Ser (ou não ser) jornalista

Fui convidado a participar neste estudo tinha acabado de sair do Público, onde fiz estágio, e dava os primeiros passos no jornalismo pela mão do Nuno, na Focus. José Luiz Fernandes, da velha guarda e dos que ainda chama camarada aos camaradas, convidava-me então para dar o testemunho sobre o que eu achava da profissão. Cinco anos depois e apesar de, modéstia à parte, ter dado provas de que já merecia um lugar como grande repórter, vá lá, no Independent, a ironia da vida fez com que o livro fosse lançado na semana em que suspendi a carteira profissional para me dedicar a outros mundos.

Pela quantidade de entrevistas realizadas, pelo painel de entrevistadores e de entrevistados, é com curiosidade que lerei esta obra que recupera uma reflexão urgente. Para lá de outras perguntas e respostas que o livro e o seu debate podem e devem produzir penso ser esta a mais importante: ainda sobram jornalistas em Portugal? Até quando?

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6 respostas a Ser (ou não ser) jornalista

  1. Helena Borges diz:

    Uma caixinha de surpresas, Renato!

    Não nos mostras umas fotografias?

    O *.pdf corre muito bem.

    • Renato Teixeira diz:

      Surpresas? Onde?

      • Helena Borges diz:

        O gosto pela fotografia, isso. O Livro não li, só o *.pdf.

        • Renato Teixeira diz:

          Ah… pois, isso. Ando zangado com o diafragma. 🙁 O livro sai hoje, acho que só dá para ler aos bocadinhos.

          • Helena Borges diz:

            Também fiquei impressionada com a viagem pela América Latina! E, pelas piores razões, claro, com o episódio das credenciais e com os briefings descarados no MNE. São daquelas coisas que supomos que acontecem, mas que, não estando no meio, nunca ouvimos falar sobre.

          • Renato Teixeira diz:

            Pela primeira olhadela sobre o livro vários são aqueles que o aproveitam para ir contando as suas desventuras. Vale a pena, definitivamente.

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