Depois do Patrick, a Helena. Luis Rainha, devias ir pregar para o Jugular.

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27 Responses to Depois do Patrick, a Helena. Luis Rainha, devias ir pregar para o Jugular.

  1. Carlos Sousa diz:

    Às vezes tenho dificuldade em entender determinado tipo de acções, não sei se faz parte da geração à rasca, ou se faz parte da geração parva da Deolinda.
    Tanta “inovação”, tanta diferença, tanto debate, e afinal depois de tudo espremido vai tudo “bater no mesmo”…a liderança, a hierarquia, o “status”. E no fim aparece a intolerância. Mas onde é que eu já vi isto?
    Será que entre tanta gente não haverá alguém que dê efectivamente uso à tal “utensilagem mental”que tanto apregoam?

  2. José diz:

    “Tanta “inovação”, tanta diferença, tanto debate, e afinal depois de tudo espremido vai tudo “bater no mesmo”…a liderança, a hierarquia, o “status”. E no fim aparece a intolerância. Mas onde é que eu já vi isto?
    Será que entre tanta gente não haverá alguém que dê efectivamente uso à tal “utensilagem mental”que tanto apregoam?”

    clap, clap, cap, clap.

    As discussões estão a descer a um nível infantil, nos últimos dias.

  3. LM r diz:

    Fazes a festa, ela atira os foguetes, tu apanhas as canas e ainda ficas a olhar para elas a tentar perceber o que são.

    • Renato Teixeira diz:

      E somos felizes. Fácil não é? Quando afinares a pontaria avisa Luis. O dia 5 de Junho precisa de ti.

    • Helena Borges diz:

      Rezingão, ela respondeu-te no outro post e não vai continuar a discutir aqui. Anima-te também, isto são dois dias.

  4. Sassmine diz:

    achar que definir-se como “massa crítica” por oposição a “elite cultural pensante” é pretensão, só pode ser uma triste exibição de ignorância, Carlos Sousa. mas pronto, humildemente assume que é elite cultural pensante, é isso…? que bom para si.

    • Helena Borges diz:

      E se a massa crítica, a elite cultural pensante e a utensilagem mental não fossem para aqui chamadas é que eu me admiraria! Abrimos-te um clube de fãs, Joana? Tantos com urgência em discutir-te, pode ser que dê para enquadrá-los e liderá-los…

      • Sassmine diz:

        ó Helena, a sério, eu não percebo isto. parte de mim tem vontade de fugir. outra parte começa a sentir-se mesmo importante. se eu tivesse realmente vontade de liderar alguma coisa, este seria o melhor ponto de partida.

        (chiça, penico… estou mesmo parva com isto.)

  5. Carlos Sousa diz:

    A vida para si tem de passar sempre por esses “chavões”?
    Não consegue aceitar que as pessoas são diferentes, e que não há só essas duas definições?
    Eu por exemplo não me considero nem “massa critica” nem “elite cultural pensante”, e penso que você também não se deve considerar nem uma coisa nem outra. Esse tipo de definições não somos nós que fazemos, são os outros é que decidem.
    É exactamente como numa liderança, poucas pessoas têm capacidade para ser líder, e aqueles que o são, não são eles que escolhem, são os outros é que o seguem.
    Tal como eu disse no meu comentário, são esse tipo de conceitos que têm de ser revistos, sob pena de qualquer tipo de manifestação se tornar inconsequente.

    • Sassmine diz:

      “Em dinâmica social, Massa Crítica é a mentalidade de um grupo em relação a um determinado assunto necessária e suficiente para, em quantidade e qualidade, estabelecer e sustentar determinada acção, relação ou comportamento.” Ou seja, o oposto da relação directa que está a estabelecer com a noção/necessidade de liderança.

      Em relação à escolha entre massa e elite, remeto-o novamente para os vídeos. Antes de mim falou o meu estimado José Romano, que afirmou que nós que estávamos ali a debater éramos “elite cultural pensante”, afirmação que me provocou esta resposta. É curioso que me esteja a ser apontado como um comentário elitista aquilo que foi precisamente o oposto. Não entendo mesmo se é falha de comunicação ou de informação, Carlos Sousa. Por outro lado o que o Carlos Sousa acha que eu devia ou não devia fazer… que quer que lhe diga? Acho que o facto de expôr as coisas dessa maneira é em si revelador. Se não se importa, eu reservo-me o direito de escolher os meus mestres.

      • Carlos Sousa diz:

        Pela censura nos comentários,vê-se bem quem são os seus mestres e o seu conceito de democracia verdadeira.

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