Das lideranças que dão a palavra ao movimento, ao movimento que dá a palavra às lideranças.

O Patrick já tinha arrumado o Luis Rainha com um dos mais assertivos comentários que alguma vez li na rede, e não raras vezes um tal de MSP já foi ao tapete em polémica com o Bruno Carvalho, o Carlos Vidal ou o Tiago Mota Saraiva. Estes empedernidos eleitores do BE já não sabem como e com o quê marrar e agora cerram fileiras contra a Raquel Varela e a Joana Manuel. A primeira porque não vive em frente ao computador para aprovar os testamentos do democrático, a segunda porque, acusam, anda armada em Passionara. Numa inflexão de género o 5dias pode dormir descansado, uma vez que poucos terão tantas e tão boas escribas como nós. Ainda lhes falta a Diana Dionísio, a Helena Borges, a Mariana Canotilho, a Raquel Freire ou a Morgada de V., e eles que se livrem da Cláudia Silva ou da Margarida Santos regressarem ao activo.  Irrita-os os porta-vozes, os movimentos, as assembleias, as intervenções apaixonadas, as manifestações e a solidariedade com a resistência árabe. Em contraponto apreciam o Rui Tavares, a guerra na Líbia, os tempos de antena da Esquerda “à rasca”, as paradas de funcionários, o pós-modernismo e o anti-comunismo do inefável Tunes. Nem tudo está mal. Sobra-lhes o elogio rasgado da Rita Delille. Nada como a luta de classes para redefinir os campos, para deixar em carne viva a argamassa dos vários movimentos e do savoire faire das diferentes lideranças.

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66 respostas a Das lideranças que dão a palavra ao movimento, ao movimento que dá a palavra às lideranças.

  1. Helena Borges diz:

    Girl power, iééé! Assim é que me levas, Renato Teixeira. “Nada como a luta de classes para redefinir os campos e para deixar em carne viva a argamassa dos diferentes movimentos e do savoire faire das diferentes lideranças”. Tudo dito.

    • LM r diz:

      Nessa luta, a que lado pertencem as pessoas aqui em questão? Ao proletariado? Claro. E isso das “lideranças” é mesmo o calcanhar de Aquiles dos tais “movimentos”; como se tem vindo a tornar cruelmente evidente. É contraproducente chamar a atenção para isso.

      • Renato Teixeira diz:

        “Tem vindo a tornar cruelmente evidente”. Onde?

      • Carlos Vidal diz:

        Aqui habitam pessoas inteligentes.
        Apenas isso (o que para muitos é muitíssimo e impossível).
        E continuo, eu, a abominar generalistas.
        É melhor não voltar aqui, LM r (coisa que não sei o que é) nem a estas caixas.

      • Helena Borges diz:

        Sem presunção, mas de peito cheio – apaixonado, se quiseres –, digo que pertenço à argamassa. Quanto ao calcanhar de Aquiles, concretizas com a liderança da Joana de? Geração à rasca? Não a vi agarrar a insígnia e eu quase tentei atirar-lha, numa discussão de há dias. O Renato e o Bruno a salivarem-se pela oportunidade de liderarem uma revolução? Por favor, se ainda fosse de fazerem parte dela. Quem não gostaria? Tu? Eu gostaria. Não sejas empata, Luís!

        • Helena Borges diz:

          (Ou LM r, se não gostares do Luís. Fugiu-me a sigla para o nome, desculpa.)

          • Renato Teixeira diz:

            O que ele não suporta é que lhe acentuem o nome. Estás feita.

          • Helena Borges diz:

            Estava a tentar liderar-lhe o nome, mas com jeitinho!

          • Renato Teixeira diz:

            Olé. De líder a toureira. Até ver levas o prémio da lida de hoje: “Sem presunção, mas de peito cheio – apaixonado, se quiseres –, digo que pertenço à argamassa. Quanto ao calcanhar de Aquiles, concretizas com a liderança da Joana de? Geração à rasca? Não a vi agarrar a insígnia e eu quase tentei atirar-lha, numa discussão de há dias. O Renato e o Bruno a salivarem-se pela oportunidade de liderarem uma revolução? Por favor, se ainda fosse de fazerem parte dela. Quem não gostaria? Tu? Eu gostaria. Não sejas empata, Luís!” Olé!

      • closer diz:

        eheheh.

        Com é esta é que o arrumaste!

        • Renato Teixeira diz:

          Obrigado.

