“O personagem facultativo” (Germano Schwarz, 1912) – Obra pioneira do modernismo sul-americano, introduz na literatura em língua portuguesa a temática da psicanálise, que era cara a Germano Schwarz. Rico negociante de café, de ascendência alemã e intimamente relacionado com os círculos literários do Velho Continente, que visitava amiúde, Germano Schwarz é um caso singular na cultura do Brasil, onde só tardiamente a sua importância foi compreendida. Algo fora do espaço e do tempo a que pertencia, “O personagem facultativo” é com efeito uma obra ímpar, que obteve uma recepção entusiástica no período de entre-guerras, atribuível à sua primeira tradução francesa, de 1923, mas que apenas cerca de meio século mais tarde obteve o merecido reconhecimento no país que a viu nascer.
PS Agora vou ver se chove, a Biblioteca regressa daqui a dias.




Interessante. Vou procurar ler. Esta série tem interesse e espero que a chuva não o retenha cativo. E’ o que eu dizia no outro dia, a nossa tendência natural para o divertimento faz com que comentemos muitas vezes as baboseiras, mas lemos estes na mesma, com gosto e, penso, com proveito.
Onde é que pode estar a chover num dia como o de hoje ?
No mar do Norte.
ahahahahah !
De facto, no mar do Norte. Muito bem feito sim senhor.
Estou a adorar estas crónicas literárias do António F.
talvez já conheças.
abr
z