza foram assassinadas mais de 400 crianças e de 100 mulheres no quadro do «combate ao terrorismo», realidade que desvenda a intenção israelita de continuar a travar com sangue a guerra da demografia. É que todas as projecções realizadas com base no panorama existente no território da Palestina prevêem que a prazo os palestinianos sejam mais numerosos do que os israelitas – o verdadeiro pesadelo do aparelho dirigente de Israel.
Por isso o genocídio é acompanhado pela limpeza étnica. As condições de vida impostas pelo bloqueio em Gaza e pela repressão, pelo muro, pelos controlos militares, as humilhações, o isolamento comunitário, a asfixia económica e a confiscação de terras na Cisjordânia transformaram a vida dos palestinianos num inferno. Não admira que sejam aos milhares as pessoas, principalmente as mais jovens, que querem fugir de Gaza ou da Cisjordânia em busca de um dia-a-dia normal que lhes permita garantir a sobrevivência das suas famílias.
Estamos há 60 anos perante uma operação permanente de genocídio de um povo e de limpeza étnica no território da Palestina”
José Goulão
Mas há mais
Que quer esta coisa?
Esta abjecção imunda que pretende?
É verdade há mais, muito mais falsidades para propagar por aqui, como a carta do Madela para o Friedman ou as do Pappe, né Dezinho?
LOLOLOLOLOLOLOLOLOL
O anto-semitismo está mesmo a deixá-lo ainda mais vesgo e com problemas de estômago, tantos são os tiros ao lado e os vómitos infectos…
Aposto que qualquer um dos editores e leitores deste blogue prefeririam, de longe, viver em Israel ou nos EUA do que no Irão ou qualquer outro estado islâmico. Mas nunca o admitirão.
Já o Gentleman, estou certo, dar-se-ia melhor em Teerão. Diz que a Mossad anda a recrutar. Pense nisso. Diz que tem margem de progressão na carreira e tudo.
Se estivesse ao meu alcance fazer a folha àquela nojenta camarilha que governa o Irão, não tenha dúvidas que o fazia.
E no cenário hipotético de ser forçado a viver no Médio Oriente, o país que escolheria seria obviamente Israel (pese embora considere que foi um erro histórico a criação deste estado). Valorizo muito a Liberdade e os valores iluministas. No fundo, estou certo que o Renato valoriza grande parte dos mesmos valores que eu e que, perante a hipotética escolha que acima enunciei, acabaria também por preferir viver em Israel. Mas nunca o admitirá.
Fazia a folha fazia
Está-lhe no sangue.
Já agora, em jeito de desafio, enumere quantos países a camarilha nojenta governativa iraniana (que não defendo de todo) já invadiu e quantos países já invadiu a não menos nojenta camaralinha governativa estadounidense.
Hummmm.
O argumento passado e repetitivo da dolce vita em Israel e nos EUA
Há por aí quem queira ser colega, amigo e parceiro do Oliveira Costa ou do Duarte Lima.
Estes têm casas de luxo e têm as mordomias adequadas ao seu estatuto político-partidário.
Um mimo para quem queira estes mimos.
É claro que já sabemos o que o Gentleman irá escolher
Tal como sempre, a vacuidade intelectual e a técnica da avestruz. Contra-argumentos é que… népias.
Não gostou do comentário?
Percebe-se
Ao que parece este defende que um iraniano possa sucumbir sob as bombas do estado-pária de Israel…só pelo facto de ser iraniano.
É que parece que os israelitas têm mais a ver com os gentlemen deste mundo.
São pessoas “finas”
Tal como o Duarte Lima e o Oliveira Costa
Dá para ver com quem Gentleman quer viver
“Gostar” não é a palavra que me ocorre quando leio o que escrevinha. Respeito (ou mais concretamente a falta dele) será a palavra mais apropriada quando deparo com a pobreza argumentativa, a constante fuga ao assunto, a cobarde negação dos fatos, e o discurso de tipo religioso com que nos brinda regularmente
“Falta de respeito,pobreza argumentativa,constante fuga ao assunto,cobarde negação dos factos,discurso de tipo religioso”
Xiiii
Devo perturbá-lo muito
Ah,falta a “vacuidade intelectual”
Força aí Gentleman.O debate é sobre Israel.Quer transformá-lo num debate sobre a minha pessoa.
