Patrick e o Ayrton Senna das Reflexões, os sábios!

“Aqui não voltarei, deixo já avisado. Se quiser continuar um dialogo desconstrutivo (e não destrutivo!), já sabe meu nome estarei pelo Rossio. Aqui não voltarei porque me cansam as punhetas intelectuais e eu prefiro sexo. Mas a punheta aqui foi boa, e obrigado pela ‘mãozinha’.” Patrick

Sobre a crítica de quadrilha, a calúnia pela calada e os treinadores de bancada.

“Com o devido respeito pelo esforço d@ crític@, isto é uma bela merda de reflexão sobre as assembleias populares do Rossio (que têm não pouca matéria de crítica), ou então é uma importante reflexão sobre outra coisa qualquer. O que este texto reflecte é uma mal digerida dor-de-corno de um proto-dirigente frustrado de movimentos sociais imaculados, incomodado pela coisa não corresponder exactamente à sua ideia do que o movimento deve ou não deve ser. “ESTE MOVIMIENTO NO ES EL LUGAR ADECUADO PARA ESO”, diz el@. Portanto, vamos lá a sanear os perigosos esquerdistas e anti-FMIstas infiltrados para reconduzirmos a coisa à sua pura e primitiva pureza puertadelsolista que tem, como é sabido, “pretensões muito maiores”. Imagino que se eventualmente amanhã me apetecer contaminar/intervir na assembleia, ou num grupo de debate qualquer, com a minha agenda obscura, deliberada e perigosamente anarquista, e se ela for partilhada por muitos, est@ companheir@ me vai denunciar como um corruptor de movimentos muito lindos e fofinhos e inclusivos. Ora foda-se-me.” Ayrton Senna das Reflexões

Sobre o resto.

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