          • LM r diz:

            Um faz a festa, a outra corre a lançar os foguetes, o primeiro apanha as canas e depois batem palmas uns aos outros. A Helena que pertença à argamassa que quiser, o Renato que leve a taça do concurso de pilinhas e a Joana que continue a liderar não sei bem o quê (nem ela, presumo).
            Mas isto é tudo porque me atrevi a olhar um pouco mais de perto os vossos jogos florais? Já agora, importavam-se de me apontar as tais ideias presentes nos dois vídeos que glosei? Ideias com pés e cabeça; já nem peço originalidade ou golpes de asa. Apenas algo um centímetro acima de banas conversas de café.
            E, por favor, não misturem o Bruno nesta cegada; ele pode obedecer a ditames previsíveis, mas é transparente e honesto nas suas motivações.

          • Renato Teixeira diz:

            A malta fica contente com pouco, é verdade. Quanto a argumentos, dou-te tantos quantos queiras, assim apresentes um a favor do consenso como método de decisão em assembleia. Era só o que me tocava, certo?

          • Helena Borges diz:

            Claro, Luís: o Bruno há-de ser honestíssimo na vontade de “enquadrar os descontentes”, palavras tuas; eu, o Renato e a Joana, desonestíssimos na maquinação de tomar as lideranças. Eu quero liderar a argamassa, o Renato o Rossio e a Joana a geração, claro.

            Os vídeos glossados são os da Joana? Isto começa a ser repetitivo, enjoativo. Se os achas assim tão alarves, porque é que estás tão interessado em discuti-los? Se não consegues encontrar-lhes ideias é porque não queres encontrá-las, portanto e não querendo contrariar-te, não vou enumerá-las.

            Não sejas tão azedo, nem sequer te acho antipático, apenas muito rezingão.

    • Sassmine diz:

      iééé!!! let’s dance, sis. 😉

      • Sassmine diz:

        eu estou para a minha vida. eu integro um painel num debate, na qualidade de cidadã, digo o que penso, e pequei e com certeza que acho que lidero alguma coisa? fica bem claro o que a democracia significa para algumas pessoas. democrático sim, mas de bico calado.

  2. NIC diz:

    O seguinte texto foi enviado – e devidamente pago – ao jornal Diário de Notícias, tendo sido sujeito a uma censura prévia “por causa do conteúdo”, não podendo portanto ser publicado nas páginas de publicidade da edição de Sexta-feira, dia 3 de Junho.

    Tendo em conta que faz o apelo ao voto, e é manifestamente mais pedagógico do que boa parte dos ‘classificados’, tratando-se apenas de uma forma de exercer cidadania, apelamos a que partilhem esta mensagem entre os vossos contactos.

    Mais, gostaríamos de saber se é possível publicar o mesmo texto num qualquer orgão de imprensa livre que se disponha a fazê-lo.

    Antecipadamente gratos,

    Manifesto contra a indiferença

    Caros Amigos e Companheiros,

    Vocês sabem que entre nós, que estamos desiludidos com os partidos do poder, e que, por isso, já não votamos, e todos aqueles que não querem ou nunca foram votar, por desprezarem a política e o sistema partidário e se sentirem excluídos da sociedade, que, como dizíamos, entre todos nós, somos maiores do que o PS ou o PSD, ou até do que uma coligação, entre qualquer destes partidos, e o CDS-PP?

    E que, como sabem, vamos ser estrangulados por 2 troikas, uma internacional, dirigida pelo FMI, e outra, bem portuguesa, dos partidos que assinaram esses acordos, o CDS-PP, o PSD e a actual e antiga direcção do PS (antigo governo maioritário, depois minoritário e, agora, demissionário, mas de tão grande sucesso, que não admite sequer uma crítica à sua governação. Ai! O Eng.º. Sócrates é um grande político, vítima de múltiplas e tremendas conspirações que conduziram o país a esta crise. Ai! O Eng.º. Sócrates nunca mentiu, equivocou-se, dizendo às 2ªs Feiras, o que os factos, ou fontes mais sérias, vêm desmentir nos dias seguintes. Que cambada!).

    Com base nesses entendimentos, vamos ser nós a pagar os erros do sector financeiro e dos excessos de gastos da governação; a economia continuará em recessão; o desemprego crescerá para níveis nunca vistos, tal como o trabalho precário e também o número de jovens à procura de uma primeira saída profissional.

    Todas as nossas vidas serão gravemente afectadas. Todos pertencemos a ‘gerações à rasca’ e uma boa parte de entre nós sem sequer merecerá respeito. Aqueles de quem se diz ‘que não querem é trabalhar’; ou que ‘são jovens e foram mal-educados pelos pais e que precisavam era de ter levado umas bofetadas’; que ‘vivem de subsídios e ainda são responsáveis pelo crescimento da violência no país, os africanos, brasileiros e outros imigrantes’. Estas generalizações que se aproximam da xenofobia, mas que até os meios de comunicação utilizam regularmente.

