ATENÇÃO e ALARME: os TARADOS que agora formam GOVERNO (democrático???) vão, violando toda e qualquer lei, decretar o RECOLHER OBRIGATÓRIO

IMAGEM: cidadãos a caminho do trabalho e atravessando o tejo, tal como perspectivado pelo governo.

O “primeiro do governo” é mandado por um tal Vitor Gaspar, que fala para o além com Milton Friedman, o conselheiro de Pinochet.

A recessão atingirá, por este caminho, 4%, sem dúvida em 2012.

A circulação fluvial entre as duas margens do Tejo vai ser suprimida. Fica apenas uma carruagem por dia (para lá e para cá) para transportar o gado para o trabalho e para a produção do que ninguém consumirá. Metro e Carris, na cidade, vão à vida. Brevemente, ninguém sairá de casa. E mesmo em casa, certamente que a luz eléctrica virá a terminar o seu serviço por volta das 21h. O cenário é real! E é para 2012!

Se não houver um Buíça em cada esquina da cidade, que se foda a vida em Portugal e emigremos para a Grécia, onde não há loucos destes.

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23 respostas a ATENÇÃO e ALARME: os TARADOS que agora formam GOVERNO (democrático???) vão, violando toda e qualquer lei, decretar o RECOLHER OBRIGATÓRIO

  1. Tiago Mota Saraiva diz:

    Carlos, já retiraram o artigo. Para o Público é mais importante manter viva a polémica sobre um artigo de opinião no Avante, do que o recolher obrigatório que o Jerónimo fala.
    O DN ainda tem a notícia da Lusa aqui: http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2099227

  2. maria diz:

    Consta que o governo vai montar tendas de campanha em vários pontas da cidade para a malta que trabalha por turnos. Bom mesmo era dar uma valente dor de barriga ao nossso 1º e ao cómico álvaro, a meio da noite, e ao chegar ao hospital e não ter nem um enfermeiro de serviço porque não tinham transporte para o local de trabalho. Cabecinhas iluminadas…

  3. Augusto diz:

    Na Grécia há loucos, ou pior ladrões e vigaristas, cuidado com o que se deseja.

  4. i.tavares diz:

    Completamente de acordo Carlos Vidal.Os criminosos que que nos governam e, os que nos trouxeram a esta situação,deveriam ser julgados nas principais praças do país,a pena era a máxima.para que servisse de exemplo.

  5. De diz:

    Estas são as notícias que de facto importam.
    -Porque desmascaram as verdadeira “fuças” do neo-liberalismo de freio nos dentes
    -Porque obrigam à toma de medidas e à mobilização das pessoas.
    (O que circula nas veias dos portugueses ainda (espero) não é água)

    Estas são as notícias que urge espalhar
    (por mais que nos queiram entretecer com “pintelhos” alheios)

  6. Gentleman diz:

    … e, como sempre, nem uma palavra acerca das centenas de milhões de euros de prejuízo que o Metro, Carris e Transtejo dão anualmente.
    Enfim, mais um exemplo de como, se os governos tivessem seguido todas as reivindicações do PCP, a nossa dívida externa seria o triplo da actual…

    • Carlos Vidal diz:

      Você, meu caro, não deve é estar a imaginar o impacto que vai ter nestas empresas a degradação da oferta dos seus produtos.
      Fluvialmente, por exemplo, baixar de 20 ou 25 carreiras por dia, para 3 ou 4 (!!!) significará 3 ou 4 carreiras vazias. Zero, ninguém mais vai utilizar o que restar da destruição provocada por estes discípulos de Pinochet!
      Além do mais, o problema dos transportes públicos não pode ser abordado como quem está a falar da SONAE. O público é público, o privado, sim, pauta-se pelo que diz no seu infeliz comentário.
      Depois, por fim, o PCP não foi o maior entusiasta do Euro-Marco (nem tinha de ser), e hoje já ninguém é. Com o PCP, por muitas e variadas razões, a dívida pública e dos serviços públicos nunca seria esta.

      • Gentleman diz:

        «Com o PCP, por muitas e variadas razões, a dívida pública e dos serviços públicos nunca seria esta.»