Lol
pode continuar a adjectivar
Debater pessoas? LOL LOL LOL Então não é isso que o De Pavlov faz cada vez que discorda das opiniões de outros participantes neste blogue?!
Você diverte-me. O De Pavlov desempenha um papel importantíssimo: o da descredibilização da extrema-esquerda.
Ora bem.
Não se percebe é a sua histeria com o De pavlov.
Lol
Um reflexo condicionado primário do Gentleman?
Eu repito:
“Força aí Gentleman.O debate é sobre Israel.Quer transformá-lo num debate sobre a minha pessoa.
Lol
pode continuar a adjectivar”
Agora é a vez dos algo histéricos LOL do Gentleman.
Certo?
Certo
Voltamos a Israel e ao estado-pária de isarel.Ao mito da sua “democracia”
E de novo Ralph Schoenman:
“. A propaganda sionista, desde o início da formação do Estado de Israel, tem insistido em caracterizar Israel como um Estado democrático no estilo ocidental, cercado por países árabes feudais, atrasados e autoritários. Apresentam então Israel como um bastião dos direitos democráticos no Oriente Médio. Nada poderia estar mais longe da verdade.
Entre a divisão da Palestina e a formação do Estado de Israel, num período de seis meses, brigadas armadas israelenses ocuparam 75% da terra palestina e expulsaram mais de 800 mil palestinos, de um total de 950 mil. Eles os expulsaram através de sucessivos massacres. Várias cidades foram arrasadas, forçando assim a população palestina a refugiar-se nos países vizinhos, em campos de concentração e de refugiados. Naquele tempo, no período da formação do Estado de Israel, havia 475 cidades e vilas palestinas, que caíram sob o controle israelita. Dessas 475 cidades e vilas, 385 foram simplesmente arrasadas, deixadas em escombros, no chão, apagadas do mapa. Nas 90 cidades e vilas remanescentes, os judeus confiscaram toda a terra, sem nenhuma indenização. Hoje, o Estado de Israel e seus organismos governamentais, tais como o da Organização da Terra, controlam cerca de 95% da terra palestina.
Pela legislação existente em Israel, é necessário provar, por critérios religiosos ortodoxos judeus, a ascendência judaica por linhagem materna até a quarta geração, para poder possuir terra, trabalhar na terra ou mesmo sublocar terra. Como eu digo sempre, nas palestras em que apresento meus pontos de vista, em qualquer país do mundo (seja Brasil, EUA, onde for), se fosse necessário preencher requisitos parecidos com esses, ninguém duvidaria do caráter racista de tal Estado; seria notória a existência de um regime fascista.
A Suprema Corte em Israel tem ratificado que Israel é o Estado do povo judeu e que, para participar da vida política israelense, organizar um partido político, por exemplo, ou ter uma organização política, ou mesmo um clube público, é necessário afirmar que se aceita o caráter exclusivamente judeu do Estado de Israel. É um Estado colonial racista, no qual os direitos são limitados à população colonizadora, na base de critérios raciais.”
Sempre em forma, o De e as fontes mais credíveis de todas… LOL
Nunca visitei Israel. Por outro lado, já estive em EUA e no Irão, e posso-lhe dizer que se fosse pela simpatia do povo, escolheria sem pensar duas vezes o Irão. Infelizmente são é governados por idiotas, mas olhe que o fanatismo religioso nos EUA não fica assim tão atrás do Irão.
As náuseas que tudo isto dá.
A guerra ao virar da esquina mais uma vez com o estado-pária de Israel ao comando e a figura patibular dos EUA atrás.
As náuseas que tudo isto dá
Os Nobel de paz atolados até ao pescoço na carnificina ao serviço dos interesses particulares da “direita fascista” e do império econónico -financeiro em vigor.
As náuseas que tudo isto dá.Uns tantos falam em anti-semitismo por um fait divers.Perdem tempo e espalham a peçonha aos 4 ventos.Perderão algum do seu tempo a tentar impedir o crime anunciado?Ou escondem o rufar dos tambores com as suas crónicas por anunciar?
As náuseas que tudo isto dá!
Náusea?
Sim, tem razão!
Náusea perante o ódio cego que leva à infâmia, ao nojo de passar argumentos fundados em cartas que não existem como se fossem verdadeiras, como a do Mandela para o Friedman!
Não é, De?
Tenha vergonha!