    Então, e o que podemos fazer? Ir para o Rossio acampar? Ou fazer manifestações, como a do dia 12 de Março? Tornar a coisa bem mais séria, com fazem os n/ vizinhos espanhóis?

    Sim, talvez tenhamos que fazer isso tudo, mas há um acto muito simples que podemos fazer este Domingo. Ir votar!

    E em quem?

    Vamos dar uma oportunidade à Esquerda. Vamos todos votar ou no Bloco de Esquerda ou na CDU, a nós tanto nos faz. Vamos fazer História e dar-lhes uma votação tão significativa que possam opor-se à formação de governos dos 3 partidos que assinaram os acordos com a Troika.

    Seremos nós como aqueles que dizem mal de nós? Teremos preconceitos e faremos generalizações, dizendo que todos os políticos são iguais. Que todos são como o Sócrates ou o Paulinho Portas dos Submarinos, ou burros como o Passos Coelho que sentiu necessidade de se afirmar como ‘o mais africano dos candidatos’, frase que provocou grande alegria ao Nelson Mandela, ao Leopold Senghor, ao Luther King e ao Eusébio, bem como à Amália, que também era uma anti-racista feroz.

    Não acham que o Jerónimo de Sousa e o Francisco Louçã são mais sérios do que aqueles que têm passado pelos governos? Se desejassem dinheiro ou poder não estariam nos outros 3 partidos, em que a sua capacidade e inteligência e, sobretudo, a troca de ideais, lhes ganhariam a posição que desejassem? Não. Em vez disso, escolheram lutar contra o poder instituído e a isso dedicaram toda a sua vida.

    Mas não vamos dar-lhes um mandato à toa. Vamos pedir-lhes que se unam e escolham um primeiro-ministro fora dos seus partidos. Alguém também de Esquerda, mas que se encontre mais próximo dos socialistas.

    Para nós, poderia ser a Arq. Helena Roseta, pela sua capacidade, inteligência, coragem, honestidade e carisma. Mas realmente tanto nos faz qual seja a personalidade, desde que reúna as mesmas características e esteja disposta a seguir as seguintes ideias de base:

    – Retomar, de imediato, as negociações com a Troika, exigindo melhores condições, tanto de prazos, como de juros, para pagarmos as tais dívidas, mas, sobretudo, impedindo-os de controlar o n/ destino colectivo.

    – Iniciar contactos com todos os países europeus, cuja situação seja semelhante à nossa, façam ou não parte da CE, vendo o que podemos fazer uns pelos outros e criando um grupo de pressão, contra os países que mandam actualmente na Europa.

    E algumas medidas mais concretas:

    – Reverterem para o Estado, a partir de hoje, todos os excedentes das pensões de reforma (ou aglomerados de pensões) que excedam 8 vezes o salário mínimo nacional.

    – Reverterem para o Estado, todos os excedentes relativamente ao salário de Presidente da República, dos Funcionários de Estado colocados em Institutos, Consultorias e quaisquer outros organismos e fazer o mesmo com todos os dirigentes das Empresas Públicas.

    – Estabelecer-se um imposto ‘patriótico’ sobre as Grandes Fortunas, de forma a que todos compartilhem os sacrifícios.

    – Retomar-se um modelo de Estado mais interventivo em toda a sociedade, que imponha, por exemplo, uma moderna ‘Lei das Sesmarias’ em que os proprietários rurais sejam obrigados a trabalhar as suas terras, ou a alugá-las, ou vendê-las, a quem o faça, em vez de ficarem a viver de subsídios.

    – Um Estado e um Governo que intervenham em toda a economia, protegendo a exportação e controlando as importações; apoiando novos projectos de empresas e actividades, em todo o país; combatendo radicalmente o desemprego e acreditando na capacidade da juventude; implementando medidas rigorosas de controlo da corrupção e de combate à fraude fiscal.

    – Um Governo capaz de correr o risco do país ser expulso da CE e da zona €uro, se preciso for, mas que inicie a recuperação económica, em detrimento do controlo do défice e de toda a estrutura financeira, deixando até, se for preciso, cair a banca privada, sobretudo os bancos mais ligados a casos de corrupção.

    Há tantas coisas a dizer, e por fazer, que poderíamos ficar aqui o dia inteiro, mas confiamos que os dirigentes do Bloco de Esquerda e da CDU tenham capacidade de, conjuntamente com esse primeiro-ministro e outros independentes, formularem muito melhor do que nós, todo um programa que nos restitua a dignidade.

