
(Lopez)
Como e por que é que gente sem rosto nem existência, que parasita os impostos dos outros no culto único do seu chefe, os famigerados Abrantes, dos quais um tonto abrantizado se transferiu para a cloaca Jugular (e os outros são muita gente ao mesmo tempo a coberto de dois nomes) decide fazer, não do meu camarada e companheiro António Figueira um alvo, mas isso mesmo, um alvo, de todo o 5dias??
Como é que esse monte excrementício de subserviência socratista, constituído de coisas meio humanas, que dá pelo nome de Jugular, capitaneados pela mais repelente criatura da blogosfera (e não apenas, toda a gente o sabe e diz), chamada Ferneda Cnacio, decide o mesmo que a “corporação” acima citada e ao mesmo tempo e em coro?? (Até a Anã Vidigal – espantemo-nos!! – balbuciou qq coisa, essa personagem que nunca soube ligar uma vogal a uma consoante: mas esta fica para depois, a decoradora de salões de chá que agora quer passar por “artista feminista conceptual”, tendo numa recente exposição escondido a merda das decorações que faz há mais de 30 anos… Já falamos, daqui a pouco, brevemente.)
Como é que duas criaturas “arrastadas”, apagadas, cinzentas e tristes, o amanuense Sales e o pobre Lavos, dois pusilânimes empregados de escritório (a que se junta o colorido insecto Vieira) que sempre me suscitaram pena, decidem entrar na liça?? (Ah, até já apareceu o Oliveira da SIC, mas este nunca teve qualidades – é apenas um “ético”).
Como é que um Fernandes e Fernandes faz do 5dias um tema (acho que pela 4ª vez!!!!) de uma crónica do DN??
Sei e não sei porquê.
Mas é bom que se deixe aqui um aviso a estes meninos uníssonos (como se Sócrates ainda existisse e lhe quisessem mostrar serviço): o 5dias é 3 coisas – é composto pelas suas individualidades, pela soma dessas individualidades e é, acima de tudo, um lugar que por excelência exemplifica que o todo é mais do que soma das partes. Por isso, cuidado: o 5dias não é uma dessas coisas de cada vez, é tudo isso ao mesmo tempo: cada um, a soma de todos e, evidentemente, a prova de que, quase sempre entre nós, o todo é mais do que a soma das partes. [Parte didáctica]
Cuidado PS e arrastados. Por mim, por exemplo, melhor trabalharia com um social-democrata liberal do que com um “social”-Mota Engil, hádem ver que tal seria natural. (Como é natural.)
Mas não é esta a resposta aos ataques da corja. A resposta é uma evidência: o bloco central é uma estrutura mafiosa, com uma nuance: o PS (que já conseguiu exilar do país um imprescindível historiador e faz diariamente salivar Oliveira) é uma máfia organizadíssima, oleadíssima; o PSD é-o desorganizada (o que é muito mais simpático). O PS não faz temer nem tremer nada nem ninguém, apesar de, à sua mesa, tudo e todos já se terem sentado: da CIA a Berlusconi (nos velhos e bons tempos de um tal Soares-presidente). Mas, senhores câncios e Coelhos (Jorges): o PS não mete medo a ninguém, e não conseguirá repetir o caso Rui Mateus nem vingar nada de nada que lhe tenha acontecido (e para o qual esta casa contribuiu). Falando genericamente. Não, sr. Jorge Coelho Oliveira, quem se mete com o PS não leva. Nada.
Anotem “socialistas”.

(Maurizio)





O 5dias é uma única coisa: uma corja de vendidos!
E o Caroço está a falar com quem, concretamente?
(A partir de agora com ninguém, claro. Sanita fechada, não viu??)
Carlos Vidal é Carlos Vidal, brilhante.
Abraço!
Helena Borges,
olhe que eu não acho nada disso. Acho que ele é um pedante com tendencia para o intelectualismo chico esperto. Gosta muito da sensura e ainda mais de sensurar – corta tudo aquilo que não combine com a gravata dele. É o Putin da Picheleira. Eu não gosto dele. .
Adoro “sensurar”, sempre “sensurei”, nunca pararei de “sensurar” nem de censurar. Nunca. Em relação a si, até pode sser ….
