Imagens da apresentação do M12M e Protesto da Geração à Rasca – contribuição espontânea. as pessoas. luta é alegria :)

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8 respostas a Imagens da apresentação do M12M e Protesto da Geração à Rasca – contribuição espontânea. as pessoas. luta é alegria :)

  1. Youri Paiva diz:

    E 1 minuto dos mesmos sete a levarem flashadas. Interessante à brava.

    Mas vá, é gira e boa a ideia do quadrinho com o giz. É que aquele minutinho…

    • João Labrincha diz:

      É uma contribuição espontânea. Honestamente também dispensava esse minuto.

      • Daniela diz:

        Eu dispensava que apagassem os meus comentários, principalmente quando me limito a constactar de uma forma bastante insípida que a banda sonora é a música oficial do euro 2004 (e que isso é esquisito, até porque há tanta música gira e menos conotada por aí).

        Sobre a parte mais interessante do vídeo: o quadro e o giz e as pessoas e etc., deixo aqui o link de uma curta de 2005 (ver canto superior direito: http://tv.rtp.pt/EPG/tv/epg-janela.php?p_id=19710). Mas eu não defendo o registo de ideias nem a propriedade intelectual, já a geração é rasca, é uma trademark.

        Nota: apagar os meus comentários será uma batalha inglória, Raquel.

        • raquel freire diz:

          olá daniela,
          é com surpresa que leio que a minha falta de tempo para vir aqui publicar os comentários, misturada com a minha inépcia e inexperiência em blogar são tidas imediatamente como actos de censura duma “fascista”, (como me chamaram aqui ontem). lamento desiludi-la, mas não a tentei censurar.
          para que saiba, fica o aviso: os comentários que eu censurarei serão os que eu considerarei serem racistas, xenófobos, fascistas, neo-nazis, homofóbicos e transfóbicos. se surgirem outros critérios, avisarei.
          quanto à “geração à rasca”, (nome que, na sua origem, foi criado por um arauto do regime para descredibilizar o movimento estudantil do qual fiz parte, que lutava pela democratização do ensino superior contra um governo cavaco que tentava, já na altura, que o ensino superior voltasse a ser só para os ricos como era antes do 25 de abril, até ao protesto do 12 de março), é, e sempre será, livre para ser usado por todxs que respeitem a natureza do manifesto que convocou o protesto. cito o nosso comunicado de imprensa: “a expressão “Geração À Rasca” foi registada como marca para evitar utilizações abusivas, nomeadamente em actividades com fins lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento.”
          a daniela, como qualquer pessoa, se não o quiser usar com estes fins – “lucrativos, de cariz partidário, religioso ou violento” – é livre de o fazer, como aliás acontecia e continua a acontecer pelo país todo e pelo estrangeiro.
          é, mais coisa menos coisa, a lógica da publicação dos comentários aos meus posts.
          o vídeo, não é meu, como eu assinalo no título.
          quanto ao registo, nunca me registei como dona de nenhum dos filmes, vídeos, livros, fotografias que criei enquanto artista, porque acredito que no momento em que produzo um objecto artístico, seja ele qual for, ele pertence às pessoas, ao mundo. talvez se o fizesse não fosse tão precária. mas com certeza seria bem mais aborrecida.
          batalha inglória será deturpar as minhas intenções.
          ainda mais inglória, será deturpar as intenções dxs organizadorxs do protesto de 12 de março.
          à rasca, andamos (quase) todxs.
          com força para exigir e lutar pela mudança, nem por isso.
          mas acredito profundamente na revolução das consciências.
          espero que com o agravamento da miséria, que já se sente, não aconteça como na grécia. espero que nós reforcemos a solidariedade e a alteridade.
          porém, mesmo que isso não aconteça no meu tempo de vida, nem um segundo desta luta será inglória. inglória é a cobardia, a violência.
          não queria fazer um testamento, mas acabei de ver na antiga prisão do aljube uma exposição sobre xs presxs políticos, as vítimas da pide, e fugiu-me o teclado para o sentimento. tenho o coração nas mãos e na musicbox que é a minha cabeça ainda ecoam as vozes de todxs xs que deram a vida para que eu e a daniela possamos estar aqui a trocar umas ideias sobre estes assuntos.
          para que morte delxs não tenha sido inglória, cabe-nxs a todxs fazer a mudança que queremos viver.
          e isso começa pela maneira como vivemos unxs com xs outrxs.

  2. Daniela diz:

    Raquel, de facto estou desiludida, não por não seres uma fascista que me dá demasiada importância (posso tratar-te por tu? Olha, já está!), mas porque o comentário foi apagado e se tiveres lapsos de memória recomendo-te uma visita ao trash. Ah! Claro que podes não ter sido tu a apagar o comentário, mas outra pessoa do 5dias. Não importa muito até porque o comentário não era particularmente interessante.

    Adiante.

    A geração que reclamas foi apelidada de “geração rasca” e não “geração À rasca”, estás a citar mal o arauto do regime. Mas claro, a relação é óbvia e não deixa de ter uma certa graça.

    Quanto ao registo da marca, há uma coisa que me deixa bastante curiosa, pretendem mesmo controlar o uso do termo? Como? Google alerts? E já agora, quando decidirem que a marca está a ser usada indevidamente, vão fazer o quê? Confesso que nem sei muito bem como essas coisas da propriedade intelectual funcionam, mas presumo que haja multas pelo meio. Sim? Não? Estou bastante curiosa, mas não o suficiente para ir pesquisar, até porque o mais interessante será a vossa posição perante isso (e é o que eu gostava de saber).

    Outra grande curiosidade, porquê bater constantemente no “laico”? É assim tão provável que alguém vos confunda por acólitos?

    Quanto à tua obra e o mundo, obrigada. O mundo agradece.

    Lamento a deturpação de que te sentes alvo, mas quando as coisas suscitam dúvidas, é normal que as pessoas coloquem questões. E nisso não vem mal ao mundo, nem sei muito bem se pode ser confundido com deturpação…

    Não vou comentar o devaneio à torno do termo “inglória” porque eu usei-o de uma forma deliberadamente tola e a tua é particularmente séria.

    Apesar da inspiração de todas essas vozes que ecoam na tua cabeça, entristece-me concluir que esse grande texto que escreveste está cheio de lugares comuns. Um óptimo texto para uma jovem rebelde dos morangos com açucar. (podes usar a ideia, não vou cobrar nada depois).

    • raquel freire diz:

      daniela, devo deduzir que te achas menos jovem do que eu e que esse facto te dá a autoridade de me escreveres nesse tom. perfeito.

      • Daniela diz:

        Por acaso sei que não sou menos jovem que tu e não queria soar paternalista, nem me imagino com grandes autoridades.

        Mas a sério, tenho mesmo curiosidade quanto àqueles dois pontos (marca e laico).

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