Assim sim!
De Norte a Sul do país, a GG constrói-se, avoluma-se através da Organização dos trabalhadores nos seus locais de trabalho, no esclarecimento do que é a Greve, dos seus benefícios e da Força que dá a quem trabalha..
Agiganta-se assim uma grande contra-resposta à ofensiva do Capital..
DiA 24 NOVEMBRO, TODOS AOS PiQUETES!
ViVA A GLORiOSA GREVE GERAL!
É isso mesmo. A luta faz-se assim, COM os trabalhadores e não com belas e inflamadas declarações de princípio muito livrescas. A libertação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores. Esta também vem num livro – mas alguns não devem tê-lo lido…
É este o grande problema dos revolucionários actuais: autarquias (e só as do sul) e pouco mais. Com os funcionários públicos, obviamente.
Não conseguem convencer os outros…e sem os outros a coisa anda a meio gás.
Até nisto os charlatães que mandam actualmente foram espertos, ao colocarem de parte o sector privado nos cortes do 13º e 14º.
As Esquerdas (a revolucionária, a reformista, a comodista e a burguesa) perdem mais esta guerra.
Está enganado Rui F. Vá ler os números das adesões da última greve geral. Altas taxas de adesão em empresas e autarquias do norte, e no sector privado. Pela primeira vez em empresas de call center com altíssimas percentagens de trabalho precário.
Trabalho numa fábrica e sei o que se passou. Em 150 fizeram 3 greve. Mas pior ainda: um dos 3 grevistas, era delegado sindical e meteu baixa.
Sei do que falo em relação ao sector privado.
Já agora, se eu for ler os números da ultima greve geral, provavelmente vou ler para todos os gostos.
Já era tempo das centrais sindicais saberem o porquê da não adesão por parte da privada.
O medo é um explicação demasiado fácil e é claro que não explica nem pouco mais ou menos a não adesão.
Insiste na falsidade. Não deve tomar o seu caso pessoal pelo mundo. As greves gerais tiveram sempre adesões importantes no sector privado.
Já agora, há pouco não disse se era um dos três grevistas que afinal eram dois, posto que meter baixa não é fazer greve. Ficaríamos a saber se a fez, contribuindo para contradizer o que afirma, ou se a não fez contribuindo para compreender porque o afirma.
“Perdem mais esta guerra”diz profético um tal Rui F.
“Não conseguem convencer os outros”,continua o mesmo personagem
“Com os funcionários públicos apenas” afirma peremptório aquele
Há coisas assim.
Também (por estas coisas) mais uma razão para a mobilização e luta.
Um que se arroga o direito de não responder à questão se fez ou não greve,tem a suprema lata de inquirir o que os outros fazem na vida.
Dirá mais tarde que “pesporrência não”
Rui F a responder a si próprio?
Ou a mostrar que para Rui F.vale tudo.Desde a choraminguice no “Arrastão” até à desonesta propaganda.
Diz o factótum:”Até nisto os charlatães que mandam actualmente foram espertos, ao colocarem de parte o sector privado nos cortes do 13º e 14º”
O “exemplar”trabalhador privado numa fábrica de 150 pessoas “esquece-se” do assalto ao tal trabalhador privado.:
““Quanto aos trabalhadores do privado:
Aumento do Horário de Trabalho em 30 minutos/dia privado
Número de portugueses atingidos
Mais de 3 milhões e 110 mil trabalhadores, cujo horário médio de trabalho semanal é de 38,5 horas.
Quanto perdem os trabalhadores
Trabalhando mais 1/2h por dia sem receber têm uma quebra no seu salário nominal de 6,5%. Com a inflação esperada para 2012 de 3,1%, a quebra no salário real será de 9,8%.
Se o aumento for de 1h, como já alguns propõem em nome da «equidade», a quebra
nominal no salário será de 13% e a quebra real para 2012 de 16,5%.”
Entretanto tal medida serve para desviar cerca de sete mil milhões de euros para o bolso dos patrões…à custa de quem trabalha.