    Facebook: NIC – NÚCLEO DE INTERVENÇÃO CÍVICA

    Ou por email: nuc.civ1@nullgmail.com

    Núcleo de Intervenção Cívica

    • João Torgal diz:

      Não poderia estar mais de acordo. É importante não desvalorizar este acto eleitoral, independentemente dos movimentos que se criem e das acções que se tomem.

  3. LM r diz:

    Estarás a falar de quê, ao certo? O que tu dizes que “nos” (seja lá isso o que for) irrita ou causa a nossa apreciação (o Rui Tavares, céus??) só existe mesmo na tua cabecita. Essa táctica de colocar na boca do outro aquilo que ele não disse pode convencer os idiotas, mas não constitui resposta a coisa alguma.

    • Renato Teixeira diz:

      Ora nem mais. Nós também não pensamos todos o mesmo, algo que pareces esquecer na posta com que varreste o 5dias, e não dizemos metade do que tu nos colocas na boca. Agora sim, tudo dito. Boa sorte para dia 5 de Junho. A ver se depois devolvem a palavra aos cidadãos.

      • LM r diz:

        Não persistas no engano. O meu post refere-te a ti e à Joana Manuel. E ressalva é clara: “Longe de mim querer nivelar tudo; pelo que vi no Rossio, a maioria não é assim. Apenas os mais estridentes e pródigos no verbo.”
        Como vês, não generalizo. E não atribuo coisa alguma ao 5 Dias (apenas a dois dos seus escribas), sendo que até vos coloco aos dois em pólos bem diversos, em termos de estruturação de pensamento.
        Como bem percebeste, aliás. Não me parece que acredites mesmo que criticar intervenções débeis ou divisionistas seja aplaudir o Rui Tavares, Israel, a guerra na Líbia, “as paradas de funcionários, o pós-modernismo e o anti-comunismo”. Só te faltou mencionar o meu conhecido apreço por Fátima e por Sócrates.

        • Renato Teixeira diz:

          Fica agora mencionado. As minhas desculpas pela falta de atenção ao que se vai escrevendo no Vias de Facto. Desde que saiu o Noronha sobraram apenas três razões para lá voltar. Quando outro tipo de lideranças te fizerem tanta confusão como eu ou a Joana Manuel, talvez recupere o interesse pelo que tiveres a dizer. Pelo tempo que estiveste no Rossio apenas posso concluir que a tua posta é um imbecil emprenho de ouvido por bocas igualmente mal fundamentadas.

          • Renato Teixeira diz:

            O post também refere, pelo menos, o Bruno Carvalho.

          • LM r diz:

            Mais um equívoco: no que toca ao Rossio, nada de crítico lês ali. Antes pelo contrário. E nada escrevi em parte alguma contra a acampada; antes pelo contrário.
            Esta minha posta será imbecil apenas pelas declarações (em vídeo e escritas) a que dá atenção. Pois é só delas que fala. Não há ali uma só palavra de “ouvido” ou em segunda mão.

          • Renato Teixeira diz:

            Belo enquadramento.

          • Renato Teixeira diz:

            Diria mesmo que conseguiste fazer sobre o Rossio o mesmo que a Câncio, embora lhe fiques a dever algo do ponto de vista da estética da posta.

        • LM r diz:

          Essa estratégia à Alberto João (se estão contra mim estão contra os meus) é um pouco tonta: a Câncio tentou retratar a acampada como uma pocilga. Neste post, critiquei-te a ti e à Joana. Isto é parecido como?

          • Renato Teixeira diz:

            E o Bruno, porra?!?

            Tu lá sabes o nome da estratégia. Tens claramente direitos de baptismo.

            Pode espantar-te por termos pelo menos o dobro do respeito mútuo, mas há seguramente mais diferenças entre mim, a Joana, o Bruno e a Raquel, do que entre ti, o Tunes e o democrático.

            A amalgama tem pai santo, não venhas agora pintar o céu de azul.

          • LM r diz:

            Tem dó de quem te lê. O Bruno surge apenas como exemplo de malta do PCP que está mortinha por absorver ou dirigir estes movimentos.
            Não fiz amálgama absolutamente nenhuma, como sabes e como qualquer um pode confirmar lendo o meu post: critiquei a Joana pela vacuidade da sua intervenção na Associação 25 de Abril e critiquei-te a ti pelo que me pareceu um post excessivamente crítico daqueles que te contrariaram no Rossio.
            Planos diferentes, críticas díspares. E nenhuma de índole generalista contra toda a acampada.