“não fazem segredo das suas intenções de completar a solução final do problema judaico, desta vez com umas coisinhas mais potentes que Zyclon”..
mas não se invertam os papeis no filme: Hitler foi um fiel aliado da causa Judaica,, nomeadamente pela implementação de um programa de ajuda à emigração de judeus alemães para a Palestina, cuja aceitação foi negociada com o mufi de Jerusalem:
1933 (…) Ministry of Economics issued a circular to all German currency control offices informing them of the recently concluded agreement with the Jewish Agency for Palestine. Known as the Haavara, or Transfer Agreement, it tied the emigration of Jews to Palestine to the sale of the German goods”, etc, etc,
http://www.ihr.org/jhr/v08/v08p372_Ries.html
Portanto seu biltre “revolucionário”, não é o povo do Irão que nunca foi Sionista quem agride (as potências aliadas até ali promoveram a Conferência de Teerão) o agressor tradicional como onta de lança do imperialismo no médio oriente é Israel.
Portanto seu biltre “revolucionário” não venha para aqui trafulhar, porque vc só se consegue trafulhar a si mesmo: mude de nome, talvez “insurgente” ou “blasfémico” ou simplesmente Trafulha
“Hitler foi um fiel aliado da causa Judaica,, nomeadamente pela implementação de um programa de ajuda à emigração de judeus alemães para a Palestina, cuja aceitação foi negociada com o mufi de Jerusalem:”
Tem razão, Hitler era tão amigo dos judeus!
Sim, colaborou com o mufti de Jerusalém que, de resto, tinha escritório em Berlim, para assessorar o Fuhrer na solução do problema judaico.
E que, obviamente, acabou por sentar o muito islâmico traseiro no Tribunal de Nuremberga, embora à revelia, porque se escapuliu para o Egipto.
As SS tinham aliás duas divisões muçulmanas que muito ajudaram na tentativa de solucionar o problema judaico, tudo num grande espírito de amizade e harmonia entre os povos.
A aliança entre o socialismo ( neste caso do tipo nacional) e o islamismo, é agora revigorada pelo outro tipo de socialismo ( o internacionalista), como se vê todos os dias.
O camarada veja lá que Hitler, no seu afã de ajudar os judeus e os americanos, até correu com gajos como o Einstein.
Quem é amigo, quem é?
Agora a sério camarada. Só uma mente algo danificada pode ver objectivos amigáveis na ideia fixa do Tio Adolfo, de se ver livre dos judeus, fosse de que maneira fosse.
Deixemos o ladroar e vamos aos factos:
” O sionismo tem sido apresentado como o legado moral do holocausto, das vítimas do holocausto. O movimento sionista tem como que se “alimentado” da mortandade coletiva dos 6 milhões de vítimas da exterminação nazista na Europa. Esta é uma terrível e selvagem ironia. A verdade é bem o oposto disso. A liderança sionista colaborou com os piores perseguidores dos judeus durante o século XIX e o século XX, incluindo os nazistas.
Quando alguém tenta explicar isso para as pessoas, elas geralmente ficam chocadas, e perguntam: o que poderia motivar tal colaboração? Os judeus foram perseguidos e oprimidos por séculos na Europa e, como todo povo oprimido, foram empurrados, impelidos a desafiar o establishment, o statu quo. Os judeus eram críticos, eram dissidentes. Eles foram impelidos a questionar a ordem que os perseguia. Então, o melhor das mentes da inteligência judia foi impelido para movimentos que lutavam por mudanças sociais, ameaçando os governos estabelecidos. Os sionistas exploraram esse fato a ponto de dizer para vários governos reacionários que o movimento sionista iria ajudá-los a remover esses judeus de seus países. O movimento sionista fez o mesmo apelo ao Kaiser na Alemanha, obtendo dele dinheiro e armas. Eles se reivindicavam como a melhor garantia dos interesses imperialistas no Oriente Médio, inclusive para os fascistas e os nazistas.
ST – Como se deu essa colaboração dos sionistas com os nazistas?
