GLICODOCE DEMOCRACIA: Precários nos querem, no FMI nos terão. Rebeldes ou não?

Mural realizado pelo MayDay exigindo o fim das negociações com o FMI

Depois do PS, do PSD, do CDS, das Entidades Patronais, da UGT e da CGTP terem aceite o convite do FMI, chegou a vez do MayDay: “Após o encontro o MayDay Lisboa comunicará as principais conclusões alcançadas, esperando poder contribuir activamente para que seja alcançado o melhor resultado em termos do futuro do país e em soluções para os impasses laborais e financeiros”, afirmam.

BOSSNAPPINGS: Luc Rousselet, director da 3M's em cativeiro depois dos trabalhadores o terem tornado refém. (clicar na imagem para ver explicação)

Sabendo da dificuldade de aplicar um programa de austeridade num país com um governo demissionário, a troika lá vai cumprindo com a agenda do seu espectáculo “negocial” unicamente para se legitimar. As organizações que se têm prestado a este papel oscilam entre o colaboracionismo, a traição e a anedota. Desta feita e depois de se ter borrifado para a manifestação contra o FMI, é provável que o MayDay brinde a troika com mais um momento de teatro de grande fôlego. No entanto circula o rumor que os rebeldes se preparam para barricar o Ministério das Finanças tomando os agiotas como reféns e que só serão libertados mediante o perdão da dívida externa dos países em dificuldades. A isso, só a isso, poderiam chamar ajuda financeira e não era preciso fazer chegar à Portela nenhum euro com juros bonificados. Para isso, só para isso, valeria a pena aceitar um convite do FMI. Veremos.

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42 respostas a GLICODOCE DEMOCRACIA: Precários nos querem, no FMI nos terão. Rebeldes ou não?

  1. Fernando Pereira diz:

    Renato,
    tu ultrapassas-te a ti próprio. Que os media como A Bola ou o i-Online (cujo editor é o Paulo Teixeira Pinto) ajudem na divulgação da acção do encontro Mayday vs. Troika, até é compreensível, era essa a ideia. Agora que tu, radical de esquerda revolucionário das massas e empreendedor da democracia da base, coloques pela primeira vez no teu blog (sim, porque isto é mais ou menos o teu blog para onde convidas alguns distraídos que acham que és um gajo aberto), pela primeira vez, como dizia, divulgues uma imagem de um mural político como não era feito há uns 20 anos, tem a sua piada. Quando colocas aqui o Mayday, era para o destruir. Que bonito.

    Aproveitaste uma casca de banana no chão para dizer o que pensas do Mayday, demonstrando que pessoas como tu, nem sozinhas conseguem estar bem. Escorregaste e bateste com a cabeça no teu próprio sectarismo e ódio por quase toda a gente que não pensa como tu.

    Um abraço. Bem hajas. Os desbocados são os mais fofinhos. E também um abraço de compaixão para aqueles que partilham contigo este espaço de quase multiculturalidade mas que não passa de um ciber-activismo isolado e sectário que vai ficando na bancada da luta social.

    Isto é como dizer, uma trituradora de militância. Não há nada como captar muita gente e mantê-la a escrever blogs. Quem tem medo dos outros escreve blogs e facebooks, nunca encara as pessoas na rua porque os colectivos são difíceis de formar e fazer crescer. No radicalismo cibernáutico, o Renato vai à frente, e tem muitos seguidores e seguidoras.

  2. Fernando Pereira diz:

    Renato,
    tu ultrapassas-te a ti próprio. Que os media como A Bola ou o i-Online (cujo editor é o Paulo Teixeira Pinto) ajudem na divulgação da acção do encontro Mayday vs. Troika, até é compreensível, era essa a ideia. Agora que tu, radical de esquerda revolucionário das massas e empreendedor da democracia da base, coloques pela primeira vez no teu blog (sim, porque isto é mais ou menos o teu blog para onde convidas alguns distraídos que acham que és um gajo aberto), pela primeira vez, como dizia, divulgues uma imagem de um mural político como não era feito há uns 20 anos, tem a sua piada. Quando colocas aqui o Mayday, era para o destruir. Que bonito.

