
O Conselho de Segurança da ONU já obteve consenso para condenar a violência na Síria o que, a olhar para a história, é um forte presságio de que uma intervenção militar da NATO na região está em marcha. Na Líbia, onde essa estratégia foi utilizada pela última vez, o resultado salta à vista há demasiado tempo.
Seria interessante saber se a oposição mantém o que disse um dos seus líderes, Ravdan Ziade, há um mês, em Moscovo: “No que respeita ao derrube do regime, apoiamo-nos, antes de tudo, no povo sírio. (…) A oposição síria é contra a ingerência externa na solução da crise na Síria”.






E porque é que só o regime (ditatorial) pode fazer negócios com o Império e o povo (revolucionário) não?!
Ora…deixa-me lá pensar um bocadinho…ai que pergunta tão difícil…ai, já sei: porque se o povo é revolucionário, não faz negócios com o império!
Naturalmente.
Preconceitos…
Sem prefixo, Luís Teixeira Neves, sem prefixo.