RS – Em 1941, o partido político de Itzhak Shamir (conhecido hoje como Likud) concluiu um pacto militar com o 3º Reich alemão. O acordo consistia em lutar ao lado dos nazistas e fundar um Estado autoritário colonial, sob a direção do 3º Reich. Outro aspecto da colaboração entre os sionistas e governos e Estados perseguidores dos judeus é o fato de o movimento sionista ter lutado ativamente para mudar as leis de imigração nos EUA, na Inglaterra e em outros países, tornando mais difícil a emigração de judeus perseguidos na Europa para esses países. Os sionistas sabiam que, podendo, os judeus perseguidos na Europa tentariam emigrar para os EUA, para a Grã- Bretanha, para o Canadá. Eles não eram sionistas, não tinham interesse em emigrar para uma terra remota como a Palestina. Em 1944, o movimento sionista refez um novo acordo com Adolf Eichmann. David Ben Gurion, do movimento sionista, mandou um enviado, de nome Rudolph Kastner, para se encontrar com Eichmann na Hungria e concluir um acordo pelo qual os sionistas concordaram em manter silêncio sobre os planos de exterminação de 800 mil judeus húngaros e mesmo evitar resistências, em troca de ter 600 líderes sionistas libertados do controle nazista e enviados para a Palestina. Portanto, o mito de que o sionismo e o Estado de Israel são o legado moral do holocausto tem um particular aspecto irônico, porque o que o movimento sionista fez quando os judeus na Europa tinham a sua existência ameaçada foi fazer acordos, e colaborar com os nazistas.”
Stylianos Tsirakis (ST)
Ralph Schoenman (RS)
Ralph Schoenman foi diretor-executivo da Fundação pela Paz Bertrand Russell, papel através do qual conduziu negociações com inúmeros chefes de Estado. Com seu trabalho assegurou a libertação de prisioneiros políticos em muitos países e fundou o Tribunal Internacional dos Crimes de Guerra dos Estados Unidos na Indochina, organização da qual foi secretário-geral. Velho militante, fundou o Comitê dos 100, que organizou a desobediência civil massiva contra as armas nucleares e as bases americanas na Grã-Bretanha. Foi também fundador e diretor da Campanha de Solidariedade ao Vietnã e diretor do Comitê “Quem Matou Kennedy?
Sionismo?
Fede
Já cá faltava o anti-semita adepto de teorias de conspiração do xatoo…
errata
onde se lê “onta” deve ler-se “ponta” – faltou um “p” (o “p” de pata que pôs a tropa da causa sionista)
Estão na fase de pré-auscultação. Aguardam “feedback”. Mas como já entretiveram a maioria com a “crise”…
Na sala que antecede a sala, a porta não é discreta. Não falemos da janela, do que distingue uma sala da outra.
o link do xatoo é para um dos principais sites do negacionismo do holocausto. claro que nada tem a ver com anti-semitismo… companhias muito respeitáveis tem esta esquerda!
Então e o António Chora, não tem culpas no cartório da situação do Médio Oriente e dos ataques sionistas? Se ele também é «herói da esquerda democrática»…
se não existiu nem existe uma “indústria do holocausto” (como muito bem escreveu um judeu: Norman Finkelstein) volta perguntar, então também há judeus anti-semitas?? então querem fazer o favor de nos explicar porque é que os agentes da fabricação do mito do holocausto têm vindo a mudar as placas nos museus dos campos de trabalho nazis? ao principio eram 6 milhões, depois reconheceram ser apenas 4 milhões, por fim os números certos já nem atingem os 2 milhões. Tudo isto no que se refere a uma carnificina que provocou mais de 50 milhões de mortos, a maioria nas áreas de influência da URSS onde se lutou a sério para derrubar o nazismo´, até determinado ponto financiado pelos aliados…
Ou já se esqueceram que o governo branco da Polónia, quando o avanço pendeu para o lado dos vermelhos soviéticos se exilou em Londres? a partir de onde continuo a desenvolver actividades contra-revolucionárias?
Só para acabar. O meu caro tem de deixar de recitar os pastiches do revisionismo histórico. As placas a que se refere são as de um campo. Nesse campo não morreram obviamente 6 milhões, número arredondado que contém os judeus exterminados de toda a Europa.
Sim, encontra um ou outro tonto que nega isso, geralmente gente paga pelo dinheiro árabe ou com tendências radicais, mas a evidência é esmagadora e cada maluco que diz que o céu é verde, é confrontado com mil historiadores sérios que provam que é azul.
Mas as teorias da conspiração são assim. Invulneráveis aos factos. Os factos que lhe importam são apenas aqueles que, escolhidos a dedo, ajudam a compor o ramalhete da teoria.
Quem se atasca nestas teorias tem, há estudos que o provam, uma mente com desvios paranóicos.
É uma doença mental mas, evidentemente, o paciente não a reconhece como tal.