Ainda mais que a redução prevista pelo governo na Taxa Social Única paga pelos patrões.”
Tudo um mar de rosas para os tais que Rui F.diz representar e compreender.
A questão é:o que faz “correr” este Rui F?
Está completamente enganado!
Tenho 51 anos, trabalho de forma ininterupta desde os 19 anos, (+30 anos), pela primeira vez fiz greve.
Estou indignado com o que se está a passar no país, nunca como agora os politicos, foram tão Mentirosos Incompetentes e Corruptos.
Trinta e cinco de ladrões e corruptos á frente da governação, governam-se e governam para os grupos, que lhes permitem subir na vida.
Indignado
A merda junta-se toda na cloaca, é uma lei quase que universal do capitalismo. Com a luta organizada acabemos com a cloaca neoliberal e suas políticas imundas.
Até podes riscar a lápis azul o que eu comento.
Cagando pra isso. É a vossa democracia.
Mas até que contava umas coisas engraçadas sobre o que os trabalhadores acham de uma maneira geral das centrais sindicais. Mas não vale a pena.
O cabresto ideológico, tal como o outro só resulta, na rua.
Ao contrário de si, não posso andar por aqui enquanto estou a trabalhar. Mas este seu último comentário é muito esclarecedor sobre o que tem na cabeça.
Assim sim!
De Norte a Sul do país, a GG constrói-se, avoluma-se através da Organização dos trabalhadores nos seus locais de trabalho, no esclarecimento do que é a Greve, dos seus benefícios e da Força que dá a quem trabalha..
Agiganta-se assim uma grande contra-resposta à ofensiva do Capital..
DiA 24 NOVEMBRO, TODOS AOS PiQUETES!
ViVA A GLORiOSA GREVE GERAL!
É isso mesmo. A luta faz-se assim, COM os trabalhadores e não com belas e inflamadas declarações de princípio muito livrescas. A libertação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores. Esta também vem num livro – mas alguns não devem tê-lo lido…
É este o grande problema dos revolucionários actuais: autarquias (e só as do sul) e pouco mais. Com os funcionários públicos, obviamente.
Não conseguem convencer os outros…e sem os outros a coisa anda a meio gás.
Até nisto os charlatães que mandam actualmente foram espertos, ao colocarem de parte o sector privado nos cortes do 13º e 14º.
As Esquerdas (a revolucionária, a reformista, a comodista e a burguesa) perdem mais esta guerra.
Está enganado Rui F. Vá ler os números das adesões da última greve geral. Altas taxas de adesão em empresas e autarquias do norte, e no sector privado. Pela primeira vez em empresas de call center com altíssimas percentagens de trabalho precário.
Pedro
Trabalho numa fábrica e sei o que se passou. Em 150 fizeram 3 greve. Mas pior ainda: um dos 3 grevistas, era delegado sindical e meteu baixa.
Sei do que falo em relação ao sector privado.
Já agora, se eu for ler os números da ultima greve geral, provavelmente vou ler para todos os gostos.
Por isso mesmo nada o autoriza a afirmar o que afirmou. Há de facto para todos os gostos. Mas não foi isso que disse.
Já agora Pedro
Já era tempo das centrais sindicais saberem o porquê da não adesão por parte da privada.
O medo é um explicação demasiado fácil e é claro que não explica nem pouco mais ou menos a não adesão.
Insiste na falsidade. Não deve tomar o seu caso pessoal pelo mundo. As greves gerais tiveram sempre adesões importantes no sector privado.
Já agora, há pouco não disse se era um dos três grevistas que afinal eram dois, posto que meter baixa não é fazer greve. Ficaríamos a saber se a fez, contribuindo para contradizer o que afirma, ou se a não fez contribuindo para compreender porque o afirma.
Pedro
Insiste em atirar areia para os olhos e não ter capacidade de olhar realidade. Você, outros como você, o PCP, e a esquerda revolucionária.
Se fiz ou não greve o problema é meu e não me apetece responder-lhe.