          • Renato Teixeira diz:

            E quem é que me criticou na acampada? Nota que sobre o consenso não adiantas um argumento e relevas o facto de tal metodologia ter sido rejeitada em todas as Assembleias.

          • Renato Teixeira diz:

            O PCP, como de resto o BE, portaram-se bem quer na Acampada quer nas Assembleias. Tirando um ou outro franco atirador, no caso do BE, não recordo uma intervenção tão responsável no movimento social.

  4. adroaldo silva diz:

    é época de eleições.
    época do renato carpir as mágoas contra o be. tão previsível como um discurso do paulo portas.
    o que os sectarismos fazem. o renato só vai voltar às eleições quando o seu movimento sectário, a rubra, se constituir um partido (e já agora consiga reunir mais de meia dúzia de pessoas) e ele possa se intitular o seu líder em termos de ideologia.

  5. Renato Teixeira diz:

    MSP, a Raquel não aprova nem desaprova comentários ao minuto, logo, não o censura. Os outros escribas vão aprovando o que lhes parece construtivo e ao fim do dia a Raquel lá o aprova, não seguindo o meu exemplo e do Vidal que há muito deixaram claros os motivos pelos quais não aceitam o seu parasitismo, policiamento ideológico, seriedade intelectual e inépcia movimentista. Por mim, assim vai continuar, uma vez que continuo sem ter nada para lhe dizer nem curioso sobre o que ainda tiver que falar. Passar bem.

    • Carlos Vidal diz:

      Porque o diálogo não é obrigatório, nem cívico, nem fundamental, nem imprescindível, nem necessário.

      • Pascoal diz:

        Por aqui se vê logo a raça do animal.

        • Renato Teixeira diz:

          Duvido que pudesse ser escrito melhor elogio.

          • nao diz:

            e mesmo que fosse, era bem capaz de ser censurado!

          • Renato Teixeira diz:

            Elogios, censurados? Não. Só insultos ou críticas infundadas. Há que ter critérios senão a tasca transformava-se num bordel do delírio.

          • Carlos Vidal diz:

            Claro, o outro tonto também me chamou “fascista” ou lá o que é, e gostei,
            Jantei e gostei.
            Pascoal, Rainha, MSerras, vinde cá, vinde cá, será tudo apagado. Com prazer.
            E, ao mesmo tempo, silêncio (da minha parte).

          • JorgeF diz:

            Este Carlos Vidal existe mesmo?
            Duvido. Deve ser uma construção de qualquer coisa. Não me parece que seja o Homem Novo.

  6. Pisca diz:

    Mas ainda perdem tempo e feitio com aquelas abencerragens como um tal MSP que despeja texto (deve ser pago à linha, só pode), encharcado de citações de coisas que só ele leu.
    Conheço uns fulanos que lhe esfregavam as teorias na cara e o mandavam à merda com toda a velocidade, se é que não mandaram já

  7. Rita Delille diz:

    ‎”uma vez que poucos terão tantas e tão boas escribas como nós.”,que é isto? discriminação positiva, cheira-me. ridiculo no geral, principalmente pela insistência na tal inteligência (ou devo dizer utensilagem mental) que vocês acham conhecer tão bem.

    • Renato Teixeira diz:

      Rita, depois dos teus elogios ao Rainha e ao MSP, não me consigo chatear contigo. Quanto ao poder de fogo (das escribas cá da tasca) ele é incontornável.

      • Rita Delille diz:

        recomendo este video às fogosas aqui do estaminé. e juro que não é para irritar embora desconfie que tenham preconceitos em relação à beyoncé que, não tendo nenhum curso universitário, é só boa mesmo. isso também é incontornável.

        • Rita Delille diz:

          este aqui:

          • Renato Teixeira diz:

            E já te queixas de censura?!? Vais no bom caminho vais… O tal de MSP também se queixa de censura mesmo quando é aprovado. Cada um escolhe os seus líderes. Mas como disse e repito. Hoje, só hoje, não me zango contigo, mesmo que venhas de seguida falar mal dos direitos dos trabalhadores. Fico a dever-te um duplo comentário. Obrigado por qualquer uma das deixas.

  8. Chalana diz:

    Eu queria apenas deixar um abraço ao camarada Vidal: um gajo que aprecia Caravaggio, Fidel Castro e mulheres bonitas não pode ir ao paredão. Depois disto podem fazer delete

  9. Luís diz:

    Que prosa destravada, a que aqui é deixada.

    Já aparenta haver uma clara descolagem da realidade: nós somos os atentos e inteligentes, arrumamos com quem se interpõe, os outros reles proscritos que apenas se dedicam a nos perseguir. Isso é pura paranoia. De gente malsã.

    As melhoras e temperança!

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