f.

Para a Câncio e o seu par, isto sim é democracia verdadeira.

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10 respostas a f.

  1. Helena Borges diz:

    Que pérola, Renato!

  2. henrique pereira dos santos diz:

    Repito o que comentei noutro post: é completamente inaceitável a utilização da vida privada de quem quer que seja na luta política. Isso é próprio de gente que nunca hesitaria em usar as históricas técnicas de liquidação moral dos adversários com base na sua vida privada e um bom espelho do que nos esperaria se vossas excelências fariam do poder e da informação que lhe é inerente.
    E isso não tem nada com o facto de se falar de Câncio, por quem não tenho a menor simpatia, nem de sócrates, que critico e combato há bem mais de seis anos, desde o tempo em que sendo ele apenas um obscuro secretário de estado do ambiente que se intitulava o zé das sobras, por elisa ferreira apenas lhe ter dado competências marginais na gestão do ministério do ambiente, usando já as mesmas tácticas que hoje usa (nas quais se inclui, aliás, esta usada neste post, de ataque com referência a vidas privadas).
    henrique pereira dos santos

  3. Filipe Feio diz:

    Quanto à fotografia de f., não acredito que seja má-fé. A escolha da “lixeira” é apenas fruto de uma limitação do “eu” da senhora em causa. Porque, e recordando as palavras de Anaïs Nin, “não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos.”

  4. a.marques diz:

    -Passos Coelho: Ao natural sem borbulhas
    -Jerónimo de Sousa: Tão natural como a sua sêde
    -Francisco Louçã: Como é com naturalidade
    -Paulo Portas: A natureza de brincar ás escondidas
    -José Sócrates: A poluição por natureza.
    Um brinde para a comunicação social que sem qualquer natureza
    sopra sempre a favôr do vento dominante.

  5. e sinceramente o que é que isso interessa numa europa que se esboroa e nos arrasta na queda?

  6. Marota diz:

    Batuta, não é a Europa que nos arrasta na queda, somos nós que nunca conseguimos nos por correctamente de pé. Tropeçamos constantemente com os nossos próprios pés. Maiores azelhas não há. Um exemplo: o PS tem uma “frota” enorme de carros só para a propaganda política, enquanto muitos são obrigados a dividirem uma sardenhica por três. Quem não sabe fazer contas, ou seja, não se sabe governar, não se devia de lamentar. Todos têm o que merecem.

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