O exemplo democrático dos “rebeldes” líbios

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

40 respostas a O exemplo democrático dos “rebeldes” líbios

  1. José diz:

    É, aprenderam com o exemplo dos rebeldes russos de 1917 e seguintes.
    Em contrapartida, os militares líbios e czaristas ou “brancos” tratavam os seus prisioneiros com bolacha maria e chá verde.
    Há posts de uma hipocrisia inominável.

    • Bruno Carvalho diz:

      Sim? Dê-me um exemplo de bolcheviques a cortar corpos de soldados brancos em pedaços. Parece-me que há aqui muita gente a tentar justificar o injustificável. Tentam legitimar e desculpabilizar a acção dos “rebeldes” falando da legitimidade da violência esquecendo que essa mesma violência tem limites. Há quem não saiba o que significa ética e direitos básicos.

      • José diz:

        Vou já ali pedir um vídeo gravado em 1917, num dos telemóveis da época… já que não lhe bastam os imensos relatos históricos.
        Não sei quem tenta legitimar o que quer que seja, eu não sou decerto.
        O que lhe aponto é a hipocrisia de crer que há a violência má – dos rebeldes líbios, no caso – e a violência boa, do governo líbio. Este é, com certeza, muito democrática.
        Hipocrisia é dizer “As minhas convicções são as de que o povo líbio deve decidir por si próprio sem ingerências e isso quer dizer que não escolho, até ao momento, algum dos lados.” e, simultaneamente, defender a intervenção soviética no Afeganistão, na Hungria ou na Checoslováquia.

  2. Idi diz:

    Com o mcain a dizer q os ‘rebeldes’ é que são fixes,está tudo dito acerca do carater ‘revolucionário’.Aliá,s é inaudito, q um movimento revolucionário faça a guerra de dia e à noite,elucubra sobre ofuturo Banco Central e já esteja a fazer busissness as usual …A guerra é contra os chineses e, a cia,essa instituição democrática,tenha posto o lumpen à frente da dita cuja,q não são mais do q fantoches e vendidos,verdadeiros bandos de criminosos em alta escala.proximamente,será a Siria para correr com os Russos do Mediterraneo,Mare Nostrum.Os palhaços dos consumidores ocidentais não abram a pestana não e,não tarda uma guerra mundial ,não com drones,’c’a gente’ gosta de ver contra os colaterais mas,com bombas ‘antónias’.Ópois,bem podem ir de joelhos a Fatima pedir um milagre,um daqueles,os dos segredos…A Barbárie,aí está!
    vá,agora toca a votar nos partidos q foderam isto tudo e se pague a dívida Privada como divida pública!!!!
    Goebbels já aqui estão e,não são tão poucos.É às palettes.Ora vejam a entrevista do Almerindo Marques à Sábado e vejam quem é um avençado da cia…

  3. António Figueira diz:

    Bruno, muitas questões para um único post:
    Rebeldes entre aspas porquê, por causa da violência do post? Seriam mais rebeldes se fossem menos violentos? E o que tem a democracia a ver com isto? Tens a certeza que o outro lado não faz igual? E mesmo que não faça, mesmo que o comentário deva resumir-se ao caso sub judice, sabes o que fizeram ao cadáver do Mussolini? Achas mal? Queres contextualizar?
    Eu estou contra a intervenção ocidental na Líbia, e não acredito mesmo nada na sua bondade; mas não fico nem mais nem menos firme nas minhas convicções depois de ver este video, que em todo o caso devia vir com um aviso quanto à natureza das imagens que contém.
    Abr., AF

    • Bruno Carvalho diz:

      Rebeldes com aspas porque não são rebeldes. Estamos a falar de acções condicionadas e preparadas pelo imperialismo contra o regime de Kadhafi. Eu estou contra a violência gratuita e desnecessária contra quem quer que seja, até contra os nazis. Dar-lhes um tiro na nuca é uma coisa, outra é usar os mesmos métodos. As minhas convicções são as de que o povo líbio deve decidir por si próprio sem ingerências e isso quer dizer que não escolho, até ao momento, algum dos lados. Não defendo a democracia de Kadhafi mas muito menos defendo a democracia do imperialismo.