…. um …. praser.
É com grande desgosto que verifico que as preocupações de militantes do Partido em que sempre votei se dedicam com empenho a questões que não percebo e para vos ser franca não me podem interessar porque me parecem ajustes de contas entre amigos, ex-amigos, inimigos. Tudo em circuito fechado. Quem aqui chega à espera de ideias e serio debate sobre os problemas dos trabalhadores (que suportam o Partido com o seu apoio e alguns com militância activa e empenhada) não pode deixar de se sentir defraudado e sobretudo desanimado, descrente.
Esta critica aberta que vos faço nem sequer sinto que a percebam a tal ponto estão embrenhados em vocês, entre vocês. Lamento muito por quem ainda acredita que o Partido é muito mais do que isto, embora isto seja, infelizmente uma parte substancial do Partido.
Não sou uma anónima mas desempregada recente. Deixo-vos o meu mail para que possam confirmar a minha identidade já que, até com isto perdem tempo, detecto aqui uma espécie de desconfiança e teorias de conspiração.
Não sei quem seja António Figueira mas não tonem por tontos quem vos lê. Considero ofensivo argumentar que trabalhar directamente com e para o governo de Passos Coelho é tão decente como trabalhar na Zara (faz parte do meu currículo). Isto é brincar com quem está aflito com a vida.
Maria Guiomar Picadinho Almeida
Cara Maria Guiomar Almeida,
Em parte concordo consigo, e politicamente estou certo estarmos no mesmo barco.
Mas tome nota: em Portugal sempre houve um partido que, de forma inquebrável, sempre defendeu os direitos do mundo do trabalho e, do outro lado, um partido irmanado da CIA (o sr. Soares nunca o escondeu e disso mata saudades todos os anos, com os seus amigos de que não me recordo o nome, com eles se encontrando na sua “fundação”: acha que essa gente não aprende técnicas nenhumas para confundir desatentos?)
Olha lá, o Carlyle Group a que estão ligados os cavaquistas/SLN é o quê? (financiador do PSD) Portanto os cavaquistas também estão ligados, por via do, Frank Carlucci, à família Bush. Em última análise o Figueira é agora parte dessa correia de transmissão
Não conheço nenhum cavaquista.
Nem aqui nem acolá.
(E vou de novo fechar a tampa da sanita. Definitivamente, Caroço.)
Fala-se em política e o Carlos Vidal responde em desprezo. Achei magnífico o post da Maria Guiomar. E tristíssima a sua resposta.
O Vidal respondeu aos insultos que, a propósito de uma questão que também esclareci e me manifestei solidário com a pessoa em causa, que, dizia eu, tentaram juntar todo o 5dias debaixo do mesmo tecto. E eu expliquei, didacticamente, as relações entre o todo e as partes, quando um coincide com as outras, quando transcende as partes e quando se dá as duas coisas ai mesmo tempo (quando coincide e, ao mesmo tempo, transcende). Quiseram, como viram (atenção Maria Guiomar), apontar uma arma a todos os que escrevem nesta casa. Todos responderam.
Amanhã estarão todos a falar e a escrever sobre outras coisas.
Maria Guiomar, quando um clandestino é perseguido, trata de, nesse momento, escapar. No instante a seguir, no dia a seguir, ocupa-se da luta. Não se entregua, não se oferece.
Com as devidas distâncias, aqui é o mesmo: hoje defesa-ataque, amanhã outras matérias se imporão.
Prementes, tem razão.
Cara camarada Maria Guiomar Almeida
Estou em tudo de acordo contigo, mas peço-te que tenhas em atenção três coisas. A primeira é óbvia, este blogue não é um blogue do Partido e há muitos intervenientes que não são seus militantes (o que não quer dizer, que estejam a salvo das tuas críticas). Segunda: o blogue tem sido atacado por causa da vida profissional de um dos seus membros. Embora não fosse nosso desejo metermo-nos em discussão tão estúpida, concede que, como qualquer pessoa (como tu), tenhamos o direito à defesa do nosso nome. Creio que o farias também, se estivesse o teu nome em causa. Terceira: Ninguém disse, creio, que trabalhar para o governo ou na Zara eram a mesma coisa. Se alguém o disse, está enganado.