Bem, meus amigos, gostei muito deste bocadinho, mas vou-me. Fui censurado, e chateia-me que me censurem, até porque não sou truculento, e apenas uso de alguma ironia, quando alguém me chama tudo o que tem no arsenal.
Não tinha percebido que isto está transformado numa missa e que quem não recita o salmo certo, não tem autorização de desafinar.
Podem continuar a ouvir-se uns aos outros e reforçarem em circuito fechado, sem receio de contraditório, as vossas crenças.
Adeus!
Mereceu ser censurado, várias vezes, noutras circunstâncias, estou certo, mostra boas credenciais para o ter sido. Desta vez, porém, atira a censura à cara dos outros para esconder falta de razão. Foi tudo aprovado.
Ok, Renato.
O seu conceito de “merecimento” é demasido estreito. Referir em tom irónico, o facto provado e reconhecido de que as FARC traficam cocaína, não atenta contra a verdade. Não é gratuito, é verdade.
Mas, fair enough, o blogue é vosso, se o que querem é ouvir-se uns aos outros, fiquem à vontade.
A dialética parece ser demasido para vocês.
Olhe que não. Olhe que não. É que a dialéctica é mesmo connosco. Dentro de todas as diferenças entre os escribas desta tasca essa é a que recolhe a mais ampla simpatia.
Está na hora de passar das palavras aos actos e ir verter o seu sangue em defesa da pátria dos direitos humanos e da liberdades contra o cobarde ataque do imperialismo sionista. Então? Toca a arrebanhar mais uns quantos camaradas e a embarcar numa nova “Flotilha da Liberdade”…
É já a seguir. Se se aventurarem no Irão lutarei de armas ombro a ombro com os Ayatolahs contra a intervenção Shimon-Obama. É que não tenha mesmo dúvidas.
Nada que surpreenda. Já recentemente o Renato tacitamente se colocou do lado da mais brutal ditadura que o continente americano teve no séc. XX no seu conflito com o Reino Unido. Uma ditadura que torturou com requintes de crueldade e depois matou 30 mil esquerdistas como o Renato.
Agora o Renato dispõe-se a lutar ao lado de um regime que:
- Condena à morte homossexuais (incluindo lésbicas)
- Condena à morte praticantes de adultério
- Condena à morte quem blasfemar contra o Profeta
- Proíbe partidos comunistas
- Onde os manifestantes pró-democracia não são tratados suavemente como os okupas de Wall Street ou os indignados de cá. Os “renatos” iranianos são encarcerados, torturados. As raparigas são violadas.
- etc. etc. etc.
Em relação a mim, não tenho dúvidas: o Renato decididamente está do outro lado da barricada. Está tacitamente do lado dos verdugos, dos tiranos e dos fanáticos. Desde que, claro, estes se oponham a essa coisa vaga chamada “imperialismo”.
É mais ou menos isso. Sempre contra o imperialismo. A pior de todas as ditaduras e de todos os fundamentalismos. É olhar à volta.
Renato, o que é que ainda fazes por aqui, nesta colónia do imperialismo?
Aqui não consegues alcançar quaisquer dos teus objectivos. Aqui não te realizas.
Emigra já para esses paraísos anti-imperialistas. Faz as malas sem demora.
Vai-se fazendo, vai-se fazendo. Mas olhe que por cá não falta actividade anti-imperialista. Há que libertar, também, as colónias.
Mais uma vez os pontos nos is.
(sou chato,eu sei):
“a mais brutal ditadura que o continente americano teve no séc. XX no seu conflito com o Reino Unido”
Refere-se o personagem em causa à Argentina.O personagem em causa oculta que quem armou, apoiou, treinou orientou e deu o ámen a tão cruel ditadura foram os EUA? A CIA e a operação Condor,lembram-se? Estima-se que a Operação Condor resultou em mais de 400 mil torturados e 100 mil assassinatos.
A coisa vaga chamada imperialismo só é vaga para o néscio que chama “império benigno” aos EUA.E claro,para este Gentleman.
Já vimos que o tal imperialismo tem as mãos encharcadas de sangue na América Latina,o vulgo “quintal das traseiras” dos states.
Mas vemos muito mais.Vemos que neste milénio a pata suja do imperialismo já causou mais de um milhão de mortos.Só no Iraque.
Falamos também no Afeganistão?
Ou na Líbia?
