Então, eh pá… e quando choram, também choram ao mesmo tempo?

«tenho pena — tenho sempre, juro — quando vejo mais uma pessoa ir pelo caminho que certamente lhe surge mais fácil e conveniente, o de confundir o inconfundível e de fazer piadolas estultas, sonsas ou, pior, rascas e desonestas. a raiva e o ódio cegam, e vão cegando cada vez mais gente. era desse vírus que eu falava no tal post que tanta vontade de rir dá ao carlos [Botelho – “Cachimbo de Magritte”]: o vírus da raiva e do ódio gratuitos, pessoalizados, que se fundam em diferenças ideológicas e de opinião; a raiva e o ódio aos ‘adversários’ de ideias.»
f. (apenas, e é tudo)

«Nós estamos cheios de falhas, preconceitos, medos, ilusões. Nós queremos e não queremos ter protagonismo político, porque nós somos e não somos cobardes e valentes. Nós atacamos os poderosos com gritos, os vizinhos com palavras e os miseráveis com silêncios. Nós deixamo-nos andar, mas não estamos a fazer caminho, não chegamos a lado algum se continuarmos à nora. A paixão pela política é a paixão pela aprendizagem.»
Vapuli ou Valupo ou Valupi, ou lá o que é (anagrama/referência a pólipo??)

E porque choram hoje os que quiseram “engolir” ontem este blogue? Porque é tarefa que não está à altura de/dos cujos. Não esteve, não está, não vai estar. Apenas o choro.

(De resto, não linko trampa, como sempre.)

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