Maria Guiomar, não há desconfiança nenhuma. És bem-vinda.
Então que diferença existe entre trabalhar para o governo e trabalhar para a Zara? Não deviam distinguir a defesa do blogue – que consideram ter sido “atacado como um todo” – e a defesa e justificação da opção do Figueira? Ele lá poder trabalhar para o Relvas, pode (tanto que vai). E até pode fazer sentido a sua manutenção no 5 dias (já estava no albergue espanhol, aliás). Mas não podiam politizar um bocado mais o tema e deixarem de se abrigar no guarda-chuva esburacado da diferença absoluta entre política e trabalho?
Meu caro, eu não falo pelo António Figueira, que fala e escreve muito bem (não apenas “tecnicamente”, mas imaginariamente, criativamente, etc.). Logo, não tenho que justificar a “opção” (como lhe chama) do Figueira. Mas defendi-o neste post, sem precisar de distinguir política e trabalho. Antes e depois da nomeação, os posts do Figueira aqui estão, para serem lidos e relidos. Antes e agora, agora e antes, é isso que conta. O blogue não é uma coisa com corpo. Ele não se defende. Como viu, os vários elementos da casa defenderam-se, defendendo, por consequência, o blogue. O peso desta casa vai ser o que sempre foi: crítico, atento e anticapitalista.
Mas o que é que esta treta toda nos interessa a nós, comuns cidadãos, hein? Vai-se ao Arrastão e ai jesus porque torna porque deixa. Vem-se ao 5dias e ai minha mãe e por mais isto e mais aquilo. Chega! O país atravessa o seu momento mais crítico, o governo faz o que quer e lhe apetece, os movimentos cívicos parados estão, os partidos de esquerda foram de férias ou estão de baixa pela Caixa e os senhores entretêm-se em jogos florais. Se se querem degladiar, vão para a rua e pratiquem o “lá fora comes”. Não usam o blogue para troca de galhardetes. Está?
Caro amigo Manuel Cruz
Isto é que é política, da pura!
O que é que interessa a nós cidadãos comuns?
Abra bem os olhos e vai ver a “figura de estilo” que nós, cidadãos comuns somos.
Repito:
«Quiseram, como viram (atenção Maria Guiomar), apontar uma arma a todos os que escrevem nesta casa. Todos responderam.
Amanhã estarão todos a falar e a escrever sobre outras coisas.
Maria Guiomar, quando um clandestino é perseguido, trata de, nesse momento, escapar. No instante a seguir, no dia a seguir, ocupa-se da luta. Não se entregua, não se oferece.
Com as devidas distâncias, aqui é o mesmo: hoje defesa-ataque, amanhã outras matérias se imporão.
Prementes, tem razão.»
Concordo!
Já chega de botar lenha numa fogueira que só as viúvas de sócrates (oliveira incluido) querem ver acessa, para esquecer a sua ignomínia!
Que alvoroço delirante … uns meses sem espreitar esta casa Y parece que entrei num Portugal esvoaçante.
Ora, y se fizessem o mesmo escaramuça nas ruas?
Um Riotzinho à bolsa de Lisboa com respectivos Lootings era mais Bravo.
QQ dia volto Y vejo-os y ao mundo tudo sumido em palavras … pelo ar já anda tudo.
Se o ridículo e a palhaçada matassem, o 5dias, o Jugular, o Arrastão e quejandos seriam um cemitério de palhaços.
A imagem com que uma pessoa fica deste país, ao ler os referidos blogues, seria de vomitar se não desse tanta vontade de rir.
E podem censurar o comentário à vontade, porque a ideia é mesmo que só vocês leiam e ganhem juízo.
CHEGA! TENHAM VERGONHA!
Ridículo e palhaço é o pobre rabisco-Vieira que criou um emblema para ser usado por quem tem desta casa a ideia que se sabe. (A ideia que se sabe, mas não sabe o rabisco, porque esse nada sabe de nada, ri como parvo de tudo e de nada [ah, e fala de "literatura", tem sobre "isso" um pugrama e "escreve"!!]; ideias julga ter o chefe dele e a outra, a Cnacia.)
