Foda-se.
Tinha lido essa coisa de Tunes e não liguei nada de nada por ser de Tunes.
É de uma baixeza mental que dificulta todo e qualquer tipo de lidação.
Mas fizeste bem em tratar esse indivíduo numa linha (devolvendo-o ao próprio) e através de esclarecedor título (o do teu post).
Calma, grande zeque.
Platão tem grandes páginas sobre como educar gente, fazer de raiz uma nova humanidade, de homens e de chefes, e eu acredito nisso (como se sabe).
A dúvida é mera “opinião”, deve ser anulada.
Platão pretende mudar o mundo. Não percebo como esse não deve ser um desígnio de todos, ó zeque.
Seis comentários a quererem dizer que a túnica personagem é um imbecil e ninguém tem coragem para o dizer abertamente. Digo-o eu: a reincarnação de Dâmaso Salcedo, João Tunes, é um imbecil!
Este Tunes tem todas as condições para ser reeducado num campo de trabalho.
Uma foice, um martelo e uma enxada, são instrumentos muito úteis para este tipo de «teóricos» pequeno-burgueses ao serviço da escumalha da direita.
Sr Prof Vidal a interpretar Platão.
Eu nunca percebi porque é que a ideia da Essência Omnipotente é susceptível de ser interpretada como revolucionária. Deve ser uma falha minha, com toda a certeza. Eu sempre supus que a Essência é “coisa” que resiste á mudança. Platão não é e nunca foi o filosofo da mutabilidade e da possibilidade revolucionária. Lá porque o Badiou decidiu perverter por completo a Essência do pensamento Platoniano …tenha calma!!
Viva Manuel Alegre!
Viva o voto a favor da extorsão, perdão, «ajuda» à Grécia!
Viva a agressão à Líbia, perdão «zona de exclusão aérea» na Líbia!
Viva a privatização dos prejuízos do BPN!
Viva o Euro e a União Europeia, perdão «o europeísmo de esquerda«!!
Viva o anti-comunismo serôdio que os une a todos!
«… que mostra estar em estado de necessidade, pois o PCP conserva a fidelidade das suas hostes à egolatria escapista do leninismo senil do protesto metódico, ritualizado, burocrático e inconsequente…» Sobre a forma, só digo uma coisa: este moço convence alguém assim? Fala em mandarim ou cantonês que é mais perceptível. Sobre o conteúdo: não sei que raio é «estado de necessidade», mas deve ser aprovar o FMI na Grécia e votar no Alegre e depois dar a volta ao texto poucos meses depois. A mim não me comem as papas na cabeça…
Andasse o tempo para trás e que bela colheita o Silva Pais aqui faria de inspectores, chefes de brigada e agentes das várias classes. Pois que (assunto estudado) nada é mais parecido – estrutural e culturalmente – com um pide do que um tchekista ansioso. Verdial e Lindolfo foram disso, entre nós, duas provas vivas. Porca miséria esta de dar gozo perseguir pensamentos de outros.
Cá está a virgem ofendida. Não, não é o seu pensamento que aqui se recrimina, não, não é o voto no Bloco de Esquerda. O que se recrimina é que você quer insultar o PCP mas não consegue, porque não sabe escrever.
O que o Silva Pais fazia é o que você tenta fazer e não consegue, fazer propaganda anti-comunista, porque até os pides (pelo menos os chefes) escreviam mentiras anti-comunistas melhor que você.
Vá, fique lá com os seus complexos, os seus preconceitos e anti-comunismo, aquilo a que você chama pensamento, ninguém aqui tem interesse nisso.
“Pensamento” ? Mas onde é que isso aconteceu nos posts do Tunes? Passo às vezes por lá pelo Vias e daquela “cabecinha pensadora” só vejo anti comunismo rasca.
COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.
Foda-se.
Tinha lido essa coisa de Tunes e não liguei nada de nada por ser de Tunes.
É de uma baixeza mental que dificulta todo e qualquer tipo de lidação.
Mas fizeste bem em tratar esse indivíduo numa linha (devolvendo-o ao próprio) e através de esclarecedor título (o do teu post).
Português idioma, claro (não comento o português autor).
Também quando disse que devolveste o indivíduo a si mesmo a isso me referi: não ao sujeito, mas ao sujeito enquanto produtor.
É mesmo um ganda palhaço.E,o gaijo, tem a mania que escreve bem comó caralho,purtantos.
Já me falta a paciência para estas vedetas de serviço.
