Assembleia Popular, Grupos de Trabalho e Democracia Verdadeira. Traz uma ideia, uma guitarra e um amigo.

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17 respostas a Assembleia Popular, Grupos de Trabalho e Democracia Verdadeira. Traz uma ideia, uma guitarra e um amigo.

  1. Rita Delille diz:

    eu até ia mas tenho medo e temo. não devo nada mas ainda temo algumas coisas.
    agora fora de brincadeiras, pelas reacções que tenho visto e recebido de quem parece ser o pessoal que quer “democracia verdadeira” não boto muita fé. sair à rua para dar voz aos seus sonhos, à sua indignição – check!. construir o presente e o futuro com as suas próprias mão – check! onde eu não assino por baixo é nas pessoas que sei estarem associadas a este movimento e na forma como lidam com quem discorda deles ou com quem os põe em causa. alguns, mais iluminados, revelam um desconhecimento e uma total falta de acção de valores pressupostos numa “verdadeira democracia”. outros revelam só desconhecimento mais ou menos em relação a quase tudo.

    • Gualter diz:

      Rita, fazer juízos de valor por comentários de blogue, sobre um movimento que foi único e verdadeiramente inovador na cena política das últimas décadas, parece-me de pouca justiça. Sim, houve muitas falhas no processo e ainda bem que foram comentadas na blogosfera. Ainda bem que essas críticas foram, também elas, duras. Eu ainda não fiz a minha, a tempo a farei, certamente com menos dureza do que alguns, relativamente intransigentes nas suas posições – de consensos, de unanimidades ou de maiorias, de processos autogestionários ou de processos assentes na construção de propostas e partidos revolucionários.

      Na realidade, criticar é a coisa mais fácil, seja nos blogues ou seja nos palcos. Difícil é fazer todo o trabalho de base que leva a que movimentos e processos destes cheguem até às ruas e iniciem uma nova forma de fazer política (ainda que inspirada, até certo ponto, em experiências do passado, também elas interrompidas pela desconfiança e divisão que a tornou vulnerável à crítica externa).

  2. Rita Delille diz:

    e porquê uma guitarra? porque não uma flauta porra? que cena tão pouco criativa e saudosista.

    • Renato Teixeira diz:

      Uma vez mais. É tudo um bando de fascistas que querem a velha senhora de volta. Tem paciência Rita. Leva ferrinhos.

  3. Rita Delille diz:

    ahahahaha. não estarei cá. a ´serio que não. talvez lá fosse. gostei dessa dos ferrinhos, deixou-me ligeiramente mais descansada.

  4. Pedro diz:

    É feminista esse flyer, gosto!

  5. exemptu diz:

    Apoiamos quem vai à frente! E não se esqueçam: atrás vem gente…

  6. xatoo diz:

    guitarra?
    gosto do Tom Petty e dos Partidores de Corações, mas duvido que os possa levar ao Rossio para ampliar as massas
    I Won’t Back Down
    http://www.youtube.com/embed/CnrPP3qkM0E

  7. Chalana diz:

    Essa de “trazer uma guitarra” parece coisa de grupo católico de reflexão…

  8. Renato Teixeira diz:

    Exactamente. Onde há uma guitarra há um grupo de católicos a reflectir. A revolução do Xatoo e do Chalana não será musicada.

  9. xatoo diz:

    exacto
    convivios onde mete folclore e rituais apoliticos não se pode tratar de assuntos sérios
    e no caso presente seria preciso pendurar uns quantos responsáveis,,, mas isso não é coisa que se faça com guitarras

  10. Chalana diz:

    A única banda sonora que acho admissível para a “minha” revolução é tocada por kalashs e cocktails molotovs. No dia em que tocarem as cordas desses acordes, contem comigo!

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