Caríssimo Vidal,
Há duas coisas que aqui são relevantes (e que se não veja aqui nenhuma predilecção pelo meu caro, apenas objectividade – quanto ao Figueira, a quem, certamente por incapacidade minha, raramente li uma ideia interessante, interessada, elaborada, estulta, substancial, sobre algo que não tenha que ver com berlindes, pouco me importa, acho que o personagem não merecia metade doque sobre ele foi escrito, e ele concordará comigo. É a minha opinião.)!!
Uma. A irrelevancia do assunto Figueira.
Duas. O assunto Figueira só será assunto, para muitos dos que sobre ele escreveram, especialmente, por sua causa, caro Vidal(e pouco mais, sem querer ser injusto para muitos escribas residentes, e esses bem saberão quem são)!! Explico(será necessário!? O Ferreira Fernandes e o Oliveira falam de quem, verdadeiramente!?)!!
O caríssimo Vidal, como bem sabe e bem sabem, já produziu aqui das mais brilhantes prosas, glosas e canones, de uma substancia e clarezas singulares, sobre os mais diversos assuntos e objectos de estudo, evitando sempre o pueril e pesporrente diletantismo, pregando a palavra com premencia e aviso (poderemos não concordar mas não lhe ficamos indiferentes)!! Polemizando, mais das vezes, com agudo sentir e devida estultícia!! Isto é consabido e indisfarçável!! Mas que o querem reduzir a uma espécie de excentrico insano!! Porquê!? Não sei, mas serão muitas as razões!! A principal, creio eu, será porque o caro Vidal é interessadamente lido por um universo heterogeneo de indivíduos que interessadamente se dão ao trabalho de pensar e escrever consigo!! Há outras, merecidas e imerecidas que o caro Vidal bem saberá!
Por estas causas compreendo bem este seu post e uma vez que uma das partes, atomisticamente considerada, acrescenta um valor superior ao valor do conjunto há, certamente, que defender(-se!) esse valor!!
Um cordial bem haja,
Um bem haja também para si, Justiniano. Fortemente, é claro.
Espero voltar a escrever algo que se possa considerar “algo” muito brevemente.
Aqui tratou-se apenas de desviar o revólver oliveiresco (cobarde, como sempre) desta casa.
(Quanto ao resto, eles sabem que, pela minha vivência pessoal e profissional, diga-se de passagem, a “insanidade” não se me cola; o que lhes agrava a coisa. E ainda bem que fala em heterogeneidade – é disso que gosto, que gostamos! Até muitíssimo breve.)
já nem se pode exercer “actividade independente” no governo da Troika!
são uns invejosos, é o que é.
Anotem! Também na resposta do Pedro à Guiomar.
Senhor Carlos Vidal:
Sempre ouvi dizer (e pude constatar) que quem não tem razão ou está à rasca insulta os outros e desconversa, convocando assuntos ao lado.
No nosso podre mundo do futebolês é isso que vemos amiúde, quando confrontados com mais um dos «podres» em que são férteis, voltam-se para o passado e invocam os telhados de vidro dos outros. Falar do que está em causa é que não, é incómodo.
O senhor, para além de usar uma agressividade e uma linguagem que eu nem quero classificar, desceu ao nível do mundo do futebolês; e olhe que quem assim o faz é porque não tem argumentos ou lhe causa desconforto discutir a questão em causa.
O senhor zurze todos descabeladamente, depois fala de nada.
Eu sou da aldeia, onde, em idos mais longínquos eram comuns as pequenas tricas e rixas entre as mulheres das camadas mais incultas do povo, acabando normalmente em insultos verbais, outras vezes em agressões físicas.
A técnica era sempre insultar primeiro, ganhava-se a dianteira e já ninguém nos batia. As mais velhas aconselhavam as mais novas: «Chama-lhe puta filha, antes que ela te chame a ti».
Que puta de elite nós temos, e é esta elite que quer construir um mundo novo… com toda a tralha podre do velho.
Não tem razão.
Releia o post. Pense, se quiser, nas razões que levaram à sua escrita.
Sobretudo nisso (e, depois, esqueça o escrito).
