Viva a Flotilha da Liberdade, Viva a Palestina. Vamos acabar com o bloqueio e o muro da vergonha! Todos à Embaixada de Israel, às 18h30!

Faz hoje um ano que a Flotilha da Liberdade foi atacada pelas Forças Armadas de Israel. Nesse ataque, nove activistas foram sumariamente assassinados e até o insuspeito relatório da ONU condenou a operação israelita. Uma ano depois a fronteira está parcialmente aberta com o Egipto, fruto do derrube do fantoche sionista Hosni Mubarak, mas o muro continua a castigar os palestinianos e a envergonhar o mundo. Os acampados no Rossio e a Assembleia Popular abraçaram a ideia generosa de nos juntarmos ao movimento internacional de solidariedade com a Palestina e a desenvolver uma campanha para reforçar as caravanas contra o Bloqueio e o Muro da Palestina. O lançamento dessa campanha está marcado para este triste aniversário, em frente à Embaixada de Israel, onde iremos ler o Manifesto Plural, o Manifesto do Rossio e ainda o manifesto do grupo das Revoluções Árabes. Em homenagem aos activistas assassinados deixaremos, simbolicamente, um cravo e uma pedra da calçada do Rossio. Vamos tentar que um pouco da resistência criada nos últimos dias seja capaz de ajudar a resistência noutro lado.

LANÇAMENTO DA CAMPANHA CONTRA O MURO DA PALESTINA

HOJE | 18h30 | EMBAIXADA DE ISRAEL

HOMENAGEM AOS NOVE ACTIVISTAS ASSASSINADOS NA FLOTILHA DA LIBERDADE

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9 respostas a Viva a Flotilha da Liberdade, Viva a Palestina. Vamos acabar com o bloqueio e o muro da vergonha! Todos à Embaixada de Israel, às 18h30!

  1. Pingback: Acampada do Rossio – uma espécie de balanço e perspectivas | Sentidos Distintos

  2. xatoo diz:

    a intenção é honesta, mas estes mini-manifestantes vão enganados, para o sitio errado. Deviam de ir para a embaixada dos Estados Unidos. E também não podiam ser tão poucos, tinham de ser muitos milhares. Há um longo trabalho a fazer até a grande maioria da população perceber onde está a natureza do mal que nos oprime, na medida em que as elites governantes fizeram um pacto de aliança com o imperialismo e o sionismo. Israel como estado-ladrão jamais irá prescindir do crime enquanto não for encarcerado. Pelo contrário, continua-se a despejar biliões para a prática desses actos criminosos. E sem vergonha:
    Após apoio manifestado na recepção em Washington, no regresso o 1º ministro de Israel dá novos incentivos a novos colonatos nos territórios ocupados do que haveria de ser o Estado da Palestina
    http://ht.ly/56jXA

  3. Gentleman diz:

    Contra o traçado do muro, ou contra o muro tout court?

  4. jose diz:

    Pois pois, a Palestina é muito bonita e fácil de debater. Eu também gosto da Palestina e que tal 70% de abstenção nas eleições isso a que era bonito. Ah mas aqui os de esquerda querem aproveitar para subir à custa dos trafulhas do ps e psd, por isso não se pode pedir abstenção neste espaço.

  5. xatoo diz:

    RT
    não diria que vos falta clarividência… o que vos falta é decerto a integração como humildes militantes de base num partido revolucionário
    Mas a votar-se uma resolução deste tipo, metade ou mais da vossa malta decerto sai fora… pelo que se subentende que de facto o que se pretende com manifestações inóquas tipo sociedade recreativa, não é uma sociedade comunista, mas apenas “um capitalismo que funcione” (como diria o professor Boaventura do alto da sua cátedra de 2,4 milhões de euros)

  6. José diz:

    Sempre achei que os muros não resolviam os problemas políticos que estão na sua génese.
    Da mesma forma que fui contra o de Berlim, não posso deixar de crer que o israelita não resolve o problema de base.
    Claro que estou certo que os manifestantes, após a manifestação contra o muro israelita, numa atitude consequente irão reagir contra o muro coreano, o muro marroquino, o muro norte-americano, o muro norte-irlandês, o muro cipriota, o muro kuwaiti, o muro paquistanês, os muros indianos, e tutti quanti.
    Ou, não o farão, decerto, demonstrando que o que os move não é o muro.
    E, da Síria, nada.

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