Pós-1974: pose decidida, vontade de acção, total transformação social como meta

Marta Rebelo

«No terceiro dia, Y. desvendou-nos um lado ainda mais moda com este macacão em tecido fluído e com um estampado jungle fever. Largo, usado com um cinto preto em pele para marcar a cintura e com uns compensados em pele. Muito boa escolha a ausência de pulseiras, brincos e colares!!! A elegância deste conjunto fica justamente por ser usado de maneira simples. O cabelo solto e a já emblemática franja completam um look bem conseguido. Considero uma boa escolha para um evento de moda e para os cocktails e festas que se seguem.»
J. R.

(Digam-me cá: esta gosta de Manifestos, é? E assina sempre sem ler? E que tal Matosinhos? Aquilo é que foi! Não foi, mas com ACosta…)

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32 respostas a Pós-1974: pose decidida, vontade de acção, total transformação social como meta

  1. m diz:

    e quem vos manda curtir pub ? foram vocês que se meteram na boca do judeu alegremente , tipo aquele porquinho da casa de palha , não foi ? amanhem-se e não chateiem quem nunca acreditou em almoços grátis e juros bonificados.

    • Carlos Vidal diz:

      Hã?

      Certo. Ponto assente.

    • Idi diz:

      Há almoços grátis do Estado para os Privados e,agora quem paga sou eu que não tenho empréstimos nem casa comprada.A dívida privada é maior do que a do Estado mas,contabilizada com fosse do estado.Clever,isn’it?Os papalvos acreditam nesta engenharia social para os bolsos dos rendeiros,dias loureiros e outros gamantes.

  2. m diz:

    hã? hã , então porque a transformação social em mente passa toda pelo funil do braudilhard e espaço não sei das quantas e média e pub e pós pós modernices intelectualoides e há que fugir a sete pés do senso ( bom) comum acumulado por séculos de vivências. que os modernos é que sabem…endividar-se .
    eu cá gosto é do Touraine . a transformação social que ele prevê tem pés para andar : o mulherio a mandar! ( eu gosto, logo acredito…. é tão bom acreditar no que se gosta…)
    oh , pá , qual transformação social ? o pai natal não existe . daaaa. tanto para os nascidos antes ou depois.

  3. Pós-1974:generalato lança postas de pescada

    Não se pode reduzir as promoções e os 240 milhões que gastámos a mais foram bem gastos

    pose decidida…..tamos falidos mas decididos à Vale de Azevedo

    vontade de acção….vamos à luta que alguém paga

    total transformação social como meta…..o pessoal das barracas em 74 agora vive ao relento e chamam-se sem abrigo….de facto é mais saudável

  4. Renato Teixeira diz:

    Aposto que gosta de uvas descascadas e sem sementes.
    Agora a sério, que ela assine sem ler, ou que assine lendo mas borrifando-se para continuar a apoiar um dos partidos responsáveis pela poia, eu posso entender. O que não me conseguem explicar é a razão dos outros quererem que ela assine. Não pelo jungle fever, claro, que há que se dizer em alto e bom som: é feio!!!, mas pelo Sócrates, e, acima de tudo, pela declarada fidelidade ao PS.

    • Helena Borges diz:

      Sem tirar nem pôr. O problema não é a Marta Rebelo assinar, é os outros assinarem com a Marta Rebelo. Isto diz tudo sobre o manifesto: blá-blá. Se fosse o manifesto dos 74 nascidos antes de 74, a Câncio assinava. Ai que o PS é tão lindo, ai que tem gente tão à esquerda, ai que “não há soluções de esquerda sem o PS… Nem contra o PS”.

      • Carlos Vidal diz:

        Cara Helena, completamente de acordo.
        E a coisa é um vírus terrível: porque é que Cravinho, Alegre ou Rebelo assinam textos/panfletos/manifestos contra o “centrão”??

        Alguém me explica??
        (Sou um nabo, pá, é o que é.)

        • Renato Teixeira diz:

          Insisto, é fácil perceber porque eles assinam, é difícil perceber quem não faz questão de os deixar vinculados à sua obra democrática, ao seu projecto alegre, à sua canina lealdade.

          Isolar o PS, nos manifestos e na luta política, é tão importante como combater o resto da direita.

