da consciência política.

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10 Responses to da consciência política.

  1. Renato Teixeira says:

    Memorável. Precisamos mesmo que outro PREC nos eleve a consciência. ;)

    • Bolota says:

      Renato,

      Mete o video em condições porque aquela senhora de preto e de chapeu é a minha madrinha Antonia Leandro. Personagem mais proxima de Catarina quando da sua morte.

      Abraços

  2. miriam says:

    Façam campanha negra contra os partidos do arco do governo e.deixwem-se de merdas!!!!!Aquilo é a escória da sociedade.CAMPANHA NEGRA A FALAR VERDADE!!!!Atirem com os dias loureiros,sem dó nem piedade,submarinos,Arrábida,Portucale-não é só o FreePort.Isaltinos,deklerues,barboas/euricos/ de mellos,é TUDO!!!!!!!!Encham-nos da merda q eles procvocam

  3. sportiguista ateu says:

    Quantos alentejanos criaram calos nas ceifas dos trigais da reforma agrária, para no fim terem que entregar as terras ao homem!
    Eram tão felizes a vergar a mola de foice na mão e castanholo nos dedos!

  4. Tiago Mota Saraiva says:

    Excelente Raquel.

  5. José Luis Moreira dos Santos says:

    A consciência, seja ela individual ou colectivamente considerada, é um processo muito complexo, com muitos altos e baixos, avanços e recuos, com multiplas dimensões, etc, por isso, atrevo-me a dizer que a consciência política cobre apenas uma dessas dimensões e na sofreguidão de ter, o ser humano nem de si tem consciência quanto mais sentir-se um com os outros, um eu que é na exacta medida dos outros. Mas pior, a falta de consciência política é, para muitos, uma aparente forma superior de ser o que não é por muito que queira ser: alguém acima de. O homem deve ter sido mesmo uma invenção de deus, não acha?

  6. Carlos Carapeto says:

    Obrigado Raquel por me ter feito reviver tempos magnificos.

    A reforma agrária foi a experiência mais brilhante que tive na minha vida.
    Ver pessoas simples como estas que aparecem nas imagens, camponeses semi analfabetos sujeitando-se a todo o tipo de privações e aos maiores sacrificios, empenhados em fazer os campos deste país produzirem. Considero muito gratificante todo o esforço que despendi para ajudar estas pessoas, ainda que tudo se tenha perdido em beneficio de poucos, sem qualquer vantagens para o país. O resultado já é visivel.

    Há poucos dias quando vi na RTP2 uma reportagem de Fausto Giaccone, senti uma profunda saudade desses tempos. Voltava a a fazer os mesmos sacrificios gratuitamente se fosse preciso.

  7. raquel freire says:

    carlos, eu era uma bebé quando fui ao alentejo em reforma agrária e é das memórias mais lindas da minha vida.
    um abraço.

  8. sportiguista ateu says:

    Tantos alentejanos pobres e analfabetos, que acreditaram que aquilo da reforma agrária era para todos criarem calos, e não apenas eles.
    ´E no fim, verificam que devolvem aquilo que nunca foi deles, e continuam apenas com o suor do seu rosto.

  9. Carlos Carapeto says:

    Afinal o que sabe sobre a reforma agrária? Que os trabalhadores agrícolas eram uns analfabetos selvagens, semeavam o trigo dentro de água e o arroz no bico dos cerros?

    Em sua opinião os camponeses devolveram aquilo que nunca foi deles. Mas os agrários tinham legitimidade para fazer chantagem com aquilo que devia produzir alimentos para todos, deixando as terras por semear espalhando a miséria entre os camponeses?

    Portanto depois fez-se justiça, já ficou tudo perfeito? A produção agrícola aumentou, os custos foram reduzido, e criaram-se mais postos de trabalho? É isso que está a defender?

    Por outro lado ainda, ignora que o processo de cooperativas agrícolas de produção não se limitou apenas ao Alentejo.

    Aqueles que o têm intoxicado com propaganda contra a reforma agrária, não tiveram coragem foi para lhe dizer. Que nunca neste país se produziram tantos cereais e a tão baixo custo para o Estado (para nós todos) como nesse tempo. Aumentou-se o parque de máquinas, subiram os efectivos pecuários, construíram-se pequenas barragens. Tudo custeado por os trabalhadores. Mesmo assim as condições de vida dos camponeses nunca foi tão elevada como nesse tempo. E o Estado ainda usurpava a cortiça, que tinha que ser tirada e empilhada por os trabalhadores.

    Por haver quem partilhe mentalidades como a sua é que faz com que hoje Portugal já tenha que importar cerca de 80% dos bens alimentares que consome.

    Tem sido este o resultado das politicas erradas do abandono dos campos. E agora acordaram todos com o estrondo do desastre económico que provocaram, gritam até à exaustão temos que produzir mais. Ajudaram a criar uma camada de latifundiários parasitas subsidio-dependentes, como os vão meter na ordem?

    Mas no entanto dos camponeses ninguém fala. Fogem das suas terras como têm feito até aqui? Ou passam a ser propriedade dos agrários?

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