        Você acredita mesmo no que escreve?!
        À falta de sovietes, criam-se Comissões de Utentes que nascem como cogumelos e que berram por mais despesa do Estado (ou contra a contenção de custos).
        Não me lembro de uma única proposta do PCP nos últimos 10 anos com vista à contenção de despesa pública.

        • Carlos Vidal diz:

          Tudo seria diferente, claro.
          Primeiro, porque para o PCP a adesão à então CEE e, depois, ao Euro da UE alemã, nunca foi a sua única razão de ser. Mas não vale a pena andar com tautologias básicas: se tudo tivessse sido diferente (e até estamos próximos do 25 de Novembro, não sei se me faço entender), tudo teria sido diferente.
          Mas, já que estamos aqui e mal, diga-se que não é piorando a oferta que se melhoram resultados das empresas. É o contrário, não é verdade??

    • De diz:

      Vejam-se as lágrimas vertidas em nome dos transportes públicos(ocultando-se que a sua gestão esteve directa ou indirectamente a cargo de Sócrates,Durão,Passos Coelho e seus comparsas).
      E vejam-se como se secam as faces deste, para não falar nos milhares de milhões de euros dados a ganhar à banca e ao grande capital económico-financeiro no mesmíssimo período de tempo
      Para não falar já nesse banco notável,conhecido pela sua cor alaranjada e que constituiu um rombo também da ordem de milhares de milhões.Dinheiro ao serviço já não de toda uma população utilizadora de transportes públicos mas ao serviço da pequeníssima fatia dos amigos de Coelho e quejandos.
      Dos amigos afinal de quem anda a arfar contra os transportes que deviam continuar públicos

  7. Justiniano diz:

    Ora, caro Vidal, magníficos estes tempos que correm!! E sim, seria extraordinário, às 21h xixi e cama!! Depois…Profícuo para a prole e para a segurança social!! Acordar fresco, pela fresca!! Uns 10 anos disto e estamos safos, em grande!!

    • Carlos Vidal diz:

      Podem ser magníficos, de facto. Corpos sãos, mentes sãs, corpos e mentes como a Riefensthal gostava mais o seu mecenas (o tal, que sanbemos), espírito olímpico da força, poupança e salvação da segurança social, como é evidente e matematicamente comprovável.
      Mas eu acrescentaria uma coisa:
      21h xixi, vela de La Tour em cima da mesa, e os belíssimos textos de S. Boaventura (se não fosse ele, eu não escreveria o que escrevi sobre a luz para efeitos académicos) um pouco mais abaixo da vela. Era capaz de aderir (aliás, aderi).

      Saúde, meu caro. Há coisas contra as quais não sei se se deve lutar.
      Já reparou?
      Falamos em La Tour, depois em S. Tomás… E, depois, à nossa volta, olhamos e lá estão: Ricardo Salgado, Vitor Gaspar e outra malta porreira.
      Como diria um mestre conhecido, “Que Fazer???”

      • Carlos Vidal diz:

        Quanto à parte final do seu comentário, certo: 10 anos disto e estamos safos!
        E preparados para mais 8 séculos de história e de existência!

        • Justiniano diz:

          Caro Vidal, ao invocar aqui o S. Boaventura, influentíssimo pensador da Republica, prosador e cronista do reino, mas, personagem, por quem nunca nutri qualquer consideração intelectual e a quem nunca vislumbrei nada para além da rebarbadeira que traz ao peito, lembrei-me de um outro, também influentíssimo pensador da Republica, mas, por quem, ao contrário do primeiro, sempre nutri estima e consideração intelectual, o S. Bruto da Costa!! Ora, este último, veio agora louvar-se numa versão recauchutada de S. Francisco de Assis!! Mas, ao invés de ensinar pelo exemplo, alinhou apenas pelo comedimento do Santo e lá foi dizendo, também, que o roto, lambão, andou a comer de mais!! Que se viva com frugalidade!! A mim, que ninguém me houve para aqui chegar, custa-me ouvir caminhantes que não sabem o caminho!! O que me parece é que toda esta gente não fez a mínima ideia do caminho a percorrer ou do caminho que deram a outros para percorrer!! Lembro-me também do Soares, à laia de condestável do reino e padroeiro de lisboa, custódio do Tratado, avançando, como se alguma coisa soubesse sobre alguma coisa, contra os empatas!! Hoje, como se nada soubesse do caminho trilhado ou de quem assim o trilhou, ou como se o fenómeno fosse manifestação de outra coisa que não a coisa em si, admira-se!! Tonto!!