      • JDC diz:

        Imperialismo? Mas se o próprio Khadaffi afirmou que os rebeldes estavam a ser manipulados pela Al’Qaeda…

      • António Figueira diz:

        Bruno, vamos por partes:
        Tu mostras aqui um pequeno filme de terror e queres retirar dele a conclusão que os rebeldes líbios são falsos rebeldes e que a intervenção ocidental é responsável pelos horrores que mostras.
        Eu estou contra a intervenção ocidental, inequivocamente, mas acho que deves ser mais exigente com a argumentação que usas, porque aquilo que mostras não prova nada: nem que os rebeldes líbios sem falsos rebeldes, nem que aquilo que aqui se vê sejam “acções condicionadas e preparadas pelo imperialismo”.
        Temo que tenhas a ilusão que a violência dos esbirros do poder é necessariamente cruel e a violência das massas não; se assim for, dir-te-ei que esse é um engano pueril, como a vida sem dúvida se encarregará de te provar.
        Cumps, AF

        • Bruno Carvalho diz:

          Através deste pequeno vídeo quis ilustrar o que é a luta da maior parte dos “rebeldes” líbios. Posso, se quiseres, pôr um rol de vídeos de acções macabras desses civis que o “Ocidente” idolatra. É que para ti a maioria dos “rebeldes” são verdadeiros e uma minoria é falsa. Para mim, é ao contrário. Há uma pequena parte ingénua que manobrada pela Al-Qaeda, pelos mercenários imperialistas e pela imprensa ocidental combate um regime que genuinamente querem derrubar para melhor a situação dos líbios. A maior parte não são rebeldes. Lutam por um retrocesso na Líbia. Por uma situação bem pior do que aquela que mal ou bem se vivia com Kadhafi.

          Se bem leste os meus textos anteriores, sabes que eu defendo que na luta de classes a violência é legítima. Mas há uma superioridade moral dos comunistas que deve estar acima da barbárie. Sou contra a tortura e a chacina. Defendo que também na guerra há princípios invioláveis. Mas cada um sabe de si.

          • António Figueira diz:

            Pf não ponhas na minha boca coisas que eu não disse: não sei se a maioria dos rebeldes são verdadeiros e uma minoria é falsa, ou se é antes o contrário; o que eu disse e continuo a dizer é que este filme não prova nada, para além do barbarismo dos seus actores; acho bem o que dizes da superioridade moral, mas vai-te habituando à ideia de que a humanidade é menos que perfeita e que a maldade (como a estupidez) não tem cor.

    • Leo diz:

      As imagens não são para crianças mas nenhum de nós é criança. Os “rebeldes” dispõem de telemóveis, filmam e fotografam mas continuamos sem ter uma única imagem dos alegados crimes maciços cometidos por Ghadafi.

      Em contrapartida já começam a sair os vídeos bastante explícitos de alguns dos “feitos” dos rebeldes de que já há dois meses Ghadafi falava e a própria TV estatal líbia passou. E que são um testemunho da barbárie deles. E o António insiste em falar “do outro lado”?

      • António Figueira diz:

        “Dispõem de telemóveis”? Disso até eu disponho.

        • Leo diz:

          …filmam e fotografam e nada filmaram nem fotografaram dos alegados crimes de Ghadafi? É que nada apareceu, não está esquecido, pois não? E a agressão e ingerência estrangeira foi alegadamente por motivos “humanitários”, ou já se esqueceu?

  4. Carlos Carapeto diz:

    Oh Figueira se sabe que do outro lado fazem igual, procure provas e apresente-as, não é venha para aqui lançar suspeições maniqueistas.
    Mais; comparar o caso de Mossulini, com a deste desgraçado apanhado não se sabe em que circunstâncias num conflito de interesses comandado à distancia, é de uma obscenidade gravissima para com a vitima.

