Do casamento utópico ao casamento científico

Depois dos rumores sobre a comparência de Charlene Wittstock no altar, pergunto-me se é melhor acompanhar a cerimónia no 31 da Armada, no Estado Sentido ou no Terreiro do Paço. Viva a República, da burguesa à proletária. Daqui a pouco teremos um cheirinho do que foi a Idade Média.

Este artigo foi publicado em cinco dias and tagged . Bookmark the permalink.

6 respostas a Do casamento utópico ao casamento científico

  1. André Leal diz:

    Olha, Renato, o Felipe de Araújo Ribeiro do Estado Sentido já se deu ao trabalho de te responder… Lol. Abraço

    PS: Grande blog, tenho seguido atentamente!

  2. Obrigado pelo primeiro link ao ES, Renato. Afinal, segues a coisa com mais curiosidade que eu próprio! Enfim, quanto à idade média, sugiro que compares o Mónaco com algo da sua dimensão, o Estoril ou cascais, por exemplo. Verás a diferença, desde o sucatismo militante espalhado pelos passeios portugueses, até aos bairros “sociais” que começam logo a 700m da praia. Se quiseres ser ainda mais curioso, podes também comparar qualquer um dos “regimes medievalistas” europeus – e alguns extra europeus -, com a tua querida república cavacal.

    Voltando ao Mónaco, pelo menos tens lá algo que te poderá servir de consolo. Na fachada do edifício dedicado à exploração oceanográfica, lá está esculpido o nome Yacht Amélia que como sabes, serviu aquele que foi o último Chefe de Estado português que ultrapassou em muito, a mediania. Isto, para ser bonzinho, não me puxes pela língua ;), ou começarei já a debitar a dúzia e meia de escroques, aldrabões, ineptos para todo o serviço, intriguistas, bimbos, cabeças de abóbora, ditadorzecos de meia tigela, etc. Se excluires dois – um dos quais decente e ainda vivo -, o resto foi e é lixo não reciclável. Lixo.

Os comentários estão fechados.