    Aproveitaste uma casca de banana no chão para dizer o que pensas do Mayday, demonstrando que pessoas como tu, nem sozinhas conseguem estar bem. Escorregaste e bateste com a cabeça no teu próprio sectarismo e ódio por quase toda a gente que não pensa como tu.

    Um abraço. Bem hajas. Os desbocados são os mais fofinhos. E também um abraço de compaixão para aqueles que partilham contigo este espaço de quase multiculturalidade mas que não passa de um ciber-activismo isolado e sectário que vai ficando na bancada da luta social.

    Isto é como dizer, uma trituradora de militância. Não há nada como captar muita gente e mantê-la a escrever blogs. Quem tem medo dos outros escreve blogs e facebooks, nunca encara as pessoas na rua porque os colectivos são difíceis de formar e fazer crescer. No radicalismo cibernáutico, o Renato vai à frente, e tem muitos seguidores e seguidoras.

    • Renato Teixeira diz:

      Não fique nervoso Fernando, a ocasião não o justifica. Como antevi a iniciativa foi anedótica e o que passou para fora é que o MayDay queria ser recebido pela troika. Fizeram falta na manifestação contra o FMI. Para circo, já basta o antidemocrático. Quanto a não haver murais a ser pintados nos últimos 20 anos é um insulto a todas, repito todas, as organizações políticas à esquerda, mas em especial ao BE que não obstante muitos dos seus erros já pintou paredes desde a sua fundação. Um blogue é um blogue, não uma trituradora de militantes. Se quiser falar o que isso é posso dar-lhe alguns exemplos para que use a expressão com propriedade.

      • Miguel Paula diz:

        “Mural politico como não era feito há 20 anos”
        é o que lá está escrito, e o Bloco sim já fez muitos murais, mas não como aquele…
        Ultrapassas-te a ti próprio quando para responderes a um comentário ainda tens de fingir que não sabes ler

  3. Bruno Carvalho diz:

    Esses meninos são muito rebeldes. Ainda me lembro da jornalista sobre esse mural. Que voltámos aos tempos dos murais. Como se em 35 anos não tivessem sido pintados milhares de murais por outras forças políticas e sociais. Quero ver é quando é que esses meninos fazem o 1º de Maio sozinho em vez de jogarem ao divisionismo para depois se juntarem à manifestação da CGTP.

  4. miriam diz:

    As facas estão-se a afiar.Organizações de ‘esquerda’ assim q tiverem tachos para os seus,espetam-nas logo mas,na confusão que virá talvez se fodam,pq há gente q não esquece!

  5. Fernando Pereira diz:

    Bruno Carvalho,
    Não percebi. Então achas que esses movimentos que se juntam à CGTP é que são divisionistas. Que engraçado que é o sectarismo e o egoísmo. É possível dar visibilidade à precariedade e estar junto da manif da CGTP, com todos os outros trabalhadores. A mim, parece-me bem. É engraçado que queiram o Mayday longe, e tudo o que não seja exactamente como vocês querem. Este blog é um ajuntamento de gente muito interessante, entre o absolutamente sectário como se vê por aqui (nunca tinham divulgado o mural contra o FMI e só o fizeram agora para destruir o Mayday Lx), e agora, que escorregaram, começam a bradar contra toda a gente que mexe sem estar alinhada convosco. Que poeira. Será que todos os que estão neste blog dão a mão a isto?

    • Rocha diz:

      Não, como é evidente.

      Acho que o Renato neste caso errou e deve rectificar. O erro foi provavelmente induzido por certos Manifestos de convergência e realmente legitimação do FMI que andaram para aí a circular com a infeliz participação de pessoas dos movimentos de precários. Agora a opinião individual das pessoas não deve ser confundida com a dos colectivos e organizações.

