ENTRISMO IPSUM SUI GENERIS – Entre o autoritatismo e a complacência, uma biografia indispensável.

A Biografia não autorizada de Pacheco Pereira vai animar o defeso. É com muito gosto que me junto à teia de interesses que está a dividir a direita trauliteira e a que reconhece a actualidade da luta de classes. Nas próximas semanas vamos conhecer o homem que começou no marxismo-leninismo, de inspiração maoísta, para acabar como fiel de armazém do cavaquismo.

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17 Responses to ENTRISMO IPSUM SUI GENERIS – Entre o autoritatismo e a complacência, uma biografia indispensável.

  1. alvaro says:

    oh renato, põe lá mas é a entrevista do ministro da economia ontem na rtp, pra malta ver o que aí vem. às vezes fico na dúvida se a ameaça são mesmo os fascistas e os capitalistas ou os idiotas que fruto da imbecilidade galopante e da arrogância incomensurável lhes servem de testas de ferro…

    • Renato Teixeira says:

      O do governo de gestão? Isso lá é coisa que interesse antes das vésperas do dia 15 de Outubro? Então não sabe que o sindicalismo e o activismo também têm direito a férias? Fazer ou quê… ?

  2. Frederico says:

    Como muitos outros na sua juventude Pacheco Pereira acreditou no marxismo mas, como era um homem inteligente, cedo percebeu a fraude absoluta que era tal ideologia e os regimes que dela se intitulavam seguidores. Outros, porém, nunca revelaram a lucidez de darem esse salto intelectual.

  3. Tiago Silva says:

    Eh pá, tenho de admitir que o 31 da Armada tem um sector de audiovisual digno de nota.

    • Tiago,

      O Rodrigo é um spin doctor profissional. Tinha de produzir conteúdo multimédia de qualidade. Eu que tenho um léxico antiquado ainda chamo os bois pelos nomes. Parece que agora os spin doctors são “especialistas em comunicação”. Different name, same old shit! ;)

    • Renato Teixeira says:

      É uma verdade incontornável. Tens que dar assas à intuição no vosso “Distintos Sentidos”. ;)

  4. Renato,

    “fiel de armazém do cavaquismo.”, é muito bom. Causa-me uma pequena inveja não ter conseguido “retrato” tão adequado.

  5. a anarca says:

    O Pacheco é um calimero …
    Não esconde o resentimento de não ser reconhecido como o verdadeiro pacheco do Eça

  6. LAM says:

    “Em terra de cegos quem tem um olho é rei”, pensou o Pacheco que durante muitos anos foi a única personalidade com alguma cultura política no PSD no meio do caceteirismo geral, o que lá lhe rendeu a respeitabilidade de fóssil “intelectual” a preservar.

  7. LAM says:

    …e como os Pup (os pops), não iam a lado nenhum o homem resolveu mudar de agulha e ficava mal chegar-se ao PS, que já lá estava o Eduíno.

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