          • Carlos Vidal diz:

            Ora, ora, o S. Boaventura. Quem nos dera que esse de que o meu caro amigo me fala fosse o “verdadeiro”. Acima eu dizia que só o verdadeiro me fez entender a Luz, conhecimento uitilíssimo para abordar os pintores da dita.
            Em S. Boaventura – não no da cidade do fado-saudade ou do outro, do Bardo -, acedemos ao mundo exterior, à arte e ao artifício por uma lumen artis mechanicae ou lumen exterioris; acedemos à natureza pela lumen cognitionis sensitivae ou lumen inferius; ao pensamento e às verdades inteligíveis pela lumen cognitionis philosophicae ou lumen interius; por fim à salvação pela lumen sacrae scripturae ou lumen superius; note-se que, ainda para S. Boaventura, o último plano da viagem da alma até Deus se liga a uma «sobreluminosa escuridão» (Cap. VII de Itenerarium mentis in Deum). Isto sim, como também dizia acima, é sabedoria.
            Diferente do da cidade do Mondego, aquele que de manhã almoça com a troika e à tarde vai à Assembleia Popuplar do Rossio incentivar os “jovens”. De quê, não sei. Um malabarista. Há quem goste.

          • Justiniano diz:

            Grave lapso, o meu, caro Vidal!! Pelo que me penitencio!! Mas quando ali lhe li, S. Boaventura, precipitei-me, só vi o aspirante a Franciscano e descorei do verdadeiro Franciscano!! Inconfundível, porém!! Ao aspirante, S. Bruto, onde queria, verdadeiramente, chegar, através, contudo, do prosador do mondego!! Mil desculpas por tão fraco entendimento e grave precipitação!!
            Mas, caro Vidal, permita-me invocar aqui, para ler, pensar, sentir e contemplar à obscura luz da vela de Georges La Tour, e em preferencia, S. João da Cruz!!

          • Carlos Vidal diz:

            O problema disto tudo é que o “activista” do Mondego é tão omnipresente, da extrema-esquerda à extrema-direita, que ficamos no mínimo confundidos. Não há ninguém, nem cá nem lá (lá fora), que consiga, no mesmo dia, almoçar com a troika e lanchar numa Assembleia Popular do Rossio, vociferando contra a troika. Ninguém.

  8. Xixaboy diz:

    Com estas teorias de merda que aqui apregoam, completamente afastadas da vida real de quem tem a família para sustentar, as rendas, as prestações e sei lá o quê mais, não vão longe.
    A maioria destes (vocês!) intelectualóides rascas deviam era saber o que é o trabalho duro de aturar os chefes, estar sempre à espera de lhe trocarem as voltas, viver com a angústia do amanhã, tentar educar os filhos e depois disso eles ficarem em casa a contribuirem ainda mais para o ambiente pesado que a maioria das pessoas enfrenta.
    Discussões filosóficas, citações históricas, merdas… só merdas…
    Abram os olhos , caralho!

    • Carlos Vidal diz:

      Eis um comentário não muito, nada, digno e desrespeitoso para quem trabalha (a pensar, o comentador, que faz o inverso).
      Parece-me que para este comentador quem trabalha de noite e não tem transporte para se deslocar (para ir trabalhar e “aturar os chefes”), parece-me que quem com isso se angustia e sofre “está afastado da vida real”.
      Não sei o que é o trabalho para este comentador…

  9. De diz:

    É um prazer ler os diálogos destas duas rarae aves Vidal/Justiniano

    (Um serviço público a bem da inteligência e do conhecimento)

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