Esquerda de confiança

Alegre considera acordo “globalmente positivo”.

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SEXTA | António Figueira
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7 respostas a Esquerda de confiança

  1. Raquel Varela diz:

    E depois a esquerda convence-se que a culpa dos maus resultados vem da direita….

  2. Renato Teixeira diz:

    Igual a si próprio.

  3. M.D. diz:

    Coitado,não tem tomado a medicação!

  4. Miguel Neves diz:

    Em que ficamos?

    Para Manuel Alegre “este FMI não passará”
    «Além disto, Louçã afirmou que Manuel Alegre apresentou-se nesta campanha, e” foi o único”, com “a tarefa mais difícil que é derrotar Cavaco Silva”, e lembrou que desta vez Alegre tem muitos mais votos possíveis do que nas últimas eleições e que por isso “pode disputar uma 2.ª volta”.
    Francisco Louçã lembrou também que para Manuel Alegre “este FMI não passará” e que a sua candidatura representa o valor da responsabilidade política contra a irresponsabilidade dos mercados. “Representa uma garantia do valor do trabalho também”, acrescentou. Louçã apelou ao voto em Alegre porque “precisamos de uma esquerda verdadeiramente democrática, responsável e socialista”.
    Lembrando Garrett – “quantos pobres são precisos para fazer um rico?” – Louçã disse que aqui, em Portugal, “são preciso 2 milhões de pobres para se fazerem multimilionários, todos incluídos no estado-maior de Cavaco Silva”.»
    Louça in http://www.esquerda.net/

    e

    Alegre considera acordo “globalmente positivo”
    por LusaOntem
    Manuel Alegre, ex-candidato presidencial

    O ex-candidato presidencial Manuel Alegre considerou hoje que, apesar do facto negativo de Portugal ter recorrido à ajuda externa, as linhas de orientação já conhecidas do acordo do Governo com a “troika” europeia “são globalmente positivas”.
    Em declarações à agência Lusa, o ex-dirigente socialista disse também esperar que a principal fatia dos 78 mil milhões de euros de auxílio financeiro a Portugal nos próximos três anos se destine à economia, designadamente às políticas de crescimento e de emprego, e não à banca.
    “Dentro de um facto negativo, que foi a necessidade de Portugal recorrer à ajuda externa, as linhas de orientação já conhecidas e que foram agora anunciadas pelo primeiro-ministro [José Sócrates] são globalmente positivas”.
    Da comunicação do primeiro-ministro, Manuel Alegre destacou a importância do acordo preservar “a gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, a escola pública, a segurança social pública e a manutenção no Estado da Caixa Geral de Depósitos”.
    “Estas são questões essenciais para toda a esquerda e provam que não é indiferente um Governo ser socialista ou do PSD”, sustentou.
    Nas suas declarações, o ex-candidato presidencial ressalvou por diversas vezes que nem todos os pontos do programa de ajustamento da economia portuguesa são ainda conhecidos publicamente, mas considerou também positivo que “não se toque nas pensões mínimas, no salário mínimo, nem novamente nos salários da função pública”, mantendo-se os vencimentos dos 13º e 14º mês.

  5. Rocha diz:

    Aí está o homem que Louçã, Portas e Fazenda continuam a defender como a esquerda de confiança.

  6. Pingback: O memorando aí está | cinco dias

  7. eduricardo diz:

    O que mais deverá dizer Alegre para que Louçã e companhia admitam o seu erro histórico?Pior do que o erro a que conduziram os seus fieis é o facto de a direcção do BE nem agora admitir o erro.

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