      Por uma questão de princípio eu oponho-me a qualquer encontro com a Troika e opus-me ao facto de a CGTP ter aceite esse convite. O erro da CGTP não apaga o seu papel fundamental de defesa dos trabalhadores, único em termos de sindicatos maioritários na Europa Ocidental.

      O erro do Renato não apaga o importante espaço de encontro e debate de esquerda que se tornou o blog 5 Dias.

      E por hoje já chega de sectarismos.

      • Renato Teixeira diz:

        Erro? Sempre se barricaram? Foram além do teatro de grande fôlego?

        • Rocha diz:

          Eu não sou apreciador deste tipo de teatro, mas apenas me preocupava o perigo de lançar a ideia falsa de que o Mayday se reuniu com o FMI. Gosto mais da verdade do que da ironia.

          Pelos vistos também me enganei, por causa dos meninos do Mayday, mas não achei graça à piada. Acho que isto já é brincadeira a mais e nem sequer é dia 1 de Abril.

          • Renato Teixeira diz:

            Veja, a ideia falsa foi “a ideia”, e foi pobre, confusa e garantiu um tempo de antena de qualidade duvidosa. A confusão deve ser imputada a quem a lança, naturalmente.

  6. Pedro Santos diz:

    Estavas tão bem calado Renato. Vai lá ler o Público e percebes que foi mais um “teatro de grande fôlego”.
    Não há nada pior que a cegueira dos que se alvitram em paladinos da Esquerda pura. Como se só a maneira como vês o mundo fosse a possível, a certa, a verdadeira. É por isso que a Esquerda, neste país, está como está. Por causa da cegueira e do sectarismo.
    Se não estão comigo estão contra mim, não é?!

    • Renato Teixeira diz:

      Já vi e não fiquei impressionado.
      Queriam ser recebidos? Para quê? Com que finalidade?

      • joaovalenteaguiar diz:

        Ora aí estão as perguntas que urge fazer ao May Day. Não podia estar mais de acordo.

        • Rodrigo Xavier diz:

          “Queriam ser recebidos? Para quê? Com que finalidade?”

          1 – Não.
          2 – Para nada, porque de nada serviria.
          2 – Com nenhuma, porque de nada serviria.

  7. Leonardo diz:

    Renato mais rápido que a própria sombra. Saiu-lhe o tiro pela culatra.
    Assim se prova que o sectarismo de sofá não passa disso mesmo.

  8. Fernando Pereira diz:

    Rocha,
    quais foram os manifestos em que estiveram pessoas de movimentos de precários que são de convergência e legitimação do FMI?

    Só para poder esclarecer se lhe chamo mentiroso ou simplesmente inimputável.

    • Rocha diz:

      “Convergência nacional em torno do emprego e da coesão social”, convergência no nome, legitimação do FMI no conteúdo (com o patrocínio da OIT). Já que pediu.

      Chame-me o que quiser se você nem sequer percebeu que eu estava a defender os movimentos do seus amigos, inclusive respeitando pontos de vista dos quais discordo totalmente como é o desse manifesto propondo o patrocínio da OIT ao FMI.

  9. Miguel Lopes diz:

    Mais uma vez Renato: não sentiste que era demasiada fruta?

    Abraço

  10. Leonardo diz:

    E aqui vos deixo link para a verdadeira noticia:

    http://economia.publico.pt/Noticia/e-falso-que-troika-tenha-convidado-mayday-lisboa-para-reuniao_1491300?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

    Na minha opinião uma acção bem conseguida. Quem fez os julgamento precipitados devia retratar-se.

    No Domingo apareçam no Largo de Camões às 13h para participar no MAYDAY e juntar-mo-nos à Manif da CGTP.

    Saudações Revolucionárias!

