Acampamento e Assembleia Popular, hoje, depois da Manifestação contra o FMI. Participa!

Será no Consulado da Embaixada de Espanha, na Rua do Salitre (Metro Avenida) e está a ser convocada pelo Facebook em solidariedade com os acontecimentos no Estado Espanhol  (mais informações aqui, aqui, aqui, aqui e aqui). Às 22h30 terá lugar uma Assembleia Popular que irá debater as razões do protesto, pensar e eventualmente decidir outras acções a desenvolver.

Via RUBRA

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13 respostas a Acampamento e Assembleia Popular, hoje, depois da Manifestação contra o FMI. Participa!

  1. Jorge Antunes diz:

    Sempre a mesma m:::da. Manifestações destas sempre marcadas para Lisboa. Cada vez compreendo mais o pessoal do Norte que é o único que ainda tem tido a coragem de reeinvindicar uma fuga ao centralismo que sufoca o país.

    • Renato Teixeira diz:

      Não vejo o que impede o pessoal do Norte de fazer o que entenda nos Aliados ou onde quer que seja. Nem tudo é uma guerra regional ou uma conspiração sulista, pá.

    • Gualter diz:

      Parece que o pessoal do Porto está a mobilizar-se para a Praça da Batalha, hoje às 20h00. O que li dizia que era concentração reunião e que amanhã seria montado o acampamento, à mesma hora, no mesmo local. Li no FB, mas há que confirmar.

  2. Chalana diz:

    Caro Renato: o hiperactivismo é como o hipertireoidismo – emagrece. Já reparou que entre 12 de Março e 15 de Maio se passou das centenas de milhar para as simples centenas? Ou é aquele género de balanços que nunca se faz? Pois…

    • Renato Teixeira diz:

      O Chalana é daqueles que fura uma greve de três dias por ela não ser por tempo indeterminado. Nem só de luta da massas vive o movimentos social.

  3. Pingback: TOMAR AS RUAS! De Tahrir às Portas do Sol, de Nova Iorque a Lisboa, da conversa fiada para os livros de história da Planeta Agostini! | cinco dias

  4. Chalana diz:

    Renato: apenas verifico que muitos daqueles que acusam o Partido de seguidismo em relação a modelos exteriores, parecem às vezes, eles próprios, obsecados em mimetisar fenómenos sociais doutras latitudes. Não perca de vista que os balanços não servem apenas para os “sucessos”. Importam muito mais nos momentos de fracasso. Mas já que faz questão, logo à noite a malta encontra-se.

    • Renato Teixeira diz:

      Os balanços costumam fazer-se depois das iniciativas. Respire lá fundo e apareça na Assembleia.

  5. Rui Taborda diz:

    contra o FMI??…. se fosse contra os políticos que nos faliram e pediram a intervenção do FMI ia, contra o FMI… não vou!

    Estamos falidos por termos sido mal governados e por termos politicos que dão há décadas prejuízos monumentais nas empresas públicas, nas câmaras municipais e no governo, e estamos preocupados é com o FMI???

    O FMI já cá esteve, com esta três vezes, e vai continuar a vir pois vamos continuar a ter à frente das empresas públicas os mesmos gestores que ganham salários fabulosos, que acumulam, sem trabalhar, pensões principescas que dão prejuízos monstruosos nas empresas públicas que dirigem e o que está errado é o FMI????

    • Renato Teixeira diz:

      Precisamente por isso. Os programas sucessivos do FMI, em Portugal, como na Grécia, na Irlanda ou na Argentina, mais não fizeram do que reforçar o domínio da economia sobre a política, do lucro sobre o direito, de uma nova forma de ditadura financeira sobre o primado democrático.

      • José diz:

        O Rui Taborda tem razão.
        O problema não é o FMI, até porque ninguém é obrigado a contratar com esse organismo, e ele só intervém quando é convidado para o efeito.
        Se Portugal foi “forçado” a pedir auxílio externo, as razões são internas e não fruto do acaso, do azar, do Benfica ou da bola que não entrou.
        Se não se concordar com as medidas “impostas” no contrato com o FMI, não nos podemos esquecer que em frente a este houve outro negociador, que foi o governo nacional, esse sim, responsável eleitoralmente perante nós, o povo.

        • A diz:

          Já passou pela cabeça de alguém o que aconteceria se não existissem organismos centralizados de poder? Que em vez de procurar infinitamente a raiz de todos o problemas, é mais fácil (ou igualmente infinitamente difícil) autocriticar-se ao ponto de surgir a ideia de que a base do sistema é quem trabalha para ele, nele vive, nele deposita as suas esperanças, nele continua a acreditar e tem como premissa de vida a critica geral ao invés da autocrítica, preferindo a monotonia da agonia.
          O problema económico está no FMI, instituições bancárias, politicas, governamentais, multinacionais; a lista completa não é relevante. Mas o problema social está em cada um de todos que continua a preferir encolher-se num guarda-chuva cada vez mais pequeno a aprender a viver.
          Exemplos de autogestão popular não faltam na história, assim como exemplos do medo que essa autogestão cria aos diferentes organismos que suportam e dão vida ao conto de fadas capitalístico que nos submete à sobrevivência. Relevando a austeridade da opressão das forças do poder contra este tipo de reacção popular, com recurso a exércitos, policias, milícias e a “justiça”, está o desfecho sangrento de muitos levantamentos populares, alguns deles que perduraram anos e outros que ainda hoje perduram lutando.
          Apenas uma mente consciente consegue abrir portas à liberdade, pois apenas uma sociedade se pode tornar humana quando todos se encontram até à última circunstância desprovidos de ganância e medo.

          Em movimentos sociais como este não se encontram apenas pessoas, mas ideias e discussões, assembleias e transmissão de conhecimento, aprendizagem, crescimento e autocrítica.

          O povo em casa MORRE DE EXPLORAÇÃO!

          A

  6. Anonimo diz:

    o acampamento do porto ainda se mantem?

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