Ceci n’est pas une campagne

Mas só na cabeça do Sérgio Lavos. Fica-se com a impressão que não terá sido consultado. Será?

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17 respostas a Ceci n’est pas une campagne

  1. Lavos, o próprio diz:

    Que sera, sera, whatever will be, will be… e os três grupos de trabalho sobre futebol do Ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, hein? Isto é que é mostrar serviço!

    • Renato Teixeira diz:

      A mim não me assiste qualquer responsabilidade no que faz o Relvas. Já o Lavos, o próprio, podia explicava o objectivo da campanha que não é campanha. Quem a decidiu? A quem se refere? Como termina?

      “Sobre a traição

      Deve-se manter uma promessa?
      Deve-se fazer uma promessa?
      Quando algo tem que ser prometido, não existe ordem. Então deve-se produzir essa ordem. O homem não pode prometer nada. O que o braço promete à cabeça? Que continuará um braço e não se tornará um pé. Pois a cada sete anos ele é outro braço. Se um trai o outro, trai o mesmo ao qual prometeu? Na medida em que alguém a quem algo foi prometido se vê em circunstâncias sempre novas, e portanto muda conforme as circunstâncias e se torna outro, como poderá ser mantida a ele a promessa feita a um outro? Aquele que pensa trai. Aquele que pensa nada promete, exceto que continuará sendo um homem que pensa.”

      BB, em as Histórias do Sr. Keuner.

  2. Kid Karocho diz:

    A campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha, a campanha…

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