Noam Chosmsky:
“Afinal, quais são os motivos dos EUA? De uma maneira muito geral, as evidências parecem apontar que eles não mudaram muito desde os estudos de estratégia de alto nível realizados durante a Segunda Guerra Mundial. Os estrategistas tomaram como certo que os EUA emergiriam da guerra em uma posição extremamente dominante, e propuseram a criação de uma Grande Área, na qual os EUA manteriam um “poder inquestionável”, com “supremacia econômica e militar”, assegurando a “limitação de qualquer exercício de soberania” por Estados que poderiam interferir nos desígnios norte-americanos.
A Grande Área incluiria o hemisfério ocidental, o extremo oriente, o império britânico (que incluía as reservas energéticas do Oriente Médio), e tanto da Eurásia quanto possível – pelo menos, os centros industriais e comerciais da Europa Ocidental. Os registros documentais deixam muito claro que “o presidente Roosevelt visava a hegemonia estadunidense no pós guerra”, para citar a frase precisa do respeitado historiador britânico Geoffrey Warner. E, mais significante, os planos traçados cuidadosamente durante a guerra foram implementados com rapidez, como lemos nos documentos desclassificados dos anos seguintes, e observamos as ações. As circunstâncias mudaram, e as táticas foram adaptadas, mas os princípios básicos foram mantidos.
Considerando o Oriente Médio – a “região mais importante estrategicamente no mundo”, nas palavras de Eisenhower – a preocupação básica tem sido as incomparáveis reservas energéticas. O controle delas iria render “substancial controle do mundo”, como observado pelo influente assessor liberal, A. A. Berle. Essa preocupação raramente está distanciada do cenário das relações na região.
No Iraque, por exemplo, como as dimensões da derrota dos EUA não podiam mais ser escondidas, a retórica floreada foi trocada pelo anúncio honesto de metas políticas. Em novembro de 2007, a Casa Branca emitiu uma Declaração de Princípios, insistindo que o Iraque deveria conceder ao exército estadunidense acesso por tempo indeterminado, e deveria privilegiar investidores americanos. Dois meses depois, o presidente informou ao Congresso que iria ignorar a legislação que limitava o estabelecimento permanente das forças armadas norte-americanas – ou não seria possível estabelecer “o controle das reservas de petróleo do Iraque pelos EUA”. Assim como os objetivos anteriores, esta pretensão teria que ser abandonada logo em seguida, frente à resistência iraquiana.
Embora o controle sobre o petróleo não seja o único fator na política do Oriente Médio, ele oferece uma boa pista. Em um país rico em reservas petrolíficas, um ditador de confiança é mantido, virtualmente, com rédeas livres. Nas últimas semanas, por exemplo, não houve reação quando a ditadura saudita usou a força a fim de prevenir qualquer sinal de protesto. O mesmo se deu no Kuwait, quando pequenas manifestações foram instantaneamente esmagadas. E no Bahrain, quando forças lideradas pela Arábia Saudita intervieram para proteger a minoria sunita dos pedidos de reformas por parte da maioria xiita. As forças do governo não só destruíram as tendas levantadas na Praça da Pérola – a versão da praça Tahrir no Bahrain – mas também demoliram a estátua da pérola, um símbolo nacional que tinha sido tomado pelos manifestantes.
O Bahrein é particularmente sensível por acolher a Quinta Frota dos EUA (a força militar mais forte da região) e pelo fato de que a porção oriental da Arábia Saudita, do outro lado da ponte, também possui maioria xiita, e abriga a maior parte das reservas de petróleo do país. Por um curioso acidente geográfico e histórico, as maiores concentrações de hidrocarbonetos do mundo cercam o Golfo Pérsico em regiões majoritariamente xiitas. A possibilidade de uma aliança entre os xiitas tem sido, por muito tempo, um pesadelo para os estrategistas.
Em Estados sem maiores reservas de hidrocarbonetos, as táticas variam. Tipicamente, mantém-se um padrão de estratégia quando um ditador favorecido está com problemas: apoiá-lo tanto quanto possível; e, quando isso não pode mais ser feito, fazer declarações de amor à democracia e aos direitos humanos. Então, tentar manter ao máximo as características do regime anterior.
O cenário é aborrecidamente familiar: Marcos, Duvalier, Chun, Ceasescu, Mobutu, Suharto, e muitos outros”
“Esta coisa vaga chamada imperialismo”
Este fulano não tem vergonha?
