“HOMOFOBIA E CASTIDADE NO REALISTA JACINTO” Uma posta que dava uma tese

É difícil em tão poucas palavras revelar-se tanta animosidade e preconceito, ainda por cima quando até estávamos de acordo quanto ao irrealismo utópico da esquerda reformista. Jacinto, o Bettencourt, homem de h grande e de soberba virilidade, não o preocupa a suspensão democrática e relativiza a violência do FMI. Ao contrário do que imagina, a expressão da revolta e do desespero imposto por esta variação de fascismo financeiro costuma ser bem mais palpitante do que a meia-dúzia de montras partidas que o deixa temeroso. Eu prefiro a via egípcia mas o Jacinto, não obstante um bom conhecimento sobre os limites da social-democracia, precisa de mais e melhores pistas sobre o futuro e, claramente, de outr@s namorad@s:

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2 respostas a “HOMOFOBIA E CASTIDADE NO REALISTA JACINTO” Uma posta que dava uma tese

  1. a anarca diz:

    LOL
    A violência tão apregoada dos FMI comparada aos lunáticos que nos governam
    parecem-se com uns meninos de coro…
    Entre doidos varridos e gente de mau porte a populaça prepara-se para votar
    again
    e
    again
    nos mesmos
    tarados .
    Não há remédio para tanta loucura.

  2. Pingback: Ainda o Jacinto e as montras que o assustam… | cinco dias

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