Menos um voto no PS, ainda bem.
António, também podes protestar metodicamente contra o escapismo senil de um ególatra antileninista.
égooolatra. LOL
“de lidação”??? lol lol
O Vidal imagina-se Matador da Dúvida, detentor da Certeza Absoluta…
Tunes, o Touro no labirinto semântico….
lol
Calma, grande zeque.
Platão tem grandes páginas sobre como educar gente, fazer de raiz uma nova humanidade, de homens e de chefes, e eu acredito nisso (como se sabe).
A dúvida é mera “opinião”, deve ser anulada.
Platão pretende mudar o mundo. Não percebo como esse não deve ser um desígnio de todos, ó zeque.
Seis comentários a quererem dizer que a túnica personagem é um imbecil e ninguém tem coragem para o dizer abertamente. Digo-o eu: a reincarnação de Dâmaso Salcedo, João Tunes, é um imbecil!
“Morra o Tunes, morra, pim!”?
Está tudo dito.
http://www.dailymotion.com/video/xizz04_live-streaming-sintagma-square-aganaktismenoi_news#from=embediframe
O vosso problema é que o gajo vota BE. Votasse o gajo na CDU e já lhe achavam graça
Está muito mal enganado.
“Egolatria” à parte, o que me lixa mesmo são aqueles dois “do” seguidos, fazem-me lembrar “a tonga da mironga do cabuletê”.
Este Tunes tem todas as condições para ser reeducado num campo de trabalho.
Uma foice, um martelo e uma enxada, são instrumentos muito úteis para este tipo de «teóricos» pequeno-burgueses ao serviço da escumalha da direita.
Sr Prof Vidal a interpretar Platão.
Eu nunca percebi porque é que a ideia da Essência Omnipotente é susceptível de ser interpretada como revolucionária. Deve ser uma falha minha, com toda a certeza. Eu sempre supus que a Essência é “coisa” que resiste á mudança. Platão não é e nunca foi o filosofo da mutabilidade e da possibilidade revolucionária. Lá porque o Badiou decidiu perverter por completo a Essência do pensamento Platoniano …tenha calma!!
Boa noite.
Viva Manuel Alegre!
Viva o voto a favor da extorsão, perdão, «ajuda» à Grécia!
Viva a agressão à Líbia, perdão «zona de exclusão aérea» na Líbia!
Viva a privatização dos prejuízos do BPN!
Viva o Euro e a União Europeia, perdão «o europeísmo de esquerda«!!
Viva o anti-comunismo serôdio que os une a todos!
«… que mostra estar em estado de necessidade, pois o PCP conserva a fidelidade das suas hostes à egolatria escapista do leninismo senil do protesto metódico, ritualizado, burocrático e inconsequente…» Sobre a forma, só digo uma coisa: este moço convence alguém assim? Fala em mandarim ou cantonês que é mais perceptível. Sobre o conteúdo: não sei que raio é «estado de necessidade», mas deve ser aprovar o FMI na Grécia e votar no Alegre e depois dar a volta ao texto poucos meses depois. A mim não me comem as papas na cabeça…
Este Miguel Neves vai longe. Ainda deve ter sonhos húmidos com o camarada Honecker e os Trabant da DDR.
Andasse o tempo para trás e que bela colheita o Silva Pais aqui faria de inspectores, chefes de brigada e agentes das várias classes. Pois que (assunto estudado) nada é mais parecido – estrutural e culturalmente – com um pide do que um tchekista ansioso. Verdial e Lindolfo foram disso, entre nós, duas provas vivas. Porca miséria esta de dar gozo perseguir pensamentos de outros.
Cá está a virgem ofendida. Não, não é o seu pensamento que aqui se recrimina, não, não é o voto no Bloco de Esquerda. O que se recrimina é que você quer insultar o PCP mas não consegue, porque não sabe escrever.
O que o Silva Pais fazia é o que você tenta fazer e não consegue, fazer propaganda anti-comunista, porque até os pides (pelo menos os chefes) escreviam mentiras anti-comunistas melhor que você.
Vá, fique lá com os seus complexos, os seus preconceitos e anti-comunismo, aquilo a que você chama pensamento, ninguém aqui tem interesse nisso.
“Pensamento” ? Mas onde é que isso aconteceu nos posts do Tunes? Passo às vezes por lá pelo Vias e daquela “cabecinha pensadora” só vejo anti comunismo rasca.
Closer, assentou-te que nem uma luva, não foi…