    Perante o seu comentário apetecia-me dizer-lhe ” que mostra ser um impostor quando se pronuncia em nome da esquerda”.

    Ou ignora que o conflito na Líbia não tem absolutamente nada a ver com a defesa das populações?

    • JDC diz:

      Da mesma forma que você é ingénuo e pede provas de atrocidades do outro lado, também eu pedirei provas de que isto é um procedimento geral e não um caso isolado e único… E se for um caso isolado e único não significa porra nenhuma a não ser a barbaridade dos presentes no vídeo, sendo qualquer generalização para o resto dos rebeldes pura demagogia.

      • Carlos Carapeto diz:

        Acertou na muge. Se eu sou ingénuo que peço provas, o que é Vossa Excelência que não consegue provar o contrário? Que é um facto não pode negá-lo. Nem me interessa se é isolado ou se é o procedimento habitual de fanáticos. Mas se dispõe de informações que se trata de um caso isolado, apresente-as.

        Também todos sabemos que Abu Ghraib foi um caso “isolado”. Talvez nunca ficaremos é a saber de muitos outros casos idênticos silenciados com o ultimo suspiro das vitimas. Estou a lembrar-me de Bagram.

        O capitalismo/intervencionista usou como pretexto para a agressão à Líbia , a proteção de civis. No entanto até ao momento ainda não foram capazes de apresentar qualquer prova que justifique a barbárie que estão a cometer.

        Ou milhares de mortos escondem-se numa mão fechada? Os efeitos das armas proibidas (bombas de fragmentação) desaparecem com o sopro das mesmas?
        Genocídio e destruição de um país avançado estão os agressores a cometer. Não fizesse um jeitão nesta altura de crise os mais de 300 M M de € que a Libyan Investiment Authority tem aplicados nos países capitalistas. De certeza que não havia guerra.

        Cito outro exemplo de idoneidade do capitalismo. A fortuna que Mobutu roubou ainda não foi devolvida ao povo miserável do Congo.

        Também não tente esquivar-se com o rabinho à seringa, ao atribuir a barbaridade ao vídeo . Bárbaro é o ritual macabro cometido por uma multidão enraivecida, exultando o nome de Allah.

        Mas a responsabilidade do acto não é apenas dos que o cometeram, é igualmente daqueles que instigaram a rebelião.

        Acontecesse isto do outro lado?

  5. A.Silva diz:

    Barbárie ou civilização, para onde queremos ir ?

  6. Leo diz:

    Os mesmos drones matam civis no Afeganistão, Paquistão, Somália, Iemen e já actuam na Líbia. E os mesmos drones de Israel fartaram-se de matar no Líbano e continuam a matar nos Territórios Palestinianos Ocupados.

  7. Insurrecto Meditativo diz:

    Esta gente da extrema-esquerda, que se julga a moral de duas pernas de tudo o que é puro, só nos faz rir. Os rebeldes, afinal, não passam de “rebeldes”, mas não sei como o Bruno caracteriza os apoiantes de Kaddafi. “Apoiantes”, talvez?

    O vosso sectarismo, que também tem ressonância do outro lado do espectro político, é o mal do mundo político e do combate ideológico. Mentem descaradamente, noticiam apenas o lado que, esporadicamente, confere validade à vossa argumentação.

    Analisando as atitudes, nenhum dos lados está isento de culpas, mas eu sei muito bem qual o lado que há mais tempo existe, que há mais tempo sujeita o cidadão líbio à forca da sua máquina repressiva.

    • Leo diz:

      Quem não está isento de culpas são os USA, França e Grã-Bretanha que não só apoiam estes bárbaros como repetem na Líbia crimes que cometeram na Jugoslávia, Iraque e Afeganistão. De que não é o menor o uso de bombas de urânio empobrecido que vai durante séculos empestar este país.

    • A.Silva diz:

      Não me diga que está a falar dos italianos, ou então dos ingleses… ou será dos franceses que também andam aqui à c… de anos?