O caríssimo Vidal, como bem sabe e bem sabem, já produziu aqui das mais brilhantes prosas, glosas e canones, de uma substancia e clarezas singulares, sobre os mais diversos assuntos e objectos de estudo, evitando sempre o pueril e pesporrente diletantismo, pregando a palavra com premencia e aviso (poderemos não concordar mas não lhe ficamos indiferentes)!!
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Sem dúvida, Justiniano
Vamos falar de coisas interessantes e deixar toda esta merdeira pessoalista para trás????
Já enjoa.
PS: referia-me apenas aos posts sobre estética e filosofia do Prof Vidal, como é evdt.
Meu caro ezequiel, mas não serão todos eles sobre filosofia e estética!!??…e sim, tem razão, falemos de coisas interessantes!!!
Caro Justiniano
acho que percebeu o que eu queria dizer.
politicamente, eu e Exmo Prof Vidal estamos em campos opostos.
mas tenho aprendido muito com ele, especialmente quando escreve sobre Heidegger, Badiou e os regimes visuais/percepção. é assunto que me interessa tb, como mero estudante de filosofia.
por onde tem andado, Justiniano?
Abraço
ezequiel
Caro Ezequiel, percebi perfeitamente!! Mas as desfamiliaridades ideológicas nunca foram obstáculo para uma boa discussão, antes pelo contrário (ora, também eu não tenho afinidades politico-ideologicas com o caro Vidal, tal como muitos outros interessantes e habituais leitores)!!
Tenho andado por aqui (no incontornável sítio do costume)
Um bem haja para si,
É isso mesmo ezequiel e Justiniano.
Falando de estética, Heidegger, Ratzinger, Caravaggio, Design (actividade de que sou vizinho!, mas abomino), alfaces, impressoras, filmes, etc., etc., é falar não só de política, mas “falar política”. E como é certo que o todo é mais do que a soma das partes, numas falas desenvolvemos longos diálogos (é não é, zeque?), noutras o embate torna o trabalho difícil. E se calhar até é aqui que vale a pena insistir, no “trabalho difícil”.
Como dizia o outro, perdoar o perdoável é imperdoável.
Um abraço aos dois.
CV
Carlos Vidal
Acima de tudo, você é inofensivo. Só garganta. O seu fascínio pela violência (verbal e não só) não consegue mascarar o facto de você – e as suas ideias – não representarem nada nem ninguém. A veemência com que defende criminosos e terroristas só sublinha a sua solidão intelectual. Você e o Renato são uns inúteis intelectuais, que aspiram a relevância revolucionária. Uns revolucionários de sofá sem seguidores. A pregar para o vosso grupo de amigos.
Uns tristes cheios de raiva. E ódio. Mas inofensivos.
Você venera Lenin, Stalin e Mao.
Acha que esses três iam para os jornais da altura ser malcriados? Acha que a acção revolucionária passa por cobrir os adversários de insultos? Você é inofensivo.
Não mete medo a ninguém, por mais que espalhe veneno.
Se tivesse o mínimo de coragem, ia para a clandestinidade montar um movimento revolucionário. Assim prefere mandar bocas do conforto do lar, alternadas com tiradas herméticas sobre arte.
Você é inofensivo. Não mete medo. A ninguém.
Arranje mais amigos, saia mais, namore, vá à praia, viaje, faça psicanálise. Vai ver que lhe faz bem.
Só para terminar. Você é inofensivo. E vai deixar o mundo tal qual ele estava.
“Arranje mais amigos, saia mais, namore, vá à praia, viaje, faça psicanálise.”
Faço de tudo isso um pouco.
Passei…vi a minha cagadeira preferida…parei…mas não é que afinal havia outra…já agora gostaria de saber se o ilustre vidal não acha que colocar no meio desta sua…aquela…é de mau gosto (coitado do Lopez)…embora “a nobreza” das virtudes programáticas…
Bom texto.
Pingback: António Figueira traído pelo António Figueira | cinco dias
Então é aqui que vós “pondes” as ideias do partido? Tá bem tá, que putas de ideias vós tendes, atão ou sois todos meios ceguetas, ou assim do tipo “só vemos o que nos dá jeito”.
Qual partido?
E eu a pensar que Yezhov e Beria não tinham deixado herdeiros. Distracção fatal.
Hum… talvez, talvez.