  11. joaovalenteaguiar diz:

    MayDay Lisboa vai à Troika
    O MayDay Lisboa recebeu esta tarde um convite por parte da Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) para um encontro na próxima 3ª feira dia 26 de Abril.

    A motivação para tal convite terá sido a discussão da actual situação laboral em Portugal, entendendo a Troika que o MayDay Lisboa, que se debruça enfaticamente sobre a questão da precariedade laboral na população trabalhadora portuguesa será um dos muitos actores sociais a ser consultado acerca das contrapartidas para o empréstimo de 80 mil milhões de euros que está a ser planeado para o país.

    É com muito agrado que o MayDay Lisboa encontrar-se-á com os representantes do Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia, tendo para tal sido designada uma delegação do movimento.

    Após o encontro o MayDay Lisboa comunicará as principais conclusões alcançadas, esperando poder contribuir activamente para que seja alcançado o melhor resultado em termos do futuro do país e em soluções para os impasses laborais e financeiros.

    Retirado de http://maydaylisboa2011.blogspot.com/2011/04/mayday-lisboa-vai-troika.html?sms_ss=facebook&at_xt=4db683a100981167%2C1

    Basta sublinhar a parte «É com muito agrado que o MayDay Lisboa encontrar-se-á com os representantes do Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia, tendo para tal sido designada uma delegação do movimento» ou a parte «esperando poder contribuir activamente para que seja alcançado o melhor resultado em termos do futuro do país e em soluções para os impasses laborais e financeiros» para se ter uma melhor noção do que o blog oficial do May Day Lisboa pensa efectivamente do FMI. O slogan “FMI Rua!” era só para inglês ver.

    • Rodrigo Xavier diz:

      Vá lá outra vez ao site, vai ver que não é bem assim.

      Tenho pena que neste país muita gente cinzenta só conheça 2 tipos de acções: as marchas e as concentrações.

      • Renato Teixeira diz:

        Atenção, agora há três: marchas, concentrações e happenings mediáticos.

        • Rodrigo Xavier diz:

          O mayday lisboa tem feito uma enorme variedade de acções de divulgação, desde invasões de centros comerciais, murais, festas, etc…

          E o Renato terá reparado, o Mayday publicou o seu vídeo, não tendo ficado refém de nenhum órgão de comunicação.

          • Renato Teixeira diz:

            Rodrigo, o MayDay publicou o vídeo como publicou que iria reunir com o FMI. Quem viu as notícias percebeu que a mensagem que queriam passar ficou nas entrelinhas da “vontade” de reunir com a troika. Só isso explica a multiplicação de desmentidos de mentira própria na rede social.

      • joaovalenteaguiar diz:

        Creio que o maior problema é alguém ter tido a ideia e a noção genial de achar que é “com muito agrado que o May Day Lisboa encontrar-se-á com os representantes do FMI”, etc. Quer dizer, bastou os abutres terem acenado com a teoria que o May Day esteja super preocupado com os precários para de um momento para o outro terem ficado todos babados com o convite daquela gente? Bastou um bocado de graxa para depois vcs quererem reunir?
        Por outro lado, a tese de que esperam “poder contribuir activamente para que seja alcançado o melhor resultado em termos do futuro do país e em soluções para os impasses laborais e financeiros” é o quê? Por um lado, mostra inocência perante aquela gente como se houvesse alguma negociação possível perante quem quer destruir o que ainda sobra de direitos neste país (e que já é pouco) e com quem quer usar negociações só para ganhar legitimidade pública. Por outro lado, para quem anda sempre a acusar o PCP e a CGTP de capitulação, burocratismo, negociação, etc. este enterranço não ficou nada bem na vossa fotografia. Não que eu ache que sindicatos e associações de precários tenham que ser antagónicos. De modo nenhum. Mas para quem mostrou tanta pretensa ousadia a pintar murais contra o FMI e passados dois ou três dias já se achavam com vontade para contribuir activamente para uma solução negociada com o FMI cheira-me mais a UGTismo…