O De Pavlov não entende que, por cada defeito ou erro histórico no capitalismo, é sempre possível encontrar um equivalente pior no socialismo real… E quando o De Pavlov resolve entrar na contabilidade de mortos terá consciência no que se está a meter? Terá que consciência que não houve doutrina política nos últimos 100 anos que mais pessoas tenha escravizado, torturado e morto do que o marxismo-leninismo? Quando se tem telhados de vidro convém não atirar pedras aos dos vizinhos…
Qual carapuça
Isso anda para ai este Gentleman a debitar.
Desde sempre.
Fazendo o seu papel
É que já nem conseguem defender a sua dama..limitam-se a “atirar pedras ao telhado”.
Voltaremos a este assunto
(parece que este não gostou do Noan..nem do desmascarar do apoio dos states aos seus amigos argentinos(amigos dos states,claro)
E eis que este volta com a contabilidade de mortos…
Essa coisa fedorenta que as coisas assim para o mesmo ciclicamente retomam
Sorry Gentleman.
Não pactuo nem com isso nem com aldrabices.
Valeu?
Quanto ao seu amado capitalismo
…hummmm
essa coisa que esse ladrão de nome Passos Coelho persegue e almeja,roubando aos pobres para dar aos ricos…
Sorry Gentleman
Uma sociedade baseada na exploração do Homem pelo Homem não me serve.A que defende
Opto pelo outro lado da barricada.
… e deixe-se de ameaçazinhas ridículas sobre os tais telhados de vidro.
ou comentários para a geral sobre os malefícios do marxismo-leninismo
Voltaremos a este assunto(algo que punha histérico um seu amigo)
Já o Gentleman defende que a população iraniana leve com bombas em cima devido a serem governados por idiotas
0 “revolucionário” da treta disse ali atrás que “isto são raciocinios demasiado sofisticados para a minha cabeça de revolucionário” (SIC) e então resolveu sair pela porta dos fundos com a desculpa que foi censurado. Estes tipos são da pior espécie nos anátemas que lançam ao ar (fui censurado ou não? lá por o Renato dizer que não fui, nalguma mona há-de permanecer a ideia que fui). É escumalha do piorio
Curioso, neste site nunca vi nenhum apelo de solidariedade com os trabalhadores iranianos, com os militantes comunistas e as mulheres, e nos sites que se dedicam precisamente a isso não vi nenhuma notícia a falar sobre nenhum perigo de guerra contra o Irão.
Penso que a questão aqui não é saber em que país gostaríamos de viver. Da minha parte, Portugal será, hoje e sempre, a resposta.
A questão é que direito tem um país nuclear, que viola sucessivas resoluções das Nações Unidas e os direitos de um povo há mais de 60 anos (por mais que os Estados árabes – governados, na sua maioria, por monarquias pró-ocidentais), marrar com outro país por este, alegadamente, estar a desenvolver armas nucleares – por mais que os inspectores da AEIA garantam que é para fins pacíficos?
Sim, o regime iraniano não é democrático. Persegue a oposição, nomeadamente a comunista, o partido Tudeh. Mas – ao contrário de Israel – não oprime outros povos. Um ponto a favor. Em segundo lugar, só com muito boa vontade ou imaginação se pode chamar a Israel um país democrático. Ao ser o país dos “judeus”, como já aqui se disse, abre a porta ao seu domínio por europeus e norte-americanos, relegando para segundo plano os judeus palestinos, africanos, etc (ver caso dos Panteras Negras, movimento de judeus africanos lutando pela igualdade nos anos 70) – para não falar dos árabes (palestinianos que por ali ficaram), praticamente privados de direitos políticos em Israel.
Não ponho em causa a existência do Estado de Israel – mas não é possível concordar com a sua política expansionista e criminosa.
Nota: há algumas décadas, os principais movimentos árabes, e palestinianos em particular, eram laicos – Fateh, FPLP, FDLP, ou o PC do Líbano que, na guerra civil dos anos 80, tinha o maior exército. Foi precisamente a acção de Israel e dos EUA contra estes movimentos que deu força a outros, como o Hamas ou a Al-Qaida, no Afeganistão (que não sendo árabe, pode entrar aqui neste texto). O «fundamentalismo» que afirmam querer combater foi, afinal, criado por eles…
o fundamentalismo foi tão criado por eles como o nazismo foi criado pela revolução russa ou pelo comunismo.