    • Carlos Carapeto diz:

      E não sabe qual o lado repressivo na Arábia Saudita, Iémen, Bahrein, Marrocos, Argélia, Mauritânia?. Se não sabe é porque não se interessa ou os meios de informação burgueses não lho servem na manjedoura da propaganda.

      Se a esquerda julga que a moral tem duas pernas. E a direita? Talvez tantas como a centopeia. Ou anda de rastos como as cobras?

      Sim; numa guerra todos cometem excessos, inocentes são só as vitimas. Responsáveis quase sempre são aqueles que as iniciam.

      Sabe meu caro amigo o conflito na Líbia tem que ser analisado ao mesmo nível dos demais conflitos que se estão a desenrolar à escala global. Tem tudo a ver com o controle das fontes de matérias primas, dos hidrocarbonetos em particular. É nessa perspectiva que se devem entender as razões dos chamados pontos de conflitualidade em curso ou os latentes.

      A apetência pelo controlo da Ásia Central, do Cáucaso, o amolecimento da Rússia, o reforço da presença militar Americana no estreito de Malaca, e por todo o Médio Oriente, a perpetuação da NATO no Afeganistão, para ensanduichar o Irão e abrir da porta às grandes reservas de hidrocarbonetos da bacia do Cáspio, ao mesmo tempo ameaçar a China pelas costas, privando-a do abastecimento do petróleo e do gás fornecido pelos pipelines ocidentais, que flanqueiam os estreitos de Ormuz e de Malaca que em caso de conflito ficava privada do abastecimento de energia se esses pontos de passagem fossem fechados.
      Tudo isto faz parte da geoestratégia do capitalismo pelo controle global , e a China hoje representa uma séria ameaça aos projetos expansionistas . Portanto a Líbia não deixa de ser mais uma peça do mesmo puzzle.

      Nunca ouviu falar na teoria geoestratégica de Harold Mackinder.? Pezarat Correia lançou recentemente dois livros onde aborda esse tema. Leia-os que vai aprender que as coisas não são tão simples como aqui as está a colocando.

      Yves Lacoste em “Geopolítica do Mediterrâneo” já faz uma antevisão da conflitualidade que se está a verificar.

      Não tente ver as coisas com tanta simplicidade, porque na realidade são muito mais complicadas que as imagina.

  8. Idi diz:

    Enunciei factos importantes e justamente realçados,o q leio aqui é tricot,bricolage mormente, na mão de A.Figueira.
    Nunca na história das rebeliões(as verdadeiras-Revolução Russa/Soviética, etc-e as falsas) se viu tamanha desenvoltura no erigir duma instituição bancária assim de repente-é óbvio,que estes ‘rebeldes’ (é mesmo com aspas xor figueira!) estão bem assessorados…Goldman& Sachs,FMI,Fundos de Investimentos e outros criminosos /terroristas sociais!A guerra pelo bem do povo,como certamente gostará o xor figueira da costa,é CONTRA a CVhina o maior credor dos EUA,e a Rússia e,só não vê quem é ignorante,ou tótó ou aqueles q dizem q não o é-e,estes são do piorio,ombreiam com os hitlers,mussolinis,pinochets,etc.
    Quanto à violência,é o q é,desumanizante,e mais vale um tiro nos cornos dum reaça do que num comuna e,olhe q odeio a violência,coisa a q o escuro Obama não se furta apesar de ter um premio qq.Se a violência for para acabar com a violência dos que roubam,dos q escravizam,dos q humilham qual é o problema?Não venha com merdas de filosofias,pq eu tb as tenho

  9. Diogo diz:

    JDC says:
    22 de Abril de 2011 at 19:01
    Portanto, o 11 de Setembro foi um “inside job”?

    Foi! De que outra maneira explica você que 4 aviões comerciais tenham andado completamente à vontade tempos infinitos nos céus dos EUA, a mais poderosa potência aérea do planeta? E porque é que caiu o Edifício nº 7 do WTC, de 47 andares, sem que nenhum avião tivesse embatido nele?