        E a sua resposta é, vai-me desculpar, mto fraquinha. É nas negociações (se é que se pode chamar negociação a uma imposição unilateral e colonial) que acham que mudam alguma com o FMI? Caramba, até os Homens da Luta são mais avançados ao concordarem que é pela luta que se conquista algo… 😛

        • Rodrigo Xavier diz:

          O João está totalmente equivocado. Baseia-se só e apenas na informação que estava disponível até às 10h de hoje, dia 26, e que foi propositadamente “plantada”.

          Entretanto, a notícia sobre falsa reunião com uma troika que não existe já foi colocada no blogue do mayday e em todos os meios de comunicação.

          Compreende a ironia?
          Ironia é a “expressão ou gesto que dá a entender, em determinado contexto, o contrário ou algo diferente do que significa.”

  12. Fernando Pereira diz:

    http://maydaylisboa2011.blogspot.com/2011/04/o-mayday-lisboa-contra-troika.html

    Eu acho que o Renato é aquele senhor que no fim aparece com um ar desconfiado sobre o que está ali a passar-se.

  13. João Pais diz:

    Oh Renato,
    ajude lá e diga à gente: acha mesmo que uma petição “contra” a precariedade pode admitir a existência de empresas de trabalho temporário?
    Rebeldes nos querem, mas caladinhos/conciliados nos terão! Nem à rasca lá vamos!
    Peço-lhe uma das suas postas sobre isto, acho que merece!

  14. LAM diz:

    Não que eu veja heresia no Mayday ou quem quer que seja falar (não, não é negociar, não insistam no termo) com o FMI, o BCE ou o Papa, mas nunca o coitado do Pavlov suspeitou que aquela brincadeira com as campainhas transcendesse tanto as reacções do Boby.

    • Renato Teixeira diz:

      Especialmente se à frente do Boby estiver um bife e não uma campainha. 😉 A ideia nem era gira, nem funcionou. Resumiu-se a um comunicado irresponsável e a uma catadupa de desmentidos. Melhores dias virão e salva-se o facto de tudo não ter passado de uma brincadeira. Sem grande graça, sem grande efeito, sem grande luta.

      • LAM diz:

        (de outros salivanços precoces nem me admirei. admirei-me do Renato que, apesar de muitas vezes discordarmos, tenho como geralmente mais atento.)

  15. Rogério Borges diz:

    FMI em Portugal.
    E o Renato escolhe malhar numa acção contra o FMI e nem o admite.
    Estamos conversados.
    Servem de muito estes blogs.
    Servem o FMI.

  16. Fernando Pereira diz:

    Renato, já toda a gente (que se preze) percebeu a tua (nova) argolada.
    Vá lá, podes sair da dispensa que o castigo acabou (até uma nova argolada).

    Este grande blog vai continuar na senda.

    E por falar nisso, era a esta manifestação da CDU que querias que o Mayday Lx tivesse ido?
    (http://economia.publico.pt/Noticia/apoiantes-da-cdu-protestam-em-lisboa-contra-ingerencia-do-fmi_1490380)

    Já tens cartão de sócio?

    • Renato Teixeira diz:

      A manifestação foi praticamente só da CDU porque praticamente só a CDU compareceu. Não sabia que o MayDay tinha problemas com isso. Porque não foi? Se tivesse ido, assim como o BE, a manifestação teria tido outra força. Quanto à argolada desta iniciativa do MayDay, vai desculpar-me, deve pedir explicações no devido lugar.

      Ao cartão de sócio respondo-lhe se me disser o seu número de aderente.

  17. Fernando Pereira diz:

    Txhiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! E estes Bruno Carvalho? Também são divisionistas?
    http://www.cgtp.pt/images/stories/imagens/2011/04/interjovem_1maio_concentra.jpg

    Jovem! ó Jovem!

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