“Perdem mais esta guerra”diz profético um tal Rui F.
“Não conseguem convencer os outros”,continua o mesmo personagem
“Com os funcionários públicos apenas” afirma peremptório aquele
Há coisas assim.
Também (por estas coisas) mais uma razão para a mobilização e luta.
Para perder mais esta luta, podemos contar com o Rui F. e para ganhar alguma coisa, contamos com os trabalhadores!
No entretanto, o Revolucionário do Séc. XXV – RUI F., o Revolucionário do Futuro, tudo resolverá sozinho.
JMJ
Fazes o quê na vida?
Um que se arroga o direito de não responder à questão se fez ou não greve,tem a suprema lata de inquirir o que os outros fazem na vida.
Dirá mais tarde que “pesporrência não”
Rui F a responder a si próprio?
Ou a mostrar que para Rui F.vale tudo.Desde a choraminguice no “Arrastão” até à desonesta propaganda.
Diz o factótum:”Até nisto os charlatães que mandam actualmente foram espertos, ao colocarem de parte o sector privado nos cortes do 13º e 14º”
O “exemplar”trabalhador privado numa fábrica de 150 pessoas “esquece-se” do assalto ao tal trabalhador privado.:
““Quanto aos trabalhadores do privado:
Aumento do Horário de Trabalho em 30 minutos/dia privado
Número de portugueses atingidos
Mais de 3 milhões e 110 mil trabalhadores, cujo horário médio de trabalho semanal é de 38,5 horas.
Quanto perdem os trabalhadores
Trabalhando mais 1/2h por dia sem receber têm uma quebra no seu salário nominal de 6,5%. Com a inflação esperada para 2012 de 3,1%, a quebra no salário real será de 9,8%.
Se o aumento for de 1h, como já alguns propõem em nome da «equidade», a quebra
nominal no salário será de 13% e a quebra real para 2012 de 16,5%.”
Entretanto tal medida serve para desviar cerca de sete mil milhões de euros para o bolso dos patrões…à custa de quem trabalha.
Ainda mais que a redução prevista pelo governo na Taxa Social Única paga pelos patrões.”
Tudo um mar de rosas para os tais que Rui F.diz representar e compreender.
A questão é:o que faz “correr” este Rui F?
Está completamente enganado!
Tenho 51 anos, trabalho de forma ininterupta desde os 19 anos, (+30 anos), pela primeira vez fiz greve.
Estou indignado com o que se está a passar no país, nunca como agora os politicos, foram tão Mentirosos Incompetentes e Corruptos.
Trinta e cinco de ladrões e corruptos á frente da governação, governam-se e governam para os grupos, que lhes permitem subir na vida.
Indignado
Um gANDA ABRAÇO PARA Os SEUs AMIGOs duARTE LIMA,DIAS LOUREIRO,eurico de melo
Uma bela foto.
Entretanto leio no blog do Samuel que Gaspar nutre uma admiração pelo seu guru,uma coisa tristemente célebre chamada Milton Friedman.
(http://samuel-cantigueiro.blogspot.com/2011/10/vitor-gaspar-provavelmente-e-um-exagero.html#links)
Mais uma (fortíssima) razão para a mobilização.
Meu caríssimo De,
A merda junta-se toda na cloaca, é uma lei quase que universal do capitalismo. Com a luta organizada acabemos com a cloaca neoliberal e suas políticas imundas.
Um abraço
lolol
Até podes riscar a lápis azul o que eu comento.
Cagando pra isso. É a vossa democracia.
Mas até que contava umas coisas engraçadas sobre o que os trabalhadores acham de uma maneira geral das centrais sindicais. Mas não vale a pena.
O cabresto ideológico, tal como o outro só resulta, na rua.
Ao contrário de si, não posso andar por aqui enquanto estou a trabalhar. Mas este seu último comentário é muito esclarecedor sobre o que tem na cabeça.
Ao contrário de mim?
Pesporrência não, Pedro.
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