  10. miguel serras pereira diz:

    Faço questão de vir aqui dizer que o António Figueira tem toda a razão. Estou à vontade para o sustentar tanto mais que a minha posição sobre a questão Líbia é diferente da dele. Já direi qual é, para deixar tudo em pratos limpos. Mas, antes disso, gostaria de lembrar que infelizmente em todas as guerras civis foram cometidas atrocidades por um e outro campo. No caso concreto da Líbia, raia o delírio – ou releva da alucinação pura e simples – pedir ao AF que apresente provas de actos sanguinários ou atrocidades cometidas pelo regime de Kadhafi. Este último, de resto, imediatamente antes da intervenção, deixou bem clara a linha que estava disposto a assumir nesse campo. Assim, declarar que os insurrectos são agentes do imperialismo – excepto uma pequena minoria manobrada pela Al Qaeda, que, pelos vistos, também é uma organização pró-ocidental – porque, no seu campo, foram cometidas atrocidades, é atirar poeira para os olhos próprios e/ou alheios. Mas tudo isto já foi dito pelo AF, e dispenso-me de repetir a sua argumentação.

    Passo, para pôr as cartas todas em cima da mesa, a resumir a minha posição sobre o nó do problema. Condeno a intervenção em curso, mas defendi a legitimidade política de uma intervenção limitada, que não deveria ser conduzida pela NATO, etc., impedindo o massacre anunciado pelo próprio Kadhafi (que declarou estar decidido a reeditar a tomada franquista de Madrid), em termos próximos dos enunciados por outras vozes da nossa região (Estou a pensar, por exemplo, em Miguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares. Como Rony Brauman (http://periodicoellibertario.blogspot.com/2011/03/rony-brauman-no-creo-que-los-bombardeos.html) ou G. Achcar (http://viasfacto.blogspot.com/2011/04/gilbert-achcad-sobre-libia-armar-os.html), defendi que era justo armar e apoiar logisticamente os insurrectos, mas sem os substituir na condução da guerra nem na direcção do movimento. Em suma, posso subscrever quase tudo o que Achcar diz neste excerto de entrevista:

    ¿Por qué cree que se deben detener los bombardeos de la OTAN en Libia?

    Una vez que se ha destruido la fuerza aérea y parte de los blindados de Gadafi, la urgencia de evitar una masacre, que se planteaba cuando el régimen se disponía a tomar Bengasi, ya no existe. Por ello, creo que se debe detener la intervención militar directa. Eso sí, teniendo en cuenta la necesidad de apoyar al movimiento popular libio, considero que la demanda de que se detengan los bombardeos tiene que ir acompañada con la solicitud de que se arme a los rebeldes.

    Es una opción que parece suscitar dudas éticas.

    A aquellos que tienen algún problema al respecto, les recordaría que Gadafi fue armado por los países que intervienen ahora. La Unión Europea ha vendido más de mil millones de dólares en armas al régimen libio desde 2005. Son ellos quienes armaron a Gadafi y ahora es su responsabilidad dar a los sublevados los medios para defenderse de él. Desde el principio he dicho que no nos podíamos oponer a la zona de exclusión aérea porque era una reivindicación del movimiento popular; hoy, la reivindicación de ese movimiento es obtener armas para continuar luchando. ( http://viasfacto.blogspot.com/2011/04/gilbert-achcad-sobre-libia-armar-os.html )

    E aprovo também a seguinte resposta de Rony Brauman à pergunta:

    – ¿Hay que asistir como espectador a la aniquilación de la rebelión libia por parte del ejército de Muamar Gadafi ?

    Claro que no. Entre la guerra y el statu quo hay un margen de acción: el reconocimiento del Consejo Nacional [órgano político de los insurrectos ndlr] por parte de Francia fue un gesto político relevante, hay que seguir apoyando militarmente a la insurrección: proporcionarle armamento y asesoramiento militar para reequilibrar la relación de las fuerzas sobre el terreno, así como información sobre los movimientos y los preparativos de las tropas enemigas. El embargo comercial, el embargo sobre las armas y la congelación de los activos del clan Gadafi son otras tantas medidas de presión ante las que el régimen de Trípoli no puede permanecer insensible.

    msp

    • Carlos Carapeto diz:

      MSP depreendo das suas palavras que é da opinião que a justiça deve ser aplicada “imposta” por uma organização militar que tem como unico objectivo defender os interesses do capitalismo?