          • Carlos Vidal diz:

            Com certeza, Renato.
            Sempre foi esse o meu princípio em relação ao PS.
            Acho mesmo que estamos a lidar com o inimigo número 1, sempre pensei assim, e agora ainda mais por isto:
            é o partido que chantageia o nosso “campo”, que é o campo à sua esquerda (e, hoje, estar à esquerda do PS é fácil, quase tudo está, se calhar até o PP…).
            Ao chantagear tem por missão a pesca dos votos.
            E é num espaço onde estão PCP e BE que os tipos pescam mais (pelo menos, querem tal) sobretudo quando fazem a chantagem do costume (era essa ontem a táctilha velha e relha de Ferro Rodrigues nas TVs): “vem aí a direita”, “o PCP uniu-se à direita para derrubar o PS”, etc., etc. Os gajos são uma espécie de vírus da paralisia – eles gostavam de criar paralíticos: mas, tratando-se de isolar o PS e de o derrubar, é nisso que temos de concentrar atenção e forças. As mesmas forças para o que vier depois, seja lá o que for.
            Temos de criar o nosso grito, claro: “vem aí de novo o PS”.
            É por aqui que temos de ir até 5 de Junho, senão os gajos aproveitam-se e, aproveitando o nosso (por eles desejado) sono, voltam ao costumeiro “vem aí a direita”.
            Todo o cuidado é pouco.

      • É um verdadeiro tratado de ciência política, este que tu partilhas com as massas Helena.
        Suponho que aquele desfile que desceu a Avenida na passada 2ª feira, encabeçado por uns betinhos de bandeiras amarelas, seria um argumento igualmente soberano para ir comemorar o 25 de Abril noutro lado.

        • Carlos Vidal diz:

          Grande entidade, colega e camarada,
          Não pude desfilar na segunda.

          Não sei quem são ou foram esses tipos das bandeiras amarelas. Se foram do PS, é preciso serem corajosos (sem vergonha e corajosos – logo, devem ser aplaudidos).
          Mas acho que a helena disse algu que eu já há um tempo por aqui ando a dizer (e se calhar tu também, ó grande): é que a conversa em torno de uma ala esquerda do PS é uma miragem. “No” PS?, uma ala esquerda? Para quê??
          Não haverá outras instituições onde militar, conta-me lá, ó Ricardo?

        • Helena Borges diz:

          Que malabarismo rebuscado, Ricardo! “Aquele desfile” não tem acesso reservado. Percebes a diferença? Ao desfile, vai quem quer; ao manifesto, vai quem foi convidado. E quem foi convidada? A betinha do Costa, sempre, e do Assis, de vez em quando. Que a Marta Rebelo preze tanto o seu partido, até percebo, girls will be girls; que os outros queiram tanto convergir com aquilo que a Marta Rebelo representa, não consigo perceber. Para mim, como há soluções de esquerda sem o PS, o manifesto – que quer fazer-se legitimar por quem o assina, daí o ênfase nos 74, ui, os 74 – é blá-blá, febre amarela.

          • Helena Borges diz:

            É importante não ignorar os sintomas.

            🙂

          • Carlos Vidal diz:

            O Ricardo, o grande Ricky, às vezes tem cada uma…

          • Helena Borges diz:

            A ênfase, a ênfase. Até troco os artigos!

          • Carlos Vidal diz:

            Eu também acho que é razão para trocar os artigos.
            E já sugeri ao Ricardo (e ao Tiago) para sair daquele “barco”. Bom, mas também passados alguns poucos dias, não acredito que aquele “barco” ainda navegue. O assunto já está mais do que esquecido.

  5. Helena Borges diz:

    Fiiiu-fiiiu!

  6. vontade e representacao em alentejo, nao estou a ver nada por vias da neve. Tentei compreender o que se passa em a alma lusa e nada. Revisao da materia dada, intelectuais do poder unidos, lulus ja vencidos e joves de cocoras.

  7. Envia mail para Verbier-CH.

  8. Carlos Vidal diz:

    Lulus fervendo de impaciência.
    Pai da pátria prestes a tomar o poder nas listas de outro partido (reuniões secretas e tal).
    Aliás, pais estão em ebulição.
    Vai passar-se qq coisa. Prepara-te.

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