      Hitler também cometeu agressões em nome da paz, da civilização, anexou em para defender populações, invadiu para trocar a espada por arados.

      Nota alguma diferença naquilo que estes “senhores” estão fazendo? Só nas palavras, agora é tudo feito em nome da democracia.

      Caro amigo a liberdade não se impõe com agressões foraneas. É o povo que a tem que conquistar se necessário com armas na mão.

  11. xatoo diz:

    mais uma vez fica demonstrada a isenção dos “debates” neste blogue; Censuram-me os meus comentários mas os da direita mais reaccionária passam sempre incólumes

    • miguel serras pereira diz:

      Esta da “direita mais reaccionária” deve ser comigo, mas, vinda de quem vem, a saudação é uma honra. Só não sei se a fico a dever ao presumível facto de, como o meu nome sugere, ter antecedentes judeus, ou ao facto comprovado de, independentemente do juízo que se faça sobre a intervenção na Líbia e a sua instrumentalização pelas oligarquias europeias e outras, eu me recusar a ver em Kadhafi um resistente anti-imperialista ou um combatente da emancipação global.

      msp

      • Idi diz:

        Cuidado,pq a avó de Gadaffi também era judia…
        assim como o Ahmadinedjad no Irão…
        É o que se chama de cuspir para o ar…
        Já agora,tão sempre escondido,o José Staline também o era!

  12. xatoo diz:

    MSP enfia o garruço, ele lá sabe porquê. Mas o remoque era mesmo para o Bruno Carvalho e António Figueira – quem é que eles se julgam para censurar um comentário meu que, como habitualmente como muito me prezo, nada tinha ofensivo?, apenas interrompe a amena cavaqueira entre dois compadres?
    De novo reafirmo, o único autor do 5Dias que nunca me censurou um comentário foi Carlos Vidal. Que pelas razões que me parecem óbvias anda daqui cada vez mais arredio.

    • Leo diz:

      Pois é Xatoo, tem razão nas denúncias que faz. Há “democratas” por aqui que adoram censurar. São os mesmos que permitem baboseiras tipo “la urgencia de evitar una masacre, que se planteaba”…

      • Carlos Carapeto diz:

        O grande problema que se põe é que alguns dos participantes deste espaço são uma cambada de palonços e não perceberam ainda que Khadaffi um dia levantou-se com a disposição fora do habitual e decidiu que a partir daquele momento passava a ser um ditador. Nesse instante apareceram os distintos democratas e resolveram de imediato metê-lo na linha.

        Que ironia? A desgraça do povo Líbio está a ser provocada por aqueles que sempre fizeram negócios com Khadaffi.

        • Leo diz:

          “A desgraça do povo Líbio está a ser provocada por aqueles que sempre fizeram negócios com Khadaffi.” ????

          Bela maneira de branquear os USA, França e Grã-Bretanha. E principalmente bela maneira de branquear o Pentágono: quem enviou os mísseis foi a AFRICOM, quem depois retomou os bombardeamentos aéreos foram França e Grã-Bretanha e quem agora os reforça são os drones do Pentágono.

          E quem tem botas no terreno são tropas especiais e a CIA, M16 e secreta e tropas especiais da Grã-Bretanha e França.

  13. Já lá estive só na costa, não muito no deserto abaixo.
    Claro que os tipinhos da Al-Qaeda esttão atentar «cavalgar» akilo, fariam eles o quê ?

    Eventualmente levaremos com eles.
    Excelentes “terroristas” if I might say so…

    🙁

  14. Idi diz:

    http://resistir.info/libia/rapina_22abr11.html
    http://www.odiario.info/?p=2049

    Para o ganda intelectu,o máiore msp!!!!que de judeus nada sabe anão ser de lendas

Os comentários estão fechados.